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 CÂMARA DE VEREADORES DE SÃO BORJAGABINETE DO VEREADOR ROQUE FELTRIN______________________________________________________________________
 
__________________________________________________________________________________________________________Edifício Presidente Getúlio Dornelles Vargas
 – 
Rua Olinto A. Silva, 1043
 – 
CEP 97670-000
 – 
São Borja - RSCaixa Postal: 51
 – 
Telefax (55) 3431-1612
 – 
e-mail:
vereadoroquefeltrin@hotmail.com
 
 – 
Site:www.cmvsb.com.br 
“SÃO BORJA – 
 
Terra dos Presidentes”.
 
SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI Nº 022/2009.(Autoria: Roque Feltrin)
Dispõe sobre o uso de embalagens biodegradáveise/ou retornáveis para acondicionamento deprodutos e mercadorias, a serem utilizadas nosestabelecimentos comerciais no âmbito domunicípio de São BorjaArt. 1º. Os supermercados, estabelecimentos congêneres e comércio em geralficam obrigados a utilizarem embalagens biodegradáveis ou retornáveis.Art. 2º Entende-se por embalagem biodegradável aquela confeccionada dequalquer material que apresente degradação acelerada por luz e calor ecapacidade de ser biodegradada por microorganismos.Parágrafo único. As embalagens de que trata o
caput
 
devem atender aosseguintes requisitos:I - degradar ou desintegrar por oxidação em fragmentos em um período de tempode até 18 meses;II - apresentar como únicos resultados da biodegradação CO2, água e biomassa;III - os resíduos finais resultantes da biodegradação de que trata o inciso II desteparágrafo não podem apresentar qualquer resquício de toxicidade e tampoucoserem danosos ao meio ambiente.Art. 3° Entende-se por embalagem retornável aquela confeccionada de qualquermaterial que apresente característica física adequada à resistência no tempo ereutilização.Parágrafo único. As embalagens do que trata o
caput
devem atender aosseguintes requisitos:I
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possuir característica física que resista ao transporte de peso;II
 –
possuir capacidade de transporte para o máximo de 05 (cinco) kilogramas;III
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garantir a reutilização futura;IV
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o material utilizado para a confecção da embalagem não podem apresentarresquícios de toxicidade e tampouco serem danosos ao meio ambiente.Art. 4º. Esta Lei entra em vigor 3 anos (três anos) após sua publicação.
Sala das Reuniões, 27 de fevereiro de 2009.ROQUE LANGENDOLFF FELTRIN
 
Vereador - Bancada do PDT
 
 
 CÂMARA DE VEREADORES DE SÃO BORJAGABINETE DO VEREADOR ROQUE FELTRIN______________________________________________________________________
 
__________________________________________________________________________________________________________Edifício Presidente Getúlio Dornelles Vargas
 – 
Rua Olinto A. Silva, 1043
 – 
CEP 97670-000
 – 
São Borja - RSCaixa Postal: 51
 – 
Telefax (55) 3431-1612
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e-mail:
vereadoroquefeltrin@hotmail.com
 
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Site:www.cmvsb.com.br 
“SÃO BORJA – 
 
Terra dos Presidentes”.
 
JUSTIFICATIVA
Senhor Presidente,Senhora Vereadora,Senhores Vereadores,A mídia diariamente apresenta situações de preocupação relacionadas aoimpacto ambiental advindo das atividades humanas. Além disso, conferênciasinternacionais abrem debates intermináveis sobre a relação entre as modificaçõesdas características ambientais naturais originadas das atividades humanas. Destesencontros, o que é possível de se medir são as resistências ainda existentes diantedo assunto
“preservação x crescimento econômico”, sendo isto apresentado como
 justificativa de se manter o modelo de crescimento atual, independente da visíveldependência de nossa sobrevivência atual e futura com a necessária mudança deprodução e consumo.Porém, independentemente das diretrizes adotadas pelos paísesindustrializados, tal cenário tem nos levado a soluções interessantes para preservaro meio ambiente. As pesquisas científicas andam a passos largos na busca denovos métodos de produção consolidados, matérias-primas menos poluentes,reutilização e reciclagem de materiais, entre tantos outros. É o que ocorre com oplástico, tendo a utilização de petróleo em sua produção entre outros componentes,e que, para piorar, permanece presente no meio ambiente por séculos.Muitas são as alternativas existentes e, certamente muitas outras irão surgir.Atualmente tem-se a citar exemplos de redes de supermercados nacionais quecomeçaram a cobrar pelo saquinho plástico utilizado pelos clientes, comoinstrumento de indução ao uso de sacolas retornáveis. Da mesma forma éverificado na Europa e Estados Unidos, onde há o estímulo ao uso de sacolas dealgodão, ao que compartilhamos por vermos, neste caso, além dos benefíciosambientais, a possibilidade de fomento ao trabalho e renda local através dosurgimento de pequenos negócios
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confecção das bolsas e atividades voltadaspara o marketing empresarial.Segundo a Organização Não Governamental
CONSULTOR SOCIAL,...”no
Brasil é distribuído um bilhão de sacos plásticos por mês nos supermercados. Issosignifica 33 milhões por dia, o que equivale a um consumo familiar médio de 66
sacos plásticos para cada brasileiro por mês.”
Em nosso Município consta dadosde distribuição de 43.000 sacolas retornáveis e de 12.500 sacolas descartáveisaproximadamente, no período de 12 (doze) meses, somente em umestabelecimento.É certo que a edição de uma lei municipal não irá alterar de modosignificativo esses números, porém estaremos seguindo o princípio da educaçãoambiental q
ue diz “agir localmente pensando globalmente”, além de
se praticar oque determina o Art. 225, da CF/88, onde estão configurados os direitos e asresponsabilidades individuais e coletivas na preservação do ambiente.
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