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6569382 Joyce CollinSmith Nao Chame Ninguem de Mestre

6569382 Joyce CollinSmith Nao Chame Ninguem de Mestre

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JOYCE COLLIN-SMITNÃO CHAME NINGUÉM DE MESTRE 
Como aprender com os líderes espirituais sem transformá-los em gurus
FICHA TÉCNICA:
Autora:
 
JOYCE COLLIN-SMITH 
Tradução:
Marcello Borges
Nome do Livro
:
Não chame ninguém de mestre
ISBN:
85-267-0531-8
Título original
:
Call no man master 
Publicado em
1988
Editora Siciliano
1993
 
Em memória de James Webb
Introdução
 
 por Colin Wilson
O século XX produziu mais gurus, sábios e messias do que os cinco séculosanteriores reunidos. A razão é bastante simples: o colapso da religião organizadadeixou em sua trilha a fome de certezas morais, o anseio por 'conhecimentos ocultos'."Após a guerra de 1914-1918, por onde quer que passasse, fosse na Inglaterra ou noContinente, na América ou no Extremo Oriente, a conversa provavelmente seencaminhava para assuntos sobrenaturais." Este comentário foi feito por Rom Landau,num livro chamado
God is my adventure (Deus é minha aventura),
um estudo sobrediversos gurus e místicos, e é importante frisar que quando surgiu, em 1935, tornou-seum
best-seller 
instantâneo, recebendo oito edições em menos de um ano.Quatro décadas depois, um jovem e brilhante historiador chamado JamesWebb, também ficou encantado com essa 'proliferação de profetas', de Rudolf Steiner a Billy Graham, do conde Keyserling a Gurdjieff, de Rasputin a Timothy Leary, epassou a registrar a história numa série de livros cuidadosamente pesquisados,começando com
The occult establishment (A instituição oculta).
E foi em 1972 queWebb assistiu a uma palestra dada por Joyce Collin-Smith, tendo por tema seucunhado, Rodney Collin, um dos principais discípulos de Ouspensky. Surgiuimediatamente uma amizade um pouco estranha — sim, pois Webb era totalmentecético a respeito do 'oculto', e Joyce Collin-Smith, como os leitores deste livro irãodescobrir, era tudo, menos cética. Contudo, possuía exatamente aquilo que faltava aWebb: experiência própria na 'busca da certeza' e no conhecimento oculto. Suainfluência pode ser sentida no livro mais substancioso de Webb,
The harmoniouscircle (O círculo harmônico),
um estudo sobre Gurdjieff e Ouspensky que elecompletou não muito antes de se suicidar, em 1980. E suponho que deva ter sido, devárias maneiras, uma influência um tanto perturbadora. A atitude de Webb para com 'o
 
oculto' era do tipo racionalismo espertinho 'eu-sei-tudo', da variedade que se podeesperar de alguém formado em Cambridge. Diante dessa extraordinária senhora, eledeve ter se sentido inclinado, de início, a considerá-la uma charlatã auto-iludida,graças à sua crença em percepção extra-sensorial, astrologia e reencarnação. Edepois, não tenho dúvidas, começou a perceber que ela era tão 'cabeça-dura' quantoele, e que talvez sua própria abordagem fosse superficial e simplista. Durante operíodo de intenso estresse mental por que passou antes de sua morte, ele admitiucom pesar que tinha sido 'suspenso com seu próprio petardo'.Sinto empatia pelo dilema de Webb, pois passei pessoalmente por ele. Tiveuma educação científica, e depois decidi que preferiria ser um escritor de idéias;contudo, minha tendência pessoal continuou sendo racionalista (como ainda o é).Quando, no final da década de 60, aceitei a incumbência de escrever um livro sobre 'ooculto', não tinha dúvidas de que se tratava, na maior parte, de pensamento positivo eauto-ilusão. Lembro-me de ter passado uma tarde com o grande estudioso deShakespeare, G. Wilson Knight, e de tentar esconder meu desconforto enquanto elefalava de espiritualismo, descrevendo como tinha se convencido de que sua mãehavia se comunicado com ele após morrer... Contudo, quanto mais estudava casos detelepatia, precognição, 'segunda visão' e até reencarnação, mais ficava consciente deque há uma enorme quantidade de evidências científicas a respaldar essas coisas.Quando comecei a me perguntar se não deveria manter minha mente aberta àastrologia, dei com uma seção em minha agenda de bolso que descrevia ascaracterísticas de diversos signos solares (áries, touro, gêmeos etc.) e percebi queelas se aplicavam, com notável precisão, a muitas pessoas que conhecia. E, tendoescrito
The occult (O oculto),
concluí que seria estúpido tentar manter uma atitude derígido ceticismo. Mesmo assim, declinei firmemente de tratar o assunto comoimportante, permanecendo convencido de que nosso negócio neste mundo esintimamente relacionado com a autodisciplina e o autoconhecimento, e que assuntoscomo reencarnação e vida após a morte são basicamente irrelevantes. No entanto,

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