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Table Of Contents

1 – CLASSIFICAÇÃO DE METAIS
1.1 - INTRODUÇÃO
1.2 - CLASSIFICAÇÃO
1.2.1 - METAIS ESCUROS
1.2.2 - METAIS CLAROS
2 - AÇOS E FERROS FUNDIDOS
2.1 - INTRODUÇÃO
2.2 - MINÉRIO DE FERRO
Figura 2.2 – Campo de mineração
Figura 2.3 – Sínter
2.3 – OBTENÇÃO DO FERRO GUSA
Figura 2.5 – Vista parcial de um alto-forno
Figura 2.7 – Sistema de transformação do minério em ferro gusa
2.4 - AÇO
Figura 2.8 – Conversor recebendo carga (ferro gusa)
Figura 2.10 – Operação de um conversor
2.4.1 - DEFINIÇÃO
Figura 2.11 – Estrutura cristalina da cementita
Figura 2.13 – Curva de resfriamento do ferro
2.4.2 - CONSTITUINTES DA LIGA FERRO CARBONO
Figura 2.15 – Ferritas
Figura 2.16 – cementitas
Figura 2.17 – Perlitas. A) Perlita normal; B) Perlita sorbítica
Figura 2.18 – Austenita
Figura 2.21 – Trostita
Figura 2.22 – Sorbita
Figura 2.24 – Esteadita
Figura 2.26 – Microestrutura de aço eutetóide. Somente perlitas
Figura 2.27 – Microestrutura de aço hiper-eutetóide. Perlitas e cementitas
2.4.3 - CLASSIFICAÇÃO DOS AÇOS - ABNT - SAE - AISI
2.4.4.1 – Elementos de adição
2.5 – FERRO FUNDIDO
Figura 2,28 – Microestrutura do ferro fundido cinzento
Figura 2.29 – Microestrutura do ferro fundido nodular
2.5.1 - CLASSIFICAÇÃO DOS FERROS FUNDIDOS - ABNT
2.6 - TRATAMENTOS TÉRMICOS E DE SUPERFÍCIES
2.6.1 - TRATAMENTOS TÉRMICOS
Figura 2.30 – Ciclos de aquecimentos e tratamentos térmicos
Figura 2.31 – Diagrama Fe-C – Campo de austenização
2.6.1.1 - Recozimento
Figura 2.32 – Ciclo do recozimento
Figura 2.33 – Ciclo da esferoidização
2.6.1.2 - Normalização
2.6.1.3 - Revenimento
2.6.1.4 - Têmpera
2.6.1.5 – Diagramas ttt – temperatura-tempo-transformação
Figura 2.35 – Diagrama TTT para o aço eutetóide
Figura 2.36 – Diagrama TTT para o aço eutetóide com tratamentos térmicos
Figura 2.37 – Diagrama TTT considerando a espessura da peça
Figura 2.38 – Diagrama TTT para o aço hipo-eutetóide
Figura 2.39 – Diagrama TTT para o aço hiper-eutetóide
Figura 2.41 – Diagrama TTT para o aço 4340
2.6.1.6 – Tipos de tratamentos isotérmicos
Figura 2.42 – Austêmpera
Figura 2.43 – Martêmpera
2.6.2 - TRATAMENTOS DE SUPERFÍCIES
2.6.2.1 - Tratamentos termo-químicos
Figura 2.46 – Célula unitária da fase ε
Figura 2.49 – Esquema do reator iônico
Figura 2.50 – Profundidade da camada cementada em aço de baixo carbono
2.6.2.2 - Tratamentos de revestimentos
Figura 2.51 – Esquema da eletrodeposição
3 - ALUMÍNIO E SUAS LIGAS
3.1 – INTRODUÇÃO
3.2 - PRODUÇÃO DE ALUMÍNIO
Figura 3.2 – Diagrama de fases da liga Al-Mg
3.3.1.3 - Liga de Al-Mn
3.3.1.4 - Liga de Al-Si
Figura 3.3 - Diagrama de fases da liga binária Al-Si
3.3.1.5- Liga de Al-Si
Figura 3.4 - Diagrama de fases da liga binária Al-Si
3.3.2 - NORMALIZAÇÃO DAS LIGAS DE ALUMÍNIO
4 - COBRE E SUAS LIGAS
4.1 - INTRODUÇÃO
4.2 - PRODUÇÃO DE COBRE
Figura 4.1 – Beneficiamento do cobre. A) Trituração do minério; B) Flotação
Figura 4.2 - Esquema do forno revérbero e obtenção do mate
Figura 4.3 - Obtenção do cobre blíster e placa eletrolítica
4.3 - PROPRIEDADES DO COBRE E SUAS LIGAS
Figura 4.4 - Efeito das impurezas na condutividade elétrica do cobre
4.3.1 - LIGAS DE COBRE
4.3.1.1 - Latão
Figura 4.5 – Diagrama de fases da liga Cu-Zn
Figura 4.7 - Diagrama do comportamento mecânico dos latões
Figura 4.8 - Aplicações dos latões
4.3.1.2 - Bronze
Figura 4.9 - Diagrama de fases da liga binária Cu-Sn
Figura 4.11 - Aplicações do bronze
4.3.1.3 - Ligas de cobre-alumínio
Figura 4.12 - Diagrama de fases da liga binária Cu-Al
4.3.1.4 - Cuproníquel
Figura 4.13 - Diagrama de fases da liga binária Cu-Ni
Figura 4.14 - Aplicações do cuproníquel
4.3.1.5 - Ligas de cobre e berílio
Figura 4.15 - Diagrama de fases da liga binária Cu-Be
4.3.1.6 - Ligas de cobre e silício
4.3.2 - NORMALIZAÇÃO DAS LIGAS DE COBRE
5 - NÍQUEL E SUAS LIGAS
5.1 - INTRODUÇÃO
5.2 - PROPRIEDADES DO NÍQUEL E SUAS LIGAS
5.2.1 - NÍQUEL
Figura 5.1 - Aplicações do níquel
5.2.2 - LIGAS DE NÍQUEL
5.2.2.1 - Ligas de níquel e berílio
4.2.2.2 - Ligas de níquel e cromo
5.2.2.3 - Ligas de níquel e molibdênio
6 - COBALTO E SUAS LIGAS
6.1 - INTRODUÇÃO
6.2 - PROPRIEDADES DO COBALTO E SUAS LIGAS
6.2.1 - COBALTO
Figura 6.1 - Aplicações do cobalto
6.2.2 - LIGAS DE COBALTO
7 - TITÂNIO E SUAS LIGAS
7.1 - INTRODUÇÃO
7.2 - PROPRIEDADES DO TITÂNIO E SUAS LIGAS
7.2.1 - TITÂNIO
7.2.2 - LIGAS DE TITÂNIO
8 - MAGNÉSIO E SUAS LIGAS
8.1 - INTRODUÇÃO
8.2 - PROPRIEDADES DO MAGNÉSIO E SUAS LIGAS
8.2.1 - MAGNÉSIO
Figura 8.1 - Aplicações do magnésio
8.2.2 - LIGAS DE MAGNÉSIO
9 - ZINCO E SUAS LIGAS
9.1 - INTRODUÇÃO
9.2 - PROPRIEDADES DO ZINCO E SUAS LIGAS
9.2.1 - LIGAS DE ZINCO
9.2.2 - LIGAS DE ZINCO E ALUMÍNIO
10 - CHUMBO E SUAS LIGAS
10.1 - INTRODUÇÃO
10.2 - PROPRIEDADES DO CHUMBO E SUAS LIGAS
Figura 10.1 - Diagrama de fases da liga Pb-Sn
Figura 10.2 - Diagrama de fases da liga Pb-Sb
11 - OUTROS METAIS
11.1 - ESTANHO
11.2 - CROMO
Figura 11.1 - Aplicações do cromo
11.3 - TUNGSTÊNIO
Figura 11.2 - Aplicações da tungstênio
11.4 - PRATA
Figura 11.3 - Aplicações da prata
11.5 - OURO
Figura 11.4 - Aplicações do ouro
12 - POLÍMEROS
12.1 - INTRODUÇÃO
Figura 12.1 - Monômeros. a) metano; b) etano; c) eteno
Figura 12.2 - Monômeros. a) propano; b) n-butano; c) isobutano
Figura 12.3 - Monômeros. a) n-pentano; b) Isopentano; c) Neopentano
Figura 12.4 – Representação de polímero
Figura 12.5 – Reação de polimerização do policloreto de vinila
Figura 12.6 – Reação de copolimerização do náilon 66
12.2 – PROPRIEDADES
12.2.1 - MORFOLOGIA
Figura 12.9 – Cristalinidade em polímeros
12.2.2 – COMPORTAMENTO À MOLDAGEM
12.2.3 - ADITIVOS
Figura 12.10 – Reação do baquelite
Figura 12.11 – Reação do agente de esponjamento
12.2.4 – PROPRIEDADES TÉRMICAS
12.2.5 – PROPRIEDADES MECÂNICAS
12.3 - PLÁSTICOS
12.3.1 - POLIOLEFINAS
Figura 12.15 – Fórmula geral da poliolefina
12.3.2 - POLICARBONATOS
Figura 12.16 – Fórmula policarbonato
12.3.3 - ALÍLICOS
12.3.4 - ACRILICOS
Figura 12.17 – Polimetacrilato de metila
Figura 12.18 – Poliacrilonitrilo
Figura 12.19 – ABS
Figura 12.20 – SAN
12.3.5 - POLIIMIDAS
Figura 12.21 – Poliimida
12.3.6 - AMINOPLÁSTICOS
12.3.7 - CELULÓSICOS
12.3.8 - POLIOXIMETILÊNICOS
12.3.9 - EPOXÍDICOS
12.3.10 - FLUOROPLÁSTICOS
Figura 12.22 – Fórmula do teflon
Figura 2.23 – PCTFE
12.3.11 - POLISULFONAS
Figura 12.24 - Polisulfona
12.3.12 - FENÓLICOS
Figura 12.25 – Fenólicos
12.3.13 – POLIALÔMEROS
12.3.14 - POLIFENILÊNICOS
12.3.15 - SILICONES
12.3.16 - POLIAMIDAS
12.3.17 – POLIÉSTERES E POLIURETANOS
12.4 - ELASTÔMEROS
Figura 12.27 – Polisopreno
Figura 12.28 – SBR
12.5 – POLÍMERO NATURAL - MADEIRA
12.5.1 - MADEIRAS TRANSFORMADAS
Figura 12.30 – Cortes da madeira
12.5.2 - TRATAMENTO SUPERFICIAL
Figura 12.32 – Efeito decapê
Figura 12.33 – Efeito satinê
Figura 12.34 – Efeito estêncil
13 – CERÂMICOS
13.1 – INTRODUÇÃO
Figura 13.1 – Peças de cerâmica
13.2 – CERÂMICA CONVENCIONAL
13.2.1 – CERÂMICA VERMELHA
13.2.1.1 – Massa cerâmica
13.2.1.2 – Esmaltes
13.2.1.3 – Engobe
Figura 13.2 – Produção de cerâmica
13.2.2 – CERÂMICA BRANCA
Figura 13.3 - Louça sanitária
Figura 13.4 – Forno túnel para queima de peças cerâmicos
13.2.2.1 - Processamento
13.3 – CERÂMICA AVANÇADA
Figura 13.5 - Microscopia eletrônica de varredura de cermetos e metal duro
Figura 13.6 - Revestimento de TiN em uma pastilha de metal duro
14 – ENSAIOS DE MATERIAIS
14.1 – INTRODUÇÃO
14.2 - ENSAIO DE TRAÇÃO
Figura 14.2 - Peça tracionada
14.2.1 - DIAGRAMA TENSÃO - DEFORMAÇÃO
Figura 14.4 - Comportamento dos materiais através do diagrama σx ε
Figura 14.5 - Material dúctil. a) diagrama σ x ε; b) aspecto da fratura
14.2.2 - PROPRIEDADES MECÂNICAS AVALIADAS
Figura 14.7 - diagrama σ x ε para ligas do tipo aço baixo carbono
Figura 14.8 - Alongamentos na tração e na compressão
14.2.3 - CORPOS DE PROVA
Figura 14.9 - Máquina de ensaio e registrador
Figura 14.10 - Corpos de prova
Figura 14.11 - Tipos de fixação
Figura 14.12 - Preparação de corpo de prova
Figura 14.13 - Ruptura do corpo de prova no centro
Figura 14.14 - Ruptura do corpo de prova fora de centro
14.2.3.1 - Limite de escoamento: valores convencionais
Figura 14.15 - Determinação do limite de escoamento
14.3 - ENSAIO DE COMPRESSÃO
14.3.1 - LIMITAÇÕES DO ENSAIO DE COMPRESSÃO
Figura 14.17 - Ensaio de compressão. a) normal; b) flambagem
14.3.3 - ENSAIO DE COMPRESSÃO DIAMETRAL
Figura 14.21 - Ensaios em molas
14.4 - ENSAIO DE FLEXÃO
14.4.1 - SIGNIFICADO DE FLEXÃO
Figura 14.22 - Flexão em uma barra de secção retangular
Figura 14.23 - Elemento da barra submetido à flexão
14.4.2 - MÉTODO DO ENSAIO DE FLEXÃO
Figura 14.25 - Método de flexão a quatro pontos
14.5 - ENSAIO DE DUREZA
14.5.1 - DUREZA BRINELL
Figura 14.27 - Ângulo φ nas impressões Brinell
14.5.2 - DUREZA ROCKWELL
Figura 14.28 - Penetradores de Dureza Rockwell
14.5.3 - DUREZA VICKERS
14.5.4 - DUREZA SHORE
14.6 - ENSAIO DE IMPACTO
Figura 14.29 - Aspectos da fratura
14.6.1 - TEMPERATURA DE TRANSIÇÃO
14.6.1.1 - Fatores que influenciam a temperatura de transição
Figura 14.31 - Curvas de energia absorvida de um mesmo material
14.6.1.2 - Resfriamento do corpo de prova
Figura 14.32 - Máquina de ensaio de impacto
Figura 14.33 - Ensaio Charpy e Izod
Figura 14.34 - Corpos de prova Charpy e Izod
14.7 - ENSAIOS METALOGRÁFICOS
14.7.1 - ENSAIO METALOGRÁFICO MACROGRÁFICO
14.7.2 - ENSAIO METALOGRÁFICO MICROGRÁFICO
14.7.2.1 - Etapas metalográficas
Figura 14.38 - Micrografia da perlita
14.8 - PROPRIEDADES TÉRMICAS
14.9 - PROPRIEDADES ELÉTRICAS
Figura 14.39 - Curva de resistividade elétrica em função da temperatura
14.10 - PROPRIEDADES MAGNÉTICAS
Figura 14.44 - Esquema de momentos magnéticos do MnO
Figura 14.45 - Esquema dos momentos magnéticos da ferrita
14.10.1 - MATERIAIS MAGNÉTICOS MOLES E DUROS
14.11 - PROPRIEDADES ÓTICAS
14.11.1 - REFLETIVIDADE, TRANSMITÂNCIA E ABSORÇÃO
Figura 14.53 - Espectros de radiação eletromagnética
14.12 - PROPRIEDADES QUÍMICAS
14.12.1 - RESISTÊNCIA A CORROSÃO
Figura 14.54 - Esquema dos tipos de corrosão
14.12.2 - RESISTÊNCIA À DEGRADAÇÃO
15 – NOÇÕES DE RECICLAGEM DE MATERIAIS
Figura 15.1 – Símbolo da reciclagem
15.1 - INTRODUÇÃO
16 - EXERCÍCIOS PROPOSTOS
17 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ANEXOS
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Materiais de Construção Mecânica II (UFSM)

Materiais de Construção Mecânica II (UFSM)

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Published by: Matheus Souza on Jul 09, 2013
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