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Modelo de Coleta e Processamento de Dados de FormaAss
í 
ncrona
J
ô
nnison Lima Ferreira
1
, Aislan Rafael Rodrigues de Sousa
1
, Artur Luiz Torres deOliveira
1
1-Instituto Federal de Educa
çã
o Ci
ê
ncia e Tecnologia do Piau
í 
- Campus Picos(IFPI-Picos)
jonnison_1234[arroba]hotmail.com, aislanmaster[arroba]gmail.com,tuca_jampa[arroba]hotmail.com
 Abstract.
This article presents a model for construction of applications that require the collection and processing of data in asynchronous. Describes thetechnologies, architecture and was designed as the skeleton of code to support applications.
 Resumo.
Este artigo apresenta um modelo para constru
çã
o de aplica
çõ
es quenecessitem de coleta e processamento de dados de forma ass
í 
ncrona. Descreveas tecnologias utilizadas, arquitetura e como foi idealizado o esqueleto dec
ó
digo para dar suporte
à
s aplica
çõ
es.
1. Introdu
çã
o
O modelo apresentado
é
uma proposta para solucionar problemas que necessitamcoletar informa
çõ
es para serem processadas em uma aplica
çã
o servidora. A seguintesitua
çã
o serve como exemplo para o uso do modelo apresentado:Uma empresa de distribui
çã
o de bebidas tem uma equipe de vendedores, estesv
ã
o at
é
os clientes coletando informa
çõ
es sobre os pedidos: produtos e quantidade. Aofinal do expediente estes descarregam essas informa
çõ
es para ser feito a log
í 
stica deentrega.Situa
çã
o na qual os vendedores devem ter um dispositivo port
á
til com umaaplica
çã
o cliente, para descarregar os dados no servidor onde vai ser feito todo oprocessamento de estoque e log
í 
stica da aplica
çã
o. O artigo tem o prop
ó
sito de analisaras tecnologias utilizadas na coleta, envio e processamento de dados.
2. Tecnologias adotadas
Para a constru
çã
o do modelo utilizou-se de tecnologias tanto na aplica
çã
o servidora,cliente e no estabelecimento da comunica
çã
o entre as duas aplica
çõ
es.
 
2.1 BDOO(banco de dados orientado ao objeto)
É
um banco de dados que utiliza objetos para persistir dados e faz uso das caracter
í 
sticasdo paradigma de orienta
çã
o a objeto. Dois fatores importantes para a cria
çã
o deste novomodelo foi a dificuldade existente para trabalhar com dados complexos em um banco dedados relacional, e o emprego em larga escala de linguagens de programa
çã
o orientadaa objetos para a manipula
çã
o dos dados, na forma tradicional na aplica
çã
o
é
necess
á
rioa tradu
çã
o entre a representa
çã
o dos dados como objetos e as tuplas do banco de dadosrelacional.Os BDOOs armazenam objetos persistentes, ou seja, mesmo ap
ó
s o t
é
rmino doprograma, os dados podem ser recuperados e compartilhados com outras aplica
çõ
es.Cada Objeto possui um identificador (OID) gerado pelo sistema. Com isso foi criadov
á
rias possibilidades de uso. Ganharam nicho nas
á
reas de bancos de dados espaciais,telecomunica
çõ
es e
á
reas cientificas (como f 
í 
sica de alta energia e biologia molecular).Inicialmente houve pouco impacto nas aplica
çõ
es comerciais, embora sejam utilizadosem algumas
á
reas especializadas em servi
ç
os financeiros.A partir de 2004 esses bancos tiveram uma nova fase de crescimento, com osurgimento de bancos de dados livres e v
á
rios recursos de
á
cil uso, por seremtotalmente escritos em linguagens de programa
çã
o orientada a objetos (como Java, C++,C#).O acesso aos bancos de dados pode ser r
á
pido, porque geralmente n
ã
o s
ã
onecess
á
rias as jun
çõ
es (como numa implementa
çã
o de um banco de dados relacional),isto
é
, o objetos
é
obtido diretamente sem busca, seguindo os ponteiros, outracaracter
í 
stica importante
é
o fato de que a linguagem de programa
çã
o e banco t
ê
m osmesmos tipos de dados.O BDOO escolhido para o modelo foi o DB4O. Possui c
ó
digo aberto e umacomunidade bastante ativa, compat
í 
vel com a linguagem de programa
çã
o Java. Pr
ó
priopara uso em aplica
çõ
es feitas para dispositivos port
á
teis.
2.2 Hibernate
O hibernate
é
uma ferramenta de mapeamento objeto-relacional para a linguagem deprograma
çã
o Java. Ele tem como objetivo diminuir a complexidade da rela
çã
o entre umprograma Java que
é
uma linguagem orientada a objetos com um banco de dados domodelo relacional (maioria dos SGBDs).Ele tem como principal caracter
í 
stica a transforma
çã
o das classes Java emtabelas de dados (convertendo os tipos Java em tipos SQL). O hibernate gera todas asSQL, poupando o desenvolvedor do trabalho de convers
ã
o de dados, fazendo com que oprograma fique port
á
vel para qualquer SGBD relacional de linguagem SQL, o
ú
nicoproblema causado por ele
é
um pequeno aumento do tempo de execu
çã
o, para
 
compensar isso a ferramenta poupa o desenvolvedor do trabalho da escrita de muitoc
ó
digo de acessos ao banco e de SQL, acelerando o desenvolvimento.Mas esse
 framework 
pode n
ã
o ser a melhor op
çã
o para todas as aplica
çõ
es, comoem aplica
çõ
es que fazem grande uso de
stored procedures
, gatilho ou que fazem grandeimplementa
çã
o da l
ó
gica da aplica
çã
o no pr
ó
prio banco, tendo um modelo “pobre” elen
ã
o ir
á
se beneficiar do uso do hibernate. Sendo indicado para sistemas com um modelo“rico”, onde grande parte da l
ó
gica de neg
ó
cios fica na aplica
çã
o Java.O hibernate usa um dialeto SQL feito pra ele, o HQL(
hibernate query language
),que
é
uma poderosa linguagem de consulta, muito parecida com a pr
ó
pria SQL, mas
é
 totalmente orientada ao objeto, com isso tem todos os bene
í 
cios desse tipo delinguagem, como heran
ç
a, polimorfismo e encapsulamento.
2.3 TCP
Segundo Battisti (2006) TCP
é
um protocolo de transporte que garante que os dadossejam entregues de forma confi
á
vel, sem corromper ou alterar-los,
é
sem duvidas umdos mais importantes protocolos da fam
í 
lia TCP/IP. Este
é
um protocolo orientado aconex
ã
o (onde s
ã
o passadas informa
çõ
es de logon) antes de come
ç
ar a troca de dados.As principais caracter
í 
sticas do TCP s
ã
o a garantia de entrega de pacotes IP, eleexecuta a segmenta
çã
o e reagrupamento de grandes blocos de dados enviados, verifica aintegridade dos dados transmitidos, garantindo que os dados n
ã
o sejam alterados oucorrompidos durante o transporte enviando, mensagens positivas ou negativas,dependendo do recebimento bem-sucedido ou n
ã
o.Baseando-se na conex
ã
o ponto-a-ponto entre dois hosts de redes. Ao receber osdados do programa ele os processa como um fluxo de bytes, esses segmentos s
ã
oconhecidos como “pacotes”.Antes de se iniciar a troca de dados, primeiro
é
estabelecida a conex
ã
o sess
ã
oentre si, essa se
çã
o
é
iniciada atrav
é
s de um processo conhecido como
tree-wayhandshake
, processo no qual ocorre a sincroniza
çã
o do numero de sequencia e ofereceas informa
çõ
es de controle necess
á
rias para o estabelecimento da conex
ã
o virtual entreos hosts.O protocolo de transmiss
ã
o TCP foi escolhido justamente por garantir a entregados dados, j
á
que ele s
ó
finaliza a conex
ã
o ap
ó
s a transfer
ê
ncia correta de todos osdados, j
á
o protocolo UDP mesmo sendo um pouco mais r
á
pido n
ã
o garante a chegadados dados n
ã
o assim indicada a esse tipo de aplica
çã
o.

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