Um Estudo Sistemático de Doutrina Bíblica (Autor: Thomas Paul Simmons, D.Th.)
em qualidade como em grau". (Q. E. D. pág. 25). A origem das coisas não se pode computar sobre uma base naturalística. Buscando assim fazer, Darwin foi obrigado a dizer: "Estou numlamaçal desesperado." Alguém podia falar tanto de livros serem escritos pelas leis dasoletração e da gramática como do universo ser feito pela operação de mera lei.Assim está a Bíblia de inteiro acordo com os achados da ciência moderna quando ela declara:"No princípio Deus criou os céus e a terra." (Gênesis 1:1).
(2) Criação Animada
A. A Matéria viva não pode provir da não-viva.Escrevendo no "London Times", disse Lord Kelvin: "Há quarenta anos perguntei a Liebig,andando nalgum lugar pelo campo, se ele acreditava que o capim e as flores que víamos aonosso redor cresciam por meras forças químicas". Ele respondeu: "Não mais do que eu podiacrer que um livro de botânica que as descrevesse pudesse crescer por meras forças químicas". Numa preleção perante o Instituto Real de Londres, Tyndall afirmou candidamente osresultados de oito meses de árduos experiências como segue: "Do princípio ao fim doinquérito não há, como vistes, uma soma de evidência a favor da doutrina de geraçãoespontânea... Na mais baixa como na mais elevada das criaturas organizadas o método danatureza é: que a vida será o produto de vida antecedente". O Professor Conn diz: "Não há amais leve evidência de que a matéria viva possa surgir da matéria morta. A geraçãoespontânea está universalmente vencida" (Evolution of Today, pág. 26). E o Sr. Huxley foiforçado a admitir: "A doutrina que a vida somente pode vir da vida está vitoriosa em toda alinha" (The Other Side of Evolution, pág. 25).B. Desde que a matéria não é eterna, a vida física, que envolve a matéria viva, não pode ser eterna.O fato de a matéria não ser eterna proíbe a suposição que a vida física é o resultado de umasérie infinita de gerações. E desde que, como vimos, a matéria não pode provir da não-viva,somos forçados a aceitar o fato de um criador pessoal, não-material.
(3) A Consciência Humana
Para fins práticos, a consciência pode ser definida como a faculdade ou poder humano deaprovar ou condenar suas ações numa base moral. O apóstolo Paulo, um dos maiores eruditosdo seu tempo, afirmou que os pagãos, que não tinham ouvido de Deus ou de Sua lei,mostravam "a obra da lei escrita em seus corações,
testificando juntamente a sua consciênciae seus pensamentos, ora acusando-se, ora defendendo-se
" (Romanos 2:15). Paulo assimafirmou de homens que não aprenderam de um padrão moral autorizado e tinham um sensocomum do direito e do errado. Eruditos modernos nos dizem que os povos mais rudimentaresda terra têm consciência. Não se pode dizer, portanto, que o homem tem consciência por causa dos ensinos morais queele recebeu. Não se pode duvidar que a instrução moral aguça a consciência e faz suasensibilidade mais pungente; mas a presença da consciência no pagão ignorante mostra que aeducação moral não produz consciência.
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