conflitos armados, o que visa a prostituição ou a produção de material pornográfico, e aquele decorrente da produção e do tráfico de drogas, bem comode quaisquer atividades ilícitas.Também se enquadram nesta categoria os trabalhos consideradosinsalubres, perigosos, penosos, com jornadas extenuantes ou que atentem contra amoralidade do menor. No Brasil, algumas das formas especialmente nocivas de trabalho infantilsão: o trabalho em canaviais, em minas de carvão, em funilarias, em cutelarias(locais onde se fabricam instrumentos de corte), na metalurgia e junto a fornosquentes, entre outros.
Dados estatísticos sobre trabalho infantil
Estimativas da UNICEF (Fundo das Nações Unidas pela Infância):
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trabalho infantil em todo o mundo - 246 milhões de crianças eadolescentes até 14 anos;
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no mundo, 171 milhões trabalham em condições consideradasnocivas - dentro de minas, manuseando produtos químicos e pesticidas na agricultura ou operando máquinas e engrenagens perigosas.
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70% do trabalho infantil está concentrado na agricultura
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trabalho escravo ou semi-escravo infantil, incluindo a servidão por débito - 5,7 milhões;
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tráfico de crianças - 1,2 milhão;
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prostituição e pornografia de menores - 1,8 milhão;
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recrutamento como soldado em conflitos armados - 300 milO trabalho infantil ainda é muito utilizado, por ser mão-de-obra mais barata do que a mão-de-obra adulta, pois as crianças recebem menos e não possuem direitos trabalhistas.
Trabalho infantil: as cifras da vergonha
Um informe preparado pela OIT mostra que 8.400.000 crianças seencontram envolvidas nas formas "inquestionavelmente piores do trabalhoinfantil", como são a escravidão, o tratamento dados às crianças, o recrutamentoforçado, a prostituição, a pornografia e outras atividades ilícitas.Uma olhada geopolítica permite ver que o trabalho infantil afeta sobretudoas regiões mais pobres e atrasadas do planeta.
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