Welcome to Scribd. Sign in or start your free trial to enjoy unlimited e-books, audiobooks & documents.Find out more
Download
Standard view
Full view
of .
Look up keyword
Like this
297Activity
0 of .
Results for:
No results containing your search query
P. 1
Projeto Casa Popular Ecológica

Projeto Casa Popular Ecológica

Ratings:

4.89

(1)
|Views: 94,458|Likes:
Published by Higor Queiroz
Projeto Piloto Habitação 30m2 Sustentável
Projeto Piloto Habitação 30m2 Sustentável

More info:

Published by: Higor Queiroz on Jan 24, 2008
Copyright:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as DOC, PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

07/23/2013

pdf

text

original

 
Projeto Casa Ecológica. Versão 4.0Autor: Higor Queiroz
Projeto Casa Popular Ecológica
Mar/2005Autor:Higor QueirozConsultor Ambiental
 
Projeto Casa Ecológica. Versão 4.0Autor: Higor Queiroz
Resumo
A "Casa Ecológica" foi idealizada objetivando demonstrar procedimentos adequados do ponto de vistaecológico na construção civil e abrigar atividades relacionadas à educação ambiental. Destaca-se que o conceito de"Casa Ecológica" passa, necessariamente, pela adoção de critérios coerentes com a política de gerenciamentoambiental, quer seja na escolha dos materiais construtivos, como nas técnicas de aproveitamento dos condicionantesnaturais (vento), no tratamento dos resíduos oriundos do uso (p. ex. esgoto) e na busca de racionalização e eficiênciaenergética.
Dados
Enquanto faltam moradias para sete milhões de famílias há pelo menos cinco milhões de unidadeshabitacionais sem utilização no País. São casas sem o "Habite-se", unidades não comercializadas ou de veraneio que poderiam sanar mais de 80% do problema de moradia brasileiro.O déficit habitacional urbano brasileiro, segundo dados da Fundação João Pinheiro-MG, é de 5,9 milhõesde unidades, enquanto que na área rural a demanda é de 1,1 milhão. No total, sete milhões de unidades habitacionaisestão faltando no País. A maior concentração da demanda é nas regiões Sudeste e Nordeste que, juntas, somam 73%das necessidades brasileiras. O grande contraste desta realidade é que, segundo dados do próprio IBGE, existem pelomenos cinco milhões de moradias desocupadas nas grandes cidades brasileiras.Estes dados foram apresentados no Painel ‘Nossas Cidades: Desafios Habitacionais “, com participação detrês especialistas na área habitacional: o arquiteto e urbanista Ângelo Marcos Vieira de Arruda, o geógrafo UlissesFranz Bremer e o professor e fundador da Universidade de Brasília (UnB), Lucídio Guimarães Albuquerque”.Um destaque estatístico que merece atenção é que da estimativa de 15 milhões de brasileiros que nãodispõem de moradia digna, 92% deles estão inseridos em famílias cuja renda familiar não chega a cinco saláriosmínimos. Isto é, pessoas sem qualquer capacidade de endividamento ou de disponibilização de recursos próprios para entrarem nos programas de habitação popular. "Este é o dado agravante e que mostra que os mecanismosutilizados até aqui não vão resolver o problema. O que se tem feito é remediar a situação. E remediar é fácil,resolver é difícil", alertou o professor gaúcho e também geógrafo Ulisses Franz Bremer. O especialista ÂngeloMarcos Vieira Arruda concorda sobre a gravidade da situação."O grande desafio é saber de onde virão os recursos para zerar o déficit. Trata-se de uma faixa da população sem condições mínimas de participar financeiramente".Além do processo construtivo ainda complexo e da desarticulação das comunidades, os programas dehabitação popular - desenvolvidos pelos governos ou por outras organizações como os Creas, por exemplo -esbarram num outro obstáculo: o alto preço das terras nas metrópoles, estimulado pela especulação imobiliária.Segundo Vieira Arruda, a participação recomendada do valor do terreno no custo final de um empreendimentohabitacional deve estar entre 6 e 7% do valor total. No entanto, em grandes metrópoles como São Paulo, o peso doterreno mesmo que localizado em bairros distantes do centro, nunca é inferior a 30%, o que segundo o especialistainviabiliza uma série de projetos habitacionais. "Esta estrutura fundiária associada à ilegalidade urbanística são osdois grandes aliados do déficit habitacional urbano", comenta.Com 70 milhões de pessoas morando nas metrópoles brasileiras e com um crescimento populacionalexacerbado – nos últimos dez anos a população das maiores cidades brasileiras cresceram 30% - os especialistas nãovêem soluções em curto prazo e apontam a prática do Estatuto das Cidades e a implementação de programas paradar sustentabilidade às cidades, como os principais instrumentos de mudança. "Precisamos de soluções inovadoras ecompartilhadas com as várias regiões brasileiras, precisamos fazer uma fusão dos recursos disponíveis e não deixar que cada prefeitura ou governo faça seu programa separadamente e de forma dispersa e, por fim, precisamosestimular parcerias e ações cooperativadas para otimizar os recursos e o tempo", acredita o geógrafo Ulisses Bremer.
 
Projeto Casa Ecológica. Versão 4.0Autor: Higor Queiroz
Histórico da Habitação
A HABITAÇÃO POPULAR NO BRASIL
O problema da habitação para populações de baixa renda integra as preocupações dos governos brasileirosdesde a época imperial. Nesse período verificou-se a expansão e o agravamento dos problemas relativos à habitação para populações de baixa renda em todo o país, atestando que os esforços realizados não foram suficientes paraenfrentá-los.A ação governamental no campo da habitação popular teve sua origem no Segundo Reinado, coincidindocom o momento em que o trabalho livre começa a substituir o trabalho escravo. Na época da abdicação de D.Pedro I (1830), e início da Regência, quando foi criada (1831) a primeiraCaixa Econômica do país na cidade do Rio de Janeiro. E, a partir desse momento, procurou articular o problemahabitacional com o quadro econômico e social do país, relacionando as sucessivas respostas tentadas pelos Governosem seus diferentes níveis administrativos.Mesmo com a política vigente a partir de 1964, quando a produção de unidades habitacionais é bem maisexpressiva do que a obtida nas políticas anteriores, não se atendeu à demanda da população de baixa renda.Surgiram o BNH e o Sistema Financeiro de Habitação, que surgiram com o objetivo primordial de construir casas para proporcionar emprego aos operários, através de maior movimentação do setor da construção civil.
A CIDADE DE FORTALEZA SE FAZ METRÓPOLE
Se Fortaleza hoje é a maior cidade do Ceará, foi Aquiraz, no entanto, a primeira vila criada em 1713. Deuma pequena cidade nos fins do século XIX, com somente 40.902 habitantes, Fortaleza, em menos de um séculoalcança e ultrapassa a cifra de cidades com mais de dois milhões de habitantes.A condição de capital administrativa e, como conseqüência, sede de repartições públicas de vários níveis,além de outros órgãos ligados à administração, a construção da Estrada de Ferro de Baturité, partindo dela para ointerior, no momento áureo da produção algodoeira, o melhoramento do porto, a construção de rodovias, entre outrasmedidas, contribuíram para que Fortaleza fosse paulatinamente adquirindo feições de grande metrópole, e que fosse,aos poucos, estabelecendo uma competição com as demais cidades do interior, até galgar a posição que desfrutahoje.As secas periódicas que assolavam o interior e principalmente a abertura de estradas e construção derodovias, ligando a capital aos municípios mais distantes do interior e a outros estados, muito contribuíram para queFortaleza se transformasse gradualmente, num excelente pólo de atração para a população migrante. Esses e outrosfatores teriam criado as condições necessárias para que ocorresse um vertiginoso crescimento demográfico e, a partir dele, um reforço das funções urbanas da cidade, que dia-a-dia expande sua área de influência, requalifica suacondição de centro de atividades e pólo gerador de desenvolvimento.Os imensos conjuntos habitacionais que contornam a cidade, construídos pelo sistema financeiro do extintoBNH, deram lugar à formação de favelas e pequenos núcleos constituídos pelos conjuntos construídos no regime demutirão. Estes ampliam o processo de ocupação do território da cidade e da região metropolitana.
“Favela é a denominação dada, no Brasil, em especial no Rio de Janeiro, aassentamentos humanos espontâneos e o-convencionais, por isso carentes dearruamento e serviços de saneamento básico, nos quais as habitações são construídasgeralmente pelos próprios moradores, em áreas de domínio público ou em propriedadesparticulares não utilizadas. As favelas surgem quase sempre em terrenos de menor valorimobiliário, em encosta ou sujeitos a inundação, como resultado de condições econômicasestruturais que provocam o êxodo da população das zonas rurais para as cidades, embusca de emprego. A primeira favela surgiu no Morro da Providência junto à Central, no

Activity (297)

You've already reviewed this. Edit your review.
1 hundred thousand reads
João Duarte added this note
Eu, J . C. Duarte tenho a solução para todo o problema de deficit habitacional no somente para o Brasil e sim para o mundo. Denominado CASA ECOLÓGICA, é um projeto social direcionado para pessoas de baixa renda se não acredita pague pra ver. FORMAÇÃO : ENGENHEIRO CIVIL / ESPECIALISTA EM GESTÃO AMBIENTAL. Participei recentemente de um concurso internacional com 194 Pais e 6064 projetos.
Yara Santos added this note
goste muito do conteúdo, pude saber melhor como funciona a construção de uma casa ecológica.
FAMILIAPIAZZA liked this
FDigital liked this
Bi Baumstark liked this
Thiago Garbugio liked this
mnog24 liked this
Hudson Venturim liked this
ProjetoECOVISAO liked this

You're Reading a Free Preview

Download
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->