• Embed Doc
  • Readcast
  • Collections
  • CommentGo Back
Download
 
 
Igreja universalVídeo e Livro sobre Edir Macedo(Como Roubar , quer dizer, montar uma franquia da igreja universal)Este Vídeo não mostra nada o mais do que já sabemos, ou seja, que na “Igreja” Universal Tem umatremenda roubalheira!Tem muita gente que vai dar o Dinheiro que consegue trabalhando honestamente para esta corja depastores.Os Falsos Profetas estão ai.Não se engane, pois como podemos ver neste vídeo que esta anexo, este pessoal, só sabe falarbonito, mostrar passagem na bíblia (que eles interpretam do jeito deles) AS EVIDENCIAS ESTÃOTODAS AI, SO NÃO ENCHERAGA QUEM NÃO QUER.REFORÇO - - - NÃO SE DEIXE ENGANAR POR PALAVRAS DESTAS PESSOAS, ELES SABEM VENDER OPEIXE (ESTRAGADO), A REVOLTA É QUE TEM GENTE QUE AINDA TENTA DEFENDER ISSO E VAI LÁDA DINHEIRO EDEPOIS ASSISTE A REDE GLOBO E VE O “PASTOR” EDIR MACEDO CONTANDO DINHEIRO,ANDANDO DE BARCO E OUTRAS COISAS MAIS.É um caminho de enganações!ACREDITAMOS EM DEUS, MAIS IGREJA UNIVERSAL, ISSO NÃO, VEJA O VIDEO E LEIA ESTE TEXTO,OS OUTORES SÃO EX PASTORES QUE CAIRAM NA REAL E DIVULGARAM ESTA BAIXARIA.TOME CUIDADO COM A IGREJA UNIVERSALPOR QUE SERÁ QUE ESTA “IGREJA” TEM A FAMA DE SER ENGANADORA E SÓ QUERER O DINHEIRODOS COIDOS QUE LÁ VÃO?? PERSEGUIÇÃO OU VERDADE??ASSITAM ESTE VIDEO E LEIAM ESTE TEXTO AMBOS DE EX PASTORES DA IGREJA UNIVERSAL. SEQUIZEREM ORAR OREM POR NOS, MAIS POR FAVOR TENTEM PARAR COM ESTAS PALAHAÇADAS EINVES DE SEREM PASTORES DA UNIVERSAL, ARRUMEN UM EMPREGO HONESTO, E NEM VENHAMCOM PALAVRAS BONITAS QUE SO FAZEM SENTIDOS AOS LEIGOS E GENTE DESTA MESMA LAIA!AGORA, NÃO VENHAM ME FALAR QUE ESTE NO VIDEO NÃO É O MACEDO E QUE ISTO QUE ESTAESCRITO ABAIXO NÃO FOI UM EX PASTOR QUE ESCREVEU, OU INTÃO PARA LER O VERSICULO XCAPITULO TAL, O QUE MOSTRA NA REDE GLOBO É UMA MONTAGEM. É MELHOR ACORDAR EMQUANTO A TEMPO, VOCÊ FICA POBRE E MACEDÃO CONTINUA ABRINDO IGREJA E CADA VEZFICANDO MAIS RICO.VOCÊ NÃO VAI A IGREJA PARA FICAR RICO, MAIS TAMBÉM NÃO VAI PARA DEIXAR ELA RICAMUITO MENOS O DONO DELA, NÉ?LEIAM E REPASSEM ISTO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Nos Bastidores do Reino A Vida Secreta na Igreja Universal do Reino de Deus
 
 IntroduçãoNão considero este livro uma autobiografia. Essas são escritas por aqueles que já viveram tudo. Eletambém não pretende ser uma busca de remissão, nem uma tentativa de me justificar a quem querque seja. Acima de tudo, este livro não tem a pobreza de ser uma forma de vingança.Talvez eu não tivesse o direito de escrever uma historia que envolve tantas pessoas. Mas, nodecorrer dos últimos anos, eu vinha sentindo uma irresistível vontade de contar a minha verdade.Entretanto, seria impossível contar essa historia sem que se revelasse, no andamento natural danarrativa, a historia dos porões da Igreja Universal.Infelizmente, as duas historias estão fundidas em uma só. Sexo, dinheiro e drogas se confundem, nomesmo púlpito, com orações e salmos de Davi. Lamento pelas pessoas que se sentirão traídas poresta obra. Mas espero que ela contribua para que se forme uma discussão de âmbito nacional sobrea influencia nociva que pseudopastores vem exercendo sobre as massas, fazendo com que menoresabandonem famílias, e estudos, desgraçando assim seu futuro e sua vida. Isso, se não é, deveria sercaso de policia. As poucas pessoas que conseguem se liberar desse crack religioso se vêem no meiode um profundo vazio. Como se o tapete mágico tivesse sido puxado repentinamente de sob seuspés. Em muitas vezes as seqüelas são irreparáveis.Nos Estados Unidos existem varias organizações, algumas governamentais, que dão apoiopsicológico e legal a essas pessoas vitimadas por grupos como a "igreja" de Edir Macedo. Eu acreditoque no Brasil essas vitimas sejam em grande numero ex-pastores, missionários, evangelistas,obreiros, membros. Pessoas de boa fé que deram seus lombos para que sobre eles fosse construído oimpério de Macedo. Somente denunciando elas serão ouvidas. Recuso-me a acreditar que aConstituição, quando protege a liberdade de culto, também proteja a lavagem cerebral e aexploração financeira da credulidade publica. A principio, este livro pretendia ser uma denuncia, umclamor por justiça, mas, na medida em que foi sendo concebido, foi assumindo a forma daquilo querealmente e: a trajetória de alguém que, buscando o desconhecido, encontrou a si mesmo.MÁRIO JUSTINONova York, verão de 1995PRELÚDIOOra, não se faca de imbecil! Você sabe por que tem de ir. Mas vou refrescar sua mente. Você nãopode mais ficar com a gente porque tem AIDS! Quando Edir Macedo, o bispo da Igreja Universal doReino de Deus, me chamou em seu escritório, no fundo eu sabia que era isso que ele me diria. Doismeses antes eu enviara uma carta ao pastor Honorilton Gonçalves, na qual contava o meu problema.Gonçalves fora um grande amigo, desde os meus dezesseis anos, quando fui transferido do Rio paraser pastor na Bahia, estado em que ele era o vice-líder. Gonçalves agora era líder nacional, e, emnome da nossa antiga amizade, pensei nele como alguém que podia me ajudar a sair daquele estadode torpeza e confusão. Na carta, contei a ele tudo o que estava acontecendo comigo.Disse, inclusive, que achava estar com "aquela doença incurável" Por varias semanas esperei pelaresposta do pastor Gonçalves. Nunca chegou. Em compensação, fui chamado ao escritório do bispoEdir Macedo, que na época encontrava-se em Nova York fugindo das acusações de charlatanismofeitas pela policia de São Paulo. Com o conhecido olhar que aterrorizava seus subalternos, o bispoordenou que eu juntasse minhas coisas e fosse embora. Eu não interessava mais a Igreja Universaldo Reino de Deus. Pior, podia "comprometê-la". Ao insistir em saber por que estava sendo varridoda Igreja depois de onze anos de serviços prestados, recebi do bispo aquela resposta áspera, bem noestilo dele. Disse que não tinha para onde ir e implorei que ao menos me mandasse de volta para oBrasil. Respondeu-me afirmando que eu tinha uma passagem de volta e que deveria usa-la.Mas não existia passagem alguma. A passagem com que tinha ido do Brasil para Portugal fora obtidanuma promoção e tinha apenas três meses de validade. Como permaneci em Lisboa por quase um
 
ano, perdera a validade. O mesmo acontecera com a passagem de Lisboa para Nova York.Inutilmente, disse que escrevera a carta num momento de desespero e que não tinha certeza seestava mesmo com a doença. Não adiantou. Ele se mostrou irredutível diante das minhas suplicas eexplicações. Nada poderia demove-lo da idéia de me punir severamente. Ao sair do escritório dobispo, a primeira coisa que me veio a cabeça foi ligar para Eliane. Disse-lhe que algo terrível mehavia acontecido e que precisava de sua ajuda. Ela me recebeu em sua casa sem ao menos perguntaro motivo pelo qual a Igreja estava sendo tão severa e cruel comigo. Fiquei lá por uma semana.Depois, tornei a implorar ao bispo Macedo para que me desse algum dinheiro ou me mandasse devolta para o Brasil.Inflexível como sempre, o que achava ser uma virtude, o bispo não voltou atras: Aqui, o!!! - disse ele,ao mesmo tempo que desferia uma "banana", aquele clássico gesto em que, erguido, o punhocerrado assume a forma de um imenso pênis em estado de ereção. Depois do que acabara deexperimentar, comecei a caminhar feito um desnorteado pelas ruas da cidade. Com passadas largase firmes, tentava entender o que estava acontecendo comigo. Uma das razoes pelas quais me tornarauma das figuras mais populares dentro da imensa comunidade da Igreja Universal tinha sidoexatamente a habilidade com que conseguira me movimentar, a habilidade para contornarproblemas e sempre ter, nas situações difíceis, a tal carta escondida na manga.Agora, no entanto, todo aquele jogo de cintura também parecia Ter virado as costas para mim.Sentia-me inteiramente impotente. Desarmado. Tudo o que queria era chorar. E nem isso conseguia.Não levaram muito tempo para descobri r que Eliane estava me abrigando. Ao regressar a casa,encontrei o pastor Natanael. Ele estava ali a mando do Bispo. Queria checar meus pertences.Natanael disse que depois da minha saída fora notado o sumiço de um gravador, que era usado paragravar testemunhos dos milagres de Macedo. Desconfiavam que eu havia roubado o equipamento.Ao tentar impedi-lo de revistar minha mochila, atracamo-nos em uma inglória (para mim, dado omeu estado cambaleante) luta corporal. Enquanto isso, aos gritos, Eliane suplicava que parássemoscom aquilo.Fui dominado facilmente por Natanael, que, tento rasgando a bolsa, ia chutando tudo o que caia,espalhando minhas roupas, procurando pelo gravador. Provando uma humilhação que nuncaimaginei passar, fiquei jogado num canto da sala tossindo e jurando que me vingaria de todos eles.Um por um. Como se você fosse viver para isso - disse Natanael com um sorriso irônico, saindo semencontrar o que viera buscar e deixando para trás a minha figura miserável recolhida ao chão. Nãosei por quanto tempo fiquei ali, no canto daquela sala, a cabeça baixa, os olhos parados e o tempo seesvaindo diante deles. As imagens de minha trajetória na Igreja passavam velozmente pela minhamente, como num aparelho de vídeo.O ódio me desvirginava. Encolhido no canto, sentia-me a pior das criaturas. Rastejando no pó, comoa serpente amaldiçoada. Como Lucifer, caído em desgraça. Destituído de toda a gloria. De toda a luz.Esforçava-me para não chorar. Seria reconhecer a vitoria deles. Com um no na garganta e arespiração pesada, senti minha boca se encher de uma saliva amarga. Por entre os dentes, emitiagrunhidos cujo significado nem eu mesmo sabia.Naquele momento, foi definitivamente possuído pelo pior sentimento conhecido pela raça humana.E esse sentimento, agora, iria reger a minha vida. Meus pensamentos, que corriam longe,arrebentaram a linha tênue que separa o bom senso da loucura quando eu comecei a considerar aidéia de matar. Eu não tinha mais nada a perder. Tudo o que tivera havia escorrido por entre osmeus dedos: mulher, filhos, meus pais, meus sonhos, minha fé, meu Deus. Tudo tinha ido. A únicacoisa que me restara era o ódio mortal pelo bispo Macedo e sua Igreja Universal. A idéia de mata-lopareceu-me uma forma deliciosa de fazer justiça. Ainda fraco, levantei a cabeça e fiquei de pe. Opensamento me revigorou e me fez sentir melhor A saliva se fez doce. Havia, enfim, encontrado umarazão para continuar vivendo.
of 00

Leave a Comment

You must be to leave a comment.
Submit
Characters: ...
You must be to leave a comment.
Submit
Characters: ...