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A IMPORTÂNCIA DO ENFERMEIRO NA CENTRAL DE MATERIAL ESTERILIZADO

A IMPORTÂNCIA DO ENFERMEIRO NA CENTRAL DE MATERIAL ESTERILIZADO

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A IMPORTÂNCIA DO ENFERMEIRO NACENTRAL DE MATERIAL ESTERILIZADO”
1 – INTRODUÇÃO1.1 – O tema em estudo
O tema proposto para este estudo é a Importância do Enfermeiro na Central de MaterialEsterilizado, devido à complexidade no processo de esterilização.
1.2 – Justificativa
O que nos levou a escolher este tema foi à grande importância que a CME tem paradiversos setores do hospital. Ocorrendo uma padronização nas normas e rotinas demateriais haverá uma condição mais segura no trabalho da equipe e conseqüentementena rotina hospitalar, sendo muitas vezes difícil de ser entendido por profissionais deoutro setor.
1.3 – Problemas / Hipóteses
Ainda nos dias de hoje, existe um percentual de infecção hospitalar causada por artigosdesinfetados, ou esterilizados de maneira incorreta por profissionais despreparados.Sabemos que para mudar essa estatística, devemos adotar o enfermeiro especialista parao treinamento, fiscalização e preparo desses profissionais.
1.4 - Revisão da literatura
A Central de Material Esterilizado é o conjunto de elementos destinados à recepção,expurgo, preparo, esterilização, guarda e distribuição do material para as unidades doestabelecimento de saúde
(1).
O planejamento desta Unidade é de suma importância, considerando-se as diferentesetapas do processamento dos materiais, até a sua distribuição as Unidades do hospital.Por isto deve ser executado por equipe multiprofissional, cuja atenção deve estar voltada para a dinâmica de funcionamento do setor.
(1)
Quanto a esta dinâmica, CUNHA 1985, refere-se à existência de três tipos de Central deMaterial:
Descentralizada
 – Cada unidade ou conjunto de unidades do hospital é responsável por  preparar e esterilizar os materiais que utiliza;
Semi-centralizada
– Cada Unidade prepara os seus materiais, mas encaminha à Centralde Material para serem esterilizados;
Centralizada
 – Os materiais de uso em todas as Unidades do hospital são totalmente processados na Central de Material.
(1)
Do ponto de vista administrativo, o sistema de centralização visa:§Padronizar as técnicas de limpeza, preparo e empacotamento, a fim de assegurar economia de pessoal, material e tempo.§Manter a reserva de material, a fim de atender prontamente às necessidades dasunidades do hospital.§Facilitar o controle do consumo, da qualidade do material e das técnicas deesterilização, aumentando a segurança no uso.Controlar o material esterilizado, como é o caso de alguns aparelhos, tornando maisfácil o controle, a conservação e a manutenção dos mesmos. Desenvolver as atividadesespecíficas com pessoal treinado para tal, permitindo obter maior produtividade.
 
Favorecer o ensino e o desenvolvimento de pesquisas.
(1)
Segundo a portaria nº 1884, de 11 de novembro de 1994, são elementos essenciais àdinâmica de funcionamento da unidade:·Área para recepção, desinfecção e separação de materiais.·Área para lavagem de materiais.·Área para recepção de roupas limpas.·Área de preparo de materiais e roupas.·Área para esterilização – Área para esterilização física, área para esterilização químicaliquida e área para esterilização química gasosa.·Sala para armazenagem e distribuição de materiais e roupas esterilizadas.·Área para armazenagem e distribuição de materiais descartáveis.
(1)
Além destes são necessários ambientes de apoio como:·Sala administrativa·Sanitários com vestiário para funcionários·Depósito de material de limpeza·Almoxarifado
(1)
Conforme a resolução RDC nº 307, Brasil, 2002, determina as atividades básicasdesenvolvidas na CME, que são:§Receber, desinfetar e separar os artigos;§Lavar os artigos;§Receber as roupas vindas da lavanderia;§Preparar os artigos e as roupas em pacotes;Esterilizar os artigos e as roupas por meio de métodos físicos e/ou quími -cos proporcionando condições de areação dos produtos, conforme necessário:§Realizar controle microbiológico e de validade dos artigos esterilizados;§Armazenar os artigos e as roupas esterilizados;§Distribuir os artigos e as roupas esterilizadas;§Zelar pela proteção e pela segurança dos operadores.Embora nesta resolução não sejam contempladas as atividades técnico-administrativas,estas devem integrar o cotidiano da CME.
(2)
De acordo com o artigo nº 11 da lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986 – que dispõe sobrea regulamentação do exercício da Enfermagem, o enfermeiro exerce todas as atividadesde Enfermagem integrante da estrutura básica da instituição de saúde pública ou privada; a chefia do serviço e da unidade de Enfermagem; a organização e a direção dosserviços de Enfermagem e de suas atividades técnicas e auxiliares nas empresas prestadoras desses serviços; e o planejamento, a organização, a coordenação, a execuçãoe a avaliação dos serviços de assistência de Enfermagem.Como integrante da equipe de saúde, cabe ao enfermeiro participar do planejamento, daexecução e da avaliação da programação de saúde; tomar parte da elaboração daexecução e da avaliação dos planos assistenciais de saúde; realizar prevenção e controlesistemático de danos que possam ser causados à clientela durante a assistência deEnfermagem; e atuar em conjunto com a
 
Comissão de controle de Infecção Hospitalar no sentido de reduzir essas ocorrências.
(2)
São atribuições do enfermeiro:Supervisionar e controlar as atividades desenvolvidas em cada uma das áreas da CME, para assegurar o bom funcionamento da unidade, o que reverterá em segurança naassistência ao paciente.§Prover a unidade de recursos humanos e materiais, levando em conta a qualidade e aquantidade, de modo a atender à demanda de atividades realizadas.§Planejar e fazer orçamentos anualmente da CME com a antecedência de quatro a seismeses.§Planejar e executar programas de treinamento e educação continuada.§Realizar reuniões periódicas com a equipe de enfermagem para passar informaçõesgerais e específicas da unidade, estimulando maior interação entre os seus componentes.§Emitir parecer técnico na compra de equipamentos e materiais de que dispõe aunidade.§Estabelecer um sistema de controle de equipamentos e materiais que dispões aunidade.§Fazer levantamento mensal dos materiais solicitados pelos diferentes setores dohospital, a fim de planejar o suprimento da unidade para atendê-los.§Manter-se atualizado em relação os novos tipos de materiais e equipamentosdisponíveis no mercado.§Manter relacionamento efetivo com a Diretoria de Enfermagem e outros serviços,·Elaborar e manter atualizado o manual de normas, rotinas e procedimentosda CME, que deve estar disponível para a consulta dos colaboradores.Fazer parte daComissão de Controle de Infecção Hospitalar e da Comissão Interna de Prevenção deAcidentes e outras afins ao funcionamento da unidade.Efetuar a regularmente testes bacteriológicos nos aparelhos de esterilização,avaliar edivulgar os resultados obtidos.§Prevenir incidência de riscos ocupacionais, notificarem a Comissão Interna dePrevenção de Acidentes na ocorrência de acidentes, se houver e avaliar a dinâmica defuncionamento da unidade para intensificar as medidas de prevenção.
(1-2)
Segundo o artigo nº 12 da Lei do Exercício Profissional, o técnico de Enfermagemexerce atividades de nível médio, envolvendo orientação e acompanhamento dotrabalho de Enfermagem, em grau auxiliar, e participação no planejamento daassistência de Enfermagem, cabendo-lhe especialmente participar da equipe de saúde.Como membro da equipe de Enfermagem de uma CME, o técnico de Enfermagem deveexecutar atividades de nível de complexidade intermediário:·Fazer a leitura dos indicadores biológicos, de acordo com as rotinas da instituição;·Receber, conferir e preparar os artigos consignados;·Realizar a limpeza, o preparo, a esterilização, a guarda e a distribuição de artigos deacordo com solicitação;·Preparar carros para cirurgias;·Preparar as caixas cirúrgicas;·Realizar cuidados com artigos endoscópicos em geral;·Monitorar efetiva e continuamente cada lote ou carga nos processos de esterilização;

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