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Os caminhos daeducação em Três Passos
 TAC perde outra veze situação começa apreocupar 
Página 19
Codesul apóiaconstrução da ponteinterestadual
Página 3
Cotricampo promovepalestra em Três Passos
Página 5
Clube de Mães deFeijão Miúdo, presençamarcante na comunidade
Página 7
Menino de 7 anos éassassinado no interior de Crissiumal
Página 13
Motorista de caminhão
cou preso às ferragens
após colisão
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Atos e Fatos
Ano XII - Nº 619|Três Passos, sábado, 18 de abril de 2009 -www.difusoraceleiro.com.br| R$ 2,00
Página 9
 N e s ta  e d i çã o
 
Fundado em 19 de abril 1997
Jornal Atos e Fatos de Adelar Breitenbach & Cia LtdaInscrição Estadual: 148/0046733CNPJ 04.480.825/0001-01Fone/Fax: (55) 3522-1030
e-mail: atosefatos@difusoraceleiro.com.br
 Av. Santos Dumont, 240CEP 98600-000 - Três Passos/RS
Diretores
: Adelar BreitenbachJerônimo Breitenbach
Jornalista responsável:
Clóvis Machado
Editor:
Carlos Roberto Grün
Redação:
Carlos Roberto GrünJoão Lourenço Pires
Diagramação/Arte:
Eduardo Henrique Neuhaus
Periodiciade:
Semanal
Impressão:
Diário Serrano - Cruz Alta/RSFone: (55) 3321-1806
 Edição concluídaàs: 18:18 
Os conceitos e opiniões assinadas são deresponsabilidade do colunista.
 ASSINATURA:
 Anual:......................................R$ 85,00Semestral:................................R$ 50,00Correio (anual):.......................R$ 150,00Filiado à Adjori Associação dos Jornais doInterior do Rio Grandedo Sul
2
Sbado, 18 de abril de 2009
OPINIÃO
Atos e Fatos
 Jornal
 TENDINITE DE CALCÂNEO (“CALCANHAR”)
Uma questão de confiança...
Era uma vez um lenhador. Acordava às seis da manhã e trabalhava o diainteiro cortando lenha, e parava tarde da noite. Cansado. O lenhador tinha umfilho de poucos meses e uma raposa. A raposa, amiga, era tratada como bichode estimação. Tinha a confiança total e irrestrita do lenhador.Pois é. Dia após dia, lá ia o lenhador cortar árvores e deixava a raposa amigacuidando de seu filho. E noite após noite, ao retornar para casa, a raposa ficavafeliz e sorridente com sua chegada. Mas, há mais personagens nesta história.Eles. Os vizinhos do lenhador. E, eles, os vizinhos do lenhador alertavam que araposa era um bicho, um animal selvagem e, portanto, não era confiável. Afir-mavam que quando ela sentisse fome, comeria a criança. Mais cedo ou tarde,a raposa comeria a criança.O lenhador, sempre retrucando com os vizinhos, dizia que isso era umatremenda duma grande bobagem. A raposa era sua amiga, era de confiança,e jamais faria isso. Mas, os pentelhos dos vizinhos insistiam. “Lenhador, abraos olhos! A raposa vai comer seu filho.” “Quando sentir fome, vai comer seufilho.”Um dia, que já era tarde da noite, o lenhador muito exausto do trabalhoe muito cansado dos repetidos comentários, ao chegar em casa, viu a raposasorrindo como sempre e sua boca totalmente ensangüentada...O lenhador suou frio. Não pensou duas vezes. Acertou o machado na cabe-ça da raposa...Ao entrar no quarto, desesperado, encontrou seu filho no berço, dormindotranqüilamente, e ao lado do berço, uma cobra morta...O lenhador enterrou o machado e a raposa juntos.&&&Pois é. A moral? Se você confia em alguém, não importa o que os outrospensem ou digam a respeito. Siga sempre teu caminho e não se deixe influen-ciar e, principalmente, nunca tome decisões precipitadas.&&&
Um abraço para meu amigo Fernandinho Teloeken.
O trabalho conjunto faz parte da história da humanidade, onde as pessoas agregaram forças paraexplorar, realizar e conquistar seus objetivos; mas a sociedade contemporânea, contraditoriamente,privilegia o individual. As empresas e instituições seguem ávidas na busca do “um por todos e todospor um” para o seu cotidiano, pois na ponta se materializam os resultados. Louva-se o trabalho emequipe, mas premia-se com base no desempenho individual.Aquilo que os membros de uma equipe pensam, sentem e fazem sinalizam o caminho para o su-cesso de uma empreitada. A maneira como o grupo se comporta sugere maneiras eficazes de compor,treinar e liderar. Não basta reunir pessoas e dizer a elas que devem trabalhar em grupo. Equipes efi-cientes devem ser planejadas e reunir indivíduos com conhecimentos e habilidades específicas.Diversas aptidões podem ser aprendidas, mas nas áreas de liderança e gerenciamento de equipesfaltam experiências de ensino a nível médio ou universitário, acontecendo na pós-graduação, voltadamais para a transmissão do conhecimento factual que para o desenvolvimento de competências. Nosdiversos níveis de ensino, os professores incluem atividades grupais, nas quais os alunos treinam habi-lidades coletivas, mas o foco avaliativo é na produção do relatório, com pouca atenção em orientar anatureza e a eficácia do processo.Desenvolver habilidades em equipes requer interações cara a cara, numa época em que as solu-ções são buscadas à distância. A alta rotatividade de colaboradores dificulta o aprendizado e o alcancede metas, já que os conhecimentos são perdidos com o remanejamento prejudicando uma das atribui-ções mais importantes que a equipe tem para oferecer: a produção intelectual.A eficiência do conjunto é moldada pela forma como os indivíduos realizam os seus deveres. As-sim, a tarefa é que determina a estrutura da equipe. Em certos casos, a pessoa pode agir de formaindependente por longos períodos, checando e consultando ocasionalmente seus pares. Em outros,exige um alto grau de interação dos integrantes. A tarefa estabelece ainda o foco principal das ativi-dades. A empreitada é fundamental para entender a dinâmica e o desempenho do grupo e defineas exigências mínimas para o conjunto de recursos disponíveis na equipe – conhecimento, aptidões,habilidades e outras características como personalidade, valores.Porém, nem sempre é preciso grupos de trabalho. Ao buscar a totalidade na colaboraçãoas empresas reestruturam as tarefas para se tornarem responsabilidade coletiva, mesmo quando po-deriam ser facilmente realizadas por um único indivíduo. Resultado: Mais que ajudar, o esforço grupalacaba atrapalhando, gerando perda de tempo.O trabalho em equipe é mais visível nos grandes triunfos ou nas grandes tragédias. Ironicamente,o que mais importa nessas ocasiões é a quem conceder o prêmio ou atribuir a culpa, respectivamente.Para o resultado acontecer é preciso domínio das ferramentas, a compreensão da tarefa, dasmetas, das exigências de desempenho e dos problemas que vão encontrar pela frente. Uma partedeste conhecimento é comum e outra, know how especializado de alguns. Identificar e utilizar comeficiência os atributos individuais de forma coordenada é característica das equipes bem sucedidas.Sempre existirão os “folgados”, que no vácuo das habilidades não-específicas, apóiam-se no esforçoalheio provocando discórdia. Este tipo de comportamento pode ser limitado com a exigência de que ascontribuições de todos sejam claras e definidas.O sucesso exige um delicado equilíbrio entre satisfazer as metas da equipe e as dos indivíduos quefazem parte dela.
 Fontes:Revista Você SA-maio-2005 – Líderes Anônimos .Artigo “Um por todos e todos por um” - Por Steve W. J. Kozlowski e Daniel R. IlgenPara revista Mente&Cérebro – Especial O novo líder e a ciência do sucesso em equipe-nr. 177.
Liderança – o trabalho em equipe
A tendinite de calcâneo é uma combi-nação de alterações degenerativas e/ ou in-flamatórias devidas a uso excessivo, envol-vendo o tendão. As considerações anatômi-cas desempenham importante papel, pois otendão pode sofrer atrito quanto se enrolaao redor do calcâneo. Isso também ocorrecom mais freqüência quando existe restriçãoassociada na amplitude do movimento nasarticulações subtalar ou do tornozelo. Alte-rações inflamatórias agudas podem ocorrerno próprio tendão ou no paratendão que oenvolve. A inflamação do paratendão podeser visível à inspeção nas laterais do tendão.O inicio relaciona-se com o uso exces-sivo do tendão e, portanto, o paciente deveser questionado quanto ao tipo de superfíciea qual isso ocorre. O histórico do pacientenormalmente inclui correr sobre superfíciesduras ou a mudança recente de correr sobresuperfícies moles para duras ou no campo para pistas. Também devemos questiona-loquanto ao tipo de calçado usado, pois os sa- patos modernos não têm saltos adequados.Na maioria das vezes o paciente é umhomem ativo, jovem ou de meia idade, quetem dor relacionada com o tendão de calcâ-neo, que piora com atividades. Se continu-ar a correr, a dor torna-se muito intensa e pode piorar até mesmo ao andar. O pacien-te queixa-se de que o tendão parece rígido, principalmente quando se levanta da cama.No exame, o tendão pode parecer espessado,edematoso e dolorido, e é possível produzirdor e crepitação com movimentos do tendão.O tratamento consiste em:* Repouso – A tendinite, em geral, temtal intensidade que a interrupção das ativi-dades de forte impacto ou esportivas é es-sencial. Entretanto, se a tendinite for leve, pode ser suficiente diminuir a quantidade deesforço.Deve-se usar um calço no sapato paraelevar o calcanhar e diminuir o esforço so-bre o tendão. Um acessório ortótico podeser usado no calçado se houver qualquer de-formidade da parte posterior do pé.* Prescrição de agentes antiinflamatóriose injeções de corticosteróides.* Fisioterapia. O ultra-som sobre otendão inflamado é uma parte importantedo tratamento. Pode ser usado em conjuntocom gelo ou diatermia com ondas curtas. Amassagem profunda pode ser utilizada de- pois que a dor diminuiu. A mobilização e oalongamento do tendão em toda a amplitudeda flexão dorsal e flexão plantar do torno-zelo devem ser parte do tratamento, assimcomo os movimentos mediais e laterais dotornozelo.* Pós- Tratamento – Em todos os pacien-tes o retorno à atividade deve ser gradual,de modo que a súbita carga normalmenteaplicada durante o treinamento seja evitada.O paciente é aconselhado primeiro a cami-nhar, depois a correr devagar, de modo quedistância e velocidade da corrida aumentemgradualmente e o tendão se alongue.* Cirurgia – Nos pacientes que não res- pondem a esse esquema ou que sofrem cri-ses repetidas de tendinite, ou apresentam a possibilidade de espessamento crônico do paratendão, degeneração do núcleo centralou ruptura parcial do tendão, pode haver ne-cessidade de cirurgia.
 
Sbado, 18 de abril de 2009
3
GERAL
Atos e Fatos
 Jornal
Codesul apóiaconstrução daponte interestadual
Por solicitação da deputa-da Zilá Breitenbach à gover-nadora Yeda Crusius, a cons-trução da ponte Interestadualligando o RS a SC foi pautada reunião do Conselho deDesenvolvimento e Integra-ção Sul – Codesul, do dia 25de março. Na oportunidade,os quatro governadores dosEstados que fazem parte des-te Conselho, Rio Grande doSul, Santa Catarina, Paraná eMato Grosso do Sul, aprova-ram uma Moção de Apoio aser apresentado junto ao Mi-nistério dos Transportes paraviabilizar a concretização do projeto de construção da Ponteentre Barra do Guarita (RS) eItapiranga (SC).Neste sentido, afirma a de- putada Zilá que “é com gran-de satisfação que recebo estanotícia de nossa governadoraYeda Crusius, pois esta obraé de extrema importância parao desenvolvimento da região possibilitando o escoamentoda produção para o restante do país e do Mercosul. Esta con-quista só está sendo possível pela união de todos os muni-cípios em prol deste projeto”.Veja a moção aprovada emreunião do Codesul:
Educação Especial x 
Práticas Diferenciadas
Inclusão é um processo quevisa desenvolver valores comosolidariedade, cooperação, va-lorização das diferenças, acei-tação e respeito e para queeste processo se efetive plena-mente é necessário aos educa-dores mudanças em sua prática pedagógica.Segundo Paulo Freire: “...é preciso estarmos constan-temente abertos ao novo e aodiferente para poder aprendere crescer. É preciso aceitar amudança, a novidade, venha deonde ela vier...”Pensando nisso, a Asses-soria Pedagógica da 21ª CREestá promovendo, desde agostode 2008, o Curso de EducaçãoInclusiva.O curso tem encontrosmensais com professores inte-ressados na questão que vemsendo cada vez mais impor-tante no ambiente profissionalescolar. No último encontro,realizado no dia 28 de março,a professora Elisete Pachecoabordou o tema Cultura Inclu-siva quando os participantesrealizaram atividades práticasvoltadas para a inclusão dosalunos com deficiências em re-creação, lazer e esporte.O próximo encontro acon-tecerá no dia 25 de abril,quando estará sendo discu-tido o tema Dificuldades deAprendizagem.Na última semana, estive-ram reunidos nas dependên-cias do Hospital de Caridadede Três Passos o prefeito deBom Progresso, Ar-mindo Heinle, e o presidente da Asso-ciação Hospitalar deCaridade, ArmindoLeonhardt. Na opor-tunidade, firmaramnovo convênio paracontinuidade da re-alização do plantãomédico à noite e aosfinais de semana eferiados. Ampliou-se, também, o aten-dimento de urgênciado referido progra-ma, principalmentena área de obstetrícia, que a partir de agora as gestantes te-rão atendimento 24 horas du-rante os sete dias da semana.
 Administração Municipal deBom Progresso e Hospital deCaridade ampliam convênio
21ª CRE orienta prefeituras
sobre a realização de obras
A coordenadora da 21ªCRE, Janete Inês Vivian, vemrealizando contato com prefei-tos da área de abrangência daCoordenadoria, propondo queas obras priorizadas para 2009sejam licitadas pelas prefeitu-ras a fim de agilizar os pro-cessos licitatórios, permitindoainda que as obras possam serfiscalizadas mais de perto.Para tanto, no dia 6 de abril,estiveram em audiência naSecretaria de Educação, emPorto Alegre, com o diretorgeral Ervino Deon, o chefede gabinete da deputada ZiláBreitenbach, Davi Severgnini,os prefeitos de Três Passos,Cleri Camilotti, de São Va-lério do Sul, Clóvis TabordaPadilha, de Tiradentes do Sul,João Carlos Hickmann, e deBarra do Guarita, César TadeuPaier. Na ocasião, o diretorgeral da SE colocou que estesdevem encaminhar um pedi-do à secretária Mariza Abreu juntamente com um plano detrabalho com percentual decontra-partida, por parte dosmunicípios, para que possaser avaliado e liberada a verba para convênio das obras nasescolas estaduais.Outros prefeitos que não puderam estar presentes tam-bém já mostraram interesseem participar deste convênio para realização de obras nasescolas da rede estadual deseus municípios, uma vez queas benfeitorias são direciona-das aos seus munícipes.A idéia desta parceria en-tre Secretaria de Educaçãoe Prefeituras surgiu de umareunião entre o gabinete daDeputada Estadual Zilá Brei-tenbach e a diretoria geral daSecretaria de Educação visan-do maior viabilidade e agilida-de para atender as prioridadesdas Escolas Estaduais no quediz respeito à melhorias emsuas estruturas físicas.
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ESPERANÇA DO SUL
-Mais uma vez nossa região estáse deparando com a força danatureza e sendo por ela cruel-mente castigada com forte es-tiagem. Diante de tudo isto, fi-camos impossibilitados de nor-malizar o quadro, que se somaa tantos outros no transcorrerdos últimos anos, enormes sãoos prejuízos aosmunícipes, mas principalmenteaos produtoresrurais que a cadadia que passa asituação é maiscrítica. Se somosimpossibilitadosde interferir nanatureza preci-samos buscarmedidas que vão em defesa danossa comunidade, o prefeitomunicipal Jair Carmo Schmitt esteve em audiência com o che-fe da Defesa Civil e na Funasaem Porto Alegre na busca derecursos para amenizar e trazertranqüilidade a nossa popula-ção. (Assessoria de Imprensada Prefeitura)
 Abastecimento deágua potável
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