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MINISTÉRIO DA SAÚDEPOLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE INTEGRAL DE LÉSBICAS, GAYS,BISSEXUAIS, TRAVESTIS E TRANSEXUAIS - LGBT
Brasília – DFJunho de 2008DOCUMENTO PRELIMINAR
Em Consulta Pública de 20/06/2008 a 30/07/2008
 
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SUMÁRIO
Apresentação1. Introdução2. A Luta pelos Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais,Travestis e Transexuais3. Orientação Sexual e Identidade de Gênero como DeterminantesSociais das Condições de Saúde de Lésbicas, Gays, Bissexuais,Travestis e Transexuais (LGBT)4. Princípios da Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas,Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais4.1. Marca4.2. Diretrizes Gerais4.3. Objetivo Geral4.4. Objetivos Específicos4.5. Estratégias de Gestão e Monitoramento5. Responsabilidades das Esferas de Gestão Federal, Estadual eMunicipal que integram o Sistema único de Saúde5.1. Ministério da Saúde5.2. Secretarias Estaduais de Saúde5.3. Secretarias Municipais de Saúde6. Referências Bibliográficas457910101111131515171820
 
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Apresentação
O Ministério da Saúde apresenta a Política Nacional de Saúde Integral deLésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais para ser implementada noSistema Único de Saúde. Com isso, o SUS dá mais um passo para cumprir osprincípios de universalidade, equidade e integralidade que o orientam.A formulação dessa Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays,Bissexuais, Travestis e Transexuais inspira-se no Programa Brasil semHomofobia, lançado em 2004 pela Secretaria Especial de Direitos Humanos daPresidência da República, que conclamou o Ministério da Saúde ao cumprimentodas diretrizes de Governo.As condições, orientações e viabilidade para sua implementaçãoencontram-se discriminadas no Programa Mais Saúde (Direito de Todos), ondesão definidas metas específicas para promover ações de enfrentamento dasiniqüidades e desigualdades em saúde para grupos populacionais de negros,quilombolas, Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT); e naCarta de Direitos dos Usuários da Saúde.O Ministério da Saúde já vem trabalhando com estes grupos no combate àepidemia do HIV-AIDS, mas o reconhecimento da complexidade e diversidade dosseus problemas de saúde fez com que fosse adotada uma estratégia transversal.Desta forma, o Ministério assume a responsabilidade de formular esta Políticapara o SUS, por meio da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP).Sua construção exigiu um longo processo de interlocução com lideranças dosmovimentos sociais e com pesquisadores que foram agregados no ComitêTécnico de Saúde da População GLTB. A realização do Seminário Nacional deSaúde da População GLBTT na Construção do SUS forneceu,complementarmente, importantes subsídios à sua formulação.A implementação das ações previstas nesta Política requer articulação devárias áreas técnicas do Ministério da Saúde ou de órgãos vinculados, e aexecução pelas secretarias estaduais e municipais deve, da mesma forma, definir
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