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I mostra Vide Urbe. Livreto Catálogo. Textos de Moana Mayall (copyleft - todos os direitos transbordados)

I mostra Vide Urbe. Livreto Catálogo. Textos de Moana Mayall (copyleft - todos os direitos transbordados)

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Published by Otto Kohlrausch
Ver (e rever) a cidade: videoarte sobre superfícies urbanas

Vide Urbe propõe o espaço público urbano como uma experiência aberta de apreciação artística, através da videoarte contemporânea. A cada edição da mostra vamos explorar, como suporte e interface, as “peles” superexpostas da cidade: suas arquiteturas, relevos e texturas próprias, desde as amplas superfícies concretas, até interferências multissensoriais geradas por seu cotidiano.

Em sua primeira edição, Vide Urbe convida quatro artistas cujas obras vão se expandir na larga escala do suporte cidade e, também, face aos dados físicos, locais e humanos aí presentes. Ao longo de uma semana, Eder Santos, Simone Michelin, Chico Jofilsan e João Penoni ocuparão empenas e fachadas localizadas entre a zona sul, centro e zona norte do Rio.

Em contato direto com a rua, os vídeos também vão de certa forma se impor ao público transeunte, provocando percepções ainda mais heterogêneas sobre a construção de suas poéticas particulares. Algumas dessas obras já passaram por espaços institucionais fechados, recolocando aqui não só o tema da transferência de suporte e de suas ressignificações, como também a questão de público e circuito para a assimilação da produção da arte contemporânea. Os vídeos, quando projetados em pontos variados da cidade, também adquirem potencialidades site-specific, relacionando-se com traços históricos, atuais e fortuitos muito próprios: pontos de interseção de derivas pessoais e coletivas, de interrogações e de acontecimentos também gerados pela própria ocupação artística desse espaço público “in progress”. Trata-se de um deslocamento do espaço neutro da galeria para a rua: um locus antimonótono, repleto de pulsões, imprevistos e também de memória.

Para além das telas planas e imersivas, neutras como o “cubo branco” das galerias, trata-se, aqui, de poetizar e inventar novas topografias possíveis para a projeção do imaginário videográfico da arte contemporânea. À arte cabe também reconectar e provocar os vários campos do conhecimento, como por exemplo a arquitetura, o planejamento urbano, e até mesmo o seu próprio lugar no mundo, perturbando fronteiras e mantendo viva a possibilidade do encanto, da disrupção e do inusitado.
Ver (e rever) a cidade: videoarte sobre superfícies urbanas

Vide Urbe propõe o espaço público urbano como uma experiência aberta de apreciação artística, através da videoarte contemporânea. A cada edição da mostra vamos explorar, como suporte e interface, as “peles” superexpostas da cidade: suas arquiteturas, relevos e texturas próprias, desde as amplas superfícies concretas, até interferências multissensoriais geradas por seu cotidiano.

Em sua primeira edição, Vide Urbe convida quatro artistas cujas obras vão se expandir na larga escala do suporte cidade e, também, face aos dados físicos, locais e humanos aí presentes. Ao longo de uma semana, Eder Santos, Simone Michelin, Chico Jofilsan e João Penoni ocuparão empenas e fachadas localizadas entre a zona sul, centro e zona norte do Rio.

Em contato direto com a rua, os vídeos também vão de certa forma se impor ao público transeunte, provocando percepções ainda mais heterogêneas sobre a construção de suas poéticas particulares. Algumas dessas obras já passaram por espaços institucionais fechados, recolocando aqui não só o tema da transferência de suporte e de suas ressignificações, como também a questão de público e circuito para a assimilação da produção da arte contemporânea. Os vídeos, quando projetados em pontos variados da cidade, também adquirem potencialidades site-specific, relacionando-se com traços históricos, atuais e fortuitos muito próprios: pontos de interseção de derivas pessoais e coletivas, de interrogações e de acontecimentos também gerados pela própria ocupação artística desse espaço público “in progress”. Trata-se de um deslocamento do espaço neutro da galeria para a rua: um locus antimonótono, repleto de pulsões, imprevistos e também de memória.

Para além das telas planas e imersivas, neutras como o “cubo branco” das galerias, trata-se, aqui, de poetizar e inventar novas topografias possíveis para a projeção do imaginário videográfico da arte contemporânea. À arte cabe também reconectar e provocar os vários campos do conhecimento, como por exemplo a arquitetura, o planejamento urbano, e até mesmo o seu próprio lugar no mundo, perturbando fronteiras e mantendo viva a possibilidade do encanto, da disrupção e do inusitado.

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Categories:Topics, Art & Design
Published by: Otto Kohlrausch on May 27, 2013
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05/27/2013

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