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Marta - A Outra - Conto de Mia Couto

Marta - A Outra - Conto de Mia Couto

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Marta - nº 22 - 10º ano - trabalho para apresentação oral - Português - Profª Eli
Marta - nº 22 - 10º ano - trabalho para apresentação oral - Português - Profª Eli

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11/03/2012

 
 
A OUTRA
 
Marta Prior10º ano
turma F
nº 22
 
Leitura do conto.
Ao ler este conto,
”A Outra”
, apercebi-me de que, aolongo da história, nada é o que parece ser. História retrata umcasal que aparentemente vivia junto há algum tempo e quenão tinha filhos em comum. A certa altura a mulher começa adesconfiar da ausência constante do marido, e um dia apanha-o a divagar em pleno sonho a chamar pela outra, que ela julgara inicialmente ser uma mulher, mas, em breve, sabe quenão havia mulher alguma, mas sim uma árvore, a quem o seumarido se confessa e falava como se fosse uma pessoa. O quemais me impressionou nesta história foi a capacidade damulher
perceber que na “árvore”
estava alguém a quem umdia ela iria falar como se fosse uma irmã semelhante,longínqua, como se, desde logo, tivesse descoberto alguémcom quem não falava há muito e que quando esse tipo derelação é restabelecida uma alegria constante faz com que jánada do passado interesse.Eu tenho esta opinião baseada no desfecho destahistória, que apesar da mulher não gostar da ideia de quehavia outra e não apenas ela no pensamento do marido,apercebe-se de que
” a
outra
” é
também provavelmente o seuponto de abrigo, com quem fala e se confessa
.
Frases escolhidas
“No jejum do coração quem emagrece é a alma”
(sem amor não somos felizes);
 
Até que o céu perde o cheiro o tempo não tem sabores e avida se declara
(sem amor não damos importância às outrascoisas elementares da vida);
“Abstraído de tudo que ama e do mundo segue então o infelizhomem o seu caminho”.
 Ao fazer a interpretação interligada dos excertos queseleccionei, cheguei à conclusão de que sem amor não somosfelizes, sem amor não damos importância às outras coisaselementares da vida e que a personagem, abstraída de tudo oque ama e do mundo, segue então o infeliz homem no seuderradeiro caminho.
Simbologia do conto:
Numa primeira leitura, escapou-me a sua simbologia,mas, ao relê-lo várias vezes , apercebi-me que ele simboliza,sem dúvida, a amizade, porque envolve as confidências e apartilha de emoções que há ou poderá haver entre duas oumais pessoas, e também não só com as pessoas como com aalgo que para nós é estimado.Esta história conta isso mesmo, uma relação que talveznão fosse a mais vulgar, que até provocasse comentários deoutrem mas que, no final , acaba em consensual bem estarentre as três personagens, o marido, a mulher e a outra.

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