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SEMESTRE 2006
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NESTA REVISTA
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Endereço:
Rua Arno Waldemar Döhler, 145,
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Produção:
Mercado de Comunicação
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Jornalista responsável:
Guilherme Diefenthaeler
(reg. prof. 6207/RS)
Textos:
Ana Ribas Diefenthaeler, Guilherme Diefenthaeler e DaisyTrombetta Velho
E-mail:
contato@mercadodecomunicacao.com.br
Fotografia:
Peninha Machado, banco de imagens e assessoriasde imprensa
Ilustrações:
Paulo Sérgio
Projeto gráfico e diagramação:
Marcelo Duarte
Fotolito:
Arte&Texto
Impressão:
Optagraf
Tiragem:
24 mil exemplaresFILIADA À ABERJE
R E V I S T A
SEM MEDO DA PLATÉIA4QUANDO O MASCOTEÉ BOM PARA A SUA SAÚDE7MUTIRÃO PELA PAZ EM CASA14É DIA DE COSTELADA18SAI O LIVRO DO PRÊMIO20
“ A r ev ist a é uma inic iat iv amuit oboa e a qualidade dot r abalho é ex c elent e.”
D i e t m a r Li l i e ,d e J o i n v i l l e
w w w . d o h l e r . c o m . b r / r e v i s t a d o h l e r 1 4
Por que vocêescolheu o MercadoMunicipal?
Juntei a gastronomia – umprazer – com meu gostopelo local, um dos maiscarentes em termos deproposta cultural para acidade. Joinville nãomerece isso. Em qualquerlugar, o mercadomunicipal é umaporta para acultura dagastronomia, doartesanato, das etnias.Infelizmente, falta muito para o de Joinvillechegar lá. É um espaço diversificado, quetem fontes de alimento, como pescados, verduras, utensílios, artesanatos, vinhos,grãos. Tem uma praça legal, para feiras.Tem parque infantil, estacionamento, e ficanuma região central com tudo para virarum grande centro gastronômico.
O que falta para isso?
Apoio dos órgãos competentes. O mercadoé turismo, é cultura. O ideal seria quetodos esses órgãos se juntassem para umarevitalização. A última reforma, acho quefoi em 1982. Isso daria mais visibilidade junto à população. O pessoal tem vontadede melhorar, mas precisa juntar adisposição do Poder Público e o interesseda comunidade em freqüentar, conhecer,cultivar as raízes.
As pessoas nãoestranham que vocêsirva um cardápiosofisticado bem aolado de uma peixaria?
Sim. É uma coisa cultural.Mas ganhamos adeptossemanalmente. Nosso elocom a peixaria é muitolegal. Essa divisão deespaços proporciona umfluxo de peixes frescos e deépoca. Vantagem para nóse, principalmente, para osclientes. Muita gente nãose dá conta, mas estar junto à peixaria proporciona o prazer decomer produtos frescos e,conseqüentemente, mais saudáveis esaborosos.
Qual é a gastronomia típica deJoinville, o seu prato tradicional?
Muita gente acha que é o marreco comrepolho roxo. Isso não é característico deJoinville, vem da culinária germânica doSul. Tem a ver com a nossa cultura, masJoinville não é mais “alemã”. Há pessoasde todas as raças aqui. Se fosse eleger umprato típico, diria que é o caranguejo. Éum dos únicos que atraem gente de fora.Provavelmente, um restauranteespecializado em caranguejo não pegarianoutro lugar. É mais fácil ensinar quemnasceu com o pé no mangue, com mutucasrodeando as pernas.
UM PAPO
com Therence Mir, gourmet e proprietário da Mercearia Sofia, umrestaurante diferenciado que fica no Mercado Municipal de Joinville.
Leia a entrevista completa no site www.dohler.com.br/revistadohler14
O pão de cada dia
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“ Pa ra be n i zo-o s pe la i n ic ia t i va de i nc l u i r u me s paço pa ra a á rea c u l t u ra l, co m a p u b l icaçãoda re po r tage m so b re a s ba nda s de Jo i n v i l le
( e d i ç ã o 1 3 )
. Pa ra i n fo r mação, so mo s u ma ba nda q ue ve m se ndo a po n tada pe la m íd iaco mo u m do s me l ho re s t ra ba l ho s i nde pe nde n te s do S u l do pa í s. ”
Ronaldo Santiago, v ocalista da banda F air ans
“Gos taria de dar os para béns pe la re por tagem ‘Join vi l le pisano ace lerador ’
(edição 1 3 )
, q uea borda a T A C. O con teúdo f icouó timo! ”
Augus t o C r uz ,d aT AC - T ec n o l o gi aAut o mo t iv a C atar i n en s eS .A.
“ P or c ont a da mat ér ia sobr e o pr o jet o A 4, do qualt enho o or g ulho de ser uma das ac ionist as, ac abeimov ida a ler est a r ev ist a. N o iníc io,despr et ensiosament e. A o c abo da v ig ésima pág ina,per c ebi que já t inha lido a r ev ist a t oda, não apenasf olheado. F oi quando me lembr ei do v alor r eal einc alc uláv el de uma boa public aç ão empr esar ial.J or nalist a que sou,c ont umaz c r í t ic a às banalidades et ex t os insossos v ia de r eg r a ac umulados naspublic aç ões empr esar iais, c onsider o-me f ont e seg ur apar a dizer : podem c r er que o t r abalho de v oc ês v ale apena.”
M a l u S a l g u e i r o , c o n s u l t o r a e s p e c i a li z a d a e m c o m u n i c a ç ã o e m p r e s a r i a l
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