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Campus Virtual Memes - Guia Acadêmico Direito - Medicina Legal

Campus Virtual Memes - Guia Acadêmico Direito - Medicina Legal

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Guia acadêmico para a cadeira de Medicina Legal
Guia acadêmico para a cadeira de Medicina Legal

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11/29/2013

 
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1
MEDICInalEgal
1. Noções de Polícia Técnica1.1. Tipos de polícia:
civil, militar, federal, rodo-viária e técnica.
1.2. Especialidades médicas:
clínicas, cirúrgicase medicina legal.
1.3. Polícia Técnica:
instituto de medicina legal,
instituto de criminalística e instituto de identi
-cação.
2. Denição:
É uma especialidade médica que
tem como nalidade realizar exames solicitados pela autori dade policial ou judicial.
3. Histórico3.1. A Medicina Legal no mundo segundo a
classicação de Tourdes
a)
Período Antigo;
b)
Período Romano;
c)
Períododio;
d)
Período Canônico;
e)
Período Moderno
ou Cientíco.
3.2. A Medicina no Brasil segundo a classica
-
ção de Oscar Freire
a)
Primeira Fase ou Fase Estrangeira;
b)
SegundaFase ou Fase Souza Lima;
c)
Terceira Fase, Fasede Nacionalização ou Fase Nina Rodrigues.
4. Sinonímia:
Medicina Forense, MedicinaJurídica, Patologia Forense, Bioscopia Forense,Medicina Criminal, Medicina Pública, Medicina So-cial, Medicina Política, Medicina Político-Forense,Jurisprudência Médica, Medicina Forense-Pericial,Medicina da Lei e Medicina da Justiça.
5. Classicação
5.1. Medicina Legal geral5.1.1.
Introdução: denição, histórico, sinonímia,classicação, relações, importância.
5.1.2.
Perícias e peritos.
5.1.3.
Documentos médico-legais.
5.2. Medicina Legal especial:
antropologiamédico-forense, traumatologia médico-forense,sexologia médico-forense, tanatologia médico-forense, genética médico-forense, psicopatologiamédico-forense e toxicologia médico-forense.
6. Relaçõesa) 
Ciências Médicas;
b) 
Ciências Jurídicas;
c) 
Ciências Naturais;
d)
Ciências Sociais.
7. Importânciaa)
Médico;
b)
Juiz;
c)
Promotor;
d)
Policial;
e)
Perito Criminal.
1. Denição:
Perícia médico-legal é o examefeito pelo perito que tem como objetivo esclarecer um fato que seja de interesse da polícia ou daJustiça.
2. Perito:
é o responsável pela realização do exa-me médico-legal.
Quando é um médico especializadoem Medicina Legal, recebe a denominação de
 peritoocial 
. Se na localidade não houver peritos ociais,
o exame poderá ser feito por duas pessoas idôneas,
portadoras de diploma de curso superior, escolhidas,de preferência, entre as que tiverem habilitação técnica
relacionada à natureza do exame.
3. Tipos de perícias:
as perícias podem ser realiza-das em pessoas, cadáveres, coisas ou objetos e emanimais.
3.1. Perícias em pessoasa)
Determinação da idade;
b)
Lesão corporal;
c)
Conjunção carnal;
d)
Exame de embriaguez;
e)
Examepsiquiátrico;
f)
Exame de paternidade e maternidade;
 
g)
Exame de atos libidinosos diversos da conjunçãocarnal;
h)
Exame de acidente de trabalho;
i)
Examede abortamento.
3.2. Perícias em cadáveresa)
Identicação;
b)
Determinação da “causa mortis”;
c)
Conjunção carnal;
d)
Exame de atos libidinososdiver sos da conjunção carnal;
e)
Exame toxicológico;
f)
Exame de abortamento;
g)
Exame de infanticídio;
h)
Exumação.
3.3. Perícias em animaisa)
Lesão corporal;
b)
Determinação da “causa mor-tis”.
3.4. Perícias em coisas e em objetos:
relacionadasa pessoa ou cadáver. Atualmente são feitas pelo peritocriminalístico. Os exames retrodescritos são denomina-dos
exames de corpo de delito
e são regulamentados
pelos Códigos de Processo Penal e Processo Civil.
Link Acadêmico 1
1. Denição:
instrumentos que registram as perícias.
2. Classicação:
noticação, atestado médico, relató
-rio, consulta, pareceres e depoimento oral.
2.1. Noticação:
comunicação feita pelo médico àSecretária de Saúde quando o paciente apresentar:doenças infecto-contagiosas; doenças prossionais;acidentes do trabalho.
2.2. Atestado médico:
é uma declaração por escritoarmando que o paciente é portador de uma doença.
2.2.1.
Atestado ocioso: é fornecido no consultório.
2.2.2.
 Atestado administrativo: é fornecido por juntadica.
2.2.3.
 Atestado judiciário: é fornecido à autoridade judicial ou policial.
2.2.4.
 Atestado falso: crime previsto no artigo 302do CP.
2.3. Relatório médico-legal:
é a descrição de uma perícia
. Quando realizada por um perito não-ocial
denomina-se
auto
; realizada por um perito oficial,denomina-se
laudo
.
2.3.1.Componentes do
laudo
:
preâmbulo, históri
-co, descrição, discussão, conclusão e resposta aosquesitos.
2.4. Consulta médico-legal:
é uma pergunta oral ou  por escrito feita ao perito.
2.5. Parecer médico-legal:
é uma crítica feita por es-crito a respeito de uma perícia.
2.6. Depoimento oral:
pode ser feito em delegaciaou no Tribunal do Júri.
Link Acadêmico 2
1. Denição:
é o estudo dos processos utilizadosna identificação. Identificação é a soma doscaracteres que individualizam uma pessoa.
Tantono cível quanto no criminal pode surgir dúvidaquanto à identidade de uma pessoa. Cadáveresdão entrada no necrotério em avançado estadode putrefação ou totalmente esqueletizados. Ao
nascer, a pessoa recebe um nome para identicá-
la, que constitui, entretanto, um recurso precário,porque outros podem usar o mesmo nome ou utili-
zar pseudônimos. O método ideal de identicaçãoé o que apresenta unicidade, classicabilidade e
imutabilidade.
2. Divisão
2.1.
Identicação médico-legal ou pericial;
2.2.
Identicação policial ou judiciária.
3. Identificação médico-legal:
é dividida emfísica, funcional e psíquica.
3.1. Identicação física
3.1.1.
Espécie animal: os ossos, os dentes, o san-
gue, os pêlos, as unhas e garras, as penas.
3.1.2.
Raça humana: levando-se em consideraçãoa for ma do crânio, o índice cefálico e o ângulofacial, Otto Lenghi dividiu a raça nos seguintes
grupos étnicos:
a)
caucásico;
b)
mongólico;
c)
ne-
gróide;
d)
indiano;
e)
australóide. No Brasil, devido
à miscigenação, temos os seguintes tipos raciaismistos:
a)
mamelucos;
b)
cafuzos;
c)
mulatos.
3.1.3.
Sexo: no vivo pode ser determinado pelosexo genético ou gonádico. No esqueleto pode-seutilizar a cromatina sexual ou o estudo anátomo-
histológico dos ossos.
3.1.4.
Idade: leva-se em consideração a pele,
pêlos, globo ocular, dentes, radiograa dos ossos
e aparência.
3.1.5.
Estatura: é medida a partir do ponto mais alto
da cabeça até o contorno inferior do calcanhar.
3.1.6.
Dentes: o exame é importante quando setrata de carbonizados.
3.1.7.
Sinais individuais: malformações, sinaisprossionais, tatuagem e cicatrizes.
3.1.8.
DNA: de grande utilidade nos casos maiscomplexos.
3.2. Identificação médico-legal funcional:
observam-se a atitude mímica, gestos, andar,
funções sensoriais, voz e escrita.
3.3. Identicação médico-legal psíquica:
pelo
exame das funções cognitivas, traça-se um perlpsicológico e psiquiátrico do indivíduo.
4. Identicação policial ou judiciária
4.1. Processos antigos:
consistiam na estigmati-zação dos criminosos com ferro em brasa, tatuagem,amputações.
IntroduçãoPerícia e Peritos
DocumentosMédico-Legais AntropologiaForense
 
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2
4.2. Assinalamento sucinto:
é uma descriçãosumária feita pelos carcereiros.
4.3. Fotograa:
divide-se em ordinária e sina-léplica.
4.4. Retrato falado ou Ident-Kit:
inventado por 
Hugh C. Mac Donald em 1950, é usado por 600organizações policiais. É feito por meio de dese
-
nhos dos traços sionômicos.
4.5. Bertilonagem:
inventada por Alfonse Bertillon
em 1888, compreende o
assinalamento antropo-métrico e o retrato falado
.
4.6. Dactiloscopia:
inventada por Juan Vucetichem 1891 e adotada no Brasil em 1963. Baseia-se
no
estudo das linhas e saliências papilares exis-tentes nas polpas digitais, que apresentam umconjunto de linhas curvas denominadas sistemamarginal, uma porção central chamada de núcleoe abaixo deste o sistema basilar 
. Os três sistemasse encontram formando um
delta
. A presença de
um, ou dois, ou nenhum delta numa impres são
digital estabelece os quatros tipos fundamentais
do Sistema Dactiloscópico de Vucetich.
4.7. Verticilo:
 presença de dois deltas e umnúcleo central 
.
4.8. Presilha externa:
apresenta o delta à esquer-da do observador 
.
4.9. Presilha interna:
apresenta o delta à direitado observador 
.
4.10. Arco:
é caracterizado pela ausência de
deltas
. O registro da fórmula dactiloscópica em
-prega convencionalmente letras maiúsculas (A,
I, E, V) para os polegares e números (1, 2, 3, 4)
para os demais dedos das mãos. Exemplos:
a)
verticilo V-4;
b)
Presilha externa E-3;
c)
Presilha
interna I-2;
d)
Arco A-1. Obtem-se assim a fórmuladactiloscópica dos quatro tipos fundamentais,
através de uma fração que tem como numerador a mão direita e denominador a mão esquerda,
congurando a individualização dactiloscópica:I – 3322 / V – 3422.
1. Denição:
é a aplicação de conhecimentos detrau matologia à Medicina Legal.
2. Agentes Traumáticos:
mecânicos, físicos,
químicos e físico-químicos.
2.1. Agentes mecânicos:
constituem as armas,
que podem ser classicadas em:
 2.1.1.
Naturais:
são os apêndices do corpohumano
;
2.1.2.
Eventuais ou ocasionais;
2.1.3.
Propriamente ditas:
são as armas brancase armas de fogo
. Os agentes mecânicos agem demodo ativo, passivo ou misto, através da exão, ex
-tensão, tor ção, pressão, compressão e explosão.
Os agentes mecânicos são denominados: perfu
-rantes, cortantes, per furo-cortantes, contundentes,perfuro-contundentes e corto-contundentes, osquais produzem as feridas puntiformes, incisas,perfuro-incisas, contusas, perfuro-contusas ecorto-contusas, respectivamente. Os instrumen toscontundentes produzem ainda: equimose, edema,
escoriações, hematomas, luxação, fratura, rotura
de vísceras e bossa sanguínea.
3. Instrumentos perfurantes:
são instrumentoscilíndricos e pontiagudos
, que produzem feridas
puntiformes e são classicados em:
3.1. Pequeno calibre:
agulha, prego, alfinete
etc.
3.2. Médio calibre:
caneta.
3.3. Grande calibre:
 estaca. As feridas puntifor-
mes apresentam forma arredondada, de diâmetro
menor que o do instrumento e pouco sangrantes. A sua gravidade depende da profundidade e dacontaminação do instrumento.
4. Instrumentos cortantes:
 Apresentam uma bordacortante
: navalha, lâmina de barbear, pedaço de vidro,
bisturi etc. Produzem as feridas incisas com bordas evertentes regulares, comprimento maior que a largura,com sangramento abundante, centro mais profundo queas extremidades, presença de cauda de escoriação eausência de vestígios traumáticos em torno da lesão.
5. Instrumentos perfurocortantes:
apresentam ponta perfurante e dois ou três gumes, classicados, por essarazão, em monocortantes, bicortantes e tricortan tes
.
Exemplos: a faca peixeira, o punhal e a lima, res
-pectivamente. Produzem as feridas perfuro-incisas,com bordas e vertentes regulares, forma de botoeira,bastante sangrante, e com ausência de vestígios trau-máticos em torno da lesão.
6. Instrumentos cortocontundentes:
apresentamborda cortante e peso suciente para contundir 
, como,
por exemplo, o facão, a enxada, o machado, a foice e aguilhotina. As feridas cortocontundentes são mutilantes,
com sangramento abundante, comprimento maior quea largura, com bordas e vertentes irregulares e deixamvestígios traumáticos em torno da lesão. Produzem
lesões especícas, denominadas decapitação, esgor-
 jamento e degolamento.
7. Instrumentos contundentes:
são elementos sóli-dos, líquidos ou gasosos com capacidade de contundir 
.
Os instrumentos sólidos se dividem em lisos, rugosos eexíveis. Produzem rubefação, ferida contusa, edema,equimose, hematoma, escoriação, bossa sanguínea,
fratura, luxação e rotura de vísceras.
7.1. Rubefação:
é uma lesão fugaz de coloração aver-melhada, resultante da congestão vascular, produzida pela ação traumática de instrumento contundente.
7.2. Ferida contusa:
tem forma irregular, bordas evertentes irregulares, pouco sangrante, com pontes detecido íntegro unindo as bordas da ferida e vestígiostraumáticos em torno da lesão.
7.3. Edema traumático:
é o aumento do líquido inter-celular com distensão e elevação da pele.
7.4. Equimose:
é uma mancha produzida pela roturade capilares e extravasamento do sangue
. Pode ser puntiforme, arredondada, plana e em faixa.
Espectro equimótico:
é a mudança de coloração daequimose no tempo
: 1º dia: avermelhada; 2º e 3º dia:violácea; 4º a 6º dia: azulada; 6º ao 8º dia: esverdeada;8º a 10º dia: amarelada.
8. Escoriação:
é o deslocamento da camada córneada epiderme produzido pela ação tangencial de instru-mento contundente.
Pode ser linear, circular, plana ede arrasto.
9. Bossa sanguínea:
é um hematoma produzido nagálea aponeurótica durante a passagem pelo canal do parto.
10. Hematoma:
subcutâneo, subgaleal e muscular.
10.1. Hematomas cerebrais:
extradural, subdural eintraparenquimatoso.
11. Luxação:
têmporo-mandibular, escápulo-umerale coxo-femural.
12. Fraturas:
incompleta, completa, interna, externae cominutiva.
12.1. Fratura dos ossos da face:
Le Fort I: atinge osossos da fossa nasal; Le Fort II: atinge o maxilar e o
zigomático; Le Fort III: atinge o zigomático e a órbita.
12.2. Fratura dos dentes:
Ellis I: atinge o esmalte; Ellis
 
II: atinge a dentina; e Ellis III: atinge a polpa.
Link Acadêmico 3
Considerações iniciais
1.1. Denição:
é o estudo dos projéteis e das armasde fogo.
1.2. Objetivo:
identicar a arma pelo exame do
projétil ou da cápsula.
1.3. Estudo da arma:
cabo, tambor ou pente,
câmaras, gatilho, cão, percussor, cano alma, raias,
sistema de miras.
1.4. Estudo do cartucho:
estojo ou cápsula,
pólvora, bucha, espoleta e projétil.
2. Classicação das armas de fogo
2.1. Quanto à alma do cano:
armas de cano lisoe ar mas raiadas.
2.2. Quanto à dimensão:
curtas, longas, portáteisou individuais, não-portáteis ou coletivas.
2.3. Quanto ao funcionamento:
repetição, semi-automática e automática.
2.4. Quanto ao carregamento:
antecarga eretrocarga.
2.5. Quanto ao calibre:
real e nominal.
2.6. Quanto à velocidade do projétil:
infra-sônicae supersônica.
2.7. Quanto ao uso:
caça, defesa e esporte.
3. Ferida de entrada:
forma arredondada ou ova-lada, com bordas regulares e invertidas, presençade orlas ou zonas, e diâmetro menor 
.
3.1. Orlas ou zonas:
contusão ou escoriação, en-
xugo, tatuagem, queimadura ou chamuscamento,esfumaça mento e equimótica.
4. Ferida de saída:
forma irregular, com bordasirregulares e evertidas, ausência de orlas ou zonas,diâmetro maior 
.
5. Classicação dos tiros quanto ao trajeto:
penetrante, transxante e de raspão.
6. Classicação dos tiros quanto à distância:
tiro a distância, curta distância ou queima-roupa,
encostado e com a arma apoiada.
Estudo dos sinais:
Wergartner, Benassi eBonnet.
Link Acadêmico 4
1. Classicação:
temperatura, pressão atmosféri-ca, eletricidade, radioatividade, luz e som.
1.1. Temperatura:
a sua diminuição produz o frioque provoca queimaduras denominadas GELA-
DURAS, assim classicadas: 1º grau (eritema);2º grau (com for mação de bolhas ou ictenas);e 3º grau (com for mação de gangrena – Pé deTrincheira).
1.2. Calor:
quando difuso, produz insolação einter mação; se local, produz as queimaduras
classicadas em: 1º grau (eritema); 2º grau (bolhasou ictenas); 3º grau (escaricação); e 4º grau (
carbonização, que pode ser total ou parcial).
1.3. Pressão atmosférica:
mal dos mergulhadores
e dos aviadores.
1.4. Eletricidade:
natural, articial, eletroplessão,
fulguração, eletrocussão, fulminação e marcaelétrica de Jellinek.
1.5. Radioatividade:
produz queimaduras deno-minadas
radiodermites
, classicadas em 1º grau;2º grau e 3º grau – úlcera de Roentgen.
1.6. Luz e som:
estão relacionados à Medicina
do Trabalho.
1. Classicação:
asxia por gases, líquidos, sóli
-dos, su focação e por constrição do pescoço.
2. Sinais externos:
cianose intensa dos lábios e
das unhas, congestão da face, exoftalmia, protusão
da língua, cogumelo de espuma e eliminação defezes, urina e esperma.
TraumatologiaForenseBalísticaForense
 
 AgentesFísicos Agentes Físico-Químicos- Asfxiologia
 
 WWW.MEMESJURIDICO.COM.BR
3
3. Sinais internos:
equimoses puntiformes nas
serosas, sangue uido e vermelho-escuro, edema
cerebral e pulmonar, congestão polivisceral.
4. Asxia por gases:
de combate, sufocantes,industriais e anestésicos.
5. Sufocação:
ocorre impedimento à respiração
.Pode ser 
direta,
quando ocorre obstrução das
vias aéreas; e indireta, se houver compressão da
caixa torácica.
6. Asxia por líquido – afogamento.
 Afogamentoé a modalidade de asxia que se caracteriza pela penetração de substâncias líquidas ou pastosasnas vias aéreas
. Pode ocorrer em mares, piscinas,
açudes, lagos, sanitários, pântanos e lamaçais.
6.1. Etiologia jurídica:
homicídio, acidente e
suicídio.
6.2. Classicação:
afogado azul ou típico e afo-gado branco ou de Parrot.
6.3. Sinais externos:
sinais de asxia e destruição
das partes moles.
6.4. Sinais internos:
sinais de asxia, manchas de
Tardieu e de Paltauf, edema e congestão pulmonar 
e sangue uido.
7. Asfixia por sólido – soterramento:
é a
modalidade de asxia que se caracteriza pela penetração de meio sólido ou semi-sólido naárvore respiratória.
7.1. Etiologia jurídica:
homicídio, acidente e
suicídio (de difícil ocorrência).
8. Enforcamento:
 
é a constrição do pescoço feita por um laço, tendo como força atuante o peso do próprio corpo.
8.1. Etiologia jurídica:
suicídio, homicídio, aciden
-te e execução judicial.
8.2. Classicação:
completo e incompleto.
8.3. Sinais externos:
sinais de asxia e sulco
geralmente incompleto, oblíquo, ascendente eúnico.
8.4. Sinais internos:
sinais de asxia; hemorragia
cer vical; fratura da coluna vertebral; fratura do osso
hióide; sinal de Amussat; sinal de Fridberg.
8.5. Estudo do laço8.5.1.
nó xo ou corrediço;
8.5.2.
alça em situação lateral, anterior ou pos-terior.
8.5.3.
classicação: mole, semi-rígido e rígido.
9. Estrangulamento:
é a constrição do pescoçofeita por um laço tracionado por qualquer força quenão seja o peso da própria vítima.
9.1. Etiologia jurídica:
homicídio, acidente e
execução judicial.
9.2. Sinais externos:
sinais de asxia e sulco
geralmente completo, transversal e de profundi-dade uniforme.
10. Esganadura:
é a constrição do pescoço feita pelos membros superiores.
10.1. Etiologia jurídica:
homicídio e acidente.
10.2. Sinais externos:
sinais de asxia e presença
de marca ou estigmas ungueais no pescoço.
10.3. Sinais internos:
sinais de asxia.
1. Toxicologia:
é a ciência que estuda os venenos,as substâncias tóxicas e as drogas
. Veneno
é toda
substância que, introduzida no organismo ou apli-cada na sua parte externa, tenha a capacidade dealterar a sua saúde ou determinar a morte.
2. Classicação dos venenos
2.1. Minerais:
sulfato de cobre, acetato de
chumbo;
2.2. Vegetais:
estricnina, morna;
2.3. Animais:
leucomaínas, ptomaínas;
2.4. Gasosos:
ácido cianídrico, óxido de carbono,dióxido de carbono;
2.5. Líquidos:
cianeto de potássio;
2.6. Sólidos:
anidrido arsênico;
2.7. Orgânicos sintéticos:
medicamentos.
3. Critérios de diagnóstico do envenenamento:a)
Histórico;
b)
Clínico;
c)
Anátomo-patológico;
d)
Físico-químico;
e)
Experimental ou farmacológico.
4. Vias de absorção:
a)
Cutânea;
b)
Oral;
c)
Parenteral;
d)
Mucosa.
5. Causas jurídicas:
homicídio, suicídio, acidente, vício
e crimes culposos.
Link Acadêmico 5
1. Denição:
Drogas tóxicas ou psicoativas são subs-tâncias que agem sobre o sistema nervoso central modicando o comportamento ou produzindo a morte.
 
Toxicomania
ou
toxicolia
, segundo a OMS,
é um
estado de intoxicação crônica ou periódica, prejudicial ao indivíduo e nociva à sociedade, decorrente doconsumo repetido de determinada droga, seja elanatural ou sintética.
2. Características das toxicolias2.1. Compulsão:
necessidade insaciável de consu-mo;
2.2. Tolerância:
 
tendência de aumento progressivo dadosagem para obter o mesmo efeito;
2.3. Dependência:
 
física ou psíquica, levando à crisede abstinência ante a privação da droga.
3. Farmacodependência ou dependência:
de acordocom a OMS,
é um estado psíquico - às vezes físico -causado pela interação entre um organismo vivo e umfármaco
; caracteriza-se por modicações no comporta-mento e outras reações que compreendem sempre umimpulso irreprimível para tomar o fármaco, a m de
experimentar seus efeitos psíquicos e, às vezes, paraevitar o mal-estar produzido pela privação.
3.1. Dependência psíquica:
caracteriza-se pela com-
pulsão em consumir a droga de maneira periódica ou
contínua, quer para a obtenção de prazer, quer paraalívio de um mal-estar.
3.2. Dependência física:
caracteriza-se pelo apareci-mento de transtornos de natureza física ou pela síndro-me de abstinência, quando a droga não é consumida.
4. Classificação das drogas segundo Deley e
Deniker 4.1. Psicolépticos:
deprimem o sistema nervoso
.
Dividem-se em hipnosedativos, tranqüilizantes e
neurolépticos.
4.2. Psicoanalépticos:
estimulam o sistema nervoso
,como antidepressivos, anfetaminas, anorexígenos ecafeína;
4.3. Psidislépticos:
produzem dissociação do psi-
quismo, levando a delírios e alucinações, como o álcool,cocaína, maconha, cactos e cogumelos.
5. Principais drogas5.1. Barbitúricos:
barbital, fenobarbital, tiopental;
5.2. Benzodiazepínicos:
diazepam, bromazepam,
ur mitrazepam;
5.3. Anfetaminas:
anfetamina, dextroanfetamina,metanfetamina;
5.4. Outras:
ecstasy, special k, GBH ou líquido x,
ópio, morna, heroína, cocaína, maconha, mescalina,LSD-25, esteróide ou anabolizantes, inalantes, tabaco,
cafeína, poppers.
Link Acadêmico 6
1. Considerações gerais:
é uma palavra derivada
do árabe “alkahl”, que signica
essência
. O álcoolou etanol resulta da atuação da levedura sobreos açúcares.
2. Repercussões do alcoolismo2.1. Sociais:
violência familiar, separações, ab
-
sentismo e acidente de trabalho;
2.2. Médicas:
licenças, tratamentos e interna-
ções;
2.3. Legais:
homicídios, suicídios, acidentes,agressões e crimes sexuais.
3. Causas do alcoolismo:a)
Hereditariedade;
b)
Costumes;
c)
Sócio-econô
-micas;
d)
Personalidade/temperamento.
4. Tipos de bebidas alcoólicas:
4.1. Fermentadas:
vinho, cerveja, cidra;
4.2. Destiladas:
aguardente, conhaque, uísque.
4.3. Alcoolizadas:
vinho do porto, vinho ma
-deira.
5. Concentração alcoólica
a)
Aguardente – 53% de álcool;
b)
Uísque e licores
 – 50%;
c)
Conhaque – 48%;
d)
Vinhos do porto/madeira – 24%;
e)
Champagne – 15%;
f)
Vinho emesa – 14%;
g)
Cerveja – 6%.
6. Fatores que inuem na tolerância:
peso,
idade, hábito, estafa, sono, convalescença, ritmo
de ingestão, absorção.
7. Fases da embriaguez normal7.1. Fase subaguda, de excitação, eufórica (do
ma-caco):
pupilas dilatadas, taquicardia, taquip-néia, sal titante, loquaz, vivacidade, gracejador.
7.2. Fase aguda, de confusão, agitada, disfórica(do leão):
período médico-legal, violento, brigão,agressivo, irritável, disartria, andar cambaleante,desorien tação;
7.3. Fase de sono, comatosa (do porco):
 
marcha
cambaleante, pupilas dilatadas, esfíncteres relaxa-das, sono profundo e inconsciência.
8. Embriaguez anormal ou patológica:
a)
Doentes ou decientes mentais;
b)
Filhos de
alcoolistas;
c)
Violenta e agressiva;
d)
Ciúme pato-
lógico;
e)
Delírios e alucinações;
f)
Convulsões.
9. Embriaguez e alcoolemia:
a)
Embriaguez subclínica: 0,40 a 0,80 g de álcool/
litro de sangue;
b)
Embriaguez clínica leve: 0,80
a 2,00 g;
c)
Embriaguez clínica moderada: 2,00 a3,00 g;
d)
Embriaguez comatosa: 4,00 a 5,00 g;
e)
Dose mortal: acima de 5,00 g.
10. Alcoolismo crônicoa)
Psicose alcoólica;
b)
Depressão alcoólica;
c)
 Psicose de Korsakow;
d)
Epilepsia alcoólica;
e)
 “Delirium Tremens”;
f)
Demência alcoólica.
11. Responsabilidade penal (art. 28 do CP)11.1. Embriaguez voluntária completa ou
incom-pleta:
imputável;
11.2. Embriaguez culposa completa ou incom
-pleta:
imputável;
11.3. Embriaguez acidental proveniente de caso
for tuito: a)
completa: inimputável;
b)
incompleta:a pena será atenuada.
11.4. Embriaguez acidental proveniente de força
maior: a)
completa: inimputável;
b)
incompleta: apena será atenuada.
 Agentes Físico-Químicos- Asfxiologia
Drogas
 AgentesBioquímicos AgentesBiodinâmicos

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