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não gosto de plágio 7

não gosto de plágio 7

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posts publicados em htpp://naogostodeplagio.blogspot.com entre 03 e 21 de maio de 2009
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skip to main | skip to sidebar não gosto de plágioum blog de utilidade pública contra plágios de tradução. algumas vítimas: monteirolobato, godofredo rangel, lívio xavier, ligia junqueira, oscar mendes, odoricomendes, mário quintana, galeão coutinho, jamil almansur haddad, borisschnaiderman, carlos porto carreiro, péricles eugênio da silva ramos, wilsonlousada, casimiro fernandes, hernâni donato, leonidas hegenberg, leonel vallandro,araújo nabuco, octavio mendes cajado, modesto carone, brenno silveira, jacóguinsburg, bento prado jr.21/05/2009frase do dia RUDOLF VON IHERING, A LUTA PELO DIREITOA irritabilidade e a ação, isto é, a faculdade de sentir a dor causada por umalesão em nosso direito e a coragem aliada à resolução de repelir o ataque, são oduplo critério mediante o qual se pode reconhecer se o sentimento do direito é são- TAVARES BASTOSA suscetibilidade, isto é, a capacidade de sentir a dor diante duma ofensa aodireito, e a energia, isto é, a coragem e determinação de repelir a agressão,constituem os critérios pelos quais se afere a presença dum sadio sentimento dejustiça - ROBERTO DE BASTOS LELLISA suscetibilidade, isto é, a capacidade de sentir a dor diante de alguma ofensa aodireito, e a energia, isto é, a coragem e a determinação de repelir a agressão,ambas constituem os critérios pelos quais se confere a presença do sentimentosadio de justiça - PIETRO NASSETTIPostado por denise 0 comentários20/05/2009machado tradutor machado de assis traduziu umas cinquenta obras, de victor hugo,* molière, lafontaine, shakespeare, poe (quem não conhece sua tradução de o corvo?), schiller,heine, dante. a editora crisálida, de belo horizonte, publicou no ano passadomachado de assis tradutor, de jean-michel massa, um dos grandes especialistas emmachado, sobretudo de sua atividade tradutória tão pouco lembrada por seusconterrâneos (blush, blush, shame on us!).que legal, agora a crisálida está lançando três traduções inéditas de machado, emvolume organizado por massa e traduzido (a introdução e as notas de massa, claro,não as traduções de machado!) por oséias silas ferraz. quem estiver em são paulotem esse programa imperdível para o dia 5 de junho, na livraria cultura.* a editora martin claret, diga-se de passagem, até cadastrou na fundaçãobiblioteca nacional os trabalhadores do mar de victor hugo em suposta tradução de
 
pietro nassetti. mas deve ter reconsiderado a questão, pois o volume acabou sendopublicado com os devidos créditos de tradução a nosso querido machado.Postado por denise 0 comentários19/05/2009notificação da martin claret quanto à notificação que recebi da martin claret (extrajudicial, e não judicialcomo foi divulgado na publishnews e no blog do galeno), agradeço a todos queenviaram mensagens de apoio e solidariedade.constituí advogado e estamos estudando as medidas judiciais e extrajudiciais queserão tomadas, tanto no terreno cível como no criminal.imagem: banner criado por raquel sallaberryPostado por denise 1 comentários16/05/2009ajustando o foco um leitor identificado apenas como "alberto" deixou ontem um comentário em lá ecá, que aqui reproduzo e aproveito para tecer algumas considerações.estimada denise, seu trabalho protojornalístico é interessante, mas falta rigor noseu método. você faz afirmações bombásticas sem apurar completamente os fatos. comisso, expõe-se a processos. afirmações como "fulano de tal é diretor da cbl;portanto, a cbl endossa tais práticas" é leviana e perigosa. cuidado.o que provavelmente acontece, nesses casos, é que uma editora cede os direitos detradução para outra. mas aí vem a dúvida: o contrato do tradutor, apesar de ser decessão definitiva de direitos, não prevê isso. "ah, troque o nome que ninguém vaiperceber..." aí, inventaram a internet e... surgiu a denise. fique bem.estimado alberto, agradeço suas observações, que acredito bem intencionadas.embora eu não tenha a menor pretensão jornalística, espero sempre estar calçadanas informações que divulgo. assim, jamais fiz a afirmação mencionada em seucomentário: seria de fato algo ridículo e infundado, em vista das dezenas edezenas de editoras íntegras que compõem a cbl, imagino que em esmagadoríssimamaioria! creio que vc entendeu equivocadamente minhas palavras: muito pelocontrário, eu torceria por uma manifestação positiva, construtiva da entidade.por outro lado, creio que expor opiniões e preocupações fundadas em fatos,apresentar dúvidas, fazer perguntas, é algo inteiramente legítimo. pois veja só:semanas atrás liguei para a cbl justamente para me informar sobre o funcionamentoda entidade em relação a eventuais associadas que utilizam práticas editoriais delegalidade duvidosa. a resposta foi que o regimento da cbl não dispõe de um códigode ética para os associados, que a câmara não entra no mérito das práticasempresariais adotadas por seus membros, e respeita igualmente a presença de todosos seus associados. tal foi a informação que gentilmente forneceu a presidente dacbl, sra. rosely boschini.assim,- se a legislação dos direitos autorais não contempla os interesses dos cidadãos
 
leitores,- se a principal entidade do livro no país não prevê em seus estatutos mecanismosde defesa institucional da idoneidade no setor,- se a fundação biblioteca nacional declara que apenas cadastra os dados enviadospelos editores ou constantes nos exemplares impressos,- se a imensa maioria das livrarias se julga acima da lei e não se incomoda emvender produtos admitidamente falsificados,- se todas as orientações jurídicas são unânimes em afirmar que tais casospertencem à alçada pública, sob a tutela coletiva de interesses difusos,- se o instituto de defesa do consumidor diz que tais questões escapam à suacompetência,- se o ministério da cultura declara que não dispõe de nenhuma instância para tale remete a competência para o ministério público federal,- se o ministério público federal considera que tais casos não envolvem nomes comenvergadura suficiente, à exceção do de monteiro lobato, que justifiquemprovidências suas,então eu pergunto: como podem os leitores ter garantia do produto que adquirem?quem ou o que protege a qualidade e idoneidade editorial? quem ou o que asseguraque as leis do país referentes ao bem cultural livro sejam respeitadas? quem ou oque se apresenta perante a sociedade como instituição portando a bandeira emdefesa do livro honesto?quanto à sua sugestão sobre "o que provavelmente acontece nesses casos", acheisurpreendente: terei entendido mal, ou você afirma que "provavelmente" é a própriaeditora detentora inicial dos direitos de tradução que aconselha ou sugere àeditora interessada em reeditar aquela tradução que "troque o nome" do tradutor?isso sim seria bombástico. fico estarrecida à simples ideia e prefiro descartá-lapor demasiado alarmante e, até onde sei, felizmente infundada.agradeço também seu aviso para que eu tome cuidado. de fato, se há um vaziojurídico e institucional na relação livro/cidadania, como exemplifiquei acima, seo leitor não encontra amparo legal para algo que - imagino eu - é um legítimodireito seu, a saber, poder confiar na integridade do livro que está lendo, aposição de quem protesta contra tal situação se torna muito vulnerável aintimidações. posso lhe dizer, no que tange a mim, que é algo contristador e, sobcertos aspectos, até revoltante. pois até algum tempo atrás esperava eu, em minhasingeleza, que as editoras probas e as entidades do livro cerrassem fileiras emtorno da lisura e da transparência, e não que se calassem ou se abespinhassem porquestões corporativas.quanto à boutade final, "surgiu a denise", pode ser divertida, mas não correspondeaos fatos. pois de forma alguma fui eu a levantar essas lebres. boa parte dessasinformações partiu do jornal opção, da folha de s.paulo, da revista agulha, darevista piauí, de o globo, com várias pessoas em diversas ocasiões denunciando naimprensa a onda de irregularidades. o problema da nova cultural foi levantado emdiferentes oportunidades, entre outros, por ivo barroso, saulo von randow jr.,manuel da costa pinto; o da martin claret, por gonçalo armijo, euler frança, ivobarroso, modesto carone, luis fernando vianna, editora 34 e tantos mais; o dajardim dos livros, por adam sun; o da landmark, por alessandra perlatti. os casosda hemus e rideel afloraram em simples decorrência das pesquisas em torno damartin claret. ações e notificações contra tais práticas foram e têm sidoempreendidas por, entre outros, luiz costa lima, companhia editora nacional,companhia das letras, l&pm, editora globo, além de acordos com cláusulas deconfidencialidade celebrados com outras editoras lesadas.ou seja, e este aspecto é essencial, não sou de forma alguma, em absoluto, a únicapessoa a se indignar profundamente contra os descalabros editoriais. tal como as

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