enquanto a avaliação privilegia o número de doutores. E não é só porque é doutor que o professor vai conduzir bema aula. Precisamos aperfeiçoar essa metodologia das avaliações".
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http://aprendiz.uol.com.br/content/cedruwotes.mmp
Faculdades
cobram
acima
do
que
a
lei
permite
por
emissão
de
diplomas
Universidades e faculdades particulares paulistas descumprem lei estadual que limita a cobrançapara emissão de diplomas a cerca de R$ 70. O valor exigido do formando chega a R$ 300 emalgumas instituições. Quase 1 milhão de alunos cursam o ensino superior privado em São Paulo.Sem o diploma, o recém-formado não pode se registrar como profissional no Ministério doTrabalho ou ingressar em pós-graduação; o documento também é uma exigência em concursospúblicos.A lei está em vigor desde fevereiro. Algumas instituições alegam que o sistema de ensinosuperior no País é regido pelo governo federal e por isso não precisam cumprir determinaçõesestaduais. O Ministério da Educação (MEC), no entanto, informou que o aluno "tem direito aodiploma, gratuitamente, porque ele é conseqüência do próprio curso". Diz ainda que apenas asinstituições com status de faculdade - que precisam recorrer a universidades para registro dosdiplomas - podem cobrar pelo documento, mas "o valor não deve ser maior que o custo".No Estado, muitas delas registram os diplomas na Universidade de São Paulo (USP), que passoua cobrar neste ano R$ 90 pelo serviço. Segundo a reitoria, há 18 funcionários que trabalham noregistro de diplomas, checando dados e créditos dos estudantes e faculdades. Em 2005, foramcerca de 40 mil documentos, fora os emitidos para alunos da USP, que são gratuitos. O deputadoestadual Donisete Braga (PT), autor da lei, diz que quando o texto foi finalizado, em 2001, ovalor era próximo de R$ 70. Mesmo assim, as instituições ultrapassam o preço cobrado pelaUSP.O formando de Jornalismo Rômulo Augusto Orlandini, de 22 anos, não sabia da existência da leie pagou R$ 145 neste ano para a Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas)por um diploma simples, em papel. "Eu precisava do documento para me registrar no Ministérioe arrumar um emprego como jornalista", diz. "Agora, quero meu dinheiro de volta." A PUC-Campinas alega que a lei estadual não se aplica à instituição, ligada ao sistema federal.O mesmo informou o Centro Universitário FIEO (UniFieo), que cobra R$ 250 pelo diploma."Nunca atrasei um mês de mensalidade e agora não posso ter o diploma porque não tenho comopagar", diz a motorista Marilda Lessa, cuja filha se formou em Letras na instituição. O valor dodiploma da Universidade Mackenzie é de R$ 120. Segundo a instituição, ele é feito em pele decarneiro e tem impressão especial. O ex-aluno Marcos, que não quis dar seu sobrenome, seformou em Administração na instituição e desistiu de pedir seu documento quando soube do
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