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Íntegra da Lei número 12.853, que muda a política de direitos autorais no país
Íntegra da Lei número 12.853, que muda a política de direitos autorais no país

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AnoCL N
o
-
157Brasília - DF, quinta-feira, 15 de agosto de 2013
 ISSN 1677-7042 
Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html ,pelo código 00012013081500001Documento assinado digitalmente conforme MP n
o
-
2.200-2 de 24/08/2001, que institui aInfraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil.
Sumário
.PÁGINAAtos do Poder Legislativo.................................................................. 1Atos do Congresso Nacional.............................................................. 3Atos do Senado Federal...................................................................... 3Atos do Poder Executivo.................................................................... 4Presidência da República.................................................................. 19Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.................... 21Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação................................ 24Ministério da Cultura........................................................................ 24Ministério da Defesa......................................................................... 26Ministério da Educação.................................................................... 30Ministério da Fazenda....................................................................... 32Ministério da Integração Nacional................................................... 41Ministério da Justiça......................................................................... 42Ministério da Pesca e Aquicultura................................................... 45Ministério da Saúde.......................................................................... 48Ministério das Comunicações........................................................... 54Ministério das Relações Exteriores.................................................. 58Ministério de Minas e Energia......................................................... 58MinistériodoDesenvolvimentoSocialeCombateàFome........... 63MinistériodoDesenvolvimento,IndústriaeComércioExterior... 63Ministério do Esporte...................................................................... 117Ministério do Meio Ambiente........................................................ 117Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão........................ 117Ministério do Trabalho e Emprego................................................ 118Ministério dos Transportes............................................................. 119Conselho Nacional do Ministério Público..................................... 119Ministério Público da União.......................................................... 120Tribunal de Contas da União......................................................... 123Poder Judiciário............................................................................... 124EntidadesdeFiscalizaçãodoExercíciodasProfissõesLiberais. 126
LEI N
o
-
12.853, DE 14 DE AGOSTO DE 2013
Altera os arts.5
o
, 68, 97, 98,99 e 100,acrescenta arts. 98-A, 98-B, 98-C, 99-A,99-B, 100-A, 100-B e 109-A e revoga o art.94da Lein
o
9.610,de 19de fevereirode1998, para dispor sobre a gestão coletiva dedireitos autorais, e dá outras providências.
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sancionoa seguinte Lei:Art. 1
o
Esta Leidispõesobreagestão coletivadedireitosautorais, altera, revoga e acrescenta dispositivos à Lei n
o
9.610, de 19de fevereiro de 1998.Art. 2
o
Os arts. 5
o
, 68, 97, 98, 99 e 100 da Lei n
o
9.610, de19 de fevereiro de 1998, passama vigorar com as seguintes al-terações:"Art. 5
o
................................................................................................................................................................................................XIV-titularoriginário-o autordeobraintelectual,oin-térprete, o executante,o produtor fonográfico eas empresas deradiodifusão." (NR)"Art. 68. .............................................................................................................................................................................................§ 6
o
O usuário entregará à entidade responsável pela ar-recadaçãodos direitosrelativos àexecuçãoou exibiçãopública,imediatamenteapós oato decomunicaçãoao público,relaçãocompleta das obras e fonogramas utilizados, e a tornará pública ede livreacesso, juntamente com osvalores pagos, emseu sítioeletrônico ou,em não havendo este,no local dacomunicação eem sua sede...........................................................................................................§ 8
o
Paraasempresas mencionadasno §7
o
,o prazoparacumprimento dodisposto no§ 6
o
seráaté odécimo diaútil decada mês, relativamenteà relação completa dasobras e fono-gramas utilizados no mês anterior." (NR)"Art. 97. ...................................................................................§ 1
o
As associações reguladaspor este artigoexercem ati-vidade de interesse público, por determinação desta Lei, devendoatender a sua função social.§ 2
o
É vedadopertencer,simultaneamente,a maisdeumaassociação para a gestão coletiva de direitos da mesma natu-reza.§ 3
o
Pode otitulartransferir-se,a qualquermomento,paraoutraassocião,devendo comunicarofato,por escrito,àas-sociação de origem.§ 4
o
Asassociações com sede noexterior far-se-ão repre-sentar,no País,por associaçõesnacionaisconstituídas naformaprevista nesta Lei.§ 5
o
Apenasostitularesoriginários dedireitosdeautor oudedireitosconexos filiadosdiretamente àsassociações nacionaispode-rão votar ou ser votados nas associações reguladas por este artigo.§ 6
o
Apenas os titulares originários de direitos de autor ou dedireitos conexos, nacionais ou estrangeiros domiciliados no Brasil,filiados diretamente às associações nacionais poderão assumir car-gos de direção nas associações reguladas por este artigo." (NR)"Art. 98. Com o ato de filiação, as associações de que tratao art. 97 tornam-se mandatárias de seus associados para a práticade todos os atos necessários à defesa judicial ou extrajudicial deseus direitos autorais, bem como para o exercício da atividade decobrança desses direitos.§ 1
o
O exercício da atividadede cobrança citada no
caput
so-mente será lícito para as associações que obtiverem habilitação emórgão da Administração Pública Federal, nos termos do art. 98-A.
§ 2
o
Asassociações deverãoadotar osprincípios daiso-nomia,eficiência etransparência nacobrançapela utilizaçãodequalquer obra ou fonograma.§ 3
o
Caberá às associações, no interesse dos seus associados,estabeleceros preçospela utilizaçãodeseus repertórios,con-siderando a razoabilidade, a boa-fé eos usos do local de uti-lização das obras.§ 4
o
A cobrançasesempreproporcionalao graudeuti-lizaçãodas obrase fonogramaspelosusuários, considerandoaimportância da execução pública no exercício de suas atividades,eas particularidadesde cadasegmento,conforme dispostonoregulamento desta Lei.§ 5
o
As associações deverão tratar seus associados de formaequitativa, sendo vedado o tratamento desigual.§ 6
o
As associações deverão manter um cadastro centralizadode todos os contratos, declarações ou documentos de qualquernatureza que comprovem a autoria e a titularidade das obras e dosfonogramas, bem como as participações individuais em cada obrae em cada fonograma, prevenindo o falseamento de dados e frau-des e promovendo a desambiguação de títulos similares de obras.§ 7
o
Asinformações mencionadas no § 6
o
são de interesseblicoe oacessoa elasdeveserdisponibilizado pormeioeletrônico a qualquer interessado, de forma gratuita, permitindo-se ainda ao Ministério da Cultura o acesso contínuo e integral atais informações.§ 8
o
Mediante comunicação do interessado e preservada a am-pla defesa eo direito ao contraditório, oMinistério da Culturapoderá, no caso de inconsistência nas informações mencionadas no§ 6
o
deste artigo, determinar sua retificação e demais medidas ne-cessárias à sua regularização, conforme disposto em regulamento.§ 9
o
As associaçõesdeverão disponibilizarsistema dein-formação para comunicação periódica, pelo usuário, da totalidadedasobras efonogramas utilizados,bemcomo paraacompanha-mento, pelos titulares de direitos, dos valores arrecadados e dis-tribuídos.§ 10.Os créditos evalores não identificadosdeverão per-manecer retidose à disposição dostitulares pelo períodode 5(cinco)anos,devendoserdistribuídos àmedidadasuaiden-tificação.§ 11. Findo o período de 5 (cinco) anos previsto no § 10 semque tenha ocorrido a identificação dos créditos e valores retidos,estesseodistribuídosaostitulares dedireitosdeautorededireitos conexos dentro da mesma rubrica em que foram ar-recadadose naproporção desuasrespectivas arrecadaçõesdu-rante operíodo daretenção daquelescréditos evalores, sendovedada a sua destinação para outro fim.§ 12. A taxa de administração praticada pelas associações noexercícioda cobrançae distribuiçãodedireitos autoraisdeveráser proporcional ao custo efetivo de suas operações, considerandoas peculiaridades de cada uma delas.§13. Osdirigentes dasassociações serãoeleitos paraman-dato de 3 (três) anos, permitida uma única recondução precedidade nova eleição.§ 14.Os dirigentesdas associaçõesatuarão diretamenteemsua gestão,por meio de votopessoal, sendo vedadoque atuemrepresentados por terceiros.§ 15. Os titulares de direitos autorais poderão praticar pes-soalmente osatos referidosno
caput
e no§ 3
o
deste artigo,mediante comunicação à associação a que estiverem filiados, comaté 48 (quarenta e oito) horas de antecedência da sua prática.
§ 16.As associações,por decisãodo seuórgão máximodedeliberação e conformeprevisto em seus estatutos,poderão des-tinar a20% (vinte porcento) da totalidadeou de partedos re-cursos oriundos de suas atividades para ações de natureza culturale social que beneficiem seus associados de forma coletiva." (NR)"Art.99.A arrecadaçãoedistribuiçãodosdireitos relativosàexe-cução públicade obras musicais eliteromusicais e defonogramas seráfeita pormeio dasassociações degestão coletivacriadas paraeste fimporseustitulares,asquaisdeverão unificaracobrançaemumúnicoescritório centralpara arrecadação edistribuição, quefuncionará comoente arrecadador com personalidade jurídica própria e observará os §§ 1
o
a 12 do art. 98 e os arts. 98-A, 98-B, 98-C, 99-B, 100, 100-A e 100-B.
Atos do Poder Legislativo
.
 
Nº 157, quinta-feira, 15 de agosto de 2013
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 ISSN 1677-7042 
Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html ,pelo código 00012013081500002Documento assinado digitalmente conforme MP n
o
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2.200-2 de 24/08/2001, que institui aInfraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil.
1
§ 1
o
O ente arrecadador organizado na forma prevista no
caput
não terá finalidade de lucro e será dirigido e administrado por meio do voto unitário de cada associação que o integra.
§ 2
o
O ente arrecadador e as associações a que se refere esteTítulo atuarão em juízo e fora dele em seus próprios nomes comosubstitutos processuais dos titulares a eles vinculados.§ 3
o
O recolhimento de quaisquer valores pelo ente arre-cadador somente se fará por depósito bancário.§ 4
o
A parcela destinada à distribuição aos autores e demaistitulares de direitos não poderá, em um ano da data de publicaçãodesta Lei, serinferior a 77,5% (setenta e seteinteiros e cincodécimospor cento)dosvaloresarrecadados, aumentando-setalparcela à razãode 2,5% a.a. (dois inteiros ecinco décimos porcento ao ano), até que, em 4 (quatro) anos da data de publicaçãodesta Lei, ela não seja inferior a 85% (oitenta e cinco por cento)dos valores arrecadados.§ 5
o
O entearrecadadorpoderámanterfiscais, aosquaisévedado receber do usuário numerário a qualquer título.§ 6
o
A inobservânciadanormado§5
o
tornará o faltosoinabilitadoàfuãodefiscal, semprejzodacomunicaçãodofato ao Ministério Público e daaplicação das sanções civis epenais cabíveis.§ 7
o
Cabe aoente arrecadador eàs associaçõesde gestãocoletivazelarpelacontinuidadeda arrecadaçãoe,nocasodeperda da habilitação por alguma associação, cabe a ela cooperarpara que a transição entre associações seja realizada sem qualquerprejuízo aos titulares, transferindo-setodas as informações ne-cessárias ao processo de arrecadação e distribuição de direitos.§ 8
o
Sem prejuízo do disposto no§ 3
o
do art. 98, as as-sociações devemestabelecer e unificaro preço deseus reper-tórios junto ao ente arrecadador para a sua cobrança, atuando estecomo mandatário das associações que o integram.§ 9
o
O ente arrecadador cobrará do usuário de forma uni-ficada, e se encarregará da devida distribuição da arrecadação àsassociações,observado odisposto nestaLei, especialmenteoscritérios estabelecidos nos §§ 3
o
e 4
o
do art. 98." (NR)"Art. 100.O sindicatoou associaçãoprofissional quecon-gregue filiados de uma associação de gestão coletiva de direitosautoraispode,1(uma)vez porano,àssuasexpensas,apósnotificação,com 8(oito) diasdeantecedência, fiscalizar,porintermédiode auditorindependente, aexatidãodas contaspres-tadas por essa associação autoral a seus representados." (NR)Art. 3
o
A Lei n
o
9.610, de 1998, passa a vigorar acrescida dosseguintes arts. 98-A, 98-B, 98-C, 99-A, 99-B, 100-A, 100-B e 109-A:"Art. 98-A. O exercício da atividade de cobrança de que tratao art.98 dependerá de habilitaçãoprévia em órgãoda Admi-nistração Pública Federal, conformedisposto em regulamento,cujo processo administrativo observará:I -o cumprimento,pelos estatutosda entidadesolicitante,dos requisitos estabelecidos na legislação para sua constituição;II - a demonstração de que a entidade solicitante reúne ascondições necessárias para assegurar uma administração eficaz etransparentedosdireitosa elaconfiadosesignificativarepre-sentatividade de obras e titulares cadastrados, mediante com-provação dos seguintes documentos e informações:a) cadastros das obras e titulares que representam;b) contratos e convênios mantidos com usuários de obras deseus repertórios, quando aplicável;c) estatutos e respectivas alterações;d) atas das assembleias ordinárias ou extraordinárias;e) acordosde representação recíproca comentidades con-gêneres estrangeiras, quando existentes;f) relatório anual de suas atividades, quando aplicável;g) demonstrações contábeis anuais, quando aplicável;h)demonstrãodequeas taxasdeadministraçãoopro-porcionais aos custos de cobrança e distribuição para cada tipo deutilização, quando aplicável;i) relatórioanual deauditoria externade suascontas, desdeque a entidade funcione há mais de 1 (um) ano e que a auditoriaseja demandada pela maioria de seus associados ou por sindicatoou associação profissional, nos termos do art. 100; j) detalhamento do modelode governança da associação,incluindo estrutura de representação isonômica dos associados;k) planode cargos esalários, incluindo valordas remune-rações dosdirigentes, gratificações,bonificações eoutras mo-dalidades de remuneração e premiação, com valores atualizados;III - outras informações estipuladas em regulamento por órgãoda Administração Pública Federal, como as que demonstrem ocumprimento das obrigações internacionais contratuais da entidadesolicitante quepossam ensejarquestionamento aoEstado Brasi-leiro no âmbito dos acordos internacionais dos quais é parte.§ 1
o
Os documentose informações aque sereferem osincisos IIe IIIdo
caput
deste artigodeverão serapresentadosanualmente ao Ministério da Cultura.
§ 2
o
A habilitação de que trata o § 1
o
do art. 98 é um ato dequalificação vinculado ao cumprimento dos requisitos instituídospor esta Lei e por seu regulamento e não precisará ser renovadaperiodicamente, mas poderá ser anulada mediante decisão pro-ferida em processo administrativo ou judicial, quando verificadoque aassociação não atendeao disposto nestaLei, asseguradossempre o contraditório e ampla defesa, bem como a comunicaçãodo fato ao Ministério Público.§ 3
o
A anulação da habilitação a que se refere o § 1
o
do art.98 levaem consideração a gravidadee a relevânciadas ir-regularidadesidentificadas,aboa-fé doinfratoreareincidêncianasirregularidades,conformedisposto emregulamento,eso-mente seefetivará após aaplicação de advertência,quando seconcederá prazo razoável para atendimento das exigências apon-tadas pela autoridade competente.§ 4
o
A ausênciadeumaassociãoque sejamandatáriadedeterminada categoria de titulares em função da aplicação do § 2
o
deste artigo nãoisenta os usuários dasobrigações previstas noart. 68,que deverão ser quitadasem relação aoperíodo com-preendido entre o indeferimento do pedido de habilitação, a anu-lação ouo cancelamento da habilitaçãoe a obtençãode novahabilitação ou constituição de entidade sucessora nos termos des-teartigo,ficandoa entidadesucessoraresponsávelpelafixaçãodosvalores dosdireitosautorais ouconexosemrelão aope-odocompreendidoentreo indeferimentodopedidodehabi-litãoousuaanulãoe aobteãodenovahabilitaçãopelaentidade sucessora.§ 5
o
Aassociação cujahabilitação, nostermos desteartigo,sejaanulada,inexistenteou pendentedeapreciãopelaau-toridadecompetente,ouapresente qualqueroutraformadeir-regularidade,não podeutilizartaisfatos comoimpedimentopara distribuição de eventuais valores já arrecadados, sob pena deresponsabilizãodiretadeseus dirigentesnostermosdoart.100-A, sem prejuízo das sanções penais cabíveis.§ 6
o
As associações de gestão coletiva de direitos autorais de-verão manter atualizados e disponíveis aos associados os documen-tos e as informações previstos nos incisos II e III deste artigo.""Art. 98-B.As associaçõesde gestãocoletiva dedireitosautorais, no desempenho de suas funções, deverão:I - dar publicidade e transparência, por meio de sítios ele-trônicos próprios, às formas de cálculo e critérios de cobrança,discriminando, dentre outras informações, o tipo de usuário, tem-po e lugar de utilização, bemcomo os critérios de distribuiçãodosvaloresdosdireitos autoraisarrecadados,incluídasaspla-nilhas edemais registros deutilização das obrase fonogramasfornecidas pelos usuários, excetuando os valores distribuídos aostitulares individualmente;II -dar publicidadee transparência, pormeio desítios ele-trônicos próprios, aos estatutos, aos regulamentos de arrecadaçãoe distribuição,às atas de suasreuniões deliberativas eaos ca-dastrosdasobrasetitulares querepresentam,bemcomoaomontantearrecadadoedistribuído eaoscréditoseventualmentearrecadados e não distribuídos, sua origeme o motivo da suaretenção;III - buscar eficiência operacional, dentre outros meios, pelaredução de seuscustos administrativos e dosprazos de distri-buição dos valores aos titulares de direitos;IV - oferecer aos titulares de direitos os meios técnicos paraquepossam acessarobalanço dosseuscréditosda formamaiseficiente dentro do estado da técnica;V- aperfeiçoarseus sistemaspara apuraçãocada vezmaisacurada das execuções públicas realizadas e publicar anualmenteseus métodos de verificação, amostragem e aferição;VI-garantir aosassociadosoacesso àsinformõesrefe-rentes às obras sobre as quais sejam titulares de direitos e às exe-cuçõesaferidas paracadauma delas,abstendo-sede firmarcon-tratos, convênios ou pactos com cláusula de confidencialidade;VII - garantir ao usuário o acesso às informações referentesàs utilizações por ele realizadas.Parágrafo único.As informações contidasnos incisos Ie IIdevem seratualizadas periodicamente,em intervalonunca su-perior a 6 (seis) meses.""Art. 98-C.As associaçõesde gestãocoletiva dedireitosautoraisdeverãoprestarcontas dosvaloresdevidos,emcaráterregular e de modo direto, aos seus associados.§ 1
o
O direito à prestação de contas poderá ser exercidodiretamente pelo associado.§ 2
o
Seascontas oforemprestadasna formado§ 1
o
,opedidodoassociadopodeserencaminhadoaoMinistériodaCultura que, após sua apreciação, poderá determinar a prestaçãode contas pela associação, na forma do regulamento.""Art. 99-A. O ente arrecadador de que trata o
caput
do art. 99deverá admitir em seus quadros, além das associações que o cons-tituíram, as associações de titulares de direitos autorais que tenham pertinência comsua área de atuaçãoe estejam habilitadasem ór-gão da Administração Pública Federal na forma do art. 98-A.
Parágrafoúnico.Asdeliberações quantoaoscritériosdedis-tribuição dos recursosarrecadados serão tomadas pormeio dovoto unitário de cada associação que integre o ente arrecadador.""Art. 99-B.As associaçõesreferidas nesteTítulo estãosu- jeitas às regras concorrenciais definidas em legislação específicaque trateda prevençãoe repressãoàs infraçõescontra aordemeconômica.""Art. 100-A. Os dirigentes das associações de gestão coletivade direitos autorais respondem solidariamente, com seus bens par-ticulares,por desviode finalidadeouquanto aoinadimplementodas obrigações para com os associados, por dolo ou culpa.""Art. 100-B. Os litígios entre usuários e titulares de direitosautorais ouseus mandatários,em relaçãoà faltade pagamento,aoscritériosdecobrança,às formasdeoferecimentodereper-rioeaosvaloresdearrecadação, eentretitularesesuasas-sociões,emrelaçãoaos valoresecritériosdedistribuição,poderão ser objeto da atuação de órgão da Administração PúblicaFederalpara aresoluçãode conflitospormeiode mediaçãoouarbitragem, na forma do regulamento, sem prejuízo da apreciaçãopelo Poder Judiciário e pelosórgãos do Sistema Brasileiro deDefesa da Concorrência, quando cabível."

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