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Tribuna dos Açores, fundado em 12 de outubro de 2004, pela jornalista Vera
Brito, tem como proposta jornalista apresentar os fatos ocorridos no Reino
Unido dos Açores, procurando isentar nos noticiários qualquer ligação
partidária, pessoal ou governamental.
Os partidos políticos deveriam enviar um representante, cada, para compor a Comissão Eleitoral, mas apenas o PSD e o ARENA enviaram seus indicados. O PSD indicou D. Rafael Navarro Cintra, e o ARENA indicou D. Thiago Montenero.
O MicroSoc não tem nenhum afiliado que resida nos Açores, e por isso fica impossibilitado de participar da Comissão. O PIGD ainda não se manifestou, e tudo indica que não terá um representante. O UNIDA foi recentemente reaberto, e um de seus afiliados, D. Giancarlo, se ofereceu para participar da Comissão Eleitoral, mas o mesmo aind aguarda uma comunicação oficial do presidente do UNIDA.
As leis açorianas estão desatualizadas, fora de contexto com o atual status quo do
Reino Unido dos Açores, que se tornou Protetorado do Sacro Império de Reunião no mês pas-
sado.
O mais urgente trabalho a ser realizado pelos próximos senadores açorianos, será uma
modificação da Constituição Nacional dos Açores, que possui artigos que não mais correspondem
com a realidade atual açoriana. Além disso, o Senado Real precisa avaliar duas prováveis propostas
de modificação na Constituição, como o uso de Fóruns no lugar de Listas de Discussão, e a modifi-
cação das regiões açorianas, sendo redistribuídas as áreas administrativas. Além disso a Constituição
precisa abordar mecanismos de combate a crise e crescimento sustentado, para que em momentos de
crise ou de hiperatividade as instituições possam ser redimensionadas adequadamente.
Outras leis açorianas, que antes mesmo da união entre Açores e Reunião fosse definida já preci-
savam de revisão, precisam agora de ajustes para que as mesmas ficar em sintonia com a legislação
reuniã. As principais leis açorianas a serem revisadas são: Código Penal, Lei da Nobreza, Lei das Fa-
mílias e Sucessões, Lei do Registro Civil, Lei da Imigração e Lei das Estampas Postais.
Depois de algumas manifestações de cidadãos açorianos solicitando a abertura da lista Telegrapho Real, a Casa Real dos Açores através da Ordenação Real 10/2009, tornou, pela primeira vez, possível o acesso às discussões internas dos Açores.
Agora, o acesso está liberado à qualquer micronacionalista interessado em conhecer o
que se passa no Protetorado, não sendo mais obrigatória a solicitação, por parte dos visitantes,
do visto de cidadania, de turismo, diplomático ou de trabalhador estrangeiro. Porém, para o en-
vio de mensagens aos Telegrapho Real, as regras continuam as mesmas.
Esta mudança ocorreu sob a justificativa de que a lista estando aberta é possível associar sites externos ao conteúdo da lista, e assim, a divulgação dos Açores é maximizada. E, além disso, as discussões no Telegrapho Real, apesar de não serem moderadas, são consideradas por muitos, como uma das mais maduras do micronacionalismo, sendo motivo para exposição, e não para ocultação.O endereço da lista:http://br.gr oups. yahoo. com/group/te legr apho_r eal_5.
A lista Telegrapho Real está vivendo um momento de excelente atividade mensagística, considerando a média dos últimos meses. Até o fechamento desta edição, circularam neste mês de maio 661 mensagens, e ainda estamos na metade do mês.
Este já é o maior número de mensagens nos Açores desde março de 2006, pois fevereiro teve 704 mensagens (o que será facilmente ultrapassado neste final de semana), e o 10º melhor mês na história açoriana.
Continuando assim, o Telegrapho Real pode bater seu recorde dos últimos 5 anos, e tendo potencial para alcançar a 4ª melhor marca açoriana.
Porém, além da quantidade, o mais importante é a qualidade das mensagens (que por sinal, é o slogan da lista).
E vale sempre ressaltar que tudo na vida tem que ser tratado com moderação, e nos Açores, estimamos
que a média ideal é de 500 a 1500 men-
sagens por mês, o que, em tese, é in-
dício da não paralisação das institui-
ções, não impossibilita a integração
dos novos cidadãos e não sobre-
carrega aos açorianos ativos.
Em discussão paralela, o cidadão açoriano D. Gabriel Lech sugeriu que o
próximo Senado Real estude a possibilidade de mudança do meio de comunica-
ção açoriano, deixando de se utilizar as listas de discussões, e passando a
serem utilizados os Fóruns. A proposta deverá ser apreciada pelos pró-
ximos Senadores.
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