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Minha Luta / Mein Kampf - Adolf Hitler

Minha Luta / Mein Kampf - Adolf Hitler

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Published by Pyro DarkNicto
Livro que Hitler escreveu sobre sua meta de vida e ideais.
Livro que Hitler escreveu sobre sua meta de vida e ideais.

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03/26/2014

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original

 
 1
Minha Luta
(Mein Kampf)
 
 Adolf Hitler
 
APRESENTAÇÃO
 Nélson Jahr Garcia
 
Minha Luta (Mein Kampf) foi a melhor obra já escrita contra o nazismo. Já se escreveram livros, artigos, crônicas; fizeram-se filmes, peças de teatro. Por mais que demonstrassem o totalitarismo, a crueldade e a desfaçatez daquele regime, nada conseguiu superar o original. A comunidade judaica, pelo menos alguns de seus setores, batalham por proibir a divulgação do livro. Não entendo. Quanto mais se conhecer, maior se tornará o repúdio e aversão. É certo que os filhos de Israel foram perseguidos, mas não só. Também o foram os negros, os eslavos, membros das "Resistências", maçons, todos originários de qualquer raça que não fossem considerados "arianos". Em suma, perseguiu-se tantos quanto se opuseram aos planos megalomaníacos do pequeno austríaco que resolveu tornar-se rei do universo. Certa vez perguntei a um ex-capitão do exército mecanizado nazista: "Como foi possível que um dos povos mais cultos da Europa apoiasse um projeto neurótico e genocida como o dos nazis?" Respondeu-me, com certa simplicidade: "Perdêramos a I Grande Guerra, engenheiros, médicos e tantos reviravam latas de lixo para encontrar comida, os judeus, comerciantes em sua maioria, expunham suas mercadorias sugerindo serem beneficiados pela situação, era solo fértil para as pregações anti-semitas". Quanto ao anti-semitismo, além da postura racista inquestionável e confessa, havia uma estratégia de propaganda. Hitler entendia que qualquer movimento precisava de inimigos para fortalecer-se. Subestimando a capacidade intelectual do povo, afirmava explicitamente, que as massas tinham dificuldades de entendimento e compreensão. Daí a
 
 2necessidade de reduzir os vários adversários a um inimigo único: os judeus. As críticas da imprensa eram escritas por judeus, que também dominavam a literatura, as artes e o teatro. França e Inglaterra estavam controladas pelo capitalismo judaico. Os judeus levavam imigrantes negros para contaminar as raças européias. Os marxistas e revolucionários russos eram judeus. A maçonaria era controlada por judeus. Uma generalização absurda que, infelizmente, funcionou. Penso que "Minha Luta" deva ser amplamente conhecido, um texto preconceituoso, presunçoso e que traz embutidos neuroses e psicoses indiscutíveis, conhecê-lo talvez seja a melhor forma de impedir que aquelas idéias ressuscitem. Além disso sou contra qualquer forma de censura. Os romanos incendiaram a Biblioteca da Babilônia, Hitler e Stalin queimaram livros, Getúlio Vargas também, os militares de nossa recente ditadura inclusive, e outros tantos, a humanidade só perdeu. Por isso tudo divulgo o livro, uma peça de propaganda bastante eficiente, mas apenas no seu tempo e contexto. Devemos ler, analisar, discutir e produzir vacinas. Como os vírus, as idéias absurdas tendem a retornar fortalecidas e resistentes; só conhecendo poderemos enfrentá-las.
PREFÁCIO
No dia 1.° de abril de 1924, por força de sentença do Tribunal de Munique, tinha eu entrado no presídio militar de Landsberg sobre o Lech. Assim se me oferecia, pela primeira vez, depois de anos de ininterrupto trabalho, a possibilidade de dedicar-me a uma obra, por muitos solicitada e por mim mesmo julgada conveniente ao movimento nacional socialista. Decidi-me, pois, a esclarecer, em dois volumes, a finalidade do nosso movimento e, ao mesmo tempo, esboçar um quadro do seu desenvolvimento. Nesse trabalho aprender-se-á mais do que em uma dissertação puramente doutrinária. Apresentava-se-me também a oportunidade de dar uma descrição de minha vida, no que fosse necessário à compreensão do primeiro e do segundo volumes e no que pudesse servir para destruir o retrato lendário da minha pessoa feito pela imprensa semítica. Com esse livro eu não me dirijo aos estranhos mas aos adeptos do movimento que ao mesmo aderiram de coração e que aspiram esclarecimentos mais substanciais. Sei muito bem que se conquistam adeptos menos pela palavra escrita do que pela palavra falada e que, neste mundo, as grandes causas devem seu desenvolvimento não aos grandes escritores mas aos grandes oradores. Isso não obstante, os princípios de uma doutrinação devem ser estabelecidos para sempre por necessidade de sua defesa regular e contínua. Que estes dois volumes valham como blocos com que contribuo à construção da obra coletiva. O AUTOR Landsberg sobre o Lech Presídio Militar
DEDICATÓRIA
 
 3 No dia 9 de novembro de 1923, na firme crença da ressurreição do seu povo, às 12 horas e 30 minutos da tarde, tombaram diante do quartel general assim como no pátio do antigo Ministério da Guerra de Munique os seguintes cidadãos: Alfarth (Felix). Negociante, nascido a 5 de julho de 1901. Bauriedl (Andreas). Chapeleiro, nascido a 4 de maio de 1879. Casella (Theodor). Bancário, nascido a 8 de agosto de 1900. Ehrlich (Wilhelm). Bancário, nascido a 19 de agosto de 1894. Faust (Martin). Bancário, nascido a 27 de janeiro de 1901. Hechenberger (Ant.). Serralheiro, nascido a 28 de setembro de 1902. Kõrner (Oskar). Negociante, nascido a 4 de janeiro de 1875. Kuhn (Karl). Garção.Cehfe, nascido a 26 de julho de 1897. Laforce (Karl). Estudante de engenharia, nascido a 28 de outubro de 1904. Neubauer (Kurt). Doméstico, nascido a 27 de março de 1899. Pope (Claus von). Negociante, nascido a 16 de agôsto de 1904. Pforden (Theodor von der). Membro do Supremo Tribunal, nascido a 14 de maio de 1873. Rickmers (Joh.). Capitão de Cavalaria, nascido a 7 de maio de 1881. Scheubner-Richter (Max Erwin von). Engenheiro, nascido a 9 de janeiro de 1884. Stransky (Lorenz Ritter von). Engenheiro, nascido a 14 de março de 1899. Wolf (Wilhelm). Negociante, nascido a 19 de outubro de 1898. As chamadas autoridades nacionais recusaram aos heróis mortos um túmulo comum. Por isso eu lhes dedico, para a lembrança de todos, o primeiro volume desta obra, a fim de que esses mártires iluminem para sempre os adeptos do nosso movimento. Landsberg sobre o Lech, Presídio Militar, 16 de outubro de 1924. Adolf Hitler
PRIMEIRA PARTE
CAPÍTULO I - NA CASA PATERNA
Considero hoje como uma feliz determinação da sorte que Braunau no Inn tenha sido destinada para lugar do meu nascimento. Essa cidadezinha está situada nos limites dos dois países alemães cuja volta à unidade antiga é vista, pelo menos por nós jovens, como uma questão de vida e de morte. A Áustria alemã deve voltar a fazer parte da grande Pátria germânica, aliás sem se atender a motivos de ordem econômica. Mesmo que essa união fosse, sob o ponto de vista econômico, inócua ou até prejudicial, ela deveria realizar-se. Povos em cujas veias corre o mesmo sangue devem pertencer ao mesmo Estado. Ao povo alemão não assistem razões morais para uma política ativa de colonização, enquanto não conseguir reunir os seus próprios filhos em uma pátria única. Somente quando as fronteiras do Estado tiverem abarcado todos os alemães sem que se lhes possa oferecer a segurança da alimentação, só então surgirá, da necessidade do próprio povo, o direito, justificado pela moral, da conquista de terra estrangeira. O arado, nesse momento será a espada, e, regado com as lágrimas da guerra, o pão de cada dia será assegurado à posteridade.

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