facilmente do que eu podia esperar, o botão cedeu e eu senti a respiração do Edwardficando mais tensa. Eu nem sentia o ar nos meus pulmões. Tudo que eu sentia - e queriasentir - estava sobre mim, beijando meu lóbulo e arrancando um suspiro da minha boca.- Tem certeza disso? - Edward num lampejo de autocontrole sussurrou para mim,prendendo minhas mãos no cós de suas calças. - Você sabe que isso é perigoso. Nãoquero te machucar.- Edward, você prometeu! - Que horrível momento para analisar as coisas. - Nunca tivetanta certeza em minha vida. Nós estamos aqui, juntos. Acho que eu mereço uma lua-de-mel à forma antiga!Edward acenou com a cabeça, mal tendo controle dos próprios movimentos. Ele soltouminha mão e eu escorreguei a mão pelo seu zíper. Meu coração rompia no meu peitoparecendo se chocar contra as costelas. Ele se levantou e deixou as calças escorregarempelas suas pernas. Longas pernas alvas e musculosas. Era a primeira vez que as via,Forks não era exatamente a cidade que favorecia o uso de shorts.Porém, olhandoEdward da minha posição na cama, sabia que chegava o momento. Só estava de lingeriee Edward de boxes. Ficamos nos olhando por algum tempo, parecia que tinha demoradoséculos. Estávamos nos apreciando, vendo cada detalhe do corpo um do outro.Ele se inclinou sobre mim, de alguma forma selvagem, ainda que controlasse o seupeso e seus impulsos mais urgentes. Ele beijou meus lábios novamente por um brevemomento, logo descendo eles pelo meu pescoço, traçando um caminho que eu sabiaficaria marcado na minha memória por toda a Eternidade. Eternidade. Eu sorri com osom dessa palavra na minha cabeça. Edward pareceu sentir a mudança no meu humor eapressou seus dedos ágeis no fecho do meu sutiã. Sua respiração ficou suspensa no arpor alguns breves segundos antes dele começar a beijar o meu colo. Estava ficandopraticamente impossível não suspirar alto. Minhas mãos passavam pelas suas costas demaneira feroz, e tenho certeza de que se ele não fosse tão perfeitamente feito demármore, ficaria com a marca das minhas unhas.Rapidamente ele estava sentado, com as costas apoiadas contra a cabeceira da cama.Com suas mãos fortes e macias ele me puxou contra ele. Movimentando seus lábioscontra os meus, de uma maneira tão sem cuidado quanto à minha, enquanto eledeslizava o resto da minha lingerie pelas minhas pernas. Segurando-me contra o seucorpo e sem quebrar o beijo, ele me pôs deitada. Eu pude notar a grande luta internaque ele estava travando. De um lado o desejo de me ter mais inteiramente do que ele jamais teve - fisicamente falando. E do outro o desejo de me manter viva - mesmo quepor alguns dias a mais - de impedir que eu me machucasse.Essa luta interna transpareceu em seus olhos que brilhavam com uma negritude que jamais tinha visto antes. Eu mergulhei naquela negritude no momento em que seusolhos fitaram os meus. Senti-me zonza, parecia que estava levitando, o mundo parecianão mais importar. Só fazia cair na imensidão daqueles olhos... foi aí que me dei contaque estava prendendo a respiração.Às vezes esqueço que o Edward tem esse efeito sobre mim. Pelo menos, com o meutranse, eu não tinha me sentido envergonhada pelo fato do Edward estar me encarando,me observando nua em pêlo em cima da cama.Ele estendeu a mão e acariciou meu rosto com as costas da mão como sempre faz.Aquele toque era reconfortante, no entanto havia algo de diferente dessa vez. Seusdedos traçaram a linha dos meus lábios e desceram pelo meu pescoço. Pude notar queestavam tremendo, não podia distinguir se era ele ou eu. Deslizaram pelo meu ombro,escorregando pelas costelas, contornando o umbigo.Tudo muito calmo e devagar, mas, pela primeira vez na noite, seus dedos gélidos mederam um frio na espinha. Sua mão subiu pela minha barriga... Pela primeira vez naminha vida alguém me vira assim, me tocava assim.Edward acariciou delicadamente os meus seios, como se quisesse apreciar sua textura.Como ele conseguia ficar tão calmo assim? Preferiria ele enlouquecido, pelo menos nãome daria tempo para pensar. Sua boca encostou no meu pescoço e começou a brincarcom a língua em minha clavícula. Enrijeci. Comecei a ficar zonza de novo, mas dessa vezeu estava respirando, na verdade estava arfando.Uma mistura de pânico, desejo, necessidade e timidez tomaram conta de mim quandoele tomou meu seio em sua boca e deu leves sucções em meu mamilo. Eu não tinhamais nenhum controle do meu corpo. Meu coração martelava querendo sair pela boca,calafrios subiam e desciam a minha espinha.Enquanto isso, Edward fazia uma dança com a mão que ia do meu quadril até o joelho,
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Oi Marianna, estou admirada com seus textos, parabens! Não somente pelos os referentes a saga crepusculo, mas no geral, tem muitos textos interessantes. Mas como sou apaixonada,gostaria de saber se é possivel você me enviar os textos que você tem sobre toda a saga crepusculo?
Manda uma copia pra mim!!!!!Amei!!!!!
cade a continuação ? =/
Me manda uma copia por favor eu amei o texto.................liliane_contrei...
Delicinhaa esse texto hein ?! Uix ' Edward Cullen Meu amor! *-------------* @kerolainemarsol
Oi gostaria de receber uma cópia da sengunda versão. Obrigada. zairagondim@hotmail.com
manda para mim as duas versoes porque eu achhei encrivel ana-coelho-@hotmail.com
eu ja li o livro e isto nao é assim