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“Hoje, quais são as
maiores dificuldades
que os novos
micronacionalistas
encontram quando
entram em uma
micronação ativa?”
O que representa o
processo de
regionalização para
uma micronação que
tem uma grande
atividade
mensagística
central?
O uso de listas de
mensagens é uma
vantagem ou uma
barreira para a
integração dos novos
micronacionalistas?
Há alternativas viáveis?
Teoricamente, qual a
melhor forma de
integrar os novos
cidadãos ao cotidiano
de uma micronação?
Os novos micronacionalistas
deveriam fazer algum curso
básico de micronacionalismo,
assim que entram em uma
micronação?
O ideal para a formação
de micronacionalistas
ativos, é facilitar que eles
assumam responsabili-
dades e cargos de
grande escalão gover-
namental, ou todos
deveriam começar com
Por qual motivo os
programas de
tutorias de novos
micro-nacionalistas
não são prioridades
nas micronações?
Há algum exemplo
micronacional de sucesso
na integração dos novos
cidadãos?
Bruno Bragança( Reuniã o)
Danilo Marques (Porto Claro)
Rafael Navarro Cintra( Aç or es /Reun iã o)
Raphael Garcia( Reunião)
Hoje, quais são as maiores
dificuldades que os novos
micronacionalistas
encontram quando entram
em uma micronação ativa?
Quase tudo é um problema para os novatos.
Desde a quantidade avassaladora de e-mails até o
Sentimento de não pertencimento. Não é fácil entrar em uma ativi-
dade que se conhece pouco e além da enxurrada de e-mails ter que acom-
panhar o papo de quem já está a anos no lugar, tentar se enturmar, perder a vergo-
nha de falar e conseguir compreender, aprender e participar. Quando eu entrei nem foram
as msg's que me assustaram mas toda a estrutura de Reunião e do MN, era novo, desconheci-
do e assustador. Não era fácil conseguir pegar o fio da meada do que se discutia, de que leis fa-
lavam, o nome de tudo e todos e os procedimentos. É como um novo emprego, ou melhor, um
estágio, você entra tímido, não conhece nada e tem alguma dificuldade em "pegar" o
serviço. Ainda que, hoje em dia, em parte eu diria que os novos micronacionalistas
encontram grande dificuldade em escrever, compreender, interpretar e se fazer
compreender. Não estão preparados para uma atividade sofisticada,
com muita escrita, que exige muita paciência e dedicação. Estamos
na era da comunicação rápida, das relações efêmeras, da veloci-
dade em tudo que fazemos e o MN, apesar de tudo, guarda
um pouco de conservadorismo, de estilo. O MN utiliza
ferramentas modernas, redes telemáticas e etc, mas
ainda assim não se vale da "moderna" língua-
gem de msn's e de toda a dinâmica jovem.
nas últimas semanas, é o alto número de
mensagens diárias que faz com que os súditos
não tenham tempo de compreender a situação.
Uma solução para isso, encontrada pelo Ministério
Imperial da Imigração e Turismo, em conjunto
com o ex-premier D. Giuseppe, foi colocar
todos os novos súditos em modo web only
(resumo de e-mails diários), em Chandon,
e colocá-los diretamente nas capitanias.
Assim, dando oportunidade que eles
aprendam, sem que sofram com seus
e-mails lotando com assuntos dos quais
ainda desconhecem. Os novos súditos
sempre chegam com o pensamento de que o
micronacionalismo é uma espécie de jogo de
RPG, quando percebem que tudo acontece
via e-mail, eles acabam abandonando. Por isso,
A maior dificuldade é se adequar a este
mundo novo, onde pessoas normais
tornam-se Reis, Ministros, Imperadores e
ainda mais lidar com toda a dinâmica de um
país virtual que se sustenta em bases
virtuais, ou seja, listas de e-mails, sites,
blogs e similares. (Rafael Navarro Cintra)
As maiores dificuldades sempre
foram: Compreender o contexto virtual, isto é,
a sistemática do micromundo. Além disso, percebemos
que os mais antigos têm dificuldades em partilhar um pouco
de seu espaço, justamente pela questão da conciliação dos egos.
O que representa o pro-
cesso de regionalização
para uma micronação que
tem uma grande atividade
mensagística central?
Foram raras as vezes
em que vi uma Regionalização de fato. Posso
citar o caso do Vice-Reino de Mariana, que chegou a con-
correr em msg's com Reunião, Açores atualmente, Sloborskaia
(Cantão de Pasárgada) em Alguns momentos e só. Talvez existam
Outros exemplos mas, no geral, as regiões não são muito ativas ou, se são, a lista
Principal também o é. Podemos encarar a regionalização com outros olhos, não como
uma "tomadora" de atividade ou de mensagens da Lista Nacional mas como uma maneira
de espalhar atividade e levar mais qualidade à Lista Nacional, diminuir os msg's de
conteúdo totalmente inútil na esfera "nacional". Neste aspecto considero este
processo benéfico e, ao menos na Reunião atual, imprescindível para o bom
funcionamento da micronação. Mas em outros casos, especialmente quando
esta regionalização vem em uma micro pouco ativa (em termos de
atividade na Lista Nacional) ou com ares de sentimento nacional
concorrente aos da Micro como um todo – como foi o caso da
tentativa de golpe dos Socioculturalistas em Maurício – então
temos um grande problema. Mariana Conseguiu superar
este problema no seu tempo, apesar de alguns rachas
e algumas tentativas malogradas de separação,
notadamente comandadas por Gerson França.
Em suma, o regionalismo pode ser bom ou
ruim, dependendo da maneira como for
encarado e dos objetivos por de trás
deste processo. O processo é,
em si, neutro.
Em Reunião existe uma valorização
desnecessária a atividade central, todos
os assuntos regionais, legislativos, judiciais, etc,
deveriam ficar restritos as suas respectivas
listas. É complicado exigir atividade
regional, enquanto a mais incentivada é
a central. Sem falar que a lista central
fica abarrotada de mensagens, havendo
assim um mensagismo desnecessário.
Eu vejo, como extremamente importante
o apoio a regionalização e a restrição das
mensagens locais em suas respectivas listas.
Claro que é um ponto de vista, com prós
e contras, onde há os que concordam
A criação de pontos de atividade,
aproximando-se ainda mais da forma como
um macro país se organiza, afinal, o que
seria de nós se todos os debates fossem
feitos em Brasília?! A partir do
Momento que se regionaliza uma
micronação, você cria atividade, cria um
fluxo e torna mais interessante, em minha
opinião, o que fazemos aqui no micromundo.
Cada micronação tem
Sua especificidade. A beleza
do micromundo está exatamente
na diversidade que cercam esses paí-
sés virtuais. Se a atividade já se encontra
pulverizada, por que não concentrar todos os
ativos num único local? Imaginemos uma nação fic-
tícia que não esteja passando pela crise que há muito
tem abatido o micromundo. Esta nação feliz e imaginária, com
suas centenas de cidadãos ativos, teria, sim, condições de manter
listas paralelas com cidades e distritos. Todos vivendo e integrando-se
no contexto maior que é a nação à qual esses "pedaços" do país façam
parte. Entende-se que deve haver preocupação quase que exclusiva com o
núcleo, que é a lista nacional. Seria, inclusive, conditio sine qua non para que
distritos, cidades, cantões, vice-reinos e capitanias se desenvolvam e, de certa forma,
prosperem. Todavia o que não se pode negar é que vivemos, recentemente, o ponto de
máximo dessa crise. Claro que estamos lentamente emergindo dessa realidade e abraçando
micronacionalistas com muito potencial e que estão se dedicando. Se os mais antigos se dispu-
serem a fomentar a atividade e integrar um novato, mais micronacionalistas teremos. Ainda que
tenhamos um percentual considerável de novos, é necessário encarar a crise - e reconhe-
cê-la!!! E centralizar a atividade num local único, até por motivos de organização e
uma eficiente gestão. Precisamos de bons gestores que enxerguem a situação
atual e sejam capazes de se adaptar às realidades. Assim como empresas,
cada nação segue seu ritmo e é preciso que os 'managers' e os
CEOs (presidentes, reis, imperadores, etc.)
entendam tudo isso. (Danilo Marques)
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