a Objeto), onde os dados s
ã
o armazenados na forma de objetos. Este artigo pretendemostrar algumas das funcionalidades de um Banco de Dados Orientado a Objeto, suasprincipais caracter
í
sticas, a facilidade de se trabalhar com as LPOO’s (Linguagens dePrograma
çã
o Orientadas a Objeto), vantagens e desvantagens dessa nova tecnlogia.
2 Como surgiram os BDOO’s?
O desenvolvimento dos Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados Orientado aObjetos (SGBDOO) teve origem na combina
çã
o de id
é
ias dos modelos de dadostradicionais e de linguagens de programa
çã
o orientada a objetos.No SGBDOO, a no
çã
o de objeto
é
usada no n
í
vel l
ó
gico e possui caracter
í
sticas n
ã
oencontradas nas linguagens de programa
çã
o tradicionais, como operadores demanipula
çã
o de estruturas, gerenciamento de armazenamento, tratamento de integridadee persist
ê
ncia dos dados.Os modelos de dados orientados a objetos tem um papel importante nos SGBDs porques
ã
o mais adequados para o tratamento de objetos complexos (textos, gr
á
ficos, imagens)e din
â
micos (programas, simula
çõ
es), por possu
í
rem maior naturalidade conceitual e,finalmente, por estarem em harmonia com fortes tend
ê
ncias em linguagens deprograma
çã
o e engenharia de software. A jun
çã
o entre as linguagens de programa
çã
o ebanco de dados
é
um dos problemas que est
ã
o sendo tratados de forma mais adequadano contexto de orienta
çã
o a objetos.
3 Em que s
ã
o utilizados os BDOO’s
3.1. Objetos complexos
Os objetos complexos s
ã
o formados por construtores (conjuntos, listas, tuplas, registros,cole
çõ
es, arrays) aplicados a objetos simples (inteiros, booleanos, strings). Nos modelosorientados a objetos, os construtores s
ã
o em geral ortogonais, isto
é
, qualquer construtorpode ser aplicado a qualquer objeto. Em SGBDOO, tamb
é
m podemos utilizar estestipos de dados estruturados, assim sendo, a consulta ao banco de dados precisa ser maiscomplexa, pois ao inv
é
s de acesso a tabelas e registros,
é
necess
á
rio o acesso a listas,tuplas, arrays, entre outros.
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