CADERNO 1
O mundo em que vivemos e os seus desafios
O desafio da violência e da guerraO desafio da governaçãoO desafio da governação
A guerra e a violência sempre foram opções plausíveis: intervenções armadas humanitárias, guerras preventivas, guerrascirúrgicas, intervenções que se justificam com a exportação da democracia, choques de civilizações, são conceitos cada vezmais disseminados pelos poderes políticos e económicos que acabam por penetrar na opinião pública de todo o mundo.Povos inteiros vivem situações desumanas de violência e numerosos conflitos são provocados ou perpetuados em função dosinteresses de poucos. Como será possível aprofundar uma sábia política multilateral, corajosa na defesa dos maisdesprotegidos e, ao mesmo tempo, fazer crescer e amadurecer uma sociedade civil vigilante, capaz de denunciar e de semobilizar, que seja consciente do próprio poder e da forma como o pode utilizar para reabrir a esperança do fim da guerra e dapromoção plena de totalidade dos direitos humanos para todos?É o desafio que mais interpela a política simultaneamente nos seus vários níveis: local, nacional, europeu, internacional,mundial. As categorias tradicionais da política tornaram-se obsoletas no momento em que parece indispensável uma novaarquitectura de gestão do poder que dê vida às instituições do futuro a partir da participação activa dos cidadãos e das cidadãse das suas organizações, da recriação do papel e dos formatos dos partidos políticos, da relação transparente e saudável como poder económico, do reconhecimento da pluralidade de pensamentos e acções existentes nas nossas sociedades e dodiálogo multilateral entre a diversidade de espaços políticos que se têm vindo a afirmar em todo o mundo. Como podemoscontribuir para fazer florescer formas mais eficazes da democracia deliberativa, tanto directas e participativas comorepresentativas, tanto nos contextos locais como globais?É o desafio que mais interpela a política simultaneamente nos seus vários níveis: local, nacional, europeu, internacional,mundial. As categorias tradicionais da política tornaram-se obsoletas no momento em que parece indispensável uma novaarquitectura de gestão do poder que dê vida às instituições do futuro a partir da participação activa dos cidadãos e das cidadãse das suas organizações, da recriação do papel e dos formatos dos partidos políticos, da relação transparente e saudável como poder económico, do reconhecimento da pluralidade de pensamentos e acções existentes nas nossas sociedades e dodiálogo multilateral entre a diversidade de espaços políticos que se têm vindo a afirmar em todo o mundo. Como podemoscontribuir para fazer florescer formas mais eficazes da democracia deliberativa, tanto directas e participativas comorepresentativas, tanto nos contextos locais como globais?
"Este documento foi produzido com o apoio da União Europeia. O conteúdo do documento não pode, em caso nenhum, ser tomando comoexpressão das posições da União Europeia”Este documento foi elaborado em 2008 no contexto do Projecto de Educação para o Desenvolvimento "ConectandoMundos", coordenado pela ONGD italiana UCODEP e na qual participam igualmente a Intermon Oxfam (Espanha), aInizjamed (Malta) e o CIDAC.Todos os materiais estão disponíveis em www.cidac.pt e em www.educiglo.net
Leave a Comment