Diretores
: Adelar Breitenbach e Jerônimo Breitenbach
Jornalista responsável:
Clóvis Machado
Editor:
Carlos Roberto Grün
Redação:
Carlos Roberto Grün e João Lourenço Pires
Diagramação/Arte:
Eduardo Henrique Neuhaus
Periodiciade:
Semanal
Impressão:
Diário Serrano - Cruz Alta/RS Fone: (55) 3321-1806
Edição concluída às: 17:52
Os conceitos e opiniões assinadas são de responsabilidade do colunista.
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Sábado, 30 de maio de 2009
OPINIÃO
Atos e Fatos
Jornal
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Adelar Breitenbach & Cia Ltda.Inscrição Estadual: 148/0046733 - CNPJ 04.480.825/0001-01 Av. Santos Dumont, 240 - CEP 98600-000 - Três Passos/RS
Clichê
Hehehe... PRESTA ATENÇÃO!
. Se for para morrer de batida... que seja de limão!. Só tenho olhos para uma mulher... de cada vez, é claro!. Devagar se vai ao longe, mas demora um tempão!. Roupa suja se lava na máquina.. Não bebo água... os peixes transam nela.. Quando a galinha é boa, o pinto cresce.. Se o amor é cego, o negócio é apalpar.. O pensamento continua onde termina a saia.. Estrada reta e mulher sem curva... só dão sono.. Deus abençoe as mulheres bonitas... e as feias se sobrar tempo.. Quem não tem cão não gasta com veterinário.. Nunca deixe para amanhã o que pode fazer depois de amanhã.. A fé remove montanhas, a dinamite então... nem se fala!. Quem ri por último... ou é surdo ou retardado.. Se você foi introduzido ao sexo, começou pelo lado errado.. Sexo anal é muito difícil de encarar de frente.. Sexo grupal desperta grande interesse. Sempre junta gente.. Castrado não tá com essa bola toda.. Prevenir é melhor que... ser pego de surpresa.. Em rio que tem piranha... leve camisinha.. Em casa de ferreiro o espeto é para fazer churrasco.. De pensar, morreu um burro, e aposto que ainda não entendeu.. Os últimos serão... desclassificados.. Em terra de cego, quem tem um olho... vê cada coisa!. Quem não deve... não deve.. Quem cedo madruga... fica com sono o dia todo.. Os últimos serão os primeiros... a chegarem atrasados.. Egoísta é quem pensa mais em si mesmo do que em mim.. Se o Brasil mudou, não deixou endereço.. Um falso amigo é um inimigo secreto.. Preguiça é o hábito de descansar antes de estar cansado.. Aqui jaz a minha sogra: descanso em paz!. O cigarro adverte: o governo é prejudicial à saúde.. Escreveu, não leu? Então é burro.. Amor é como a guerra, depois de declarado, não há mais paz.. Marido de mulher feia só acorda assustado.. Ser canhoto é fácil, difícil é ser direito.&&&A da semana.
Virgindade não é pênalti, pode perder.
&&&Um abraço para meu amigo João Juarez Schneider.
A mais nova técnica que veio prarevolucionar a Fisioterapia:
RSE ReequilibrioSomato Emocional
O Reequilibrio Somato Emocional (RSE) é um
método
inovador
da
fisioterapia
criado e desenvolvido peloProf. Dr. Carlos Barreiros (idealizador do método RPG/RPM do Instituto São Paulo) baseado em experiênciasclinicas com pacientes depressivos, estressados,ansiosos, com baixa auto-estima e com grande alteraçãorelacionada à consciência corporal, que por sua vez
atuadesencadeando síndromes dolorosas de origemmúsculo esquelética,
que
persistem aos tratamentosatuais tais como medicamentosos e fisioterapêuticos.O RSE e um método somatoperceptivo de integraçãoentre proprioceptividade corporal e a percepção e cog-nição mental. Visa reajustar as sensações corporais ereequilibrar o necessário esquema e imagem corporal vi-gente, através de um tratamento físico unido com a auto-observação e conscientização por parte do paciente, poisquando há uma alteração no sistema somatoperceptivoe/ou cognitivo, o paciente sente-se ansioso, estressado,deprimido e com poliqueixas físicas que não encontramuma explicação coerente alem do aumento da tonicidadecorporal com espasmos e pontos tensionais bem delimi-tados (tender points e/ou trigger points) ativos e latentesgerando dores migratória persistente e perda funcionalsevera.A técnica se resume em um trabalho corporal quevisa a integração entre a
MENTE e CORPO em temporeal (no presente)
através
de
técnicas
de
propriocepção(perceber e sentir seu próprio corpo), com finalidade defazer com que o paciente interaja com seu próprio corpoconseguindo interpretar e distinguir o que ele está ma-nifestando, ou seja, aprendendo a “ouvir” o que o corpo“diz” através da percepção e auto-observação por parteda mente (consciência e imagem corporal). Além disso,são prescritas tarefas e questionários envolvendo e mos-trando o seu “EU”.O RSE e indicado para qualquer pessoa com algumtipo de disfunção física e algumas emocionais, tais como:
• fibromialgia• dores• depressão• ansiedade e estresse• falta de consciência corporal• determinadas alterações reumatológicas• determinadas alterações neurológicas• além de outras que dependerão da avaliação do
profissional.O tratamento e realizado por consultas individuais deaproximadamente 1h, onde o profissional avalia, prescre-ve e desenvolve o mesmo, podendo associá-lo a qual-quer outro tipo de tratamento realizado pelo paciente.O método de Reeducação Somato Emocional é umatécnica realizada por fisioterapeutas que necessitamum grande grau de treinamento e conhecimento neuro-funcional , sendo que aqui no Rio Grande do Sul, sãopouquíssimos profissionais habilitados a exercer essatécnica, dentre eles encontra-se a Clinica Traumafisio.
A personagem Ilana, na novela Caminho das Índias,ao mencionar a ex-esposa do seu marido, Aída, chama-a
de “cobra de jaleco”, numa referência à prossão da psi
-cóloga. Sua oponente responde no mesmo tom. Rotulaa adversária, dona de uma clínica de estética, de “despa-cho de grife”. As expressões, repetidas muitas vezes naconversa tornaram-se o bordão de cada uma das perso-nagens, marcando a atuação das atrizes na memória dotelespectador. Já a utilização da idéia de disputa ferre-nha entre as duas, tornou-se clichê, quando se trata derelacionamento entre atual e ex-mulher.As novelas brasileiras são produto de exportação.Vendidas para diversos países, possuem padrão técni-co elevado e fonte de renda importante para o mercadode trabalho nacional. Quem acompanhou o advento datelevisão no Brasil, cresceu ouvindo que o veículo é oufoi uma ferramenta ímpar de divulgação da cultura, masque se desviou em prol do consumismo e preferiu anes-tesiar as massas.Para prender nossa atenção a emissora julga válidoexacerbar no uso dos chavões, por ela entendidos comorecursos narrativos a serviço do entretenimento, meca-
nismos de formatação imediata de pers aos olhos da
maioria das pessoas. Inclusive nós, supostamente críti-cos, que com o comportamento habitual propício, nostornamos público alvo dos mesmos clichês que conde-namos. Automatizando o estereótipo, corremos o riscode corroborar com o preconceito e discriminação, cris-talizando como “verdades”, aquilo cujo propósito ini-cial era ser apenas um bordão.Sob o pretexto da simplicidade em se fazer entender,o uso de lugares comuns pode se transmutar em des-serviço à população, pipocando facetas diversas de umtema, sem se aprofundar em nenhuma. Por se repetir com frequência, a idéia se torna esperada dentro de de-terminado contexto. São comuns nas novelas, os sota-ques, a passagem do tempo, o “quem matou?”, temasmusicais que grudam no ouvido, gente de classe média baixa gritando muito, reviravoltas na trama, vilões e bordões, dentre outros.Criticar sem sugerir é uma maneira de dizer que se éignorante no assunto. Individualmente, não nos questio-namos ao usarmos corriqueiramente expressões como:“mulher no volante – perigo constante”, “todo políticoé ladrão”, “mentira tem perna curta”, “o mundo é dos
espertos”, etc. Sem notar, xamos em nosso incons
-ciente imagens pré-concebidas das situações. Insistimosao longo tempo na convicção que é preciso fugir dosclichês, mas precisamos fazer a nossa parte. Se não é possível fugir dos lugares comuns, cabe-nos aproveitá-los naquilo em que eles contribuem para renovar a lin-guagem das novelas, reinventando-a no contexto dastransformações da sociedade.
Supercial ou não, tudo o que entra pelas antenas de
TV é percebido pelo País inteiro, seja porque viu ou por-que lhe transmitiram em conversas. Esta percepção por parte da população precisa ser vista como oportunidadeeducativa e esclarecedora. Educação não é responsabi-lidade da mídia, mas esclarecimento aos seus consumi-dores está nos objetivos de qualquer empresa, seja decomunicação ou não. Se ela é capaz de ditar moda, ven-der padrão de consumo, pode também localizar inquie-tações coletivas ocasionais e utilizar o clichê da açãosocial com profundidade, esclarecer dúvidas, desmisti-
car conceitos e prestar, aí sim, um serviço à sociedade.
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