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não gosto de plágio 8

não gosto de plágio 8

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posts publicados de 21 a 31 de maio de 2009 em http://naogostodeplagio.blogspot.com
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31/05/2009follow up viquiano no post scienza nuova eu havia saudado a publicação de uma seleta dos princípiosde ciência nova, de giambattista vico, pela ícone. chegou o volume que encomendei.na ficha catalográfica do livro consta "título original: the first new science", ena página de rosto consta "tradução do texto original italiano: principii discienzia [sic] nuova", "tradutor: professor sebastião josé roque".além dessa discrepância, há uma outra: o que os viquianos chamam de "primeiraciência nova" é a edição de 1725. a ciência nova que acabou se firmando é de 1744,totalmente diferente da de 1725. o conteúdo da seleta do professor sebastião joséroque pertence não à "primeira" ciência nova e sim à de 1744.a tradução padece de vários problemas e o resultado geral apenas confirma a altacomplexidade e árdua compreensão do texto viquiano. mas o que aqui importa é quese trata de uma tradução de direito próprio.imagem: frontispício da obraPostado por denise 0 comentários30/05/2009pinóquio ainda na linha dos estudos comparados, existe uma interessante dissertação demestrado de lucia maria pinho de valhery jolkesky, apresentada ao programa deestudos de tradução da ufsc em 2007. chama-se legibilidade de diálogos: acolocação de pronomes nas traduções brasileiras de pinóquio de 2002, disponível noportal do mec.a análise, bastante técnica, aborda três traduções de pinóquio, de carlo collodi,a saber: de marina colasanti, de gabriella rinaldi e de pietro nassetti. sãoanalisados 20 excertos, e ao final há um quadro sinóptico por tradutor, além de umbreve perfil biográfico de cada um deles.no "Anexo F – Quadro sinóptico da colocação pronominal na tradução de Nassetti",na coluna da direita, encontram-se diversas observações interessantes sobre váriasopções pouco usuais no português do brasil, numerosas ocorrências de mistura detratamento de segunda e terceira pessoa, contrações de pronomes diretos eindiretos não muito usadas em nossas bandas e outras peculiaridades.e a dissertação traz também uma raridade, coisa que tanta gente se perguntava:quem é pietro nassetti?"Anexo J – Biografia de Pietro NassettiPietro Nassetti nasceu em Parma, Itália, no final da 2ª. Guerra Mundial. Aos 23anos emigrou para o Brasil, morou em São Paulo, onde se formou em odontologia pelaUniversidade de São Paulo. Abriu um consultório na região do ABC paulista. Foi umpesquisador de terapias holísticas. Na década de 80 entrou em contato com afilosofia univérsica, uma visão de mundo holística criada pelo brasileiro HubertoRohden. A partir de 1996 começou a realizar trabalhos de tradução para a EditoraMartin Claret, principalmente do italiano, inglês e francês. Faleceu após longaenfermidade em janeiro de 2005.Informações fornecidas por Rosana Citino, Assistente Editorial, via internet, em
 
26/08/2005."imagem: enrico mazzanti, pinóquio, 1883Postado por denise 3 comentários29/05/2009a luta pelo direito a luta pelo direito, de rudolf von ihering (1818-92), é daquelas obras que fazemparte da bibliografia obrigatória de todos os cursos de direito. foi umaconferência apresentada pelo jurista alemão em 1872, em viena, e no mesmo anopublicada em livro. foi um tremendo sucesso e, passado pouco tempo, já era tidocomo um marco na história do pensamento jurídico alemão.sua primeira tradução para o português foi feita por joão vieira de araújo, dachamada escola de recife, e publicada em 1885. depois saiu outra, feita por josétavares bastos, com prefácio de clóvis beviláqua (não sei a data certa, mas oprefácio traz o ano de 1909). aqui na frase do dia já tem uma canja do tavaresbastos.também em 1909 saiu em portugal uma tradução feita por joão de vasconcellos. aprincipal diferença em relação às duas traduções brasileiras é que essa traduçãoportuguesa tomou como base o original revisto por ihering em 1888, que eliminavaos parágrafos iniciais e trazia um prefácio todo sério, mas também muito simpáticoe espirituoso. (depois, na edição de 1891, ele vai fazer alguns acréscimos finaisno próprio prefácio, muito bonitos, uma homenagem póstuma a uma amiga, frauauguste von littrow-bischoff.)a tradução mais corrente no brasil, seja lá por que razão for, é justamente essaportuguesa de joão de vasconcellos (também grafado como joão de vasconcelos oujoão vasconcelos), em incontáveis reedições pela forense. a de tavares bastostambém é bastante conhecida, até por conta da apresentação de beviláqua e dainclusão do longo prefácio de leopoldo alas à edição espanhola - hoje em dia estádisponível para download. curiosamente, a tradução de joão vieira, nome importantena história do pensamento jurídico brasileiro, aliás citada pelo próprio iheringno prefácio de 1891 e que está em domínio público faz um tempão, não se encontradisponível para download nem no portal do mec.existem outras ainda, assinadas por: vicente sabino jr.; henrique de carvalho;joão cretella jr. e agnes cretella; roberto de bastos léllis; richard paul neto;mário de méroe; silvio donizete chagas; ricardo rodrigues gama; edson bini; ivo depaula; pietro nassetti; heloísa da graça burati.como a cultura não se constrói sozinha nem se compra em pacotinhos na esquina,acho legal acompanhar esse desenvolvimento de nossas letras jurídicas. acho legal,por exemplo, que já no começo de 1885 estivesse publicada em recife a tradução dejoão vieira. acho legal também que tantos juristas se debruçassem fisicamentesobre as obras, queimassem as pestanas e pusessem isso em língua que as gentesdaqui entendiam. hoje em dia não sei se é bem assim, mas acho esses antecedentesinteressantes, até, digamos, edificantes. egrégios exemplos da construção de umpatrimônio cultural brasileiro e provas vivas da atividade das cabeças pensantesd'antanho.esse introitozinho é porque na semana que vem vou apresentar umas duas ou trêstraduções (?) de a luta pelo direito publicadas em data recente.imagem: wikimedia commons
 
Postado por denise 1 comentáriospor onde anda otelo o otelo de "jean melville", pela editora martin claret - que, como vimos, pareceuma montagem das soluções tradutórias de cunha medeiros/oscar mendes com váriospespontos de barbara heliodora - anda trafegando um pouco pelas escolas ebibliotecas:www.cptl.ufms.br/ded/EncontroLetrasI/html/PDF/PDF%20ARTIGOS/221a.pdfwww.filologia.org.br/revista/37/03.htmhttp://ceul.ufms.br/ded/EncontroLetrasI/html/PDF/PDF%20ARTIGOS/241a.pdfwww.michelangelo.edu.br/scripts/sqlweb/sysbweb.exe/busca_html?alias...%22MARTIN%20CLARET%22/...www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a2136897.xmlwww.colegiopentagono.g12.br/lista2008/lista_material_8_ano.pdfhttp://www2.pucpr.br/reol/index.php/PA?dd1=442&dd99=pdfwww.bce.unb.br/documentos/Boletimv1n3-2009.pdfwww.michelangelo.edu.br/scripts/sqlweb/sysbweb.exe/dados_completos_html?codigo=4494&alias=sysbiblihttp://bdtd.bce.unb.br/tedesimplificado/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=2405 --imagem: www.shillpages.comPostado por denise 0 comentários28/05/2009ufa, menos mau uma das melhores coisas do mundo é desfazer mal-entendidos, penso eu.duas obras de tradução tinham me deixado meio confusa: memórias de sherlock holmese aventuras de sherlock holmes, de conan doyle, publicadas pela editora martinclaret, sendo que pelo menos uma delas lhe teria sido supostamente licenciada pelaeditora melhoramentos.mas não, não é isso não. ontem recebi mensagem da editora melhoramentos,explicando que:"Houve um equívoco na informação enviada a respeito da cessão de direitos autoraissobre a obra Memórias de Sherlock Holmes.A Editora Melhoramentos não assinou nenhum contrato de cessão de direitos autoraissobre as obras de Sherlock Holmes com a Editora Martin Claret."que bom, um mistério a menos. o sr. joaquim machado e o sr. carlos chaves podemcontinuar em paz, com seus direitos devidamente protegidos pela editoramelhoramentos, à qual agradeço a gentileza em atender a uma leitora perplexa.agora é torcer para que a editora martin claret, por seu lado, desvende para nósleitores os mistérios sherlockianos de john green e jean melville.imagem: www.ontariocondolaw.com

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