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Manual de Instrução do 3º Grau Mestre - REAA

Manual de Instrução do 3º Grau Mestre - REAA

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GRANDE SECRETARIA GERAL DEORIENTAÇÃO RITUALÍSTICA
GRANDE SECRETARIA GERAL DE ORIENTAÇÃORITUALÍSTICA ADJUNTA PARA OR
E
 A
 A
 
MANUAL DE INSTRUÇÃODO GRAU 3MESTRE
RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO
R
E
 A
 A
 
 Álvaro Gomes dos Santos
Ex- Gr 
Secr 
Ger 
de Orientação RitualísticaG
O
B
 
Fuad Haddad
Ex- Gr 
Secr 
Ger 
Adj
de Orient
Ritualística para o R
E
A
A
 G
O
B
 
Nilson Alves Garcia
 
 Adj
da Gr 
Secr 
Est
de Orientação Ritualística para o R
E
A
A
 G
O
E
G
 
Grande Oriente do Estado de Goiás
Grão Mestre: Eminente I
OCLÉCIO PEREIRA DE FREITAS
 
 
2
 
3 
TERCEIRO GRAU
 Algumas considerações sobre o Grau de Mestre
CRIAÇÃO DO 3º GRAU MAÇÔNICO
A exigência da lenda do 3º Grau simbólico é um dos “landemarks” da Maçonaria Uni-versal e regular, embora a sua instituição se haja efetuado no século XVIII, com modifica-ções até o século passado, época em que, por falta de conhecimentos e divulgação da cultu-ra, muitos maçons ainda acreditavam realmente que a Maçonaria nascera com a constru-ção do Templo de Salomão e que o artífice fenício Hirão Abi (Hirão, meu Pai) tinha sido as-sassinado por Companheiros Infiéis, fato que jamais aconteceu. Os historiadores autênticosda Maçonaria e os estudiosos das universidades cuidaram de impor a verdade rebuscadadesde meados do século passado. Neste século de energia nuclear, televisão e viagens es-paciais, a Maçonaria, investigadora da verdade, mas tradicional, conserva a lenda do assas-sinato do Mestre como uma espécie de parábola cheia de ensinamentos e como uma tragé-dia sugestiva, de modo a lembrar ao iniciado, para sempre, a ressurreição dos ideais de Jus-tiça e Fraternidade, sempre revelados, desde a antiga Sabedoria, porém sempre despreza-dos ou relegados ao esquecimento, pelos seres humanos atacados de inveja, ambição eorgulho. Estas três paixões, representadas pelos traidores Jubelus, Jubela, Jubelum (corrup-tela de “zibulom” levada ao masculino, feminino e neutro latinos e não com outras expres-sões semelhantes), constituem, na lenda, um anátema contra os eternos ignorantes, inimi-gos da Ciência e da Verdade, exploradores da credulidade pública e defensores das supers-tições e do obscurantismo.Sem dúvida, a lenda maçônica não passa de uma admirável síntese a realçar um de-nominador comum – o ideal de conquista da Fraternidade Universal. E não lhe faltam raízeshistóricas, embora não passe de uma reprodução de tragédias, com mudança de persona-gens. O assassinado é Hiram (o elevado), filho de uma viúva da tribo de Neftáli.A comparação histórica revela que a lenda maçônica do terceiro grau se impôs parademonstrar aos iniciados, acima de tudo, a semelhança de lendas através dos tempos e operene valor das idéias mestras. Nada mais propício para conciliar homens e mulheres detodas crenças, concitando-os à tolerância e libertando-os do dogmatismo e do fanatismo.

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