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direito constitucional Sebenta 1[1]

direito constitucional Sebenta 1[1]

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04/28/2014

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Direito Constitucional Ano
DIREITO CONSTITUCIONALPrograma da disciplinaParte I – O Estado e a experiência constitucional
................................................................................
4Título I – O Estado na História
Capítulo I – Localização histórica do EstadoCapítulo II – O Direito Público moderno e o Estado de tipo europeu
Título II – Sistemas e famílias constitucionais
....................................................................................
27
Capítulo I – Sistemas e famílias constitucionais em geralCapítulo II – As diversas famílias constitucionaisCapítulo III – Os sistemas constitucionais do Brasil e dos países africanos de língua portuguesa
Título III – As constituições portuguesas
............................................................................................
56
Capítulo I – As constituições portuguesas em geralCapítulo II- As constituições liberaisCapítulo III – A Constituição de 1933Capítulo IV – A Constituição de 1976
Parte II– Teoria da Constituição
...........................................................................................................
77Título I – A constituição como fenómeno jurídico
Capítulo I – Conceito de ConstituiçãoCapítulo II – Formação da ConstituiçãoCapítulo III – Modificações e subsistência da Constituição
Título II – Normas Constitucionais
......................................................................................................
86
Capítulo I – Estrutura das normas constitucionaisCapítulo II – Interpretação, integração e aplicação
Parte III – A Actividade constitucional do Estado
..............................................................................
93Título I – Funções, órgãos e actos em geral
Capítulo I – Funções do EstadoCapítulo II – Órgãos do Estado
Título II – Actos legislativos
................................................................................................................
107
Capítulo I – A lei em geralCapítulo II – As leis da Assembleia da República
 
Capítulo III - Autorizações legislativas e apreciações parlamentaresCapítulo IV – Relações entre actos legislativos
Parte IV – Inconstitucionalidade e garantia da Constituição
..........................................................
124Título I – Inconstitucionalidade e garantia em geral
Capítulo I – Inconstitucionalidade e legalidadeCapítulo II – Garantia da constitucionalidade
Título II – Sistemas de fiscalização da constitucionalidade
...........................................................
132
Capítulo I – Relance comparativo e históricoCapítulo II – O regime português actual
Bibliografia
...........................................................................................................................................
144Sugestões jurisprudenciais
...............................................................................................................
157
1
 
Direito Constitucional Ano
Parte I – O Estado e a experiência constitucionalTítulo I – O Estado na História
Capítulo I – Localização histórica do EstadoCapítulo II – O Direito Público moderno e o Estado de tipo europeu
O fenómeno político é, genericamente entendido, o objecto de disciplinas como a Teoria Geral do Estado,a Teoria Geral do Direito Público, a Ciência Política, o Direito Constitucional, a História do DireitoConstitucional, o Direito Constitucional Comparado, ou a História do Direito Constitucional Comparado. Éum objecto que pode, no entanto, ser apreciado quer sob uma perspectiva de facto (ou de “ser”) – v.g. nocaso da Ciência Política -, quer sob uma perspectiva normativa ( ou de “dever ser”) – como no caso doDireito Constitucional.O objecto do Direito Constitucional é a Constituição, que cria estruturas para que o Estado realize as suastarefas.O
Direito Constitucional
= Direito Político (Polis = Cidade, Estado) é então um Direito da Organização,que respeita ao modo de criação do Estado, visto que este é a única forma de sociedade política que temConstituição.No entanto, encontramos já alguns fenómenos de paraconstitucionalização: fenómenos de aproximaçãoao Estado por parte de organizações supra-estaduais (ex.: UE, com marcas de estadualidade como oParlamento Europeu, Euro, política económica comum, Carta da ONU que prevalece sobre todos osdemais tratados internacionais). Ao contrário dos vários grupos humanos (ex. associação académica), o Estado é uma sociedade de finsgerais (que se dedica a uma pluralidade de fins), e que visa a realização temporal das necessidadescolectivas. Até agora apenas o Estado tem poder coercitivo. A ONU pode ter esse poder coercitivoatravés do Conselho de Segurança, mas apenas sobre os Estados em geral (numa decisão dependenteda vontade dos membros efectivos).
 Rege fins gerais da ordem do Estado.Contém os grandes princípios da ordem jurídicado Estado
Constituição
 Estabelece o modo de relacionamento do Estadocom outros Estados 
O Direito Constitucional distingue-se de outros ramos do Direito na medida em que corresponde aotronco do ordenamento jurídico.Estado Estado / Comunidade exerce poder para a realização de fins comuns.Estado / Poder – regulamentação das relações.O Estado:
é uma das formas de sociedade política;
é objecto de estudo da ciência do Direito Constitucional;
é abalado e/ou condicionado por factores internos e externos.
2
 
Direito Constitucional Ano
De facto, quando falamos em fenómeno estadual, referimo-nos a organizações que estão em mutação eem transformação. No entanto, e apesar dessas mutações, a soberania do Estado prevalece e ele é aindaa principal referência de estruturação política no tempo e no espaço.Não apenas os indivíduos, mas também as demais instituições que exercem autoridade pública, devemobediência ao Estado. Não há ideia de poder sem ideia de Direito (mudando a concepção de um, muda aconcepção do outro). O Direito Constitucional é a parcela da ordem jurídica que rege o próprio Estadoenquanto comunidade e enquanto poder.
Sociedade em geralSociedades políticasEstadoEstado ModernoDesde séculos XV e XVI Estado Constitucional Representativo e de Direitodesde século XVIII
O Estado é tanto objecto de estudo da Ciência Política como do Direito Constitucional.Ora umaÉ determinada pelo objecto;
Ciência
Mas também resulta do método e perspectiva de análise. Assim, enquanto o Direito Constitucional estuda o Estado enquanto realidade sujeita a
normas
 
(dever ser),
a
Ciência Política
estuda o Estado enquanto facto
 
ou
realidade (ser)
.Por 
Estado
podemos entender: 
comunidade de pessoas relação comunidade/poder  
instituição de um poder 
regulamenta as relações que se estabelecem entre pessoas e poder.
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