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Integração 276 - 22/08/2013

Integração 276 - 22/08/2013

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Informativo Semanal da Escola Waldorf João Guimarães Rosa.
Informativo Semanal da Escola Waldorf João Guimarães Rosa.

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09/30/2013

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Informativo Semanal . Ano VI . 22/08/2013 . N°. 276
Expediente:O Integração é uma publicação semanal destinada aos pais e alunos da Escola Waldor João Guimarães Rosa.(16) 3916 4157 | Rua Virgínia de Francesco Santilli, 81 | City Ribeirão | Ribeirão Preto | SP.www.waldorribeirao.org. | escola@waldorribeirao.org.
........................................................................................................................ pág 1 ....................> Tutela On-Line....................................................................................................................... pág 2 ....................> Parabéns, Professora Ester...................................................................................................................... pág 3 ....................> Teatro 12° ano> Agenda
 
Tutela On-Line
A internet já não é mais novidade. Os pais játêm muita inormação sobre como os maisnovos podem aproveitar bem o uso da redee sobre como podem se colocar em risco dosmais variados tipos. Mesmo assim, as dúvidascontinuam. Ou melhor, permanecem.Semanalmente sou consultada por pais quequerem saber com que idade devem deixaro lho usar mídias sociais e/ou usar a internetsozinho, por quanto tempo eles podem carna internet e sobre como controlar o uso darede para evitar que eles tenham acesso aconteúdos impróprios para a idade.Será que são dúvidas mesmo o que os paistêm? Descono que não. Anal, basta usar aprópria rede para encontrar centenas de sitesque orientam os pais a esse respeito. Alémdisso, já usamos a internet o tempo sucientepara termos acumulado uma boa experiêncianesse assunto.Mas, se não se trata de alta de inormação, oque é que conunde os pais a ponto de deixá-los inseguros para azer uma escolha, tomaruma decisão a esse respeito?Os pais não querem ser vistos pelos lhos epor seus pares como caretas. No século 21,agir como um careta soa oensivo, humilhante,ultrapassado. E como a internet é vista comoum instrumento extremamente atual, regrarseu uso para os lhos parece ganhar o sentidode antigo. Careta.Acontece que é prerrogativa do adulto quetem lho ser careta. Você pode ser antenadocom todos os recursos tecnológicos, podeter uma visão de mundo muito atual, podeentender o mundo como um jovem. Mesmoassim, será considerado careta por seu lhopelo simples ato de ser mãe ou pai. Conheçoadolescentes que consideram seus paiscaretas justamente por se comportarem como jovens.Por isso, melhor usar a caretice intrínsecaa seu papel, caro leitor, para transmitir aseus lhos os valores que você preza. Alémdisso, sempre é bom relembrar que, paraconquistar a autonomia, que é a capacidadede governar a própria vida, é preciso passar,necessariamente, pela heteronomia, ou seja,ser governado por um outro. Melhor que esseoutro seja a mãe e/ou o pai, não é verdade?Os pais temem também que os lhos quem àmargem de seu grupo e que sejam dierentesporque não requentam os mesmos sites queos colegas, não jogam os mesmos jogos queeles, não vejam o vídeo do momento etc.Esse temor só az sentido quando entendemosque para azer parte de um grupo é precisose comportar como os demais. Não! Paraparticipar de um grupo é preciso saberintegrar-se a ele e para se integrar a qualquergrupo é undamental o autoconhecimento.Se você autoriza que seu lho aça qualquercoisa só porque a maioria dos colegas az, vocênão o ajuda a se conhecer. Sem se conhecer,ele não aprende a se respeitar, e reconheceras próprias dierenças é absolutamentenecessário para manter a identidade e,portanto, a dignidade no relacionamentoconsigo mesmo e com o outro.Em resumo: não há regras que levem oseu lho a azer um bom e positivo uso dainternet. Então, restam o uso do bom-senso, aaplicação dos valores amiliares e o respeito àase da vida de seu lho.Crianças e adolescentes precisam da tutelados pais na vida de um modo geral. O uso dainternet é apenas uma pequena parte da vidaque demanda essa mesma tutela.
Fonte: http://goo.gl/2mAsxbRosely Sayão, psicóloga e consultora emeducação, ala sobre as principais difculdadesvividas pela amília e pela escola no ato deeducar e dialoga sobre o dia-a-dia dessarelação. Escreve às terças na versão impressa de“Equilíbrio”.
 
Parabéns, Professora Ester
Primeiramente é uma honra alar em nome da Escola. Tarea diícil quando setrata em representar um grupo, com a liberdade dada a mim em expressar noque acredito como feches signicativos.É alar de uma jovem, entusiasmada que compartilhou momentos nessatrajetória; casamento, lhos enm... Atrevo-me e digo:Querida proessora Ester,“Prestamos hoje, uma homenagem não somente a nossa amiga Ester, mastambém a proessora, a mestre de seguidas gerações”.Diante dos desaos do nosso trabalho, intitulado, porém acolhido por nós,como a Arte de Educar, exige ao longo de toda a trajetória, ações, refexões etransormações, qualidades patrimoniais da pedagogia waldor, não, masnecessárias para qualquer proessor que az a escolha por essa escola. O quantode verdade acumulou-se em desaos, não se tem idéia. O quanto desses noszeram algumas vezes desistir e ter a certeza em prosseguir, não se imagina. Oque sabemos é que nos é dada gratuitamente à oportunidade de crescermos sequisermos, como educadores.“A incompreensão dói. Contudo, oerece-nos excelente oportunidade decompreender. O desespero destrói. Diante dele, porém, encontramos ensejo decultivar a serenidade”. André LuizEster, marcada pela crença religiosa. Permita-me não conrontá-la, masexatamente desmisticar. E a Antroposoa? Pois é acreditamos com você que acrença religiosa e a Antroposoa não se separam. São independentes, altaneirasde visão clara e pensamentos nobres. Elas sempre se entendem e se harmonizamno sentido do bem comum, impulsionadas por ideais alevantados; Respeito econsideração.Valeu a pena, tudo vale a pena quando a alma não é pequena.Peço licença a todos presentes para reportar 30 anos atrás, quando você Ester,se incluía entre os primeiros proessores assinantes do Convívio, lá na ruaCasemiro de Abreu com a empolgante e um pouco agitada Ângela, Adalgisa,Joana, Deise, Dona Clarice e outros que com certeza marcaram o seu início. Logodepois vieram Rita, Dino, Paula, Pureza, Ayres, Tânia, Marli, Geraldo de música,João Ailton, Juliana, Irina, Eder, Vera, Maria Célia, Gina, Renata, Inês e Cristina. Nãomenos importantes, mas também Jorge euritmista, Dona Leonor, Senhor Ítalo,Dona Marli, Chantal, Grete, acreditem Hellen Thiller e tantos outros.Hoje um novo grupo ormou-se trazendo rescor e novas relações. Viva o novo!Sempre serão bem-vindos nessa Escola...Enm, já determinava seus princípiosmorais inalteráveis, de caráter rme e personalidade inconundível. Festa Juninacom os santos no mastro; nem pensar, sem os santos, ponto nal.Saudades daqueles encontros nas terças e quintas com estudos, arte e decisõesem grupo. Superou sim muitos obstáculos desde a sua chegada, e aos poucosoi conquistando aqui e ali, com esorço e determinação, com é e esperançaacreditando em algo maior na sua capacidade de trabalho e de Ser transormador.Permite-me acrescentar uma pitada na dosagem de ser uma boa competidora.És valente!É preciso sim Ester, dizer essas coisas. Como dizia J.G. Rosa, patrono da nossaescola e que você, nós por razões tão certas e óbvias e às vezes aos olhos e aalta de percepção de outros, inexplicáveis a nossa escolha nesta pedagogia quecompõe a nossa trajetória de trabalho e vida.Com 30 anos de caminhada cai-lhe bem armar que “Mestre nem sempre équem ensina, mas quem derrepente aprende”. Foi, é e ainda será com o brilhodo seu ser, com o trabalho honrado, aprendendo, ensinando, engrenando nestaescola e nos encorajando a também chegar aos 30, ultrapassá-los e porque nãochegar aos 40, 50?Atenção aqui; solicito apreciação para a ormação de um conselho ormado porproessores com muito tempo de casa, para situações de grandes decisões.Fomos chamados a Construir uma escola, assim era o slogan, e o seu legadoarregaçou as mangas, lembram? Compreender esta escola exige no seu alicerce,os registros, as histórias e os atos. É lembrar que ainda há nela pessoas que, coma orça do ideal carpiu, arou, adubou e semeou. Flores nasceram muitas sim eespinhos também. O que quero aqui dizer é que era uma jovem sonhadora eque desbravou em construir uma escola e conquistá-la em uma sociedade queacreditava que éramos uma gota no oceano, utopia na educação. Puro engano;aqui estamos nós e somos muito mais!Repetirei as sábias palavras de Dona Leonor que quando ansiosos a procurávamosdizia assim: Calma! “Quando algo não vemos é um milagre acontecendo”.Com todo o carinho e respeito queremos Ester, também agradecer a sua amíliapelos empréstimos para com seus compromissos a escola. As lhas, Elaine eRaquel por vê-las nascer e compartilhar dos seus desenvolvimentos.Ao esposo Arlindo pelo apoio e conança. “Ao lado de uma grande mulher estáum grande homem”.Proessora Ester, pelos seus 30 anos de trabalho nessa Escola viemos aplaudi-la.Parabéns!Escola Waldor “João Guimarães Rosa”, 15 de agosto de 2013.

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