Diretores
: Adelar Breitenbach e Jerônimo Breitenbach
Jornalista responsável:
Clóvis Machado
Editor:
Carlos Roberto Grün
Redação:
Carlos Roberto Grün e João Lourenço Pires
Diagramação/Arte:
Eduardo Henrique Neuhaus
Periodiciade:
Semanal
Impressão:
Diário Serrano - Cruz Alta/RS Fone: (55) 3321-1806
Edição concluída às: 18:20
Os conceitos e opiniões assinadas são de responsabilidade do colunista.
ASSINATURA:
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Sábado, 23 de maio de 2009
OPINIÃO
Atos e Fatos
Jornal
Fundado em 19 de abril 1997
Fone/Fax: (55) 3522-1030atosefatos@difusoraceleiro.com.br
Adelar Breitenbach & Cia Ltda.Inscrição Estadual: 148/0046733 - CNPJ 04.480.825/0001-01 Av. Santos Dumont, 240 - CEP 98600-000 - Três Passos/RS
PERFIL ESPECIAL
Nome:
Fernando Meirelles (TUBARÃO)
Local de Nascimento:
Hospital
Profissão:
Interino
Residência:
de alvenaria
Definição de si:
Indivíduo dota-do de inteligência e linguagemarticulada, bípede, bímano, ma-mífero da família dos primatas,com a característica da posiçãoereta e da considerável dimen-são e peso do crânio.
Filosofia de vida:
viver en-quanto vivo, descansar depois.
Mania:
quebrar CDs de du-pla sertaneja e de grupos depagode.
Bebida:
Gelada
Comida:
Quente
Cor:
Corínthians
Número:
o sorteado
Animal:
Tubarão
Flor:
Floresta
Perfume:
perfumado
Cantor:
Fernandinho Teloeken cantando boleros
Cantora:
Néia
Uma cidade:
Que tenha semáforo e motel e vendedor dealgodão doce
Um livro:
Bem fininho e com letras grandes
Filme:
colorido
Homem bonito:
Herton Baum
Mulher bonita:
A mais próxima
Personalidade que admira:
Armando Agnoletto
O supérfluo indispensável:
Mulher
Hobby:
Bom prá sair do banho
Um sonho:
o melhor é o da padaria da Diná
Estilo:
é da Fiat
Qualidade:
com ISSO 9000 pode confiar.
Defeito:
se está na garantia eu troco, senão eu arrumo.
Família:
Só Coca-cola
Deus:
É o cara.
Mensagem:
Tenha sempre bom humor, evite engolir saposdurante o dia, senão de noite, você não consegue comer aperereca.Eles até podem fazer com as pessoas o que quisereme a opção de não responder, opinar, negar ou manifestar qualquer reação no ato, exceto a aceitação, não significaque realmente tenham feito o que desejaram com outrem.Quer dizer apenas que seus alvos se reservaram o direitode não reagir. O que as “vítimas” vão fazer com o ocorri-do, com a informação, bem como os posicionamentos quevenham a adotar ou decisões que porventura tomarão emconseqüência das ações que lhe foram provocadas é algoque lhes cabe somente e igualmente se dão ao luxo de dar conhecimento ou não à parte que lhes afrontou. Se o fize-rem, será no momento adequado, com a forma de comuni-cação que lhes for conveniente. E, talvez agora, os autorestambém não esbocem a reação esperada quando lhes for dado conhecer, simplesmente por não perceber a respostaque lhes está sendo dada.Como diria o escritor português José Saramago, na obraA Caverna: “O importante é o caminho que se fez, a jornadaque se andou, se tens consciência de que estás a prolon-gar a contemplação é porque te observas a ti mesmo oupior ainda, é porque esperas que te observem. Comparandocom a velocidade instantânea do pensamento, que segueem linha reta até quando parece ter perdido o norte, cremo-lo porque não percebemos que ele, ao correr numa direção,está a avançar em todas as direções, comparando, dizía-mos, a pobre da palavra está sempre a pedir licença a umpé para fazer andar o outro, e mesmo assim tropeça cons-tantemente, duvida, entretém-se a dar voltas a um adjetivo,a um tempo verbal que lhe surgiu sem se fazer anunciar pelo sujeito”.Aquilo que não queremos ouvir é a nossa maior dificulda-de a enfrentar. Os outros podem até ter alguma pontinha derazão, mas nos ofendem mortalmente se nos atiram o que julgam verdades na cara, mas decididamente, não tem essedireito. Não podem inferir no nosso livre arbítrio, arrombar uma porta sem esperar que a abríssemos de livre e espon-tânea vontade e remexer assim no más no nosso lixo ador-mecido, onde é que já se viu? Ignoram deliberadamente ospercalços e o esforço hercúleo para chegar até aqui. É fácilcobrar de nós o resultado, a conseqüência, quando só nóssabemos, como apropriadamente ilustra Saramago no textoanteriormente transcrito, o que realmente nos importa é ocaminho que percorremos e nos incomoda deveras sermospegos de surpresa. Também nos perturba perceber que aspessoas estão nos notando, exigindo respostas que não te-mos condição de dar e atrapalhando o vagar todo própriodo nosso pensamento solto e livre que é, mas sob o nossodomínio pessoal e não à mercê de um atropelado qualquer de palavras que não tenham saído da nossa própria boca.Exigem-nos a perfeição. Não. Esse território é nosso. So-mos senhores do nosso crescimento por mais arrogante queisto possa parecer. A contemporização da resposta é só otempo necessário para metabolizarmos o que serve e expe-lir o resto. Eles podem até não esperar, mas que a respostavem, ah! Isto vem.
A resposta
O papel da mulher notratamento daimpotência masculina
Fundador do LionsClube é condecorado
CRISSIUMAL
- Em reuniãofestiva realizada no último dia 5 de maio, o fundador do LionsClube de Crissiumal, Jacob LéoRitter, que há 25 anos vem pres-tando um magnífico trabalho jun-to ao Clube, foi contemplado como honroso título de Membro Ex-celente pelo Lions Internacional – Membro Excelente 2007/2008 – pela conquista de novos sócios.Ritter, também conquistou váriosPins nesses 25 longos anos de ca-minhada no maior clube presta-dor de serviço do mundo, pela presença 100% como presidente.Exerceu o cargo de presidente em três mandatos e, novamente volta a assumir a presidência para 2009/2010. No mesmo even-to, Sérgio Fries, que também é sócio fundador e foi presidentedo clube, recebeu o Pin Internacional. (Jenair Vicentini)
As disfunções sexuais masculinas são um problema doindivíduo, porém também são um problema do casal. O fatode não poder desfrutar da plenitude da vida sexual, podegerar conseqüências negativas na relação, de maneira quea disfunção sexual pode produzir problemas na relação afe-tiva do casal. É por isto que a melhor maneira de enfrentá-laé com ajuda e colaboração da parceira. A participação daparceira no processo terapêutico é tão importante que seconverte em um instrumento essencial para o êxito do tra-tamento. É importante que a parceira entenda que se o seuparceiro sofre de alguma disfunção sexual, é provável quenão queira conversar a respeito, ou que o faça com desdém,diminuindo a importância; ou pode ser que simplesmenteaceite a contragosto que precisa de ajuda, porém não tomeas providências necessárias para encontrar um tratamento.Qualquer que seja a reação do parceiro perante o problema,o importante é a mulher entender porque reage como o faz.Os homens não gostam de ir ao médico, não gostam defalar de seus problemas, e muito menos deste tipo. Paraos homens, é vergonhoso que os demais (incluindo suasparceiras) saibam que sofrem de alguma disfunção sexu-al. Os homens podem se sentir vencidos por uma dificul-dade, porém acreditam que serão fracos se pedirem ajuda.A princípio, é menos íntimo relacionar-se sexualmente doque falar sobre isto. Comunicar-se só leva resultados positi-vos para uma relação. Uma disfunção sexual pode causar odistanciamento emocional entre os parceiro. Não deixe quea falta de comunicação se interponha em sua vida sexual.Falar com seu parceiro pode ser o primeiro passo para voltar a descobrir a intimidade. Se o homem não comentar sobreo assunto, a mulher pode tomar a iniciativa de conversar.Muitos homens se sentem reconfortados quando suas par-ceiras estão dispostas a falar do problema abertamente. Acomunicação é uma boa oportunidade para compartilhar ossentimentos e esclarecer mal-entendidos. Tudo o que aju-da a prevenir mal-entendidos está destinado a ter efeitospositivos. Se o parceiro não quer reconhecer a existênciado problema, a mulher deve fazê-lo enxergar a situação demaneira educada e com muito tato, apresentando a ele todaa informação que possa sobre o assunto em questão. Quan-do a comunicação se dá com carinho e com desejo de seconhecer melhor, tal atitude quase sempre é bem recebida.Muitos homens confessam que aprenderam a falar sobresexo graças a suas parceiras, e que a elas são imensamen-te agradecidos. A capacidade para compartilhar com o par-ceiro sentimentos e pensamentos sobre o sexo é um fator altamente relacionado com uma boa relação sexual. É im-portante evitar que algum conceito possa cair em censura.A censura é um dano muito grave, muitas vezes irreparável,que pode acabar tendo impacto muito negativo sobre o par-ceiro. Muitos homens descobrem que suas parceiras real-mente desejam ajudá-los a recuperar a vida sexual. Manter abertas as linhas de comunicação com o parceiro, ajuda aconservar a intimidade e estimule o apoio emocional.
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