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Porque Sou Doutor Em Direito de Merda II

Porque Sou Doutor Em Direito de Merda II

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Estamos apresentando a importância, e relevância, dada à questão de Falsa Titularidade, pelo Conselho Nacional de Justiça, que de forma clara, coloca todos os esforços feitos como infrutíferos, sem no entanto, deixar de cobrar do Ministro de Estado da Educação uma postura compatível à sua Autoridade Institucional, que deve ser Preservada, e Respeitada.
Estamos apresentando a importância, e relevância, dada à questão de Falsa Titularidade, pelo Conselho Nacional de Justiça, que de forma clara, coloca todos os esforços feitos como infrutíferos, sem no entanto, deixar de cobrar do Ministro de Estado da Educação uma postura compatível à sua Autoridade Institucional, que deve ser Preservada, e Respeitada.

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Published by: Plinio Marcos Moreira da Rocha on May 25, 2013
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06/03/2013

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25/05/13Gmail - Apreciação pelo CNJ da questão da banalização da titularidade de Doutohttps://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&msg=13edc4a6e012aab11/3
Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>
Apreciação pelo CNJ da questão da banalização da titularidade de Doutor 
"Plinio Marcos Moreira da Rocha"
<pliniomarcosmr@terra.com.br>25 de maio de 2013 12:24Responder a: pliniomarcosmr@gmail.comPara: gabinetedoministro@mec.gov.br Cc: cidhdenuncias@oas.org, cidhoea@oas.org, "\"pliniomarcosmr\"" <pliniomarcosmr@gmail.com>Excelentíssimo Ministro de Estado da Educação,Venho por meio deste email complementar, mais uma vez, os anteriormente enviados, cujaformalização, foi encaminhada VIA Empresa de Correios e Telégrafos, e por outro email anterior.Para tal, encaminho em anexo cópia digitalizada do todo o Processo e-CNJ 0004900-70 2011 200 0000, onde, através de provocação própria, solicitamos que o Conselho Nacional de Justiça determinasseque nenhum Bacharel em Direito fosse,
OBRIGATORIAMENTE 
,
tratado como Doutor 
, em
qualquer dependência
do Poder Judiciário Brasileiro.Devo assinalar, que, apenas e tão somente, no
Docto 26 - VOTO26-Voto do Plenário do CNJ 
,ocorre a única, clara, e lastimável, avaliação do Mérito do pretendido, quando então, reproduzo abaixo, comgrifos também meus, o trecho de relevante importância:"...
2. Mérito.
Não bastasse, a questão de mérito é
totalmente estranha
às atividades deste CNJ.O requerimento inicial é extremamente confuso, Mas, em apurada leitura, vê-se que se trata deinsurgência dirigida ao Presidente do Conselho Federal da OAB,com cópia para este CNJ, pretendendo quea OAB se manifeste sobre o uso, pelos advogados, do título de doutor, alegando que os advogados estariamse valendo de
falsa titularização
, pois não detêm título de doutorado.Tal pedido, evidentemente, foge à competência deste CNJ, que tem sua atuação limitada aoâmbito do Poder Judiciário.Ao final, quando envia a cópia ao CNJ, diz que o faz "
a fim de que seja erradicada, de TODOS osTribunais, a
"praxe" da obrigatoriedade
de tratamento diferenciado, de
"Doutor" 
aos Advogados (SIC)
".Neste ponto,
 
 já que se referiu ao Poder Judiciário
, ainda que de passagem, convém dizer que
 
não há obrigatoriedade de tal tratamento
a advogados. Como ele mesmo diz,
 
é praxe jurídica
, adotada não sópara a classe de advogados, como para diversas outras classes profissionais, sem que se possa identificar como surgiu ou
quem efetivamente utiliza
o termo.Trata-se, pois, de mera insurgência,
sem nenhuma repercussão administrativa
, financeira oucorrecional no âmbito da Justiça brasileira, de modo que não se justifica a atuação deste CNJ no caso...."
Pelo entendimento
, do Plenário do Conselho Nacional de Justiça, a "
 praxe jurídica
" mesmo quesem identificação de sua origem,
apesar da identificação de advogados que a utilizam em Petição Inicial de Cobrança de Dívida, na 15ª Vara Civil do Estado do Rio de Janeiro
,
não merece ser erradicada
,principalmente, porque é
adotada por outras classes profissionais
, bem como,que
não há obrigatoriedadede tal tratamento por ser, apenas e tão somente, "praxe jurídica" 
.Razão pela qual, solicito a gentileza de que, este email, bem como, pelo menos, o docto 26 emanexo, sejam impressos e anexado, à petição formalmente encaminhada, com o intuito de maioresesclarecimentos, uma vez que, é expectativa minha, que o Mnistério de Estado da Educação, venha,
 
25/05/13Gmail - Apreciação pelo CNJ da questão da banalização da titularidade de Doutohttps://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&msg=13edc4a6e012aab12/3
efetivamente, a agir em prol de sua Atribuições e Respeitabilidade, tendo em vista que, em matéria deEducação, representa o Estado da República Federativa do Brasil.Talvez, pela postura omissão, histórica, deste Ministério de Estado da Educação, nosencontremos em um debate caloroso na mídia, onde o Conselho Federal de Medicina, questiona, apossibilidade do Estado Brasileiro, reconhecer os diplomas de Médicos Cubanos, através de acordo entre osEstados Cubano e Brasileiro, quando então, ressalto que o CFM esquece que acordos entre Universidadespromovem o automático reconhecimento.Portanto,
QUEM 
na República Federativa do Brasil, deve, concretamente,
ZELAR 
pela posse, eseus naturais
BENEFÍCIOS PROFISSIONAIS 
, das Títularidades Acadêmicas, se não o Ministro de Estadoda Educação, utilizando de TODOS os meios Jurídicos que dispõe.Talvez, não caiba ao Conselho Nacional de Justiça, o que não creio, mas, com certeza
CABE 
,ao
Ministro
de Estado da Educação, através de seu Ministério, especificar, de forma clara, inquestionável eirrefutável,
QUEM 
, na República Federtiva do Brasil,
pode utilizar 
Titularidades Acadêmicas, de tal forma,
SER INACEITÁVEL
, entre outras coisas, a continuidade de chamada "
 praxe jurídica
" de qualquer Bacharelando em Direito, se
apresentar 
, se
tratar 
, ser 
obrigatoriamente tratado
por alguns,
como Doutor 
,uma vez que,
Leis Vigentes impõe
ao Estado Brasileiro a garantia do
USUFRUTO 
, da
RESPEITABILIDADE 
, da
PROPRIEDADE 
, de qualquer 
BEM 
, material ou não, inclusa a Titularidade Acadêmica de "
Doutor 
".
Ousaria, propor ao Ministério de Estado da Educação, que determinasse aos ConselhosFederais que FISCALIZAM O EXERCÍCIO das Profissões Regulamentadas, que fizesse parte dasinformações profissionais disponibilizadas ao Público, TODAS as Titularidades Acadêmicas de CADAProfissional, uma vez que, é quase impossível, para qualquer Cidadão Comum, como Eu, identificar quais graduações acadêmicas um profissional, concretamente, possui.Ousaria, também, propor ao Ministério de Estado da Educação, que determinasse aosConselhos Federais que FISCALIZAM O EXERCÍCIO das Profissões Regulamentadas, a utilização deEspecializações, em mesmo molde, do utilizado, e praticado, pelo Conselho Federal de Medicina,uma vez que, a Especialização, quando bem orientada, propcia uma evolução técnica de enormeimportância para o EXERCÍCIO, e RESPEITABILIDADE, de seus Profissionais.
Com reiterados VOTOS de Estima, Consideração e Respeito,Subscrevo-me,Atenciosamente, 
Dr.
Plinio Marcos Moreira da RochaPenso, Não só EXISTO,
 
Me FAÇO Presente
 
Colando" 
gráude Doutor, com Doutorado em Direito de
“Merda”
, conforme o documento“A Luzdo que aí esta sou Doutor - Publicada”,
 http://pt.scribd.com/doc/142004947/A-Luz-do-que-ai-esta-sou-Doutor-Publicada
.Analista de Sistemas, presumivelmente,
 
único Brasileiro COMUM 
, que mesmo
não tendo nível superior completo
 
(interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre completo, em 1977, portanto,não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito,
 
teve suas práticas inscritas na 6ª e7ª 
 
edições do Prêmio INNOVARE 
, ambas calcadas no
 
CAOS JURÍDICO 
 
que tem como premissa baseo
PURO FAZER DE CONTAS 
,
reconhecidas
, e
 
DEFERIDAS
 
 pelo Conselho Julgador 
, conformedocumento
INNOVARE Um Brasileiro COMUM No Meio Juridico II 
,
http://www.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-No-Meio-Juridico-II
Íntegra do Processo e-CNJ 0004900-70 2011 2 00 0000.zip
13573K
 
25/05/13Gmail - Apreciação pelo CNJ da questão da banalização da titularidade de Doutohttps://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&msg=13edc4a6e012aab13/3

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