Welcome to Scribd, the world's digital library. Read, publish, and share books and documents. See more
Download
Standard view
Full view
of .
Save to My Library
Look up keyword
Like this
76Activity
0 of .
Results for:
No results containing your search query
P. 1
Resumo dos Capítulos 1 e 2 do Livro Didática das Ciências Naturais

Resumo dos Capítulos 1 e 2 do Livro Didática das Ciências Naturais

Ratings:

3.0

(1)
|Views: 16,608 |Likes:
Published by Kimura
Resumo dos Capítulos 1 e 2 do Livro Didática das Ciências Naturais –
contribuições e reflexões de Hilda Weissmann (org.). Produção para disciplina Conteúdos e Metodologias do Ensino de Ciências do curso de Pedagogia - Séries Iniciais da UDESC.
Resumo dos Capítulos 1 e 2 do Livro Didática das Ciências Naturais –
contribuições e reflexões de Hilda Weissmann (org.). Produção para disciplina Conteúdos e Metodologias do Ensino de Ciências do curso de Pedagogia - Séries Iniciais da UDESC.

More info:

Categories:Types, Research, Science
Published by: Kimura on May 12, 2009
Copyright:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

10/08/2013

pdf

text

original

 
Resumo dos Capítulos 1 e 2 do Livro Didática das Ciências Naturais –contribuições e reflexões de Hilda Weissmann (org.)
Capítulo 1 – O Ensino Fundamental de Ciências Naturais no Nível Fundamental da Educação Formal: Agumentos a seu Favor 
Laura Fumagalli 
O PORQUÊ DESTE CAPÍTULOA autora justifica este capitulo trazendo uma questão interessantequando diz que os pedagogos dedicados ao ensino das ciências tomaram ascontribuições provenientes da psicologia, embora nem sempre de modo feliz.Em alguns casos, estas contribuições foram capitalizadas para elaborar estratégias de ensino de ciências, de acordo com o modo como as criançasentendem a construção do conhecimento.E que, devido a interpretações errôneas dessas teorias psicológicas,afirmaram que a complexidade do conhecimento científico estava muito longeda capacidade de compreensão das crianças e, assim, não seria possível aaprendizagem das ciências durante as primeiras idades.POR QUE ENSINAR CIÊNCIAS NA ESCOLA FUNDAMENTAL?
O direito das crianças de aprender ciências
As crianças não são adultos em miniatura e sim sujeitos que possuemuma maneira particular de significar o mundo que as cerca, afirma a autora.Cada vez mais escuta que as crianças pequenas não podem aprender ciênciase considera essa afirmação como uma desvalorização da criança como sujeitosocial.A autora pensa que as crianças possuem o mesmo direito que osadultos de apropriar-se da cultura elaborada pelo conjunto da sociedade parautilizá-la na explicação e na transformação do mundo que as cerca. E diz que,apropriar-se desta cultura elaborada é apropriar-se também do conhecimentocientífico, já que este é uma parte constitutiva dessa cultura.Não ensinar ciências nas primeiras idades é uma forma de discriminá-lascomo sujeitos sociais.
A escola de ensino fundamental e a distribuição social do conhecimentocientífico
Curso: Pedagogia – Séries Iniciais do Ensino FundamentalDisciplina: Conteúdos e Metodologia do Ensino de CiênciasProfessora: Sueli Wolff Weber  Aluna: Sheila Kimura
 ______________________________________________________________
 
A autora trata de maneiras de conceituar o papel social do ensinoescolar. Revalorizando o papel da escola na distribuição social de um corpo deconteúdos culturais socialmente significativos. Isto ocorre nos anos 80 trazendoum movimento de “retorno à escola”, sustentando, segundo Libâneo, que aeducão escolar possui um papel insubstituível como provedora deconhecimentos básicos e habilidades cognitivas e operativas necessárias paraa participação na vida social e no que significa o acesso à cultura, ao trabalho,ao progresso e à cidadania.Ela diz que este corpo de conhecimentos das ciências naturais é parteconstitutiva da cultura elaborada e desta forma é válido considerá-lo comoconteúdo do conhecimento escolar.
O valor social do conhecimento científico
Segundo a autora, todos construímos, na nossa pratica social cotidiana,um conhecimento do mundo que nos cerca. Esse conhecimento cotidiano oudo senso comum permite-nos interagir de forma bastante eficiente em nossarealidade natural e social.O conhecimento científico pode possibilitar uma participação ativa e comsenso crítico numa sociedade como a atual, na qual o fato científico está nabase de grande parte das opções pessoais que a prática social exige.Segundo Juan Manuel Gutiérrez zquez, as criaas exigem oconhecimento das ciências naturais porque vivem num mundo qual ocorre umaenorme quantidade de fenômenos naturais para os quais a própria criançadeseja encontrar uma explicação.A autora afirma que quando ensinamos ciências às criaas nasprimeiras idades não estamos somente formando “futuros cidadãos”; elas,enquanto integrantes do corpo social atual, podem ser hoje tammresponsáveis pelo cuidado do meio ambiente, podem agir hoje de formaconsciente e solidária em relação a temas vinculados ao bem-estar dasociedade da qual fazem parte.Dessa forma, a valorização das crianças como sujeitos sociais atuaisnão exclui o reconhecimento de que elas serão os adultos da sociedade futura.Assim, a autora acredita que formando as crianças estaremos contribuindotambém para a formação de futuros cidadãos adultos responsáveis e críticos.AS CRIANÇAS QUE FREQUENTAM A ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTALPODEM APRENDER CIÊNCIAS NATURAIS?Segundo a autora, a possibilidade de ensinar deve estar acompanhadada possibilidade de aprender; se esta última o existir, o ensino ficadesvituado.Contra-argumentando a posição exposta no início do texto sobre algunspedagogos defenderem a impossibilidade de ensinar ciências a crianças nasprimeiras idades ela baseia-se em duas questões que vê encobertas por essateoria. Uma delas refere-se à caracterização do objeto de estudo, ou seja, da
 
ciência. Quando se diz que as crianças não podem aprender ciências seidentifica a ciência escolar com a ciência dos cientistas.E a ciência escolar não é a ciência dos cientistas, pois existe umprocesso de transformão ou de transposição didática do conhecimentocientífico ao ser transmitido no contexto escolar de ensino.A autora afirma que no vel fundamental de educão sica, épossível ampliar e enriquecer, e até, relativizar à ciência escolar, ainda muitoafastada da ciência dos cientistas.O QUE AS CRIANÇAS PODEM APRENDER DA CIÊNCIA ESCOLAR?O que ensinamos quando ensinamos ciência?Para responder esta pergunta a autora recorre a três acepçõesintegradas e complementares, que são:a)a ciência como corpo conceitual de conhecimento; como sistemaconceitual organizado de forma lógica;b)ciência como forma de produção de conhecimentos ec)ciência como modalidade de vínculo com o saber e sua produção.Estas apresentam a ciência como um corpo de conhecimentos quecontêm conceitos, procedimentos e atitudes.A ciência escolar, assim, está constituída por um corpo de conteúdosque contêm conceitos, procedimentos e atitudes selecionados a partir do corpocientífico erudito. O propósito é de que as crianças, através do ensino escolar,cheguem a obter uma visão conceitual, de procedimentos e atitudes coerentecom a científica.A autora explica que a categoria de conteúdos conceituais abrangediferentes tipos: dados, fatos, conceitos e princípios.Na escola primária, a autora considera importante, enriquecer osesquemas de conhecimentos dos nossos alunos numa direção coerente com acientífica.Sobre os conteúdos de procedimentos faz alusão a um conjunto deprocedimentos que aproximem as criaas a formas de trabalhar maisrigorosas e criativas, mais coerentes com o modo de prodão doconhecimento científico. Devem permitir modificar a tendência a generalizar acriticamente, a partir de observações qualitativas, presente nessa metodologiaespontânea dos alunos.E sobre a categoria de conteúdos de atitudes a autora diz que estaabrange um conjunto de normas e valores através dos quais nos propomos aformar nas crianças uma atitude científica, uma modalidade de vínculo com osaber e a sua produção. A curiosidade, a busca constante, o desejo deconhecer pelo prazer de conhecer, a crítica livre em oposição ao critério deautoridade, a comunicão e a cooperão na prodão coletiva de

Activity (76)

You've already reviewed this. Edit your review.
1 thousand reads
1 hundred reads
Celsa Costa liked this
Ana Bittencourt liked this
Izaura Bretas liked this
Alessa Andrade liked this
Mara Soares liked this

You're Reading a Free Preview

Download
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->