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Matriz de Objetos de Avaliação do PAS Segunda Etapa Subprograma 2012-2014

Matriz de Objetos de Avaliação do PAS Segunda Etapa Subprograma 2012-2014

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Published by: Darci Gonçalves Pinheiro on May 23, 2013
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 1
Matriz dos Objetos de Avaliação do Programa
de
 
 Avalião
Seriada
 
O Programa de Avaliação Seriada PAS é uma modalidade de ingresso
existente
na Universidade de Brasília desde 1996. O PAS/UnB realiza um exame aofinal de
c
ada
série do ensino médio, com orientações específicas para cada etapa. Asorientações,
ela
boradas pelo Grupo de Sistematização e Redação Final - compostopor professores
da
universidade e da educação básica - constituem a Matriz dosObjetos de
A
valiaç
ão
. A Matriz, apresentada a seguir, configura-se a partir da articulação de dois eixos
c
ompostos por competências e habilidades. Essa articulação de habilidades e
c
ompetências
, relacionada aos conhecimentos escolares e orientada para a
interdisciplinaridade
e
c
on
textualização, determina o conjunto de Objetos deConhecimento avaliados pelo
Pr
ograma.
 
Esses
Objetos de Conhecimento foram elaborados em trabalho coletivoenvolvendo
pr
ofessores das escolas públicas e particulares do Distrito Federal e docentesda Univer
sidade
de Brasília e foram aprovados em fóruns abertos a todos os interessados.
Inter
disciplinar
es
e utilizados de forma contextualizada, são eles que auxiliam osestudantes a desenvolverem as habilidades e competências estabelecidas na Matriz deObjetos de Avaliação,
fundamen
tais para o futuro
univer
sitário
. Com a Matriz de Objetos de Avaliação, o PAS visa, portanto, selecionar o
estudante
capaz de compreender, raciocinar, analisar, criticar e propor questõesrelevantes para
a
própria formação como cidadão e capaz de elaborar propostas deintervenção na
r
ealidade
, com ética e cidadania, considerando a diversidade socioculturalcomo inerente à
c
ondição
humana no mundo e na
história.
 
 
Domínio da Língua Portuguesa, domíniobásico de uma língua estrangeira (LínguaInglesa, Língua Francesa ou LínguaEspanhola) e domínio de diferenteslinguagens: matemática, artística, científicaetc.
 
Compreensão dos fenômenos naturais, daprodução tecnológica e intelectual dasmanifestações culturais, artísticas, políticas esociais, bem como dos processos filosóficos,históricos e geográficos, identificandoarticulações, interesses e valores envolvidos.
 
 Tomada de decisões ao enfrentar situações-problema.
 
Construção de argumentaçãoconsistente.
 
Elaboração de propostas deintervenção na realidade, comdemonstração de ética e cidadania,considerando
a
diversidade socioculturalcomo inerente à condição humana no tempoe no espaço.
 
   I   d  e  n   t   i   f   i  c  a  r   l   i  n  g  u  a  g  e  n  s  e   t  r  a   d  u  z   i  r  s  u  a   P   l  u  r   i  s  s   i  g  n   i   f   i  c  a  ç   ã  o .
 
   I   d  e  n   t   i   f   i  c  a  r   i  n   f  o  r  m  a  ç   õ  e  s  c  e  n   t  r  a   i  s  e  p  e  r   i   f   é  r   i  c  a  s ,  a  p  r  e  s  e  n   t  a   d  a  s  e  m   d   i   f  e  r  e  n   t  e  s   l   i  n  g  u  a  g  e  n  s ,  e  s  u  a  s   i  n   t  e  r -  r  e   l  a  ç   õ  e  s .
 
   I  n   t  e  r -  r  e   l  a  c   i  o  n  a  r  o   b   j  e   t  o  s   d  e  c  o  n   h  e  c   i  m  e  n   t  o  n  a  s   d   i   f  e  r  e  n   t  e  s   á  r  e  a  s .   O  r  g  a  n   i  z  a  r  e  s   t  r  a   t   é  g   i  a  s   d  e  a  ç   ã  o  e  s  e   l  e  c   i  o  n  a  r  m   é   t  o   d  o  s .   S  e   l  e  c   i  o  n  a  r  m  o   d  e   l  o  s  e  x  p   l   i  c  a   t   i  v  o  s ,   f  o  r  m  u   l  a  r   h   i  p   ó   t  e  s  e  s  e  p  r  e  v  e  r  r  e  s  u   l   t  a   d  o  s .   E   l  a   b  o  r  a  r   t  e  x   t  o  s  c  o  e  s  o  s  e  c  o  e  r  e  n   t  e  s ,  c  o  m  p  r  o  g  r  e  s  s   ã  o   t  e  m   á   t   i  c  a  e  e  s   t  r  u   t  u  r  a  ç   ã  o  c  o  m  p  a   t   í  v  e   i  s .   A  p   l   i  c  a  r  m   é   t  o   d  o  s  a   d  e  q  u  a   d  o  s  p  a  r  a  a  n   á   l   i  s  e  e  r  e  s  o   l  u  ç   ã  o   d  e  p  r  o   b   l  e  m  a  s .   F  o  r  m  u   l  a  r  e  a  r   t   i  c  u   l  a  r  a  r  g  u  m  e  n   t  o  s  a   d  e  q  u  a   d  a  m  e  n   t  e .   F  a  z  e  r   i  n   f  e  r   ê  n  c   i  a  s   (   i  n   d  u   t   i  v  a  s ,   d  e   d  u   t   i  v  a  s  e  a  n  a   l   ó  g   i  c  a  s   ) .   A  n  a   l   i  s  a  r  c  r   i   t   i  c  a  m  e  n   t  e  a  s  o   l  u  ç   ã  o  e  n  c  o  n   t  r  a   d  a  p  a  r  a  u  m  a  s   i   t  u  a  ç   ã  o -  p  r  o   b   l  e  m  a .   C  o  n   f  r  o  n   t  a  r  p  o  s  s   í  v  e   i  s  s  o   l  u  ç   õ  e  s  p  a  r  a  u  m  a  s   i   t  u  a  ç   ã  o -  p  r  o   b   l  e  m  a .
 
   J  u   l  g  a  r  a  p  e  r   t   i  n   ê  n  c   i  a   d  e  o  p  ç   õ  e  s   t   é  c  n   i  c  a  s ,  s  o  c   i  a   i  s ,   é   t   i  c  a  s  e  p  o   l   í   t   i  c  a  s  n  a   t  o  m  a   d  a   d  e   d  e  c   i  s   õ  e  s .
 
 
 3
Segunda Etapa - Objeto de Conhecimento
1
 
O SER HUMANO COMO UM SER QUE PERGUNTA E QUER SABER
 
Desde a Antiguidade, convencionou-se pensar os seres humanos comonaturalmente inclinados a um desejo pelo saber, pois, assim como podiam andar, comere dormir, esses seres eram capazes de sentir, memorizar, conhecer e criar.Então, o que se propõe nesta etapa é pensar e problematizar o ser humano comoum ser que deseja saber e que, para isso, pergunta e exige definições a respeito do queconstitui o próprio conhecimento e seus limites.O pensamento filosófico teve que estabelecer e sistematizar um conjunto deprocedimentos visando à constituição de um modo seguro e confiável de conhecer,possibilitando, com isso, o desenvolvimento de todas as ciências que existem desdeentão.As primeiras questões indicavam uma distinção entre o que se pode conhecerpelos sentidos - constituindo o conhecimento sensível - e o que se conhece somente apartir de um uso preciso da inteligência, ou alma - constituindo o conhecimento inteligível.Um dos problemas que se desdobram é a distinção entre corpo e alma, umadicotomia, e, a partir disso, uma hierarquização entre esses conceitos, priorizando a almacomo a fonte de conhecimento verdadeiro e seguro, e desprezando o corpo como umaprisão da alma e, ao mesmo tempo, fonte de conhecimento falso e não seguro.Desprezar o conhecimento sensível foi uma das consequências das primeirasinvestigações filosóficas, fato que, ainda na Antiguidade, seria objeto de crítica da partede alguns pensadores. Essas ideias determinaram o desenvolvimento das pesquisas edos modos de saber, como as ciências, as artes e as religiões.Dessa perspectiva que privilegia o aspecto inteligível decorre um tipo deconhecimento denominado metafísico, que recebeu posteriormente severas críticas deautores como
John Locke (1632 - 1704),
autor do livro
Ensaio Sobre o EntendimentoHumano (1690),
e
Voltaire (François-Marie Arouet, Paris, 16941778),
autor de
 ndido, ou o otimismo (1759)
1
.
 Na dimensão metafísica do conhecimento, por exemplo, há questões teológicas ereligiosas orientadas pela perspectiva de que corpo e alma se completam, e a almaimortal anseia por Deus. Esse é o tema central da Cantata 140
(Wachet auf, ruft unsdie Stimme),
de Johann Sebastian Bach, como podemos ouvir no
Coro 1 - Wachet auf,ruft uns die Stimme;
no
Coro 4 - Zion hort die Wachter Singen;
e na
 Ária 6 - duetosoprano e baixo.
 Na segunda etapa, formulam-se questões como: O que significa saber? O que defato se pode saber? Como se pode saber? O que fazer com esse saber? Como formularum problema? Como distinguir verdade de falsidade? Como pensar com método?Observam-se questionamentos dessa natureza perpassando esperanças ealentos na
Cantata 140,
Coro 1, Coro 4 e
Ária 6
dueto soprano e baixo, como também

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Este conteudo sofreu alterações neste ano de 2014. Favor observar no site do CESP/ UnB ou no meu blog: darcigp.blogspot.com.br onde eu já fiz as atualizações! Em 26/03/2014. Att, Darci
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