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Expressionismo - trabalho

Expressionismo - trabalho

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INTRODUÇÃO
O termo “
expressionismo
”, embora aplicado inicialmente à pintura, abrangiafenômeno bem mais amplo e complexo: batizava abertamente a inquietação (agitação)espiritual e a renovação cultural que se encontrava em marcha não só na Alemanha, mastambém em toda a Europa. E passou, então, a ser aplicado também à literatura e às
 
demais artes.Seus ideais não ficaram completamente claros e definidos, mas sua conduta seguiu umalinha lúcida e decidida, impulsionada por um núcleo central de aspirações e metas, que permitiu reunir, nesse movimento autores e personalidades diferentes e até divergentes.Os antecedentes do Expressionismo, nas artes plásticas, podem se encontradosem Van Gogh: “Vejo expressão e até alma em toda a natureza”; na nostalgia da arte primitiva de Gauguin; na escultura negra; e na obra violenta e trágica do norueguêsEdvard Munch. Mas foi com o grupo da “Ponte” (“Brücke”), formado na Alemanha em1905, que a pintura expressionista começou a se impor.Denominam-se genericamente expressionista
s
os vários movimentosde vanguarda do fim do culo XIX e início do culo XX que estavam maisinteressados na interiorização da criação artística do que em sua exteriorização, projetando na obra de arte uma reflexão individual e subjetiva. O Expressionismo nãose confunde com o Realismo por não estar interessado na idealização da realidade, masem sua apreensão pelo sujeito. Guarda, porém, com o movimento realista, semelhanças,como certa visão anti-"Romantismo" do mundo.
ORIGEM
O Expressionismo surge de um desdobramento do s-impressionismo,recebendo influências de uma série de artistas pertencentes a este período, como oholandês Van Gogh e o norueguês Edvard Munch. Encontra ligações também comcertas manifestações do art noveau e do simbolismo.
 
Considerando os desdobramentos do Impressionismo, os principais precursoresdo movimento foram Vincent van Gogh, Edvard Munch e Paul Klee, tal a dramaticidadede suas obras, a importância (e, em certo sentido, a independência) da cor. Ambas asobras propõem uma ruptura formal e ideogica com a Academia e com oImpressionismo. O simbolismo como um todo também influenciou os movimentosexpressionistas, em outra esfera, devido à importância dada à mensagem oculta na obra.A introdução da pintura expressionista no Brasil foi obra de Lasar Segall, pintor da dor e sofrimento humanos, que apresentou seus quadros em duas exposiçõesrealizadas em São Paulo e Campinas no ano de 1913. Os críticos não entenderam aquelenovo estilo. O povo menos ainda. Mas não surgiram críticas porque essas duas mostrascontavam com o aval do poderoso político e incentivador das artes, o senador FreitasValea quem ninguém ousava contrariar. Na realidade coube a Anita Malfatti, queconhecera o expressionismo nas suas viagens de estudo à Alemanha e Estados Unidos,despertar para o público essa novidade na expressão artística quando, em 1917,organizou em São Paulo sua segunda exposição individual. Recebidos inicialmente pelacrítica com discreta desconfiança, aqueles quadros de forte colorido e totalmentediferentes da pintura acadêmica, transformaram-se num estopim de acirradas discussõese controvérsias quando surgiu na imprensa uma crônica de Monteiro Lobato intitulada
 A propósito da exposição Malfatti
. Nela o escritor de Taubaté comparava a pintura deAnita à dos loucos ou mistificadores. Foi bastante cruel em relação à jovem pintora,mas sem querer provocou a reação de jovens intelectuais em defesa de Anita e onascimento do movimento modernista no Brasil. Outros pintores apresentaram telasexpressionistas como, por exemplo, Paulo Rossi Osir que também havia feito parte desua formação artística na Alemanha. Pós-expressionista de grandes méritos é JuarezMachado, pintor catarinense que hoje vive e trabalha em Paris.
CARACTERÍSTICAS DAS PINTURAS
Como o interesse do movimento é projetar uma reflexão subjetiva, é comum oretrato de seres humanos solitários e sofredores, onde a intenção é de captar estadosmentais, que podem ser vistos em rios quadros de personagens deformadas.Deforma-se a figura, para ressaltar o sentimento.

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