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Blimunda N.º 13 - junho 13

Blimunda N.º 13 - junho 13

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A Blimunda comemora neste mês de Junho o seu primeiro aniversário!
E se Junho é mês de Festas de Lisboa, as sardinhas que desde há dez anos lhe servem de imagem não podiam deixar de marcar presença nas páginas da revista.
Neste número, destaque para o humor com uma entrevista de Sara Figueiredo Costa a Ricardo Araújo Pereira, humorista, cronista, recentemente distinguido com o Grande Prémio de Crónica, da Associação Portuguesa de Escritores. Também no mesmo dossier um retrato do colectivo Mongolia, responsável por uma edição regular de um jornal de humor em que as notícias ditas sérias não deixam de ter o seu espaço.
No infantil e juvenil, uma viagem de Andreia Brites pelo trabalho que Miguel Horta, mediador de leitura, escritor, pintor, contador de histórias, realiza nas prisões portuguesas desde há vários anos, com uma paragem obrigatória no Estabelecimento Prisional de Guimarães, palco das Novas Memórias do Cárcere.
Ainda nesta secção, destaque para o livro Irmão Lobo, de Carla Maia de Almeida, para a coleção Pássaro Livre (Livros Horizonte) e para uma selecção de novidades que viram a luz do dia na última edição da Feira do Livro de Lisboa.
A fechar o número do primeiro aniversário da Blimunda, damos voz a José Saramago e a Eduardo Lourenço em dois textos sobre este nome que a revista da Fundação José Saramago escolheu como seu. E como Junho é mês de viagens, uma visita ao projeto que o ACERT tem em mãos, o da adaptação teatral do romance de José Saramago, A Viagem do Elefante.
A Blimunda comemora neste mês de Junho o seu primeiro aniversário!
E se Junho é mês de Festas de Lisboa, as sardinhas que desde há dez anos lhe servem de imagem não podiam deixar de marcar presença nas páginas da revista.
Neste número, destaque para o humor com uma entrevista de Sara Figueiredo Costa a Ricardo Araújo Pereira, humorista, cronista, recentemente distinguido com o Grande Prémio de Crónica, da Associação Portuguesa de Escritores. Também no mesmo dossier um retrato do colectivo Mongolia, responsável por uma edição regular de um jornal de humor em que as notícias ditas sérias não deixam de ter o seu espaço.
No infantil e juvenil, uma viagem de Andreia Brites pelo trabalho que Miguel Horta, mediador de leitura, escritor, pintor, contador de histórias, realiza nas prisões portuguesas desde há vários anos, com uma paragem obrigatória no Estabelecimento Prisional de Guimarães, palco das Novas Memórias do Cárcere.
Ainda nesta secção, destaque para o livro Irmão Lobo, de Carla Maia de Almeida, para a coleção Pássaro Livre (Livros Horizonte) e para uma selecção de novidades que viram a luz do dia na última edição da Feira do Livro de Lisboa.
A fechar o número do primeiro aniversário da Blimunda, damos voz a José Saramago e a Eduardo Lourenço em dois textos sobre este nome que a revista da Fundação José Saramago escolheu como seu. E como Junho é mês de viagens, uma visita ao projeto que o ACERT tem em mãos, o da adaptação teatral do romance de José Saramago, A Viagem do Elefante.

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Published by: Fundação José Saramago on Jun 18, 2013
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04/28/2014

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 Mensal n13
UnHO 2013
 F 
UndaçãO
Osé
 S
 araMagO
 
Ricardo Araújo Pereira: a mecânica do riso / 
Mongolia 
: o humor é uma coisa muito séria
 
Que outra condição, então,que razão profunda,porventura sem relação com o sentido inteligível das palavras, me terá levado a eleger esse nome entre tantos? 
 
José Saramago, a propósito do nome
Blimunda 
 
A República Livre de Taksim
uando esta revista chegar aos écrs dos leitores, no sa- bemos quais sero as mais recentes actualizaões sobre asituao social e política na Turquia, mas à data do echoda edio as palavras do repórter José Miguel Calatayud,do
 El País
, escritas a partir de Istambul, so um bom pon-to de partida para acompanhar os protestos que atravessam o territórioturco. O mal-estar perante a alta de liberdades várias, entre elas a deexpresso, a tentativa de islamizar uma sociedade laica e os indícios decorrupo económica parecem ter estado na origem dos protestos, quese tornaram realidade quando o primeiro-ministro turco, Recep TayyipErdogan, anunciou a destruio do Parque Gezi, um espao verde naPraa Taksim (Istambul), para a construo de um centro comercial.Milhares de pessoas ocuparam o parque e oram brutalmente reprimi-das pela polícia, com gás lacrimogéneo e balas de borracha, seguindo--se o alastramento dos protestos a toda a Turquia. Como explica JoséMiguel Calatayud, “Gezi y Taksim se convirtieron en lugares estivos,donde turcos de dierentes edades, orígenes y actitudes política y reli-giosa exigen juntos la dimisión de Erdogan. Pero la mayoría son comoGunac: jóvenes educados y de clase media urbana que se unieron es-pontáneamente a las protestas y no han articulado una serie clara yunitaria de demandas. “Sabemos que no va a ocurrir (la dimisión deErdogan), así que aquí estamos, disrutando el momento, sabemos queesto es algo bueno, estamos todo juntos pero, ¿y luego qué? No lo sa- bemos”, resume Gunac”. Pode ser que Erdogan recupere o domínio deGezi, transormando-o num centro comercial, mas tudo indica que aexperiência de Taksim nestes dias mudará denitivamente o exercícioda cidadania turca.
lei turasdomês
 3

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