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TRABALHO ETICA DEONTOLOGIA

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TRABALHO, ETICA E DEONTOLOGIA
A deontologia é particularmente o dever das diversas profissões, é umsistema moral fundado na noção do dever. Aliado à deontologia estáintrinsecamente a ética.O código deontológico faz parte integrante de quase todas as profissões,nomeadamente: dicos, advogados, engenheiros, jornalistas, enfermeiros,militares etc. O código divide-se em diversas partes no art. 1º define os princípiosde probabilidade, profissionalismo e confidencialidade que todos os membros seobrigam a respeitar no exercício da sua profissão.Define quem é competente, nos termos do Regulamento Disciplinar, parasancionar qualquer violação dos princípios deontológicos estipulados no Código.Seguem-se o código de honra, condições de trabalho, deveres, direitos,outros direitos, Regulamento Disciplinar, alterações, etc.A lei nº 99/2003 de 27 de Agosto que aprova o Código do Trabalho entrouem vigor no dia 01 de Dezembro do mesmo ano, e transpôs várias directivascomunitárias, também revogou vários diplomas. Porém este código só veio a serregulamentado através da lei nº 35/2004 de 29 de Julho.O código do trabalho é, no meu entender, um instrumento de regulamentaçãocolectivo de trabalho, e nele estão definidos os direitos e deveres dostrabalhadores da sociedade em geral, tanto pública como privada.O referido Código do Trabalho também se aplica na íntegra aos militares eagentes policiais, embora estes sejam regidos por leis e estatutos próprio,destacando alguns dos seus artigos: protecção da maternidade e paternidade, tiposde faltas entre outros.De salientar que esta lei se encontra em fase adiantada de revisão.Para além de agente da força pública sou militar e à semelhança de outrasprofissões que já citei, obedecemos a um determinado número de leis e regras aque a sociedade civil o essujeita e também s temos o nosso digodeontológico, código de honra estatuto e regulamento de disciplina, ética.A instituição em que presto serviço, é a GNR e também ela se regula por leise regulamentos de disciplina militar que no fundo é o código deontológico militarCito em parte o seu nº 1:
(Decreto-Lei n.º 142/77
, de 09ABR, com diversas alterações) Regulamento deDisciplina Militar1. A disciplina militar, conforme dispunha o artigo 1.º do Regulamento Disciplinar de2 de Maio de 1913, «é o laço moral que liga entre si os diversos graus da hierarquiamilitar; nasce da dedicação pelo dever e consiste na escrita e pontual observânciadas leis e regulamentos militares».
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Segundo o mesmo Regulamento, ela obtém-se «pela convicção da missão a cumprir emantém-se pelo prestígio que nasce dos princípios de justiça empregados, dorespeito pelos direitos de todos, do cumprimento exacto dos deveres, do saber, dacorrecção de proceder e da estima recíproca». São estes, ainda hoje, os princípiosfundamentais em que assenta a disciplina militar, condição Indispensável para ocumprimento da missão histórica e nacional cometida às forças armadas e sem aqual não seria, nem será, possível a sobrevivência destas, seja em que quadrantefor.Mas, como projecção que são desses princípios, as normas regulamentares queregem as forças armadas não se cristalizam; antes evoluem de acordo com a própriaevolução social.As forças armadas constituem uma comunidade dentro da própria sociedade em quese inserem; como tal, inevitável será que, ao longo dos tempos, sofram no seu seio ainfluência do ambiente social que as cerca.Essa influência, todavia, não pode ir além de determinados limites, sob pena dedestruir o equilíbrio e a íntima coesão que as animam. A comunidade militar -«instituição nacional», na expressão sintética, mas eloquente, da Constituiçãovigente - só poderá cumprir integralmente a missão o que constitucionalmente lhe éatribuída, e que consiste na defesa da «independência nacional, da unidade doEstado e da integridade do território», se lhe forem garantidos os meiosindispensáveis um deles é a disciplina. Sem esta não haverá forças armadas.A nenhuma comunidade se exige tanto dos seus componentes como à militar;sacrifício da própria vida é, mais do que um simples risco do serviço, um dever dosoldado, em certos casos.Tão especiais condições de serviço são, pois, incompatíveis com a existência de umestatuto idêntico ao dos restantes profissionais, sejam eles do sector público,sejam do privado.A lei 63/2007 aprova a orgânica da GNR e no art. 1 nº 2 refere o seguinte: a GNRtem por missão assegurar a legalidade democrática garantir a segurança interna eos direitos dos cidadãos, entre outros que a lei lhe confere esta é a sua definição, oseu código, para alem deste existe o regulamento geral do serviço da Guarda.Todas as associões, organizações, instituições blicas ou privadasindependentemente do fim a que se destinam, tem as suas leis, digos eregulamentos próprios, é nestes que se encontra a diferença entre umas e outras.A instituição que sirvo, também se insere nesse contexto bem como todos oselementos que a constituem. A seguir apresento uns pequenos textos das leis a queestamos sujeitos, para além de outras:
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CODIGO DE HONRA DO MILITAR DA GUARDA
1.
O militar da Guarda observa em todas as circunstâncias as características da condição militar e cumpre, rigorosa e responsavelmente, os
seus deveres militares e estatutários.2.O militar da Guarda, como "soldado da lei", impõe-se à consideração, respeito e simpatia das populações, através deuma impoluta integridade de carácter, reconhecida a honestidade, esmerada educação, exemplar comportamento morale cívico, boa conduta nos procedimentos da sua vida pública e privada e respeitável ambiente familiar.3.O militar da Guarda como agente da força pública, actua sempre de acordo com a autoridade em que está investido, sórecorrendo ao uso da força nos casos expressamente previstos na lei, quando absolutamente necessário e apenas namedida exigida pelo cumprimento das suas funções.4.O militar da Guarda só utiliza as armas para repelir uma agressão iminente ou em execução, em defesa própria ou deterceiros e para vencer a resistência violenta à execução de um serviço no exercício das suas funções e manter oprincípio de autoridade, após intimação formal aos resistentes de obediência e esgotados todos os outros meios para oconseguir.5.O militar da Guarda cumpre sempre o dever que a lei impõe de servir a colectividade e de proteger todas as pessoascontra actos ilegais, em conformidade com o alto grau de responsabilidade que a sua profissão exige.
CODIGO DE CONDUTA
É DEVER DE TODO O MILITAR DA GUARDA
:
Cumprir a Missão de acordo com a Causa Pública, o Interesse Público e a Lei.
Servir a Colectividade Nacional e proteger todas as pessoas contra os actos ilegais.
Respeitar e proteger a dignidade humana. - Defender e proteger os direitos fundamentais de toda a pessoa.
Só aplicar a força em último caso e quando for exigido pelo cumprimento das suas funções.
Só recorrer às armas de fogo em legítima defesa, quando o presumido delinquente opuser resistência armada e se nãofor possível a utilização de outros meios.
Não divulgar informações de carácter confidencial a não ser no cumprimento das suas funções ou quando asnecessidades de justiça o exigirem.
Não infringir, instigar ou tolerar actos de tortura ou de qualquer outro tipo de castigo cruel, inumano ou degradante.
Não praticar o abuso da autoridade. - Combater e opor-se vigorosamente a todos os actos de corrupção.
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