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Alcofrado, Instrumetos e Modelos de Gestao de Demanda

Alcofrado, Instrumetos e Modelos de Gestao de Demanda

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01/12/2014

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INSTRUMETOS E MODELOS DE GESTAO DE DEMANDA Li e gostei do texto do Wilson Lira Cardoso, , Passe Livre: a verdadeinconveniente e o pedágio urbano em especial no seu esforço desistematização dos modelos de indução da decisão dos usuários,ressaltando o papel do pedágio, com o mérito de contribuir nainstituição de um tópico na agenda de discussão, que, ora encontra-se em processo de construção.Minha primeira divergência é que, prefiro chamar de instrumento o queWilson chama de modelo, reservando a palavra modelo para nomear oconjunto. Esta discordância semântica tem uma questão de fundo, queassim se pode considerar que se opera com um modelo de gestão dedemanda, o que na verdade é um conjunto determinado de instrumentosque tem em comum a derivação de uma mesma base conceitual, Assim,enquadrados os modelos/instrumentos de Wilson (novo imposto e modelo detransferência de renda: a) Taxa fixa por veículo e b) Pedágio urbano) e,outros tantos não considerados. Os modelos podem, num primeiromomento ser resumido a dois com seus correspondentes instrumentos e,cuja gica econômica é derivada da economia neocssica e da novaeconomia institucional, respectivamente.O primeiro modelo que é ancorado na metodologia neoclássica (cujosfundamentos estão sistematizados na economia do bem estar pigouviana) eque voltado para a correção das falhas de mercado, agasalha os ditosinstrumentos pigouvianos, tanto os que você considera, a exemplo doimposto e da taxa, mas também outros tantos não considerados. Os
 
benefícios deste enquadramento são vários: i) o primeiro é que no momentode se partir para a modelagem terá disponível todo o acervo acumulado pelaeconomia do bem, o que convenhamos não é pouco e o ii) o segundo cada umdestes instrumentos/modelos assim enquadrados disporá de uma doutrinaque o agasalha no nosso ambiente institucional, por exemplo, a doutrinabrasileira sobre os tributos em espécie, escandindo-o em fiscais, parafiscais e extra fiscais, a partir do que se abre uma janela de possibilidadede institucionalização da tributação no contexto em tela.Mas, a despeito de todas as vantagens aludidas acima, a principal vantagem,é possibilidade de poder incluir um segundo modelo que se ancora nametodologia da nova economia institucional e que se volta o para acorreção das falhas de mercado, mas para o seu redesenho tendo em contacompletá-lo, ou mesmo, desenhar de novos mercados.Enfim, neste novo enquadramento e, considerando que os modelos em telassão concebidos como modelos de gestão de demanda, o que permite não sóincorporar sem problema um terceiro modelo derivada da economiacomportamental, mas principalmente resolver a grande restrição que vocêidentifica na implantação do pedágios, ou seja, a falta da infra-estruturasuficiente de transporte blico para comportar aquelas pessoas queestariam dispostas a deixar o carro em casa hoje” . Este problema seráresolvido a partir da lógica dos restaurantes populares, ou seja, uma tarifade pedágio diferenciada ao longo do dia.O outro modelo se apóia na apóia na metodologia neo institucionalista ecujos instrumentos visam, a correção das falhas de mercado em si, mas asua completude ou mesmo construção, âmbito no qual se pode incluir o

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