4. Diversamente do sistema inquisitivo (ou inquisitorial), noqualojuizacumulaasfunçõesdeinvestigação,deacusaçãoe, às vezes, até mesmo da defesa do acusado.5. TEIXEIRA, Sálvio de Figueiredo.
Código de ProcessoCivil Anotado.
6ª ed. São Paulo: Saraiva, 1996, p. 98)6. PRADO, Geraldo.
Sistema Acusatório
–
A ConformidadeConstitucional das Leis Processuais Penais
. 3ª ed. Rio deJaneiro:
Lumen Juris
, 2005, pp.136 a 137.7. GRINOVER,AdaPellegrini.Ainiciativadojuiznoproces-so penal acusatório. Revista Brasileira de Ciências Crimi-nais, nº 27, p. 71-79, jul. set. 1999, p. 73.8. GRINOVER, Ada Pellegrini.
op. cit
.9. JARDIM, Afrânio Silva.
Direito Processual Penal.
11ª ed.Rio de Janeiro: Forense, 2003. p. 190.10. OincisoIVteveasuaredaçãoalteradapelaLei11.690/2008e o inciso VII foi acrescentado pela referida lei.11. Por não servir somente para “introduzir” o Código Civil,esse diploma deveria ser chamado “Lei de Introdução aoSistemaJurídicoLegisladodoBrasil”,tamanhaaamplitudedo seu espectro.12. BANDEIRA, Marcos Antonio Santos. Os poderes instrutó-riosdojuiznoprocessopenal:juizespectadoroujuizprota-gonista?. Disponível na Internet:
http://www.amab.com.br/ amab2006/artigos.php?fazer=det&cod=147.
Acesso em1º set. 2008.13. PORTO,MárioMoacyr.EstéticadoDireito.
RCD
–RevistadoCursodeDireitodaUniversidadeFederaldoRioGrandedo Norte, v.1, nº 1. Natal: EDUFRN – Editora da UFRN,1996. p. 19.14. ob. cit., p. 19.15. ECO, Umberto.
O nome da rosa
. 42
ª
imp. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1989. p. 159 e 160.16. MALATESTA, Nicola Framarino dei.
A lógica das pro-vas em matéria criminal
. vol. I. São Paulo: Saraiva, 1960, p. 22.17. ob. cit., p.26.
Thiago Graça Couto
Advogado Associado da Covac Sociedade de Advogados – Pós-Graduando em Direito Processual Civil pela PUC-Rio e em Direito da Tecnologia da Informação pela FGV-Rio – mantenedor e desenvolvedor de Advocacia e Tecnologia/Advtecno.com.
RECUPERAÇÃO DE EMPRESASDO SETOR EDUCACIONAL
Considerações Iniciais
A recuperação judicial, extrajudicial e a falência sãoreguladas pela Lei nº 11.101, de 9 de Fevereiro de 2005,sendo aplicável ao empresário e à sociedade empresária.Empresário é pessoa física em pleno gozo de suacapacidade civil e sem impedimento legal, que com habi-tualidadeevisandoolucro,produze/oupromoveacircula-ção de bens ou serviços. Por sociedade empresária, enten-de-se pessoa jurídica, formada por contrato, com fins derealizar atividade com este mesmo propósito.Evidentemente, não estão inclusas no conceito desociedade empresária e, consequentemente, não fazem jusàrecuperaçãodeempresas,asassociaçõesefundações,eisque as mesmas constituem organizações sem fins econô-micos.Por disposição expressa, também estão excluídas doregime jurídico da Lei 11.101/2005 a empresa pública,sociedade deeconomia mista, instituição financeira públi-ca ou privada, cooperativa de crédito, consórcio, entidadede previdência complementar, sociedade operadora de plano de assistência à saúde, sociedade seguradora, socie-dade de capitalização e outras entidades legalmente equi- paradas às anteriores. Não existe qualquer óbice de que sociedades queatuem no setor educacional façam uso dos mecanismos previstos pela Lei 11.101/2005, notadamente da recupera-ção judicial, desde que tenham escopo empresário.Parafinsilustrativos,cabedestacarasituaçãoenfren-tada pelo Colégio Isaac Newton, de Cuiabá.
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Em8deJulhode2008,areferidainstituiçãoteveseu pedido de recuperação deferido pelo juízo estadual. Equi-vocadamente,foidivulgadopelamídialocalqueoColégioestaria fechando as portas, em uma nítida confusão entre oinstitutodarecuperaçãojudicialedafalência,cujadiferen-ciação será feita com maiores detalhes nos itens abaixo.
Da Recuperação Judicial
Existem duas formas de prevenção da falência desociedades empresárias. De um lado, temos a recuperação judiciale,deoutro,aextrajudicialcomposterioreeventualhomologação na justiça.A recuperação judicial propriamente dita tem por objetivo viabilizar a superação da situação de crise econô-mico-financeira do devedor, a fim de permitir a manuten-ção da fonte produtora, do emprego dos trabalhadores edos interesses dos credores, promovendo, assim, a preser-
INFORMATIVO 207ADV FASCÍCULO SEMANAL 11/2009 COAD
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