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ATO ADMINISTRATIVO

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ATO ADMINISTRATIVO
FATOS DA ADMINISTRAÇÃO
Maria Silvia Di Pietro:
Ato - é imputável ao homem;
Fato - decorre de acontecimentos naturais, que independem do homem ou que deledependem apenas indiretamente;
Fato Jurídico - Quando o fato corresponde à descrição contida na norma lega;
fato administrativo - Quando o fato descrito na norma legal produz efeitos no campo dodireito administrativo, ele é um fato administrativo, como ocorre com a morte de umfuncionário, que produz a vacância de seu cargo; com o decurso do tempo, que produz a prescrição administrativa.
fato da Administração - Se o fato não produz qualquer efeito jurídico no direitoadministrativo, ele é chamado fato da Administração.Marcelo Alexandrino e Vicente PauloAtos Jurídicos: são eventos decorrentes diretamente de manifestação de vontade humana, dosquais resultam conseqüências jurídicas. As manifestações de vontade e os atos jurídicosconseqüentes podem ser unilaterais (ex. a promessa de recompensa), bilaterais (contrtos emgeral) ou plurilaterais (contrato de sociedade)
CONCEITO ATOS DA ADMINISTRAÇÃO
Maria Silvia Di Pietro:Artigo 81 do CC define o ato jurídico como sendo “todo ato lícito, que tenha por fimimediato adquirir, resguardar, transferir, modificar ou extinguir direitos.José Cretella Júnior (1977:19), adotando essa orientação, define o ato administrativo como“a manifestação de vontade do Estado, por seus representantes, no exercício regular de suasfunções, ou por qualquer pessoa que detenha, nas mãos, fração de poder reconhecido peloEstado, que tem por finalidade imediata criar, reconhecer, modificar, resguardar ou extinguir situações jurídicas subjetivas, em matéria administrativa”.Hely Lopes MeirellesAto administrativo é toda manifestação unilateral (única) de vontade da AdministraçãoPública que, agindo nessa qualidade, tenha por fim imediato adquirir, resguardar, transferir,modificar, extinguir e declarar direitos, ou impor obrigações aos administrados ou a si própria.- ato administrativo unilateral: àquele que se forma com a vontade única da Administração.- atos bilaterais: constituem os contratos administrativosAs “condições” para surgimento do ato administrativo:- que a administração aja com a supremacia do Poder Público (que o ato administrativagaranta o atendimento do fim público a que se dirige)- que produza efeitos jurídicos para os administrados, para toda Administração.- que provenha de agente competente.
ELEMENTOS / REQUISITOS – 
constituem condições que devem ser observadas para suavalidade.Maria Silvia Di Pietro:Elementos: tudo que entra na composição de alguma coisa (ato administrativo)Requisitos:
 
condições que devem ser observadas para sua validade.
 
Cretella Júnior (1977:22) adota essa terminologia e define a anatomia do ato administrativocomo “o conjunto dos cinco elementos básicos constitutivos da manifestação da vontade daAdministração Ou seja, o
agente
, o
objeto
, a
forma
, o
motivo
e o
fim
.Alguns doutrinadores costumam dividir os elementos dos atos administrativos em:Essenciais: os primeiros são necessários à validade do ato e compreendem os cincoelementos já, indicados.Acidentais ou acessórios; são os que ampliam ou restringem os efeitos jurídicos do atocompreendem o termo, a condição e o modo ou o encargo. Os elementos acidentais referem-seao objeto do ato s só podem existir nos atos discricionários, porque decorrem da vontade das partes.Hely Lopes MeirellesRequisitos necessários para formação:- competência, objeto, forma, finalidade e motivo.
o
Competência – Sujeito ou Agente
Hely Lopes MeirellesPara a Pratica do ato administrativo a Competência é a condição primeira de validade.Competência é o poder atribuído ao agente da Administração para desempenhoespecífico de suas funções.Marcelo Alexandrino e Vicente PauloCompetência definido como o poder legal conferido ao agente público para odesempenho específico das atribuições de seu cargo.Características da Competência:- É de exercício obrigatório para os órgãos e agentes públicos- Irrenunciável -- Intransferível- Imodificável pela vontade do agente- ImprescritívelMaria Silvia Di Pietro:Sujeito ou Agente é aquele a quem a lei atribui competência para a prática do ato. No direito civil, o sujeito tem que ter capacidade, ou seja, tem que ser titular dedireitos e obrigações que possa exercer, por si ou por terceiros. No direitoadministrativo não basta a capacidade; é necessário também que o sujeito tenhacompetência.Partindo-se da idéia de que só o ente com personalidade jurídica é titular de direitos eobrigações, pode-se dizer que, no direito brasileiro, quem tem capacidade para a prática de atos administrativos são as pessoas públicas políticas (União, Estados,Municípios, e Distrito Federal). Ocorre que as funções que competem a esses entessão distribuídas entre órgãos administrativos (como os Ministérios, Secretarias e suassubdivisões) e, dentro destes, entre seus agentes, pessoas físicas.Em relação as pessoas jurídicas políticas, a distribuição de competência consta daConstituição Federal; em relação aos órgãos e servidores, encontra-se nas leis.Aplicam-se à competência as seguintes regras:1. decorre sempre da lei, não podendo o próprio órgão estabelecer, por si, as suasatribuições;
 
2. é inderrogável não pode ser Revogar em partes (leis, contratos, etc.) - Imodificável pela vontade do agente, seja pela vontade da Administração, seja por acordo comterceiros; isto porque a competência é conferida em benefício do interesse público;3. pode ser objeto de delegação ou de avocão, desde que o se trate decompetência conferida a determinado órgão ou agente, com exclusividade, pela lei.Marcelo Alexandrino e Vicente PauloCaracterísticas da Competência:- É de exercício obrigatório para os órgãos e agentes públicos- Irrenunciável - Que não se pode recusar, desistir.- Intransferível observação acerca de delegação. Delegação não transfere acompetência, mas somente, em caráter temporário, o exercício de parte das atribuições do delegante.- Imodificável pela vontade do agente – Essa características é decorrência lógica dofato de a competência decorrer da lei e ser sempre elementovinculado.- Imprescritível – pois o não exercício da competência, não importa por quanto tempo,não a extingue.A competência pode ser delegada ou avocada de acordo com a organizaçãohierárquica e contanto que não tenha sido conferida com exclusividade ao órgão ouagente pela lei. Obs art 11 a 15 da Lei 9.784/99.
 Art. 11. A competência é irrenunciável e se exerce pelos órgãos administrativos a que foi atribuída como própria, salvo os casos de delegação e avocação legalmenteadmitidos.Art. 12. Um óro administrativo e seu titular podeo, se o houver impedimento legal, delegar parte da sua competência a outros órgãos ou titulares,ainda que estes o lhe sejam hierarquicamente subordinados, quando foconveniente, em razão de circunstâncias de índole técnica, social, econômica, jurídica ou territorial.Parágrafo único. O disposto no caput deste artigo aplica-se à delegação decompetência dos órgãos colegiados aos respectivos presidentes.Art. 13. Não podem ser objeto de delegação:I - a edição de atos de caráter normativo;II - a decisão de recursos administrativos;III - as matérias de competência exclusiva do órgão ou autoridade.Art. 14. O ato de delegação e sua revogação deverão ser publicados no meiooficial.§ 1o O ato de delegação especificará as matérias e poderes transferidos, oslimites da atuação do delegado, a duração e os objetivos da delegação e o recursocabível, podendo conter ressalva de exercício da atribuição delegada.§ 2o O ato de delegação é revogável a qualquer tempo pela autoridadedelegante.§ 3o As decisões adotadas por delegação devem mencionar explicitamente estaqualidade e considerar-se-ão editadas pelo delegado.Art. 15. Será permitida, em caráter excepcional e por motivos relevantesdevidamente justificados, a avocação temporária de competência atribuída a órgãohierarquicamente inferior.

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