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O narrador
Consideraçõerobrea obra deNikolai Lcskov
I
D
lor mais Íamiliarquesejaseu nome, o narradoanãoestâ deÍâtopíeseífeentre nós, em sus atualidade viva. Ele éalSodc distante,equesedistarÌcia indamais, Descrever mLrskov* como narradornão signiÍicarazê-lômaispertodenós, csiÍn,pelocontráÍio, aumentara distânciaquoos se-pâradele. Vistos dc uma ccrtadistância, ostrâ{osgrandesesimplesquecâraateriz&mna!!ado! se destacamnele.Oumeìhot,essestaçosaparecem, omoumtostohumanoouumcorpodeÀnimâlapârcc€m numrochedo,paraum observadorlocalizadonuma dirtenciaapropriadae nüm engulo Íavorá-vel.Uma experiênciauaseotidiananos impõe a exiSênciadessaistânciaedesse ngulodeobscrvação. a experiênciadequcaartedelarrar estáem vias de e{tinção.Sãocadayezmais arasaspessoasuesabemDarrardevidaÌneflte.uando
(,Iitot t lãLdr.$adl$r n!preíÈh.boÍjol . .|ôfu m 1695.cn S,Pct.Éburso.Por sq int!ËG. nd!.üúp.l6cep(|ôé6, bôsrtsrliíid..ld 6n Tolíol, .po.rü.qidtçrodfui6., óD D6tôict ti, 6 t rlcncn$durdorc dcsurotnllÒ .iát n.!tG .qúcl6 èmqúots3 teÍd€ncias.!tum.n rmâ ãprcílrodoSnlLic..doúttirtris-GDtltl.i6mh.nG,Á sisnitioçloL.rkov .rtá .h3uaenlrlrtivrs,q!.pcrtn cm . !m. l&poÍ.rior,D.sd.o Íin d.8rd.bólE vlÍi.r tcÍttivs <b diÍúrdir 6r.s udrivú 16D.lsèlln8u..bDr.^léod4pcqu.6cd.tirc.!públi..&3p.lÀcditor.i Murüion.Có'8 MôId, d.wllcrdci@ú, @n ápeidd.stqe,. r.tçao.m rorcvolün6d..dilohC.H. BaL.
 
I9AWALTERAEN'AMIN
sepedenümgrupo qüealgüémnârre âlgurnacoisa,o embâ-Íaçosegeneralizâ.EcoÌno se estivésremosrivadosde umaÍaculdadeqüenospareciasegurae inalienáve!:a Íaculdadedeintercambiarxperiênci6s.Uma dascausasdesse enômenoóbvia:as acõesdaexperiênciasüloembaixa, e tüdoindicaquecontinuarãocaìndoatéqueseuvalordesapúeça e todo.BastaolharmosuÍnJornalpatapercebermosueunivelestámaisbaixoquenunca,quedanoitearaodia nãosomenteimagemomundoexteriormas tambéma do mundoéticosofreramtransÍoÍmações ueaútesnãoulgaÌíamospossiv€is,Comaguerramundial tornou-scmaniÍestoumprocessouecon-tinuaaté hoje,No final daglerra,observou-seueos comba-teDtesoltavaÌnmudos docampo debatalha Dãomai6 Ìicos,esimnflispobresemexpcriênciaomunicável.oqusse di-fuídiudezarosdepois,a enxurradae ivrossobrc;gueÍra,nadâti[hâ emcolíumcom um:texpeÍiêtciaransmiúdadebocaemboca. Não havianadadeanonnal nisso.porquenuncâhouveexpeÍìênciasais radicalmenteesmoralizaãasquea experiônciastratégicaelaguerrade trincheiras,aexpeência econômica pelaiÍflação,a experiênciado corpopelagueffade materialea expêriênciaticapelosgover-L,rrunantes.mageraçàoueaindaoraà escolaum bondeu-rí.' I.,'.,,i .xadoporcavaìoseenconlrouoar iivrenumapaisagemm./.,",;,_l- 1:nadapeÍmôceranalterado,xce(o snuvens,debaixoy'r,'.delas.umcampoe orçase orrenresexplosões,frágilell.,r,"rnìDúsculoorpoumano.IA expeÍiôncia ue passaepessoapessoaa fonte aquerecoÍeÍarntodosos naÌÍadorcs,E, en[reasnatratrvâsescÌitas,s nelhoressãoasquemenosedistinguema,his_tóriasoraiscontadaselosnúmerosnanadorisanônimos.Entreestes,existemdoisgrupos!queseinterpenetramdemúltiplasmaneiras.Á Íigumdo narradorsó se tomnDlena-menteãngivelse emospreseotessses oisgrupor...i)u.rnvrajaemmultoqueonlat',dizôpovo.comsso maginanarradoÌcomoalguémquevemdeonge.Mas tambémescu.tamoscomprazeÍo homemqueganhouhonestamenteuavidasemsairdo seupaisequecothecesuashistôriase trâ_3Leskovestáàvoltadetantona distâ[eiaespacialomona distânciatemporal.Pertenciaà IgrejaOrtodoxagregaetiÀhâumgenuinonteresseeligioso.Mas suahostilidadeelaburocraciaeclesiásticaão eramenosgentrina.Comosuasrelacõesomo funcionalismoeigonãoera1Ìlmelhores,oscalso6oÍiciaisqueeterc€unãoÍoramdelonSadurâção'Oempregodeagente ussode umâfirmainglesaqueocupoudurantemuitotempo,toiprovâvelmente, etodosos em'pregospossíveiJ,maisútilparâsuaproduçãoiteráriaAseÍviçodessairma,viajoupelaRússia,eessas tâge'senn-oueceramântoa suaexperiênciao mundocomoseusonno'cìmentosobreas condiçõesussas.Dessemodoeveocasiãode conhecerofuncionamentodâsseitas rurais,oquedeixoütracosemsuasaüativas.Noscoítosendáriosussos,'skovencontroualiadoseftseucombateonbaa bütocraciaorto-
MÀGIÀE TÉCNICÀ,ARTEE POLIT'CA
.mílias.comoásedisse'coosüfuempenasipos Íutrdâmen-"r"Fìtais.A extensáoealdo reinonaÍÍatiYo,mtodoo seualcanceI ìhisrórico,podeseÍcompÍcendidoe evarmosemcontaa1i":* |h1s1Í,€netraçãoesses oisiposarcaicos'Osistêmacorpora-dições,SequisermosoncretizarssesoisgruposatÍavésosselrsepresentatrtesr,caicos,odemosiz€rqueumè excm-r]ui."J"".i"tanfa;e"*dê;tário,ìe outÍortelomárinheiroã"tÊEiirrJ.iarèalidadê,sses.ois- stilosdevidaproduriiu-a"cert"m"dosuasespectivalamí-liase narracloÍcs'Cadaüma delasconseÍvou,nodecorÍerdosséculos,suasca'racte!ísticssPrópriasAssim,eÍrtreosautoresâlemãesmo_àurnos,feU"tá GotthelÍpertencemàpÍimeirâlamília,eSieklúd eCerstãckerse8ündaNo entantoessâsuas a-tivo Àedievaicontribuiuespacialmentearaessabterpêne-tracAo.Omestresedenlárioosaprendizesmi8Íantesfa'úaiiia"amunrosmesmaoJicinÂ;adâmestletinha sidoumâprend;ambulantentesdes€ixarem süapátria ou noesúaneeiro.Seos camponesesos maÍujosforamosprimeiÍosmestresdaartede narraÍ,foramos artíÍicesqueaap€rÍeiçoaram.o sistemacorpoÍativoassociava_sesâberd;sterrâs distâttes,trazidosparâcasapelosmigrrnks'comosaberdopassado,ecolhidoelorabalhadoredeÍtário'
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