Welcome to Scribd, the world's digital library. Read, publish, and share books and documents. See more
Download
Standard view
Full view
of .
Save to My Library
Look up keyword
Like this
2Activity
0 of .
Results for:
No results containing your search query
P. 1
EDIÇÃO 223 - TRIBUNA DO NORTE SALINAS

EDIÇÃO 223 - TRIBUNA DO NORTE SALINAS

Ratings: (0)|Views: 208 |Likes:
Published by Eric Renan Ramalho
Jornal Tribuna do Norte de Salinas, Edição 223, Maio de 2013
Jornal Tribuna do Norte de Salinas, Edição 223, Maio de 2013

More info:

Published by: Eric Renan Ramalho on May 22, 2013
Copyright:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

07/10/2013

pdf

text

original

 
Um jornal a serviço do desenvolvimento da regiã
Acesse: www.fuzuca.com.br/tribunadonorte
Salinas (MG), 01 a 15 de maio de 2013 - Ano XXI - Edição 223 - Circula no Norte de Minas - Vale do Jequitinhonha - Belo Horizonte - Brasília (DF)-
 R$ 2,00
 
Salinas CapitalMundial daCachaça
CARBONITA
Comissão conhece experiência de construção de casas
AINDAMAIS...
EDITORIAL
- Aéciapresenta as armas 
OPINIÃO 2
- Cidadãdo Planeta - Quando a sociedade chega ao fi
ARTIGOS
- Reforma política não égolp
COLUNA ZÉ DIRCEUPÁGINA 5
CIDADES
- Prefeito Kinca apresenta balao de 100 dias na Câmara Municipal 
PAGINA 3CULTURA
- Marina Jardim faz exposição na Assembia Legislativa 
PAGINA 6POLITICA
- Audiência Pública da ALMG debateu falhas da energia solar nas ilhas de Manga 
PÁGINA 6
Nos últimos três anos, 78 moradias populares foram entregues na zona rural de Carbonit
Por meio do ProgramaNacional de HabitaçãoRural (PNHR), o municí-pio de Carbonita, no Valedo Jequitinhonha, já en-tregou, nos últimos trêsanos, 78 moradias popula-res em áreas rurais da ci-dade. Detalhes desse tra-balho foram apresentadosna sexta-feira, 3 de maio,durante audiência públicarealizada pela Comissãode Direitos Humanos daAssembleia Legislativa deMinas Gerais (ALMG), naCâmara Municipal.O deputado DurvalÂngelo (PT), autor do re-querimento para a reu-nião, manifestou sua ale-gria ao visitar algumasdessas residências e cons-tatar a felicidade estampa-da no rosto das famíliasbeneficiadas. “Foi feitoum milagre ali. São casasbonitas, dignas. Isso ajudaa fixar o homem no cam-po, melhora as condiçõesde vida das pessoas quevivem na área rural”, des-tacou o parlamentar.
PAGINA 5
O representante do ITER na região, Clélio Murta, fez esclarecimentos na audiência na Câmara Municipal
Uma ação do Mi-nistério Púbico dacomarca da cidadecassou no TribunalRegional Eleitoral deMinas Gerais – TRE/MG, em 25 deabril, o mandato doprefeito Jovelino Pi-nheiro e do vice, Ge-raldo Cantídio deFreitas.O MP acusa oscandidatos de abusode poder econômicoe político nas elei-ções municipais de2012. O TRE porunanimidade julgouprocedente a ação,absolvendo apenaspor abuso de podereconômico.Segundo a ação,a Câmara Municipal,em abril de 2012,aprovou aumentopara os funcionáriospúblicos da educa-ção, contrariando alegislação eleitoral,que beneficiou maisde 60% da categoriao que influenciou efavoreceu a eleiçãodo prefeito Jovelino. Jovelino recorreuao TSE e nega quenada tem a ver coma situação, mas per-manece no cargo atéo tramite de tarnsitoe julgado.A Polícia Federal
de Montes Claros ,
em 9 de maio, ama-nheceu na cidade,onde retomando aOperação Mascarasda Sanidade, agoradenominada “NovosCaminhos”, prendeuseis pessoas envolvi-das em desvio de re-cursos da prefeitura .Eles foram de-nunciados por forma-ção de quadrilha,fraude em licitações,lavagem de dinheiroe desvio de verbaspúblicas, tendo sidopresos o ex-prefeitoAlbertino Teixeira,sua esposa Marilda, overeador Manoel Tei-xeira, seu irmão, asecretária Deyse e ocontador Claudio.
PAGINA 5
O 2º Festival de CulturaPopular de Minas Novas –Violarte, acontecerá na cida-de mãe do Vale do Jequitinho-nha, no período de 30 de maioa 02 de junho, abrindo seustrabalhos em pleno feriado de
Corpus Christi.
A iniciativa e realizaçãodo 2º Violarte é da produto-ra, atriz e jornalista YanyMabel, o projeto foi viabili-zado através do Fundo Esta-dual de Cultura.PAGINA 4Os policiais e as cachaças encontradas na casa do suspeito na Delegacia de Salinas
SALINAS
Foi desvendado pelaPolícia Civil de Salinas,em 10 de maio, golpede falsificação de ca-chaças na cidade, sen-do preso pela Opera-ção Aguardente em fla-grante, ClaudiomiroModesto da Silva, 50anos, e apreendido cer-ca de 600 garrafas decachaças.De acordo o delega-do, José Eduardo dosSantos, após denunciainvestigou e encami-nhou um pedido demandado de busca eapreensão na casa dosuspeito, no bairroNova Esperança, zonaoeste da cidade, ondefoi encontrado umagrande quantidade dematerial falsificado, cai-xas fechadas da bebida,rótulos, cola, tampas, egarrafas pet com restosda bebida.
PAGINA 4
Polícia Civil desvenda falsificaçãode cachaças Canarinha e Havana
SANTA CRUZDE SALINAS
PF prendeex-prefeitoAlbertino eassessorespor desviode recursos
O jovem cantor Pedro Moraise Banda Cobra Coral, serãoatrações de shows do evento
Vem aí o 
2º Violarte
RIO PARDODE MINAS
Prefeito Jovelinoé cassado no TRE
O prefeito JovelinoPinheiro
(foto FolhaRegional)
MINAS NOVAS
 
O P I N I Ã O
2
Aécio apresenta as armas 
* JOSÉ CARLOS IGNÁCIO
Se existem motivos sobreos quais os sócios têm difi-culdades de comentar e pla-nejar regras, certamente aseparação está inclusa. Afinal,é raro alguém montar umasociedade, investir tempo,energia e capital e, simultane-amente, pensar em como amesma terminará.Normalmente o assuntotende a ficar esquecido ouintocado em um canto qual-quer. Porém, por mais queos sócios evitem tocar noassunto, a experiência temmostrado que separação desócios ou término de socie-dade é parte importante dorelacionamento e deve sertratado com seriedade e boadose de planejamento.Existem vários motivosque levam à separação entresócios. De forma abrangen-te, podemos dizer que omomento de se separar équando a sinergia desapare-ce ou quando o equilíbrio nasociedade deixa de existir. Éo momento em que não seconsegue mais evitar confli-tos devido a diferenças exis-
tentes entre os gestores.
Para conseguir que umasociedade seja equilibrada esinergética, é necessário tra-balhar aspectos como com-plementariedade funcional,planos pessoais, plano denegócios, divisão de traba-lho, divisão do capital, dedi-cação, estilo gerencial e umasérie de outros fatores quedevem ser conciliados deforma a gerar trabalho co-ordenado a favor de objeti-vos comuns e prevençãocontra conflitos, isto é, equi-líbrio e sinergia.Por outro lado, quandoesses fatores entram em de-sequilíbrio (por razões vari-adas), podem se transfor-mar em motivos para a se-paração ou a finalização dasociedade. O sintoma podevir por um conflito internona imprensa ou por mudan-ças no curso da vida pesso-al de cada sócio. Indepen-dentemente do fato gerador,o resultado é perda parcialde sinergia.
 
Indícios
Alguns sintomas são de-tectáveis e podem indicaruma tendência negativa paraa sociedade:- Mudança de expectati-vas: se por qualquer motivoos sócios não estão mais sin-tonizados quanto ao que es-peram da empresa, as diver-gências podem levar ao fimda sociedade.- Desentendimento gera-do pela falta de discussãoanterior: quando não se aten-ta para o diálogo do dia adia e deixase acumular ques-tões mal resolvidas, a somados desentendimentos podelevar à separação.- Esgotamento gerencial:quando um dos sócios ges-tores não tem condições deaproveitar as oportunidadesda empresa e nem se dispõea reciclar, insistindo no mes-mo modus operandi deanos, há o risco óbvio deatritos ou de necessidade demudanças.- Falta de sucessores eaposentadoria também po-dem ser fatores decisivospara a decisão de separação.
Precauções
Seja qual for o motivo, oumotivos da separação, vale apena destacar que as suasregras, tais como valoriza-ção da participação societá-ria do sócio retirante, condi-ções de pagamento, sucessãodo cargo e outros relaciona-
Cidao do planeta
(*) RODRIGO DE CASTRO
Professor que carregaos alunos para o campoe, a partir daí, constrói oconhecimento; escritorque semeia do que tam-bém planta no dia a dia;formulador de soluçõesque não se contenta coma clareza das suas propo-sições e submete-se a in-contestabilidade da práti-ca; mentor político querompe com os elos parti-dários ao perceber que aplenitude da ação políti-ca não se alcança sem avivência dos princípios edas idéias que prega; vi-sionário que estabelecemeta para aquilo quemuitos julgam utopia oudevaneio, interlocutorque sempre surpreendecom sua inteligência esabedoria; carioca quetrouxe a recíproca da sim-patia dos mineiros peloRio de Janeiro; exiladopolítico que não renegaas atitudes que lhe vale-ram o exílio, e que apro-veitou o tempo longe dapátria se preparando paramelhor servi-la na volta;aquariano que quer umaquário cheio de águalimpa e peixe; - médicoque resolveu tratar do rioesse é Apolo HeringerLisboa.Em 1997 com profes-sores da área médica daUFMG, Apolo criou oProjeto Manuelzão que,sob o mote da volta dospeixes ao Rio das Velhas,desencadeou um verda-deiro processo de mu-dança cultural e inaugu-rou a discussão de umnovo conceito de saúdecoletiva, que considera ohomem parte dos ecossis-temas do planeta e nãoapenas um ente isoladocomo o percebe o siste-ma público de saúde.Diferentemente dosque fazem o “achismoambiental”, mais interes-sados nos ganhos midiáti-cos das causa ecológica,Apolo em 2003, desceu os804km do Rio das Velhas.Não foi aventura em bus-ca de ouro e pedras preci-osas como dos primeirosexploradores, e sim expe-dição para um diagnósti-co mais preciso do riodoente em avançado graude comprometimento, porquem Apolo passaraa gri-tar socorro a sociedade.
Quando a sociedade chega ao fim
12 EDIÇÕES = R$35,00 – 24 EDIÇÕES = R$70,00
O exame do pacienteresultou numa rigorosaprescrição médica, quefoi a construção do quechamou de Meta 2010:navegar, pescar e nadarno Rio das Velhas, no tre-cho da Região Metropo-litana de Belo Horizontemeta assumida pro Aé-cio Neves e AntonioAnastásia, e, em seguida,transformada em um dosinstrumentos estrutura-dores do programa degoverno que, a partir deentão investiu recurso deR1,3 bilhão e prevê apli-car mais R421 milhões,até 2015, em obras de sa-neamento para melhorar aqualidade da água nagrande BH.Nova expedição foi re-alizada em 2009 para per-mitir a população oacompanhamento daMeta 2010 – resultadosalcançados e problemasainda existentes – assimcomo reforçar a campa-nha pela mudança dementalidade em relaçãoao rio e a vida na região.Em toda a bacia, foi or-ganizado encontros e ofi-cinas para debates, refle-xão e práticas de ativida-des culturais.Reconhecendo que amelhora de seu pacienteainda é parcial, em tornode 60%, e para completá-la Apolo prescreveu novareceita que, refundindo ereformulando a Meta2010, deu origem a Meta2014. Essa, balizada naconstrução de uma soci-edade com nova visão demundo, superior e ade-quada as necessidades detodas as espécies, man-tém como objetivo estra-tégico o nado e a pescana faixa do rio que cortaBH e toda a região me-tropolitana.Coerentemente com oconceito de saúde coletivaque vem difundindo, Apo-lo Lisboa, vencido osde-safios daMeta 2014, já templanos de levar o Manu-elzão as águas do SãoFrancisco, e de torná-loprojeto universal, em defe-sa da vida no planeta.O Rio das Velhas dre-na uma bacia de 29 milkm2, onde vivem cerca decinco milhões de pessoas,e é o principal afluentedo São Francisco que, daSerra da Canastra até oAtlântico, banha umaárea de 641 mil km2,onde vivem cerca de 14milhões de pessoas. Aocuidar do Rio das Velhas,Apolo efetivamente estácuidando da saúde dohomem: de 19 milhõesde brasileiros, parte inte-grante do planeta Minas,do planeta Brasil, do pla-neta Terra. Apolo, cida-dão e médico do planeta,missão que é também detodos nós.
* Deputado federal (PSDB/MG) e secretário-geral doPSDB
Umjornal aserviço do desenvolvimento da regiãoFundado em 5 de junho de 1991 - 223ª edição - Salinas(MG),01 a 15 de maio de 2013
Diretor Geral
Valdeci Paulode Souza
Reportagem– Redação - Edição
Tiburcim
Fotografias
Arquivo / Tiburcim
Os artigos e matérias assinadas não refletem necessariamente a opinião do jornal.
Editoração
MCI Comunicação
Colaboradores
JoséDirceu, Apolo Heringer Lisboa,Márcio Metzker,Régis Gonçalves, AluísioPimenta ePetrônioSouza Gonçalves
 
EXPEDIENTE
Filiado ao Sindicato dos Proprietários de Jornais eRevistasdo Interior de Minas Gerais – SINDJORI / MG.
RAZÃO SOCIAL
Organização Tribuna do Norte Ltda
C N P J = 66 . 194 . 002 / 0001 – 77
JORNALISTA RESPONSÁVEL
Valdeci Paulo deSouzaRegistro Jornalista Profissional MTb/DRT/MG - Nº 09666 JP
ADMINISTRAÇÃO - REDAÇÃO
Rua Avelino de Almeida,472-FFones: (38) 3841-2929 / 9950-6159 -Salinas /MG
E-MAIL
tribunadonorte@yahoo.com.br / tribunadonortesalinas@bol.com.br tiburcim@bol.com.br 
www.fuzuca.com.br/tribunadonorte
Era ainda muito cedo,mas a corrida sucessória  já comou. DilmRousseff agora adminis- tra o país segundo a ló- gica da reeleição. Lançou uma ampla campanha so- bre investimentos da Pe- trobras no pré-sal, ten- tando desfazer a impres- são de que a estatal está quebrando. Fez um bem- cuidado programa sobre os 10 anos do PT no Go- verno, acoplando a sua gestão os oito anos mui- to elogiados de Lula.Criou o Ministério da Micro e Pequena Empre- sa para acomodar o ad- versário Afif Domingos,do PSD, e atrair o parti- do para aumentar seu tempo de TV.Aécio Neves, que as- sume a Presidência do PSDB, eleva o tom das críticas ao governo e se apresenta como alterna- tiva aos 12 anos de co- mando petista. Haverá outros candidatos, como o pernambucano Eduardo Campos, do PSB, e muito provavelmente Marina Silva em um novo partido, mas sabe- mos que essas candida- turas são decorativas. O embate mesmo será en- tre PT e PSDB.O lançamento da can- didatura tucana foi um primor de ourivesaria na estratégia de marketing.Ele escolheu a Revista IstoÉ, porque a Veja é adversária figadal do PT,e a Carta Capital é petista demais. Foi melhor fi- car empoleirado em cima do muro da mídia.Aos 53 anos, Aécio sente que chegou o seu momento, depois de pas- sar dois anos enterrando o entulho serrista dentro de seu partido. Se não for agora, será em 2018.As críticas que faz ao go- verno do PT têm funda- mento: o partido afastou- se do seu ideário da re- forma política e da refor- ma tributária; continua concentrando recursos na União; Dilma não ne- gocia – ou impõe ou pas- sa o trator em cima dos oponentes.A seu favor, Dilma está preservada das de- núncias de corrupção que pipocaram contra os correligionários do meta- lúrgico do ABC, mas pa- rece que a fórmula do crescimento pelo estímu- lo ao crédito e ao consu- mo está se esgotando, o endividamento das famí- lias brasileiras é preocu- pante e a venda de com- modities para a China – que financia os progra- mas de bolsa – já não funciona tão bem.Por outro lado, as obras do PAC estão atra- sadas, superfaturadas e com problemas nos ór- gãos de controle. Atransposição do São Francisco, tão combati- da, está paralisada e cus- tando o dobro dos R$ 5 bilhões do orçamento, as ferrovias Norte-Sul e Transnordestina enfren- tam toda sorte de pro- blemas, e obras essenci- ais, como a duplicação da Rio-Bahia, da BR- 101 e da BR-381 não saem do papel.Aécio se apresenta como um gestor moder- no, com capacidade de fazer alianças internacio- nais proveitosas para o Brasil, e critica a decisão do governo de trazer mé- dicos cubanos e se aliar aos países atrasados. Cri- tica o autoritarismo do PT, que prefere fazer co- optação de forças políti- cas em vez de negociação em que precisaria ceder.De qualquer forma,com Aécio, Eduardo Campos ou Marina Silva,a Presidência da Repúbli- ca deixaria de pertencer a São Paulo. Nos últi- mos 18 anos, desde a sa- ída de Itamar Franco, o núcleo do poder foi São Paulo. FHC, apesar da Sorbonne, tinha uma vi- são paulista de Brasil.Lula, apesar de ser per- nambucano e das Cara- vanas da Cidadania, sem- pre fez política em São Paulo, e Dilma, apesar de ser mineira, é cria po- lítica de Lula. Políticos autenticamente mineiros sempre tiveram uma vi- são mais equilibrada do Brasil, como Juscelino Kubitschek, Tancredo Neves e Itamar Franco.Aécio espera beneficiar- se disso.
Tribuna do Norte / Edição nº 223
Salinas (MG),
01 a 15 de maio de 2013
dos devem estar previstas noAcordo de Cotistas ou Aci-onistas, evitando-se assim adiscuso de regras em mo-mento inoportuno, ou seja,com o jogo em andamento.Ressalto ainda a impor-tância de se planejar a parteprática da separação, ou seja,a elaboração do Plano deSeparação, o qual deve pre-ver eventos e prazos, taiscomo transmissão do cargo,comunicado ao público in-terno (funcionários) e exter-no (clientes, fornecedores,bancos e outros) de formaassertiva, entre outras provi-dências, provocando umefeito positivo de todo oprocesso e blindando asoperações da empresa.Por tudo isso, nunca se es-queça: planejamento da sepa-ração dos sóciostambém fazparte da gestão da sociedade.
* José Carlos Ignácio é sócio-fun-dador daJCI Acquistion, forma-do em Administração de Empre-sas e possui MBA e Pós Gradua-ção. É também palestrante e jáparticipou de processos de Fu-são e Aquisição e de Relaciona-mento de Sócios em diversasorganizações nacionais emultina-cionais. Autor do recém-lançadolivro Todo relacionamento entresócios pode ser melhorado (Ana-darco Editora) -www.jciconsultoria.com.br –
jci@jciconsultoria.com.br
Apolo Heringer Lisboa 
 
SALINAS
3
VEREADORESNA BERLINDA
Os nossos vereadores pre-cisam mostrar a força do Po-der Legislativo epropor avan-ços na gestão pública e políti-ca do Município edeixar deser servos do Executivo. Umadas premissas é legislar, fazerleis e fiscalizar mesmo asações de governo. Exemplodisso é a falta de iniciativa dasbancadas, ou quando faz algu-ma coisa tem de pedir bençãoao prefeito, e numrápido ba-lanço na legislatura passada eatual é quenadica de leisfo-ram elaboradas pelosvereado-res, tudo iniciativa do execu-tivo que só manda leis de nor-mas financeiras e assim peque-nos problemas acabam viran-do crônicos com ainoperân-cia. Pra dizer quenada fazemenchem as sessõesde reque-rimentos e indicações. E olhaquetemvereadores com maisde três mandatos.
PLANO DIRETOR
O ex-prefeito Zé Pratesfez aquele alarde com o pro- jeto do plano diretor da cida-de, passados os oitos anos demandato e nada de discussãoe elaboração. Tai uma boapedida para nossos vereado-res, secretaria de planejamen-to e o prefeito Kinca, se éque pretendem modernizar,organizar e avançar em ter-mos de sustentabilidade urba-na colocando a cidade defato nos trilhos do desenvol-vimento. Exemplo necessáriopara o plano diretor é quepara certos empreendimentosnão existem critérios, zonea-mento e normas de instala-ção, o que com o crescimen-to da cidade já começa a cri-ar problemas. E ai seu prefei-to e vereadores?
FESTIVALDA CACHAÇA
Parece que o prefeitoKinca quer fazer do festivalda cachaça, nos dias 12 a 14de julho, o grande projeto desua administração tal o apoioe investimento que estáfazen-do no evento. É bom lembrarque o festival é de um setorprivado, lucrativo e cuja en-tidade representativa, aApacs, que tem de cuidarbuscando recursos, organizan-do e coordenando todo oprocesso, assim também nomuseu da cachaça, cuja ges-tão está a cargo da prefeitu-ra. Parceria público privadaque sabemos é diferente desseestilo mandão e truculento. Oprefeito anunciou que muitasmudançasvai fazer no museuda cachaça, ampliando o usodo espaço e outras coisas,será esse o projeto do mu-seu? Na festa da cachaça aprogramação musical constaa dupla Vitor e Léo, cerca deR$300 mil de cahê, bancadopela prefeitura que descartouo festivale, por apenas R$100mil, com mais de 100 apre-sentações artístico-culturaispor uma semana, numa totalfaltade visão desenvolvimen-tista, de falta de uma políticade turismo e descaso da cul-tura popular. E olha que naadministração tem secretariade cultura, afinal pra quêserve mesmo?
DR. EDGAR DEPUTADO
A história política de Sa-linas nas décadas passadasteve forte presença no ce-nário estadual comrepresen-tatividade na AssembléiaLegislativa, Câmara dosDeputados e nos governos.Pra refrescar a memória doeleitorado confiraos conter-râneos que foram deputa-dos: deputado federal Cle-mente Medrado, deputadosestaduais José Chaves, Ge-raldo Santana, Sylo Costa,Péricles Ferreira e Ivo Mo-rais. Tee também AdelinoDias, que resideem Janau-ba. Agora paratentar engros-sar a lista, o médico Dr.Edgar Araújo se apresentacomo um postulante aumavagade parlamentar. Estive-ram na cidade osdeputadosCarlos Henrique e ChicoLopes, ambosdo PRB, parao convite oficial que o dou-tor, segundo ele, vai estudara proposta. Uma marca queSalinas temé o voto bairris-ta, que pode dar um bomimpulso a campanha de Dr.Edgar. Vale a iniciativa.
VICE-PREFEITO SUMIDO
Quem anda fora decena é o vice-prefeito Tiãode Olegário (PSD). Rumo-res dão conta de desenten-dimentos com o prefeitoKinca, que não concordacom o jeitão de participarda gestão do companheirode chapa, que não compa-receu na Câmara no even-to do balanço dos 100 diasapresentado em 9 de maio.Por outro lado o desgastepolítico do vice-prefeito émuito grande, que agoranem o chamam para o pa-lanque durante eventos.Coisas da política...
DIÁRIAS E VIAGENSDE SECREÁRIOS
A mudança de secretári-os já começou na gestãokinca, a saude agora tá como enfermeiro Marcelo Pe-troni, na Administração en-trou Rita Rodrigues, e nodesenvolvimento econômi-co ficou com RenataRodri-gues que trocou de pasta. Ébomlembrar o que sobranaprefeitura é secretário mu-nicipal. Na câmara circulanosbastidores a iniciativadealguns vereadores de fisca-lizar a questão de diárias desecretários e despesas dogabinete do prefeito, quetem orçamento de R$1,2milhão, tendo em vista ospedidosde suplementação eestouro da cota mensal. Tem secrerio, segundo in-formações, que recebemmais diárias que o salário, eos vereadoresquerem expli-cações. Um excesso em to-dos municipios é a viajaçãodos prefeitos e assessores.Olho neles eleitor...
POLUIÇÃODO RIO SALINAS
O descaso com a recuperaçãodo Rio Salinas, a seca prolongadae o fechamento da Barragem Sali-nas, pela Ruralminas dias atrás,vem trazendo sérios prejuízos am-bientais e de saúde a população doAlto São João, bairro ribeirinho. Ocaso é que o mal cheiro provoca-do por dejetos, peixesmortos, lamae esgoto, ainda jogado no rio, temcausado mal estar aos moradores dobairro e adjacências. Indignadoscom o constante mal cheiro, a pro-ximidade da ETE da Copasa, se-gundo eles, a falta de água no leitodo rio vem provocando a situaçãoque com sol quente fica muitomal. Eles pedem providências aprefeitura e Copasa.
TAXA DE ESGOTO
A Copasa já está distribuindoaos moradores aviso anunciando acobrança dos 40% restante da taxade esgoto. A questão é que a em-presa conseguiu suspender no TJ aliminar que barrava a cobrança,uma ação civil publica impetradapelo ex-prefeito Zé Prates. Na pre-feitura nada foi anunciado ou di-vulgado sobre a questão, e claro, aconta sempre sobra para o povo.
PREFEITURAAINDA SEM AÇÃO
 Já estamos no quinto mês degestão do prefeito Kinca(PT), e ain-danada de novidadese iniciativas deobras como urbanização ou investi-mento destacado. O caso é que todoprefeito iniciante fica escorado no“ainda é cedo”, “tempouco tempode administração”, “recebi uma pre-feitura sucateada”, “estamos buscan-do recursos” e assim o tempo vaipassando e nada acontece, no míni-mo por um ano. Parece que osprefei-tos somente fazem obras com repassesdo governo, e osrecurso daarrecada-ção municipal, no caso deSalinas, cer-cade R$10 milhões mensais, o queéfeito?É preciso ser feito pelo menospequenosserviços como manutençãoderuas, reforma de praças etc... Peloquese mostra aadministração aindaestá sem ação, pois, não se vênadicadeobras pela cidade.
SAÚDE SEM MUDANÇAS
A troca de prefeitos e de se-cretários de saúde nenhuma mu-dança trouxe a melhoria e amplia-ção da prestação de serviços a po-pulação. O que sevê, apesar de umalto orçamento, de R$26 milhõesna secretaria, de gestão plena, masmesmo assim até pequenos servi-ços como recuperação de braços epernas quebrados tem de ser leva-dos a Taiobeiras e Montes Claros.São várias unidades de saúde nosbairros, PSF, contratações de mé-dicos e nada melhora. Afinal qualserá o erro, tem dinheiro mas con-tinua a má prestação dos serviços. Ta precisando um choque de ges-tão na saúde municipal, pois, nostempos de vacas magras tínhamosnada menos do que a Casa de Saú-de São Lucas, Policlínica Salinen-se, Hospital São Vicente e Hospi-tal Municipal. Agora somente asambulâncias para levar pra fora. Eai seu prefeito, e aquela promessade campanha da saúde?
31º FESTIVALE
A política de turismo e cultu-ral do governo Kinca mostrou frá-gil e sem planejamento com o des-carte do 31º Festivale na cidade em julho. Ao custo de R$100 mil dei-xou a cidade de receber, mais umavez, a maior festa cultural do Valedo Jequitinhonha, Festivale, commais de 100 atrações na musica,artes, folclore, teatro, oficinas, noperíodo propicio, e de grande re-torno financeiro, social e cultualpara Salinas. Sem discutir com acomunidade cultural, o prefeito soba alegação de falta de recursos,pouco tempo para organizar, dei-xou de lado o projeto. O duro ésaber que para uma micareta elerepassa R$75 mil e nada a culturapopular, mesmo contendo no or-çamento R$800 mil para apasta dacultura. Aliás, com programaçãopaga em shows eles dizem que es-tão fazendo cultura...
FESTIVALDA CACHAÇA
 Tendo na cachaça o marketingda cidade, Salinas terá nos dias 12a 14 de julho o seu XII FestivalMundial da Cachaça, napassareladaalegria, áreade eventos da cidade.Esse ano com maior participação daprefeitura, que praticamenteta ban-cando quase toda a festa, o prefei-to Kinca quer destacar o eventocom atrações especiais na músicacomo Vitor&Léo e outras bandasderenomeacional. O caso é que cir-cula na cidade que esse ano vai sercobrado ingresso maiscaro a popu-lação, cerca de R$20,00. O ano pas-sado era R$5,00. Tida como maiorfestada cidade, o festival da cacha-ça será parapoucos, como ossho-ws de cultura na cidade.
COPA REGIONALDE FUTEBOL
 Já na fase semifinal a CopaRegional de futebol realizada pelo Jornal Folha Regional, de Taiobei-ras. Com 10 participantes, já nabriga pelo titulo as equipes de Sa-linas, São do Paraíso, Santo Anto-nio do Retiro e Berizal. No sába-do, 17 de maio, se enfrentam Sali-nas x São João do Paraíso, em Sa-linas; e Retiro x Berizal, em SantoAntonio do Retiro, numa disputamata-mata. A final, no final demaio, consagra o sucesso da CopaRegional e o espírito esportivo do jornalista Alex Mendes, amante doesporte bretão, que com bela inici-ativa resgata e preserva o futebolregional. Ponto positivo.
Tribuna do Norte / Edição nº 223
Salinas (MG),
01 a 15 de maio de 2013
Uma platéia seleta forma-da basicamente por convida-dos e funcionários de cargos deconfiança da prefeitura, cercade100 pessoas, em 9 de maio,assistiram a apresentação dobalanço de 100 dias do gover-no Kinca, no auditório daCâ-maraMunicipal.O evento, com presençade secretários e alguns verea-dores da base iniciou comdiscurso de abertura do pre-sidente da Câmara, vereadorDorinha (PSC), em seguidaumamostra deum vídeo, semáudio, mostrando a situaçãoem que a atual administraçãorecebeu a cidade com ruascom buracos e lixo, depoisuma exposição da secretáriade Governo, Planejamento eGestão, Patricia Guimarãesapresentando aestrutura fun-cional, também com rápidorelato financeiro da prefeitu-ra, a secretária de FazendaRozana Martins, apresentoualguns parcos números de di-vidas e contas a pagar, porém,sem mencionar a arrecadaçãoe valores disponíveis paraobras e investimentos.A surpresa e atenção cou-be ao prefeito Kinca, que deforma repetitiva, descoorde-nada, desinformado e semplanejamento falou por qua-se três horas sobre todas asações das secretarias e gestão,fazendo apenas menção rápi-das dosassessores, sem anun-ciar ou mostrar um plano deação governamental ou abor-dar temas de interesse direto
E D I T A LCONTRIBUIÇÃO SINDICAL RURALPESSOA FÍSICA
EXERCICIO 2013A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA, emconjunto comas FederaçõesEstaduais de Agricultura e os Sindicatos Rurais e/ou de Produtores Rurais combase no Decreto-lei nº 1.166, de 15 de abril de 1.971, que dispõe sobre a Contribuição Sindical Rural - CSR, ematendimento ao princípio da publicidade e ao espírito do que contémo art. 605 da CLT, vêm
NOTIFICAR
e
CONVOCAR
os produtores rurais, pessoas físicas, que possuemimóvel rural ouempreendem, a qualquer título, atividade econômica rural, enquadrados como “Empresários” ou“Empregadores Rurais”, nos termos do artigo 1º, inciso II, alíneas a, b e c do citado Decreto-lei,para realizaremo pagamento das Guias de Recolhimento da Contribuição Sindical Rural doexercício de 2013, devida por força do que estabelecemo Decreto-lei 1.166/71 e os artigos 578 eseguintes da CLT, aplicáveis à espécie. O seu recolhimento deverá ser efetuado impreterivelmenteaté o dia
22 de maio de 2013
, emqualquer estabelecimento integrante do sistema nacional decompensação bancária. A falta de recolhimento da Contribuição Sindical Rural até a data devencimento acima indicada, constituirá o produtor rural emmora e o sujeitará ao pagamento de juros, multa e atualização monetária previstos no artigo 600 da CLT. As guias foram emitidas combase nas informações prestadas pelos contribuintes nas Declarações do Imposto Sobre aPropriedade Territorial Rural – ITR, repassadas à CNA pela Secretaria da Receita Federal doBrasil, comamparo no que estabelece o artigo 17 da Lei nº 9.393, de 19 de dezembro de 1.996,remetidas, por via postal, para os endereços indicados nas respectivas Declarações. Emcaso deperda, de extravio ou de não recebimento da Guia de Recolhimento pela via postal, o contribuintedeverá solicitar a emissão da 2ª via, diretamente, à Federação da Agricultura do Estado onde têmdomicílio, até 5 (cinco) dias úteis antes da data do vencimento, podendo optar, ainda, pela suaretirada, diretamente, pela
inter net
, no site da CNA: www.canaldoprodutor.com.br. Eventuaisimpugnações administrativas contra o lançamento e cobrança da contribuão deverão ser feitas,no prazo de 30 (trinta) dias, contados do recebimento da guia, por escrito, perante a
CNA, situadano SGAN Quadra 601, Módulo K, Edifício CNA, Brasília - Distrito Federal, Cep: 70.830-903
.O protocolo das impugnações poderá ser realizado pelo contribuinte na sede da CNA ou daFederação da Agricultura do Estado, podendo ainda, a impugnação ser enviada diretamente àCNA, por correio, no endereço acima mencionado. O sistema sindical rural é composto pelaConfederaçãoda Agricultura e Pecuária do Brasil–CNA, pelas Federações Estaduais deAgriculturae/ou Pecuária e pelos Sindicatos Rurais e/ou de Produtores Rurais.Brasília, 10 de Maio de 2013.
Kátia Regina de AbreuPresidente
Prefeito apresenta balao de 100 diasfalando muito e mostrando pouco
da sociedade como a questãoda saude, ainda dramática,programas de investimentos egeração de empregos, algumarealização da sua gestão oumesmo anunciar qualqueração da prefeitura contra oaumento de 40% na taxa deesgoto que a Copasa, após asuspensão da liminar no Tri-bunal de Justiça, vai aplicarnas contas e água da popula-ção a partir de junho.
Ataque a imprensa
Estranho foi a posição deataque do prefeito a impren-sa local, que chamou de “de-sonesta” e que “quer denegrira imagem dele e de Salinas”,se colocando como vitima deum noticiário de inverdades,procurando demonstrar e justificar a inopencia, imo-bilismo, falta de um plano deação e o que fez até então depositivo, de resultados sociaise interesse público.“Não mostrou nada derealização, nem planejamentoou algum programa de obraspara a cidade. Parece queain-da não tomou posse e quenão tem nada de fazer”, aler-tou um morador presentequepreferiu não se identificar.
Estilo Prates
Sem dar espaço para nin-guém o chefe do Executivo,ao estilo parecido com o ex-prefeito Zé Prates, “centraliza-dor, falando muito e semmostrar nada”, apresentou umresumo de 100 dias de gestãoinócuo, sem ação, e curiosoapresentado no quinto mês,destacou umobservador.Fez o prefeito Kinca naCâmara retomar e insistir noprojeto de municipalizar oParque de Exposições, per-tencente ao Sindicato Rural,sendo o projeto já derrotadona Câmara Municipal quan-do tentou repassar R$500 mila entidade, para realizarobras de construção de pis-tas de caminhada, quadras deesporte, “cujos espaços paraessas obras são os bairros ecomunidades rurais, agora elequer inverter a ordem, no es-paço de animais obras espor-tivas”, lembra a oposição.O evento foi acompanha-do apenas por convidadassem o brilho, vibração e en-tusiasmo, uma marca do PT,que praticamente nem foilembrado que era um gover-no do partido.Na cidade, a avaliaçãodesses quatro meses de gestãodo prefeito Kinca junto apopulação, segundo a maioriados entrevistados pelo TN, éde paciência e poucas pers-pectivas tal a falta de iniciati-va e execução até mesmo depequenos serviços e obras.
O prefeito Kinca e assessores durante a apresentação do balanço de 100dias no auditório daCâmara de Salinas
Vereador Julimar reivindica as autoridades a reabertura do ITER em Salinas
Iniciativa do vereador Julimar de Oliveira Filho(PMDB) reivindica junto asautoridades e Governo deMinas areabertura do escri-tório do Instituto de TerrasdeMinas – Iter em Salinas.A reabertura do Iter,através requerimento deautoria do vereador, em3 de maio, reuniu na Câ-mara Municipal as banca-das de vereadores, prefei-to, juizes Dr. Leonardo eDra. Aline Ovstoinov e opromotor Marcelo sendoo tema bastante discuti-do e colocado por Juli-mar como prioridade, tala importância do setorimobiliário para toda acomarca.Segundo Julimar a rea-bertura do Iter, fechadoapós denuncias de corrup-ção no registro de terras elegitimação de proprieda-
A bancada de vereadores durantea reunião com o poder judiciário localna Câmara de Salinas
desrurais na região, é de sumaimportância social e economi-camente para Salinas, “temosuma demanda de mais de 2mil terrenos que precisa serregularizados que atendem in-teresses diretos da populaçãopara programas como MinhaCasa, Minha Vida urbano erural, financiamentos imobili-ários e materiais de constru-ção tudo conveniado com ca-sas comerciais do setor”, lem-brou o edil.Ressalta ainda o vereadorque encaminhou ofícios aoDiretor Estadual do Iter, aoProcurador do Estado, aovice-governador Alberto Pin-to Coelho reivindicando a re-abertura do escritório do ór-o na cidade, “o setor imo-biliário e da construção éque aquece a economia domunicípio, gera empregos eque grande parte da popu-lação está paralisada ante asituação de fechamento doIter na cidade.”A participação do poder judiciário no pleito tevepeso, de acordo Julimar,apoiaram a reivindicaçãosolicitando dos vereadores eprefeito gestão política jun-to as autoridades do gover-no no sentido de viabilizara questão.“Não há liberação decrédito, estão paralisados osfinanciamentos da casa pró-pria edesaquecimeto da eco-nomia em toda a comarcaque era atendido pelo Iterem Salinas. Somado esse im-pedimento a seca que asso-la a região os prejuízos sãograndiosos para todos”, des-tacou o vereador.

You're Reading a Free Preview

Download
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->