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Integração 266 - 23/05/2013

Integração 266 - 23/05/2013

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Informativo semanal da Escola Waldorf João Guimarães Rosa.
Informativo semanal da Escola Waldorf João Guimarães Rosa.

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Published by: Escola Waldorf João Guimarães Rosa on May 23, 2013
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08/10/2013

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Informativo Semanal . Ano VI . 23/05/2013 . N°. 266
Expediente:O Integração é uma publicação semanal destinada aos pais e alunos da Escola Waldor João Guimarães Rosa.(16) 3916 4157 | Rua Virgínia de Francesco Santilli, 81 | City Ribeirão | Ribeirão Preto | SP.www.waldorribeirao.org. | escola@waldorribeirao.org.
........................................................................................................................ pág 1 ....................> Palestra: Para Que Comemos?....................................................................................................................... pág 2 ....................> Escolas Congeladas....................................................................................................................... pág 3 ...................> Escola de Pais....................................................................................................................... pág 4 ...................> Agradecimento do Restaurante Waldorf > Aviso: Doação de sangue tipo O+> Agenda
 
Escolas Congeladas
Recebi duas mensagens de proessoresque vão nos ajudar a pensar a respeito doque acontece com as escolas que os maisnovos requentam desde bem cedo. Doisprossionais de educação, distantes entresi em alguns aspectos e muito próximos emoutros, vão nos conduzir em nossa conversade hoje.A primeira mensagem veio de um jovemproessor, tanto de idade quanto de prossão.Formado há poucos anos, ele diz que temmuitas ideias dierentes para sua práticadocente e as usa para melhor compreenderos alunos que requentam a escola hoje, masque se sente muito desestimulado em seutrabalho.O problema é que os colegas não só nãoreconhecem o potencial contido nas novasormas de ensinar e de se relacionar com osalunos como também não aceitam mudar seumodo de pensar. Esse jovem proessor estácom medo. Medo de se transormar em umdocente semelhante aos seus colegas e, dessamaneira, perder a paixão pelo ato de ensinar.A outra carta veio de uma proessora jáaposentada. Ela contou que, durante os25 anos em que esteve em sala de aula,trabalhou incansavelmente para que seusalunos entendessem que é preciso cuidar doespaço comum --a sala de aula e os demaisambientes escolares-- porque é o território detodos. Além disso, dedicou grande parte deseu tempo para ensinar a boa convivência.Ela armou ter conseguido bons resultadoscom os alunos. Mas, contou, por mais quetentasse infuenciar seus colegas, nuncaalcançava êxito com eles. E ela se cansou tantoque adoeceu.Dois depoimentos bem semelhantes de doisproessores dierentes apontam para umaquestão que parece estar invisível há muitotempo: o congelamento da escola. E essasituação tem uma relação íntima com quemnão é proessor, mas tem lhos na escola, emqualquer nível, e também com quem nemsequer tem lhos.Temos lido muitas notícias a respeito daeducação. É impossível ignorar o que vemsendo insistentemente dito: uma característicaimportante para se estimular nos alunos é acriatividade do pensamento e da ação.A aprendizagem ocorre de modo maisconsistente no coletivo e em ambientecolaborativo. O ensino da convivência públicae do papel do colega é undamental --aormação da atitude do estudante determinaem grande parte seu aprendizado. E osproessores têm mais êxito em seu trabalhoquando participam plenamente da equipe noespaço escolar.Criatividade, coleguismo, cidadania, trabalhoem equipe? Certamente todas essas palavrasestão presentes nos chamados projetospolítico-pedagógicos de todas as escolas.Mas, na prática, o que vemos é uma escolaque todo dia az tudo sempre igual, queignora a participação verdadeira dos alunos,que desestimula a ormação da equipeprossional.Nossas escolas estão muito mais interessadasna competitividade, no planejamento doproessor, mesmo que seja burocrático, namassicação, tanto dos docentes quanto dosalunos. E você sabe, caro leitor, por que elapermanece assim congelada? Porque nossasociedade assim o quer.Não é verdade que valorizamos o espíritocompetitivo incentivado nas escolas?Que damos a maior importância aosrankings baseados em avaliações? Queapreciamos nomes imponentes de métodospedagógicos praticados e que acreditamosque é requentando escolas que agem dessamaneira que o uturo dos mais novos serámelhor?É assim que garantimos o congelamento daescola. E é assim, também, que vamos, aospoucos, apagando o brilho e a paixão dedocentes (existem muitos deles que, como osproessores citados, querem azer dierente).Eles necessitam de muita coragem paranão ceder à tentação de se acomodar nocongelamento que a escola propõe e precisamde nossa ajuda. Vamos apoiá-los?
Fonte: http://migre.me/eFt7uRosely Sayão, psicóloga e consultora emeducação, ala sobre as principais difculdadesvividas pela amília e pela escola no ato deeducar e dialoga sobre o dia-a-dia dessarelação. Escreve às terças na versão impressa de“Equilíbrio”.

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