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RESUMO pcn

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RESUMO Nas últimas décadas tornou-se mais expressivo, no meio lingüístico, o número de trabalhos que priorizam a linguagemoral. Prova disso é a relevante preocupação verificada com a questão da oralidade no que tange ao aprendizado dalíngua materna, na escola. Neste artigo, buscaremos explicitar como alguns lingüistas encaram este assunto.Abordaremos, também, a maneira como os PCNs, para o Ensino de Língua Portuguesa (5ª a 8ª séries), tratam o tema e,além disso, explicitaremos alguns aspectos da questão oralidade x escrita e suas implicações no ensino de língua portuguesa.
1. A fala como objeto de estudo
O estudo da linguagem oral é uma preocupação que se tornou mais relevante no meio lingüístico desde que osestudiosos da língua recuperaram a fala como objeto de análise. Ampliando, assim, a visão dos estruturalistas para quema língua era um sistema, assim, buscavam o que nela era homogêneo e assim os gerativistas, estudavam-na em abstrato,fora de qualquer contexto de uso. Desta forma, os pesquisadores que escolheram a fala como objeto de estudocomeçaram a levar em conta que a língua é uma atividade, uma forma de ação e fatores como quem falou, em quecondição falou e para quem falou, antes ignorados, passaram a ter especial importância. A este respeito, Koch, 2001:412, afirma: “(...) é nesse momento que se criam condições propícias para o surgimento de uma lingüística dotexto/discurso, ou seja, uma lingüística que se ocupa das manifestações lingüísticas produzidas pelos falantes de umalíngua em situações concretas, sob determinadas condições de produção.Ainda, com relação às diversas formas de encarar os fenômenos lingüísticos, Castilho (2000) explicita, de forma maisesmiuçada, que há três formas de encará-los, uma primeira teoria que postula ser “a língua uma capacidade inata dohomem, que lhe permite reconhecer as sentenças, atribuindo-lhes uma interpretação semântica, ou produzir um númeroinfinito de sentenças, atribuindo-lhes uma representação fonológica” (p.11). Segundo ele, uma gramática que entenda alíngua desta forma será uma gramática da competência, que por sua vez, buscará explicar como as pessoas adquirem, produzem e interpretam as sentenças de uma língua, e como elas percebem que seu interlocutor fala a sua ou uma outralíngua. “Estes postulados buscam, em última instância, a Gramática Universal, subjacente às milhares de línguasnaturais” (p.11).A segunda, “a teoria da língua como estrutura postula que as diferentes línguas naturais dispõem de um sistemacomposto por signos distintos entre si por contrastes e oposições, organizados em níveis hierarquicamente dispostos: onível fonológico, o nível gramatical (ou morfossintático) e, em alguns modelos, também o nível discursivo. Asgramáticas estruturais buscam identificar as regularidades constantes das cadeias da fala, são basicamente descritivas, eoperam através da contextualização da língua em si mesma” (p.11).Por fim, “a terceira teoria considera a língua como uma atividade social, por meio da qual veiculamos as informações,externamos nossos sentimentos e agimos sobre o outro. Assim concebida, a língua é um conjunto de usos concretos,historicamente situados, que envolvem sempre um locutor e um interlocutor, localizados num espaço particular,interagindo a propósito de um tópico conversacional previamente negociado. Uma gramática que assim entenda alíngua (como é o caso da gramática funcional) procura os pontos de contacto entre as estruturas identificadas pelomodelo anterior e as situações sociais em que elas emergem, contextualizando a língua no meio social” (p.11).Essa nova forma de encarar os fenômenos lingüísticos teve como inspirador, entre outros, Bakhtin para quem “averdadeira substância da língua não é constituída por um sistema abstrato de formas lingüísticas nem pela enunciaçãomonológica isolada, nem pelo ato psicofisiológico de sua produção, mas pelo fenômeno social da
interação verbal,
realizada através da
enunciação
ou das
enunciações. A
interação verbal constitui assim a realidade fundamental dalíngua” (p.123). Tal autor afirma ainda que “a enunciação realizada é como uma ilha emergindo de um oceano semlimites, o discurso. As dimensões e as formas dessa ilha são determinadas pela situação da enunciação e por seuauditório” (p.125).Foram embasados nesta visão da linguagem que surgiram, nas últimas décadas, o Projeto NURC (Norma UrbanaCulta), que busca, através da análise de textos orais criteriosamente coletados em algumas capitais brasileirascentenárias, documentar e descrever a norma culta do Brasil. Além disso, é válido ressaltar que o corpus selecionado pelos estudiosos do NURC é objeto de estudo de vários lingüistas preocupados com questões relacionadas à linguagemoral. Por conseguinte, há, também, o Projeto da Gramática do Português Falado iniciado no final da década de 80, quealém de envolver grandes estudiosos da língua portuguesa no Brasil, encontra-se no 7º volume.Finalmente, estas novas visões sobre a língua e seu funcionamento refletem diretamente no ensino de língua materna. Aeste respeito, Castilho afirma que o professor de língua portuguesa, hoje, encontra-se em meio à crise social. Ainda por cima, a mudança de um paradigma científico para outro refletem diretamente na escola, que, apesar de muitas tentativasfrustradas no ensino da língua, ainda não absorveu as novas concepções de funcionamento da linguagem. Isso tudo,acrescido da crise do magistério, que vai desde a formação deficitária à remuneração irrisória, forma um quadrodesanimador.O autor acredita ser necessária uma mudança com relação à postura diante do que e como ensinar língua portuguesa, pois, segundo ele “(...) não se acredita mais que a função da escola deva concentrar-se apenas no ensino da línguaescrita, a pretexto de que o aluno já aprendeu a língua falada em casa. Ora, se essa disciplina se concentrasse mais nareflexão sobre a língua que falamos, deixando de lado a reprodução de esquemas classificatórios, logo se descobriria aimportância da língua falada, mesmo para a aquisição da língua escrita” (p.13). Como resultado destes estudos, a preocupação com a questão da linguagem oral no ensino de língua materna torna-se cada vez mais relevante no meioeducacional.2. Algumas reflexões sobre oralidade e escrita
 
Antes de abordar a questão da oralidade e suas implicações no ensino de língua portuguesa, faz-se necessário explanar,um pouco, sobre algumas questões relativas à oralidade e sua relação com a escrita. Nesse sentido, Fávero et al. (1999:9) expressa que “sociólogos, educadores, psicólogos e lingüistas têm se debruçado sobre o assunto, e diante de tantointeresse, era de se esperar que as características da fala e da escrita já tivessem sido analisadas exaustivamente, porém,se há muitos trabalhos, a concordância entre eles é pequena. A escrita tem sido vista como de estrutura complexa,formal e abstrata, enquanto a fala, de estrutura simples ou desestruturada, informal, concreta e dependente do contexto”.Esta visão dicotômica entre oralidade e escrita, em que a primeira ocupava um lugar de supremacia sobre a segunda, permaneceu por muito tempo no meio lingüístico, sendo mudada a partir dos anos 80, quando os estudiosos começarama vê-las como práticas sociais diferentes. A este respeito, Marcuschi (2000:17) ressalta que hoje “predomina a posiçãode que se pode conceber oralidade e letramento como atividades interativas e complementares no contexto das práticassociais e culturais. Uma vez adotada a posição de que lidamos com práticas de letramentos e oralidade, seráfundamental considerar que as línguas se fundam em usos e não o contrário”.Achamos relevante abrir um parêntese para explicitar que o referido autor utiliza o termo letramento por entender queeste abarca não só a escrita adquirida através da escola (alfabetização). E, a este respeito faz referência a Street (1995:2) para quem o termo correto é letramentos, tendo em vista que “não se pode confundir as diversas manifestações sociaisdo letramento com a escrita como tal, pois esta não passaria de uma das formas de letramento, ou seja o
letramento pedagógico
. Quanto aos letramentos, eles se manifestam como eventos em que a escrita, a compreensão e a interação seacham integralmente imbricadas”.Outrossim, Marcuschi expressa que “numa sociedade como a nossa, a escrita, enquanto manifestação formal dosdiversos tipos de letramento é mais do que uma tecnologia. Ela se tornou um bem social indispensável para enfrentar odia-a-dia, seja nos centros urbanos ou na zona rural”. Assim, ele afirma que o fato de ter se tornado tão necessária, fezcom que ganhasse um “
 status
mais alto”. Por outro lado, segundo ele, do ponto de vista mais central da realidadehumana, o homem pode ser definido como um ser que fala e não como um ser que escreve. Todavia, isso não torna afala superior à escrita e tampouco ratifica a convicção de que a fala é primária.Desta forma, a escrita e a oralidade constituem práticas e usos da língua, que, por sua vez, possuem características próprias. Porém estas características não as tornam dicotômicas, pois, “ambas permitem a construção de textos coesos ecoerentes, ambas permitem a elaboração de raciocínios abstratos e exposições formais e informais, variações estilísticas,sociais, dialetais e assim por diante”.A respeito da questão texto falado e escrito, Koch (2000:454) ressalta que “vem-se postulando que os diversos tipos de práticas sociais de produção textual situam-se ao longo de um contínuo tipológico, em cujas extremidades estariam, deum lado, as escritas formais e, de outro, a conversação espontânea”. São companheiros desta visão, além da própriaautora, Marcuschi e Oesterreicher. Assim, pode-se verificar que “existem textos escritos que se situam, no contínuo,mais próximos ao pólo da fala conversacional (bilhetes, cartas familiares, textos de humor, por exemplo), ao passo queexistem textos falados que mais se aproximam do pólo da escrita formal (conferências, entrevistas profissionais paraaltos cargos administrativos e outros), existindo, ainda, tipos mistos, além de muitos outros intermediários” (idem:455).Em outras palavras, foi a visão dicotômica de fala e escrita, já mencionada, que originou, a princípio, as diferenças entreestas modalidades. Dentre as quais estão, com relação à fala: contextualizada, implícita, redundante, não planejada, predominância do “modus pragmático”, fragmentada, incompleta etc. Por outro lado, a escrita é consideradadescontextualizada, explícita, condensada, planejada, predominância do “modus sintático” etc. Porém, a este respeitoKoch salienta que “nem todas estas características são exclusivas de uma ou outra das duas modalidades” e que “taiscaracterísticas foram sempre estabelecidas tendo por parâmetro o ideal da escrita” (ibidem: 456).Esta maneira de conceber fala e escrita levou a uma visão preconceituosa de que a fala é desorganizada, sem planejamento e rudimentar. Marcuschi (2000: 28-33) explicita que além da visão dicotômica entre fala e escrita, há,também, a culturalista “que observa muito mais a natureza das práticas da oralidade versus escrita e faz análisessobretudo de cunho cognitivo, antropológico ou social e desenvolve uma fenomenologia da escrita e seus efeitos naforma de organização e produção do conhecimento (...) este tipo de visão é pouco adequada para a observação dos fatosda língua”.Outra forma de encarar a questão fala e escrita, apontada pelo autor, é a variacionista que “trata o papel da escrita e dafala sob o ponto de vista dos processos educacionais e faz propostas específicas a respeito do tratamento da relação padrão e não padrão lingüístico nos contextos de ensino formal (...) são estudos que se dedicam a detectar as variaçõesde usos da língua sob sua forma dialetal e sociodialetal. É uma variante da primeira visão, mas com grandesensibilidade para os conhecimentos dos indivíduos que enfrentam o ensino formal. Neste paradigma não se fazemdistinções dicotômicas ou caracterizações estanques, verifica-se a preocupação com regularidades e variações. (...)notável nessa tendência é o fato de não se fazer uma distinção entre fala e escrita, mas sim uma observação devariedades lingüísticas distintas. Todas as variedades submetem-se a algum tipo de norma. Mas como nem todas asnormas podem ser padrão, uma ou outra delas será tida como
norma padrão”.
 Finalmente, uma quarta perspectiva proposta por Marcuschi é a sociointeracionista, que, segundo ele “tem a vantagemde perceber com maior clareza a língua como fenômeno interativo e dinâmico, voltado para atividades dialógicas quemarcam as características mais salientes da fala, tais como as estratégias de formulação em tempo real. (...) Contudo pode-se dizer que esta perspectiva, mesmo livre dos problemas ideológicos e preconceitos das anteriores, padece de um baixo potencial explicativo e descritivo dos fenômenos sintáticos e fonológicos da língua, bem como das estratégias de produção e compreensão textual. A rigor estes fenômenos fogem do interesse de tais teorias”. O autor assegura que a proposta geral desta teoria se vinculada à visão variacionista e com os postulados da análise da conversação etnográfica
 
aliados à lingüística do texto, “poderia dar resultados mais seguros e com maior adequação empírica e teórica”. Para eleeste seria o caminho mais sensato “no tratamento das correlações entre formas lingüísticas (dimensão lingüística),contextualidade (dimensão funcional), interação (dimensão interpessoal) e cognição no tratamento das semelhanças ediferenças entre fala e escrita nas atividades de formulação textual discursiva”.Todavia, é evidente que a fala possui características próprias, tal como o fato de ser relativamente não-planejável deantemão, pois ao contrário do que acontece no texto escrito, o oral apresenta-se “em se fazendo”. Neste sentido, Kochchama atenção para o fato de que o texto falado apresenta uma sintaxe característica, contudo a sintaxe geral da línguaserve-lhe de pano de fundo. Além de que a escrita pode ser considerada como resultado de um processo, portantoestática, enquanto a fala é o processo, sendo assim dinâmica. Sobre este aspecto ela nos chama a atenção para Halliday(1987:74 op.cit) que “capta bem essa diferença, utilizando a metáfora do quadro e do filme. Para o leitor, o texto seapresenta de forma sinóptica: ele existe, estampado numa página – por trás dele vê-se um quadro. Já no caso do ouvinte,o texto o atinge de forma dinâmica, coreográfica: ele acontece, viajando através do ar – por trás dele é como se existissenão um quadro, mas um filme”.Enfim, achamos relevante a colocação de Marcuschi de que “ pode-se dizer que discorrer sobre as relações entreoralidade/letramento e fala/escrita não é referir-se a algo consensual nem mesmo como objeto de análise. Trata-se defenômenos de fala e escrita enquanto relação entre fatos lingüísticos (relação fala-escrita) e enquanto relação entre práticas sociais (oralidade versus letramento). As relações entre fala e escrita não são óbvias nem lineares, pois elasrefletem um constante dinamismo fundado no
continuum
que se manifesta entre essas duas modalidades de uso dalíngua. Também não se pode postular polaridades estritas e dicotomias estanques”.3. Interação verbal oral, variedades lingüísticas e ensino de línguaA inquietação dos estudiosos da língua, responsáveis pelas mudanças no paradigma científico da linguagem, no tocanteao ensino da língua materna deve-se, além dos fatos já mencionados, ao fato ressaltado por Camacho (1988), de que aescola é uma agência de socialização em potencial e como tal, exerce um papel preponderante no sentido de oferecer àsclasses desfavorecidas um instrumento lingüístico com todas as alternativas, virtualmente adequado para um semnúmero de situações que se lhes apresentem. E, apesar de outras agências de socialização, tais como a família e o grupode amigos do indivíduo poderem agir simultaneamente, estas possuem função anterior à escola.Portanto, cabe ao sistema escolar a tarefa essencial de oferecer à criança, no tocante ao ensino de língua materna, osinstrumentos necessários para que ela possa adequar seu ato verbal às necessidades reais que lhe impõe a situação; ouseja, da escola espera-se o ensino de padrões lingüísticos de prestígio para as situações mais formais, ao lado das formascoloquiais adequadas para as situações correlatas. Nesse sentido, Camacho observa em seu artigo “
 A variação lingüística”,
 publicado nos Subsídios à Proposta Curricular de Língua Portuguesa para o 1º e 2º Graus que “além de proporcionar ao aluno o número maior possível de formasalternativas de expressão verbal, o professor poderá torná-lo capaz de distinguir entre uma e outra, colocando-as emsituações diversas de comunicação, para que o indivíduo discente possa aprender a selecionar sem a imposição do certo-e-errado, pondo-se de acordo, unicamente, com o grau de formalidade relativa da situação”. Não se trata, portanto, de ensinar o aluno a falar, pois ele já o sabe. Trata-se, sim, de mostrar que existem outras formasde linguagem oral além da que ele utiliza na comunicação com a família e amigos. Sobre este aspecto, Castilho, em seuartigo “Variação lingüística, Norma culta e Ensino da Língua Materna”, assegura que o apagamento de uma modalidadeem favor de outra é despersonalizador (pois leva o aluno a entrar em choque com seu meio), além de reforçar o preconceito de que só há um português correto, que é o da escola.Afinal, os próprios PCNs para o ensino de língua portuguesa, publicação do governo federal que têm o intuito decontribuir para a atualização profissional, desenvolvimento de projetos educativos e planejamento de aulas, assinalamque “nas inúmeras situações sociais do exercício da cidadania que se colocam fora dos muros da escola – a busca deserviços, as tarefas profissionais, os encontros institucionalizados, a defesa dos seus direitos e opiniões – os alunosserão avaliados, em outros termos (aceitos ou discriminados) à medida que forem capazes de responder a diferentesexigências de fala e adequação às características próprias de diferentes gêneros do oral.”Com relação ao enfoque dado à oralidade em materiais especificamente produzidos para professores do EnsinoFundamental e Médio, temos, além dos PCNs que foram publicados em 1998, a Proposta Curricular para o ensino delíngua portuguesa no 1º grau no Estado de São Paulo, cuja primeira edição data de 1986. Nesta, já encontramos aafirmação de que quando a criança chega à escola, traz uma rica prática de linguagem “maior ou menor conforme oexercício efetivo da comunicação e a variedade de suas experiências. A escola não pode interromper esse processo. Aocontrário, deve manter e aprimorar os comportamentos sociais da interação verbal, multiplicando as experiências deatividade discursiva para diferentes propósitos, sobre diferentes temas, em diferentes condições de produção einterlocução” (p.21). Ressalta, também, que “se a escola conseguir ser realmente um espaço de rica interação social, elaestará criando as condições para a experiência de linguagem pública para que os alunos se tornem locutores confiantes ecríticos".Desta forma, podemos perceber que os estudos realizados no âmbito da linguagem, já há algumas décadas, têm procurado subsidiar o ensino de língua materna. E, mesmo que as mudanças propostas demorem a ser assimiladas pelosistema educacional, devido a fatores como a formação deficitária do professor, crise social e crise do magistério, jáexpostos no primeiro capítulo, são tentativas válidas de mudar a.
4. A linguagem oral nos “PCNs para o Ensino de Língua Portuguesa (5ª a 8ª Séries)”
Os Parâmetros Curriculares para o ensino de língua portuguesa, publicados em 1998 e já mencionados anteriormente,ressaltam que a partir dos anos 80 é que se estabeleceram mais fortemente as críticas ao modo como se ensinava língua

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