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Pulsão Freud

Pulsão Freud

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Neste DOC: Pulsão e representação - os destinos da pulsão - pulsão de vida e morte
Neste DOC: Pulsão e representação - os destinos da pulsão - pulsão de vida e morte

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Published by: José Hiroshi Taniguti on Jun 13, 2009
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PULSÁO E REPRESENTAÇÃO - OS DESTINOS DA PULSÃO - PULSÃO DE VIDA E DE MORTE
Pulsão é um conceito situado entre o mental e o somático - é o representante psíquico dos estímulos que seoriginam dentro do organismo e alcançam a mente. Os representantes psíquicos da pulsão são divididos entrerepresentantes ideativos e o afeto. É importante salientar algumas diferenças entre conceitos importantes.Afeto expressáo qualitatvida da quanrtidade de energia pulsional, no inconscientemente o afeto esta ligado auma ideia.
Representação
- é um dos representante psiquicos da pullao.—trataase de uma inscriçáo do objeto nossistemas mnemicos.
Representante psiquico
- representação psiquica da pulsso – representantes ideativos e o afeto.
Representante pulsional
ora como sinonimo de representante psiquico ora como sinonino derepresentante ideativo.
Representante ideativo
– conteudo do incosnciente
PulsãoFonte
– ë corporal, náo psiquica. É um processo somatico que ocorre num orgão ou parte do corpo cujaexcitação é representada na vida mental peela pulsao. –excitação das zonas erogenas, excitaçõesmecanicas, atividade muscular, processos afetivos e o apoio da pulsao sobre umaa das funçoes somaticasvitais – instinto. A pulsao é o instinto que se desnaturaliza, que se desvia de suas fontes e de seus objetosespecificoss. A fonte da pulsao é o instinto.
O momento de apoio é o momento de ruptura.Pressão
- Quantidade de força ou a medida da exigencia de trabalho que ele apresenta.-
fator dinamico
.- oque impele o organismo para a ação especifica para a eliminação da tensão.
Objetivo
– Satisfação, redução da tensão provocada pela pressao. Descarga de energia acumulada reguladapelo principio de constancia.. objetivos especificos ligados a pulsoes especificas e objetivos intermediarios
Objeto
– Através da qual a pulsao alcança seu objetivo – objeto real ou fantasiado, total ou parcial – variavel.
PULSÕES DO EGO E PULSÕES SEXUAISPulsões do ego – só se satisfazem com um objeto real
, e é regida pelo princípio de realidade – visam oego mas não emanam do ego, visam o equilibrio e manutenção do ego ( não confundir com o ego da 2.tópica)As pulsões de autoconservação não se contentam com objetos fantasmagóricos, necessitam de objetosexternos e se não o encontram começam a ter desprazer. O principio do prazer exige que o ego introjete osobjetos do mundo externo que se constituem em fonte de prazer e projete sobre o mundo externo aquilo quedentro de si mesmo é causa de desprazer – a parte projetada é vivida como hostil, e não mais comoindiferente. – Amar – odiar Ego-prazer Ego-realidade.
Pulsões sexuais - Satisfazem-se com objetos fantasmáticos
– princípio do prazer.
Libido do ego ( libido narcísica e libido objetal)
– o conflito entre essas duas energias se dá pelo conflitode objeto de investimento, porém não podemos esquecer que a libido do ego, ou seja a libido investida no egopressupõe a autoconservação logo um amor a si mesmo, daí que toda pulsão é em última instância sexual( prazerosa).
PULSÕES DE VIDA E PULSÕES DE MORTE 
Freud tem sua teoria calcada no confluto e no dualismo. Faça as pulsões de vida ( sexuais e do ego-auto-conservação) insere a partir de suas pesquisas a pulsão de morte , pois verifica que alguns pacientes repetemsituações desprazerosas, principalmente os sonhos nas neuroses traumáticas.Por 
pulsão de morte
Freud entende como a tendência que todo indivíduo tem de voltar ao estadoanorgânico –
eliminação completa das tensões.
O conceito de pulsão de morte é elaborado também a partir do Jogo do For-dá ( ir embora – ali) querepresenta a saída e a volta da mãe. A criança faz uma renúncia pulsional de deixar a mãe ir sem reclamar,desloca a mãe para o carretel e o carretel para a linguagem., aqui as forças pulsionais que eram submetida as
 
forças pulsionais se submetem às leis do processo secundário e afasta-se pela linguagem da vivencia realexercendo assim um domínio simbólico sobre o acontecimento real. Podemos perceber que é para superar odesprazer e dominá-lo que a criança transporta para o plano simbólico a saída e volta da mãe.No caso da compulsão à repetição existe uma repetição de uma experiência traumática ao invés desimplesmente recordar como algo pertecente ao passado.. A experiência é vivida como estando ligada a algopresente e não ao material inconsciente que lhe deu origem. Essa experiência é vivida na relação detransferencia – neurose de transferência.Sendo a pulsão de morte uma tendência ao inanimado não demanda objetos. Os objetos externos entãoteriam a função de desviar a pulsão de seu objetio – o de manter indefinidamente o mesmo estado de coisas.A pulsão de morte resulta de um esforço interno e não decorre de fatores externos. A realidade externaprovocaria o aparecimento da vida.
O objetivo da pulsão de vida não é evitar a morte, mas evitar que a morte ocorra e uma forma nãonatural.
As pulsões sexuais são as veradeiras pulsões de vida, pois implicam uma junção de dois indivíduo pararesultar um novo ser vivo.Vimos anteriormente que a pulsão de vida se divide entre representantes ideativos e afeto, qual seriam osdestinos desses representantes pulsionais frente as defesas para se tornarem conscientes.
DESTINOS DA PULSÃO:1 - Destinos dos representantes ideativos
1.1-Reversão ao seu oposto
– A reversão pode ser do objetivo . ex. da atividade para a passividade ( amar para ser amado); do conteúdo – do amor para o ódio., porém ambos são ativos.
1.2- Retorno em direção ao próprio eu –
Há uma mudança de objeto, permanecendo inalterado o objetivoex. sadismo-masoquismo/ voyerismo-exibicionismo.a-sadismo consiste no exercício da violência ou poder sobre outra pessoa como objetob-O objeto é substituído pelo próprio eu do indivíduo( mudança de objeto) do outro eu para o próprio eu – de ativo para passivo)c-Uma outra pessoa é procurada como objeto para exercer o papel de agente da violência( masoquismo)Pode acontecer também que os objetos externos não coincidam com o prazer e este se vincule com o sujeitodo ego, neste caso o mundo externo passa a ser visto com indiferente.É importante salientar que no começo da vida mental as antíteses não estão perfeitamente distintas – Operíodo dominado pelo narcisismo primário o próprio ego do indivíduo ( corpo) é investido pelas pulsões –satisfação auto-erótica ( normal e esperada).
1.3- Recalcamento1.4 - Sublimação –
Há uma mudança de objeto e de objetivo.
2- Destinos dos afetos – Afeto pertence ao sistema pré-consciente – neuroses de transferência –sustiuição da palavra catexia por libido por afeto.
2.1 - Transformação em histeria de conversão –
Na histéria de conversão o processo de recalcamento éem geral bem sucedido, provoca o desaparecimento total do afeto, em seu lugar surgem os sintomas, osquais são por si incomodos, mas nao sao acompanhadoss de ansiedade. A bela indiferença dos histericos emrelaçao aos seus sintomas. Uma conversão bem sucedida é uma garantia da ausencia da ansiedade.. se orecalcamento náo foi bem feito os sintomas podem ser acompanhados de ansiedade o que provoca aforma;ao de um mecanismo fobico para evitar o desprazer. Aqui podemos afirmar que a catexia instintual daidéia reprimida converte-se na inervação do sintoma. A área escolhida para ser um sintoma expressa o desejoinstintual mas também os esforços defensivos ou melhor punitivos do sistema Cs. A quantidade de energiadispendida pelo Cs na repressão não precisa ser tão grande quanto a energia catexial do sintoma, pois aforça da repressão é medida pela quantidade de anticatexia dispendida.

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