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A música e a guerra entre Cristo e Satanás para dominar a mente do Cristão

A música e a guerra entre Cristo e Satanás para dominar a mente do Cristão

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A música e a guerra entre Cristo e Satanáspara dominar a mente do Cristão
Uma das questões que têm sido levantadas em nossos dias na área musical dentro da teologia é aseguinte: de fato, qual a influência e o poder que a música exerce sobre o ser humano? Este artigo tentaráresponder a esta pergunta, tratando a questão apenas de ponto de vista puramente espiritual.Antes de prosseguirmos, precisamos entender cinco questões fundamentais para que possamoscompreender este grande conflito envolvendo a música, seja ela religiosa ou não:- Satanás era quem cuidava da música no céu.
- Ele quem ensinava a música.
- Ele quem ministrava até mesmo os instrumentos.
- Abaixo de Deus era a maior autoridade neste assunto.
- Quando Lúcifer se transformou em pecado, o dom musical que possuía também sofreu estatransformação, porém também para o pecado.Por causa desta transformação, uma de suas principais armas em seu plano para enganar ahumanidade hoje é transformar a música pura e sacra em músicas que afastem Deus dos pensamentos dosSeus filhos. E quando estou a falar de música não estou me referindo a letra, porque muitos tem usado essamistura de usar letras religiosas com músicas mundanas. É importante que tenham em mente que a letra nãosantifica a música. Satanás promoveria uma mudança na pura música transformando-a em uma músicacapaz de impedir que os cristãos tenham uma verdadeira experiência com Deus e com sua verdade, a esserespeito Ellen White comenta:
“Os anjos associaram
-se a Adão e Eva em santos acordes de harmoniosamúsica...Satanás ouviu o som de suas melodias de adoração ao Pai e ao Filho. E quando Satanás o ouviu,sua inveja, ódio e malignidade aumentaram, e ele expressou a seus seguidores a sua ansiedade por incitá-los a desobedecer, atraindo assim sobre eles a ira de Deus e mudando os seus cânticos de louvor em ódio e
maldição ao seu Criador.”– 
(História da Redenção, p. 31.)Muitos acreditam que devemos respeitar a cultura musical de cada região e pais, mas na declaraçãoacima podemos perceber que Deus introduziu no Éden uma cultura musical harmoniosa e santa e quesatanás quando ouviu tal música resolveu que trataria de mudar essa cultura musical santa para uma músicaque incitaria as pessoas a desobediência, uma música cultural diferente. Tudo o que este anjo possuía emmatéria de talentos e dons, inclusive em questões musicais, ele transformou em puro ódio e maldição . Apartir da entrada do pecado, a cultura celestial que existia no Éden foi mudada, e uma nova cultura passou aimperar sobre este planeta. Não podemos nos esquecer que, após a queda do homem, Satanás é considerado
o “príncipe deste mundo”
(João 12:31; 14:30; 16:11).Dentro desta cultura satânica implantada neste mundoapós a queda, surgiram também as culturas musicais provenientes de Satanás. Por esta razão temos que termuita cautela para não adotarmos a cultura como norma, acima do princípio bíblico, mas antes, fazê-lapassar pelo filtro da palavra de Deus.
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Analisemos alguns possíveis efeitos significativos da cultura musical implantada neste mundo peloanjo caído sobre nosso estado, tanto mental quanto espiritual.
Possíveis efeitos da música secular mundana sobre a mente e a espiritualidade:
 -Pode tornar-te um cristão superficial.-Pode alterar o comportamento humano baixando as defesas do lobo frontal.-Pode abrir as portas da vida para os demônios.-Pode fazer com que você perca o domínio próprio e o discernimento espiritual das coisas.-Pode corromper o paladar auditivo.
Alguns exemplos de músicas seculares mundanas que tem se introduzido nas igrejas cristãs.
 -Rock-Funk-Sertanejo-Pagode ou samba-Jazz-BluzAcredita-se que a música tem o poder de alterar o comportamento, influenciando para qualquer tipode implicação moral. A esse respeito expressou Martin Claret,
“Quer abertamente, ou de maneiras sutis,
que se comunicam do subconsciente para o subconsciente, os músicos sempre expressam, o nível de
harmonia ou desarmonia psicológica que têm dentro de si.” ( 
Martin Claret, O Poder da Música, p. 103.)Além de implicações Moraes para o bem ou para o mal
“A música transfere os elementos da
consciência do autor para
os ouvintes. Portanto pelas artes tonais haverá implicações morais.”
(MartinClaret, O Poder da Música, p. 99.)O astro de rock Jimi Hendrix declara, ainda mais enfaticamente, uma opinião mais séria ainda :
“Você pode hipnotizar as pessoas com a música e
quando eles chegarem ao seu ponto mais fraco você pode
 pregar para os seus subconscientes o que você quiser dizer.”
(Jimi Hendrix, entrevistado pela Life (3 de outubro de 1969), pág. 4.)Além disso, estudos tem demonstrado que a música tem o poder de mexer com as três estruturas naqual somos formados que chamamos de Espiritual, mental e corporal. Melodia, harmonia e ritmo. A melodiatrabalha o lado espiritual e talvez seja esta a razão do porque que Gregório se preocupou em produzirmúsicas com enfase na melodia na chamada música gregoriana. A harmonia trabalha com a parte mental. Adivisão, distribuição e junção das vozes para criar a harmonia força o amadurecimento mental econseqüentemente o intelecto. Agora sobra-nos o ritmo que por sua vez é o mais polêmico. O ritmo fora dopadrão espiritual mexe mais com o corpo, e conseqüentemente com as paixões da carne, principalmente sefor acentuado e cadenciado por instrumentos não melódicos como os tambores ou bateria. Hoje em dia aênfase na estrutura da música são os ritmos. Existem exageros nas partes rítmicas da música e pouquíssimode melodia e harmonia. Portanto se a música traz implicações Moraes, não deveríamos produzir e ouvir
 
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músicas que explorem mais a melodia e a harmonia para elevar a mente e a espiritualidade do que o ritmoque apela mais ao corpo?Na música religiosa o se que faz mais necessário é a reflexão mental da mensagem falada ou cantadapara elevar a espiritualidade. Isso não acontece quando a música com ritmos acentuados apelam mais aocorpo do que a mente e a parte espiritual. Isso não implica que devamos extinguir o ritmo porque todamúsica é construída sobre o ritmo. Os grandes teólogos e estudiosos em música como o Pastor WolfgangHans Martin Stefani, Eurydice Osterman, Pastor Vanderlei Dorneles, Pastor Jorge Mário, Pastor SamueleBacchiocchi, Pastor Dario Pires de Araújo e outros mais, reconhecem que um dos problemas se concentratambém na acentuação do ritmo e na marcação com batidas dos tambores ou bateria que apelam mais assensações emocionais e corporais do que as espirituais e mentais. Alguns poderiam dizer: mas e daí, qual é oproblema?Bom, vejamos a resposta na surpreendente história de um homem chamado Phineas Gage que foi um jovem supervisor de construção de ferrovias da Rutland e Burland Railroad, emVermont, EUA. Em1848de setembro, enquanto estava preparando uma carga depólvora para explodir uma pedra, ele socou uma barra de aço inadvertidamente noburaco. A explosão resultante projetou a barra, com 2.5 cm de diâmetro e mais deum metro de comprimento contra o seu crânio, a alta velocidade. A barra entroupela bochecha esquerda, destruiu o olho, atravessou a parte frontal do cérebro, esaiu pelo topo do crânio, do outro lado.Gage perdeu a consciência imediatamente ecomeçou a ter convulsões. Porém, ele recuperou a consciência momentos depois, efoi levado ao médico local, Jonh Harlow que o socorreu. Incrivelmente, ele estavafalando e podia caminhar. Ele perdeu muito sangue, mas depois de algunsproblemas de infecção, ele não só sobreviveu à horrenda lesão, como também serecuperou bem, fisicamente.Porém, pouco tempo depois Phineas começou a ter mudanças surpreendentes na personalidade e nohumor. Ele tornou-se extravagante e anti-social, praguejador e mentiroso, com péssimas maneiras, e já nãoconseguia manter-se em um trabalho por muito tempo ou planejar o futuro. Passou a ter comportamentosinconseqüentes.
"Gage já não era Gage"
, disseram seus amigos. Ele morreu em1861, treze anos depois doacidente, sem dinheiro e epiléptico, sem que uma autópsia fosse realizada em seu cérebro. O médico que oatendeu, John Harlow, entrevistou amigos de parentes, e escreveu dois artigos sobre a história médicareconstruída de Gage, um em1948, intitulado
"Passagem de uma Barra de Ferro Pela Cabeça”,
e outro em1868, intitulado
"Recuperação da Passagem de uma Barra de Ferro Pela Cabeça”.
 Phineas Gage tornou-se um caso clássico nos livros de ensino de neurologia. A parte do cérebro queele tinha perdido, os lobos frontais, passou a ser associada às funções mentais e emocionais que ficaramalteradas. Harlow acreditava que,
"o equilíbrio entre as faculdades intelectuais e as propensões animais parecem ter sido destruídas."
 O crânio dele foi recuperado, e preservado no Warren Medical Museu daUniversidade de Harvard.Mais recentemente, dois neurobiologistas portuguêses, Hanna e Antônio Damasioda Universidade de Iowa, utilizaram computação gráfica e técnicas de tomografiacerebral para calcular a provável trajetória da barra de aço pelo cérebro de Gage, epublicaram os resultados em Science, em1994. Eles descobriram que a maiorparte do dano deve ter sido feito à região ventromedial dos lobos frontais emambos os lados. A parte dos lobos frontais responsável pela fala e funçõesmotores foi aparentemente poupada. Assim eles concluíram que as mudanças nocomportamento social observado em Phineas Gage provavelmente foram devidosa esta lesão, porque os Damasios observaram o mesmo tipo de mudança emoutros pacientes com lesões semelhantes, causando déficits característicos nosprocessos de decisão racional e de controle da emoção.

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