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Nutrição Mineral

Nutrição Mineral

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Mineral nutrition of plants
Mineral nutrition of plants

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NUTRIÇÃOMINERAL DEPLANTAS
 
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Prof. Carlos Moacir Bonato Prof. Celso João Rubin Filho Prof 
. Elena Melges Prof. Valdovino D. dos Santos 
UEM - Universidade Estadual de Maringá 
Maringá (PR), 1998 
 
UEM - Nutrição Mineral de Plantas 
 
4
- PREFÁCIO 
A nutrição mineral é essencial para o crescimento e o desenvolvimento dasplantas, tendo importância capital, tanto na ciência básica como na ciênciaaplicada. Impressionantes progressos tem sido feitos nesta última década, noentendimento dos mecanismos de absorção dos nutrientes e suas funções nometabolismo das plantas. Paralelamente, houveram grandes progressos noaumento da produção das culturas pelo suprimento mais racional dos nutrientesminerais às plantas.O objetivo alvo desta apostila é fornecer aos alunos de graduação emagronomia e biologia os princípios básicos de nutrição mineral de plantas, combase no conhecimento atual. Na parte inicial, procurou-se dar enfoque de como oselementos minerais podem estar presentes na solução do solo, bem como osmecanismos e os fatores pelos quais os mesmos podem contatar o sistemaradicular das plantas, e serem potencialmente aborvidos. Uma visão de como osistema radicular influencia na rizosfera também foi enfatizada. Uma vez que osíons para chegarem até os vasos do xilema precisam obrigatoriamente passarpela parede celular e membrana plasmática, teve-se a preocupação de estudá-lasresumidamente, suas propriedades, funções, constituição e os principais sistemasde transportes ligados as membranas biológicas. Em seguida, estudou-se omovimento dos íons desde a região de absorção até o xilema, denominadomovimento radial. Os aspectos do transporte dos elementos minerais nos vasosdo xilema (transporte a longa distância) até atingir a parte aérea, e suaredistribuição pelo floema (transporte a curta distância), segundo sua mobilidadetambém foram abordados. Seqüencialmente descreveu-se sobre a absorção,transporte, redistribuição e funções dos macro- e micronutrientes.Devido a grande importância e da resposta na produtividade das plantas aaplicação de N, descreveu-se sucintamente sobre a absorção, assimilação,redução e fixação biológica do N. Finalizando discorreu-se sobre alguns aspectosda adubação foliar, diagnose de deficiência e toxicidade dos elementos mineraisnas plantas superiores.A nutrição mineral de plantas cobre um campo muito vasto, portanto, épraticamente impossível tratar todos os aspectos com detalhes e profundidade. Ointento desta apostila e dar uma visão atualizada dos princípios básicos danutrição mineral, auxiliando assim a aprendizagem dos alunos de graduação.
 
UEM - Nutrição Mineral de Plantas 
 
5
1.
INTRODUÇÃO
O crescimento e o desenvolvimento das plantas depende, além de outrosfatores como luz água e gás carbônico, de um fluxo contínuo de sais minerais. Osminerais embora requeridos em pequenas quantidades são de fundamentalimportância para o desempenho das principais funções metabólicas da célula.O efeito benéfico da adição de elementos minerais no crescimento dasplantas foi reconhecido há mais de 2000 mil anos. Contudo, JUST von LIEBIG(1803-1873) foi o principal cientista de seu tempo a lançar as bases da disciplinade Nutrição Mineral. Sua conclusão de que N, S, P, K, Ca, Mg, Si, Na e Fe eramelementos essenciais, embora baseada apenas em observação e especulaçãosem precisa experimentação, provou ser bastante correta. Apenas o Si e o Na nãosão considerados essenciais, embora o possam ser para algumas espécies. Dequalquer modo, houve um despertar nas pesquisas nesta área no século XIX. Elasmostraram que as plantas tinham capacidade limitada de distinguir e, ouselecionar dentre os minerais disponíveis na solução do solo aqueles que poucorepresentavam para o seu metabolismo ou que eram até menos tóxicas a elas.Assim, a composição mineral das plantas não podia ser usada na definição daessencialidade de um elemento mineral.O progresso na química analítica, especialmente o desenvolvimento detécnicas de purificação de sais e determinação de elementos minerais emquantidades traços, associado ao desenvolvimento de técnicas de cultivo deplanta em solução nutritiva, permitiram a ARNON & STOUT (1939) oestabelecimento dos
critérios de essencialidade
. Estes autores concluíram que,para um elemento ser considerado essencial deveria satisfazer a três critériosbásicos:a) A planta não pode ser capaz de completar seu ciclo “vital” na ausênciado elemento mineral.b) A função de certo elemento mineral não pode ser substituído por outroelemento mineral.c) O elemento tem que estar diretamente envolvido com o metabolismo daplanta ou ser requerido numa determinada etapa metabólica.As plantas superiores requerem, além do C, H e O, treze elementos queelas absorvem na forma de íons da solução do solo. Seis destes, requeridos emmaiores quantidades, são chamados
MACRONUTRIENTES
: N, P, K, Ca, S e Mg.Os sete outros, requeridos em baixas concentrações, são chamados
MICRONUTRIENTES
: Fe, Mn, Cu, Zn, B, Mo e Cl (Quadro 1).

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