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Leitura e Escrita (Emília Ferreiro e Ana Teberosky) 13pgs

Leitura e Escrita (Emília Ferreiro e Ana Teberosky) 13pgs

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07/16/2013

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LEITURA E ESCRITA
Após estudos de pesquisas de Emília Ferreiro e Ana Teberosky pelos técnicos e professores doSESIMINAS, evidenciou-se a necessidade de se efetivar substanciais mudanças nas estratégias de ação, naárea da Pré-Escola, no sentido de se conduzir o processo de alfabetização, observando e respeitando as idéiasoriginais que as crianças já trazem quando entram na Escola e a natureza e função desses objetos doconhecimento a serem apropriados pelos sujeitos que aprendem.Procurando criar uma pratica calcada nos pressupostos teóricos das mencionadas cientistas, professores e técnicos se empenharam na criação e/ou adaptação de atividades que propiciassem à criança,oportunidades de compreensão e evolução, respeitando-se suas hipóteses originais, ritmo e interesses, semdescuidar dos conflitos cognitivos(obs: certo e errado) que provocam o surgimento de novos esquemas deinterpretação.Além dos conhecimentos teóricos norteando a ação, as próprias crianças forneceram indicadoresquanto à propriedade das atividades, procedendo-se a alteração ou supressões, colhendo sugestões das próprias crianças, conforme o feed back apresentado.O preparo e postura da professora constituem aspectos muito importantes, pois ela precisa acreditar:-na capacidade da criança que aprende;-que o sistema da Linguagem Escrita é reinventado pelos alunos;-que a criança evolui construindo e reformulando suas hipóteses;-que não é necessário “ensinar” o tempo todo, mas possibilitar interações, interlocuções, confrontos etroca de pontos de vistas;-que os conflitos são benéficos e necessários, pois, provocam o progresso cognitivo;-que é preciso criar um clima propício à socialização do saber e intercâmbio de opiniões;-que o aluno tem a sua maneira própria de aprender.Sem essas condições, qualquer atividade sugerida nesse trabalho poderá degenerar-se em praticastradicionais de ensino, num enfoque empirista (de fora para dentro), se o professor não acreditar oudesconhecer a gênese de evolução da criança em relação à Lecto-Escrira.Visando colaborar com professores da Pré-Escola que desejam atuar numa linha construtiva,apresentamos, a titulo de sugestões, atividades que foram inicialmente criadas e desenvolvidas por algumas professoras da Pré-Escola – SESIMINAS.Enfatizamos que a reação da criança ante a atividade proposta, deverá servir de parâmetro quanto àdefinição de sua propriedade, naquele momento.
SUGESTÕES DE ATIVIDADES1 – Atividades envolvendo o primeiro nome dos alunos.
-Uso de crachás.
Seria interessante que a idéia para o uso dos crachás partisse das próprias crianças.
As fichas deverão ter o mesmo tamanho e o nome escrito em letra de imprensa maiúscula.
Poderá ser feito uma espécie de “colar”, fazendo-se dois furos na ficha para se amarrar um cordão, oucolocar a ficha no plástico próprio de crachá.
Durante um certo tempo, as crianças usarão esse colar (crachá), em uma parte do dia.
 
Que atividadesfavorecem a compreensãoe evolução da escrita?Como respeitar nacriança a sua legitimidadede aprender, de acordo comos níveis da psicogênese?
 
 No início, caso as crianças ainda não identifiquem o nome, a professora poderá ler a ficha, nomomento da distribuição. Posteriormente, as crianças saberão qual é a ficha que contém o seu nome.Chamada usando o cartaz de pregas.
Se possível, colar o retrato da criança em uma pequena ficha, separada do nome, colocando-a nocartaz de pregas. Essa forma possibilitará o uso dos retratos em outras atividades.
Colocar as fichas dos nomes no centro da rodinha. Cada criança no momento da chamada, procura oseu nome e o colocara ao lado do seu retrato, no cartaz de pregas.
Outra forma seria a própria criança fazer um desenho que possa constituir o indicador de sua ficha.
Apresentar para a classe, uma ficha de cada vez, deixando que os alunos descubram onde o seu nomeestá.Variações:
Colocar todas as fichas no centro da rodinha e assim que encontrar o nome, a criança deverá explicar  porque ela sabe que aquele é o seu nome.
Se surgir alguma confusão, no caso de nomes parecidos, deixar que as próprias crianças resolvam asituação, buscando outros indicadores que possam ajudá-las na identificação.
Distribuir as fichas nas mesinhas para que cada criança identifique o seu lugar.
Fazer um barco grande e bem colorido, pregando-o no mural. Fazer fichas com nomes das crianças ecolocá-las espalhadas no centro da rodinha.Cantar:“Que coisa boa é navegar. ColocaMarcelo”.Seu nome no barco.Olé, olé, olé, olá.Cuidado pra onda não te molhar”A criança, cujo nome foi citado, deverá procurá-lo e colocá-lo no barco, se possível, antes de terminar o canto. Repetir até que todas as fichas se encontrem no barco.Etiquetar os materiais individuais das crianças, colocando os nomes nas pastas, merendeiras,cadeiras, etc.Obs.: As etiquetas devem ser feitas pela professora para garantir o mesmo tipo de letras, o que favorecerá aidentificação e a permanência do registro.Atividade de classificação:
Os alunos poderão classificar as fichas dos nomes, colocando juntas as que se parecem emalguma coisa.Obs.: Em geral as crianças observam primeiro as letras iniciais depois as finais, e finalmente letrasintermediárias.
 
Variação:
Pedir por exemplo que as crianças, cujos nomes comece como Danielle, fiquem de um lado, ouformem um grupo, as que comecem como Evaldo, fiquem sem outro lugar, de acordo com o que for combinado antes com elas, e assim por diante.Fichas com os nomes havendo correspondência do tamanho da ficha com o nome.Ex:
Além das atividades de identificação, as crianças poderão trabalhar com fichas em classificação,seriação e conservação (quantidades discretas), sendo esta última, através do jogo “Bingo”, usandofeijão ou milho para fazer a marcação e fichas com letras isoladas.Dinâmica:
Cada criança identifica e recebe o seu nome. A professora apresenta uma letra de cada vez, podendodizer o seu nome se quiser, ou se as crianças perguntarem. Caso o nome tenha a letra apresentada, oaluno marcará com o feijão ou milho.
 No final os alunos farão a comparação, 2 a 2. para verificar quem precisou de mais feijão, porque ooutro precisou de menos, e assim por diante.Fichas sem correspondência de tamanho, ou seja, um nome grande com uma ficha pequena e umnome pequeno em uma ficha maior.Ex:Explorar:Quantidades discretas: Qual nome é maior?
Por que ele é maior? (observar se a criança se guia pelo número de letras ou pelo tamanho da ficha).
Qual é a ficha maior? (comparar a ficha maior com o nome maior).
Agrupar as fichas que possuem o mesmo número de letras.O jogo do “Bingo” poderá ser feito nessas fichas, possibilitando à criança perceber que embora aficha seja grande, ela usou poucos feijõezinhos para marcar as letras.
YURI CLAUDIAFERNANDO MARIANAANAMAURICIOPAULO
LUIZ

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