Passaram-se horas e a mãe ajoelhou-se ao lado do filho e rogou ao Pai Celestial para que o menino se restabelecesse. Estavam longe de casa,num País estranho e não sabiam como conseguir tratamento médico. A mãe perguntou ao filho se ele gostaria de orar com ela. Ela sabia que nãoseria suficiente apenas esperar pela benção, mas precisavam continuar aagir.
Explicando
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lhe que a benção recebida ainda estava em vigor, sugeriuque rogassem novamente em oração, como fizeram os Apóstolos antigos:
“Senhor, acrescenta
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nos a fé”. A oração incluiu a expressão de confiança no
poder do sacerdócio e o compromisso de perseverarem em fazer o quefosse necessário para que a benção tivesse efeito
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se ela estivesse,naquele momento, de acordo com a vontade de Deus. Logo depois defazerem essa singela oração, a saúde do rapaz melhorou. A acção fervorosada mãe e de seu filho ajudou a concretizar o prometido poder do sacerdócioe em parte satisfez o requisito de não disputarmos o que não vemos,porque não receberemos testemunho senão da prova de nossa fé. Assimcomo as paredes da prisão em que estavam Alma e Amuleque não ruíramantes da prova da fé e também como Amon e seus irmãos missionários nãotestemunharam milagres no seu ministério antes da prova da fé, também acura do jovem de 13 anos não ocorreu antes da prova da fé e foi concedida
“de acordo com fé expressa em suas orações”
Muitas vezes a vontade de Deus não é a mesma que a nossa, por issodevemos reconhecer a vontade de Deus na nossa vida. A história a seguirrelata a aceitação de uns pais à vontade de Deus.
“Há muitos anos, um jovem pai que havia sido ativo na igreja quando
criança, escolheu outros caminhos na juventude. Depois do serviço militar,casou-se com uma adorável jovem e logo foram abençoados com filhos.Certo dia, inesperadamente, sua filhinha de quatro anos ficou muito doentee foi hospitalizada. Desesperado e pela primeira vez em muitos anos, o pai ajoelhou-se para orar, rogando para que a vida da filha fosse poupada. Noentanto, ela piorou. Aos poucos, o pai percebeu que sua filhinha nãosobreviveria e gradualmente suas orações se modificaram; ele já não orava
pela cura, mas por compreensão. “Faça
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se a Tua vontade” era agora o tom
de suas súplicas. A filha logo entrou em coma e o pai sabia que lhe restavam poucas horasnesta terra. Fortalecido pela compreensão, pela confiança e por um poder maior que o seu, o jovem casal orou de novo, rogando pela oportunidade deabraça-la mais uma vez enquanto ela ainda estava consciente. A filha abriuos olhos e estendeu os frágeis bracinhos aos pais para o abraço final. E assim ela partiu. O jovem pai sabia que suas orações haviam sidorespondidas
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um Pai Celestial bondoso e compassivo havia confortado seucorção. A vontade de Deus se fizera
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e eles haviam obtido compreensão”.
Cada um de nós precisa da ajuda de Deus para submeter
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Lhe a nossavontade.A oração humilde, sincera e persistente possibilita-nos reconhecer avontade do Pai Celestial.Testifico em como se pedirmos com fé, não duvidando, receberemos. Mastemos que fazer a nossa parte, não podemos ser meros espectadores,temos de ter participação ativa.
O Elder Bednar disse: “ O propósito de nossas orações não deve ser fazer
uma lista de pedidos ou de coisas que desejamos, mas sim assegurar paranós e para outras pessoas as bençãos que Deus está desejoso de conceder,de acordo com sua vontade e no seu tempo. Toda oração sincera é ouvida erespondida por nosso Pai Celestial, mas as respostas recebidas podem nãoser as que esperamos e podem não vir na hora e da maneira que
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