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MEIOS DE TRANSPORTE

MEIOS DE TRANSPORTE

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MEIOS DE TRANSPORTE
Desde que no antigo Egipto foi descoberta a roda que se deuinicio à revolução dos transportes terrestres. Desde temposlongínquos que o homem efectuava o transporte de mercadorias,utilizando animais das mais variadas escies e em qualquercircunstancia, bastando para isso que o homem obtivesse lucro, ou até paramelhorar o seu modo de vida, poupando-se deste modo a esforços maiores.Utilizou os rios quer gelados ou não para transportes de maiores dimensões(troncos).Os fenícios inventaram a vela que lhes permitia ir mais longe e ter navios de maiorcalado, retirando dos seus conveses remadores, poupando-os deste modo a umaescravidão e morte lenta.Estes homens evoluíram socialmente e viram os seus empregos melhorar,adquiriram novas formões, tais como manejar a velas, trabalhar cordas econstruir navios. Gras a esta inveão criaram-se bricas de fião, decordoaria, estaleiros, aprenderam novos ofícios, criaram-se escolas, universidades,desenvolveram-se novas ciências, novos extractos sociais que deram origem àburguesia e cambistas. Estes, em proveito próprio, desenvolveram a economia,criaram casas de câmbios, era o fim da chamada economia directa.Porém, este tipo de economia veio a recrudescer com as descobertas dasrotas marítimas pelos Portugueses, novos povos e continentes que levavam panos,louças, armas azeite etc. e em troca traziam especiarias que eram vendidas naEuropa a preços altíssimos.O comércio prosperava, tornou-se imperioso aumentar o número de navios eaumentar o seu calado. Há outras evoluções comerciais, decaem as trocas directas, já se compra com moeda de ouro e prata.Para satisfazer as necessidades desta invenção foi preciso desenvolver aagricultura, semear mais linho e plantar mais cânhamo, este mais resistente aovento, os teares familiares o satisfaziam as necessidades da procura,industrializou-se a tecelagem de velas assim como de roupa adequada para osmarinheiros.Nesta época, os grandes produtores de linho começaram por ser os egípcios,no alto Nilo, que o exportavam para a Europa e Ásia, recebendo em troca outrasmercadorias em que eram deficitários, ou ouro como pagamento.Reflectindo sobre esta invenção tão singela, quase não nos damos conta datransformação económica e social que ela nos trouxe, não se trata de dizer quehouve uma reacção em cadeia, mas sim uma economia em cadeia, para não falar daeconomia paralela, porque uma sem a outra não funciona.Analisando os efeitosdesde a produção do linho até chegar à vela, e esta se transformar em motor donavio, as transformações que não sofreu, e as pessoas ou indústrias que implicou.
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Desde o início da civilização, embora ainda hoje o Homem tente desesperadamentesaber quem é, como é e de onde veio, que este criou eventos para melhorar as suascondões de vida. Muitas por curiosidade e a sua maioria por interesseseconómicos, porque ele é ambicioso e não se contenta com o que tem, mas foi destaforma que muitos perpetuaram o seu nome, quer em prol da humanidade quer em seudesfavor.De entre tantas descobertas que o homem já fez, desde que existe, que nãoseria possível enumerá-las, algumas o nossas conhecidas, houve outrasimportantes, mas porque colidiram com outros interesses maiores eeconomicamente mais poderosos não as conhecemos.É de uma maravilha da ciência, que surgiu no século XVII e que revolucionou omundo industrial, que vamos falar: a máquina a vapor.Esta máquina foi inventada em Inglaterra e dada a conhecer ao resto domundo para fins industriais e fabris. Nesta época, deu-se uma importante mudançatecnológica com profundo impacto no processo produtivo a nível económico e social.Um século mais tarde é posta em circulação a primeira locomotiva a vapor.Estava, assim criada aquela que viria a ser chamada a 1ª revolução industrial e queveio a expandir-se pelo mundo a partir do século XIX.Nesta época, um padre, de seu nome Bartolomeu de Gusmão, faz a primeiraviagem aérea em balão de ar quente entre o Barreiro e Lisboa assim, o homemcontinua a viver dia a dia com a vida cada vez mais facilitada, tornando-se maissedentário, a agricultura, sector primário, começa a ficar abandonada.No ano de 1908 Santos do Monte, em Paris, inventa o primeiro avião que daráinício à era dos transportes aéreos, ainda em França, é inventado o 1º automóvel avapor e Carlo Bens, chamado o pai do automóvel, descobre o 1º motor de combustão.Dá-se então o verdadeiro início da 2ª revolução industrial, com o desenvolvimentode vias de comunicação, constroem-se autoveis em rie, barcos a vapor,comboios, máquinas agrícolas, industriais, etc.O aparecimento da quina a vapor de James Watt, aplicada aostransportes, em especial ao ferroviário, permitiu esse deslocamento a velocidades jamais imaginadas pela raça humana. Ainda que sobejamente experimentada, atécnica não permitia contudo uma grande segurança no transporte, pelo que foipreciso esperar pela invenção de Rudolf Diesel, e pelos motores de explosão, paraque se desse um enorme incremento no transporte rodoviário e aéreo. Portugal nãofoi uma excepção e a sua evolução natural tendeu para a evolução que já se vinhasentindo pela Europa fora. Perante a perspectiva de poder oferecer transporte anúmeros de pessoas superior ao oferecido por carruagens, diligências ou carroças, eá medida que se foi desenvolvendo uma rede de estradas, também os transportesrodoviários de passageiros começaram a ganhar terreno, especialmente face ao seumais directo concorrente, o comboio.
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Um autocarro podia facilmente chegar a locais muitas vezes inacessíveis paraqualquer comboio, e daí se foram aperfeiçoando os meios de transporte, comoresultado da concorrência directa entre os meios. Se o automóvel competia com ocomboio, este competia com o aviãoOs progressos da navegação a vapor e dos caminhos-de-ferro foramacompanhados, desde fins do século XIX, pelo surgimento de novos transportes,como o automóvel e o avião. O desenvolvimento do automóvel
 
remonta a 1886,quando apareceu a primeira máquina impelida por um motor de combustão interna.Numerosos engenheiros e técnicos contribuíram para o surto do novo meio detransporte: na Alemanha, Daimler, Benz, Diesel; na França, Panhard, Peugeot eMichelin. Nos primeiros anos do século XX, a França e a Alemanha ocupavam aprimeira posição na produção de carros. Em 1914, porém, os Estados Unidosfabricavam já 56% do total mundial de automóveis, a maioria dos quais pertencia àfábrica Ford, onde a instalação de linhas de montagem favorecera oembaratecimento e o aumento da produção.Quanto à aviação, e após decénios de ensaios com balões e dirigíveis, coube,em 1903, a Orville Wright a proeza de voar com um motor de gasolina e hélice. Em1909, os irmãos Voisin desenharam um biplano e o seu sócio L. Blériot um monoplano,com que atravessou o canal da Mancha. Estava, então, alterada a relação do Homemcom o espaço e consagrada a conquista do ar. A indústria aeronáutica conheceu umimpulso novel durante o peodo de 1914-18, quando posta ao servo deinteresses militares.Uma outra invenção já teve o seu início na antiga Grécia que ao esfregarâmbar com pele de carneiro observou-se que pedaços de palha eram atraídos peloâmbar. Em 1773 já é conhecida a existência de dois tipos de electricidade e em1880 entra em funcionamento o sistema eléctrico, que depois de riosaperfeiçoamentos e por razões económicas entra no domínio dos transportesferroviários. A energia nuclear tem também o seu espaço, é utilizada para fazermover navios e grandes reactores.A aviação desenvolve-se passando de um simples bimotor aos reactoresactuais, transportando “cada vez mais” pessoas e cada vez mais longe, rivalizandocom outros meios de transporte.Mas o Homem, este ser que ainda pouco sabe de si, já se interessa por outrosque nunca viu, apenas fazem parte do seu imaginário, desenvolve novas energias enovos meios de transporte, inventa foguetões, aparelhos não tripulados, movidos aenergia da mais perigosa espécie, isto porque ele ainda se não conhece, mas temsede de conhecer outros e arranjar novos domínios. Este Homem já não cabe em sie parte para o espaço, já sonha em viajar e ir habitar outros planetas, dando destemodo inicio a uma globalização extraterrestre, imitando aquela que os portuguesesiniciaram há 500 anos.
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