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Políticas de Saúde - Municípios Saudáveis e seus Focos

Políticas de Saúde - Municípios Saudáveis e seus Focos

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Published by Henrique Páros
Trabalho da disciplina de Políticas de Saúde, do 1º ano do curso de Farmácia e Bioquímica da Universidade Paulista (campus Araçatuba).

Trata do movimento por cidades saudáveis, definindo o conceito de município saudável, descrevendo seu contexto histórico e apresentando os aspectos legislativos envolvidos.

O trabalho encerra apresentando o caso de Curitiba, uma das poucas cidades saudáveis do Brasil, como exemplo prático do tema tratado.
Trabalho da disciplina de Políticas de Saúde, do 1º ano do curso de Farmácia e Bioquímica da Universidade Paulista (campus Araçatuba).

Trata do movimento por cidades saudáveis, definindo o conceito de município saudável, descrevendo seu contexto histórico e apresentando os aspectos legislativos envolvidos.

O trabalho encerra apresentando o caso de Curitiba, uma das poucas cidades saudáveis do Brasil, como exemplo prático do tema tratado.

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Published by: Henrique Páros on Jun 15, 2009
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Municípios Saudáveis e seus FocosObjetivos
Neste trabalho procuramos definir o perfil dos municípios saudáveis e alguns de seus focos demaior importância. Através de sua definição, contexto histórico, legislação envolvida e exemplode um município saudável brasileiro (Curitiba - PR), pretendemos estabelecer um panoramadeste projeto, permitindo um entendimento de sua aplicação na promoção de saúde equalidade de vida; não apenas na forma de projetos sociais, mas como uma filosofia deintegração da população e seus dirigentes municipais, enfatizando a saúde dentro de uma óticaampliada de qualidade de vida.
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Introdução
No momento em que vivemos hoje, o cenário mundial se apresenta como um movimentodinâmico de globalização no qual surgem, além de novas fronteiras econômicas, sociais egeográficas, crescentes conflitos culturais, religiosos e humanos.Em pleno século XXI o Brasil continua sendo um caso clássico de desenvolvimento desigual.Um pequeno segmento da população tem acesso a uma parcela substancial da crescenteprodução de bens e serviços, enquanto uma proporção muito grande é forçada a sobreviver com restante. A maioria mais rica adota hábitos de consumo dos países desenvolvidos e lançano ecossistema resíduos e dejetos semelhantes aos das sociedades ricas. Entretanto, ospobres, com baixo nível de escolaridade, privados de água tratada e de condições dignas dehabitação, têm mais probabilidade de adotar um comportamento destrutivo em relação ao meioambiente e degradá-lo com um fluxo nocivo de dejetos.Uma conseência desse modelo de desenvolvimento adotado e da desigualdade deledecorrente tem sido o grande impacto sobre as condições ambientais e as condições de saúdeda população. A desnutrição ainda é um obstáculo sério à saúde e ao desenvolvimento derecursos humanos, algumas doenças infecciosas reapareceram ou avançaram e a violência, ouso de drogas e a AIDS vêm se tornando o maior desafio à manutenção da vida e da qualidadede vida nas cidades.Apesar de estarmos vivendo em um mundo globalizado, as cidades que concentram grandescontingentes de população vêm ganhando, nos últimos anos, uma importância significativacomo espaço de intervenção e de mobilização entorno de projetos comuns e de interessescoletivos. Esses processos necessitam, para seu desenvolvimento, da solidariedade social e daintegração das políticas públicas urbanas.Considerando os problemas urbanos contemporâneos e as possibilidades que a cidade oferecepara a realização de projetos sociais, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e suas agênciasregionais, como a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), iniciaram o MovimentoCidades Saudáveis, com o intuito de motivar governos e sociedade civil a desenvolver estratégias, em diversos setores das políticas sociais, com a implementação de projetosinterinstitucionais e intersetoriais, visando realizar ações de melhoria das condições de vida esaúde da população urbana e, portanto, de sua qualidade de vida.
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DefiniçãoQualidade de vida nas cidades: o movimento por cidades saudáveis
Desde o século XIX, a saúde pública tem sido motivo de preocupação para os estados. Nesseperíodo houve um aumento de trabalhadores nas fábricas, onde as pessoas se aglomeravamem qualquer lugar e de qualquer maneira, havendo um crescimento súbito de pobreza, crimes,mortalidade, doenças, sujeira.Para diminuir a pobreza, acreditava-se ser necessário sanear o meio ambiente. Tornava-seeconômico adotar medidas preventivas. Legislações e departamentos de saúde foram criados,se sustentando por mais de 50 anos e a saúde pública continuou investindo nas cidades.Nesse nosso século, assistimos a importantes mudanças da saúde pública e a importantescrises que estão relacionadas às transformações históricas, as pessoas passaram a viver mais,os níveis de urbanização cresceram, doenças foram descobertas.É um período em que se evidenciaram as diferenças, os ricos cada vez mais ricos e asdesigualdades vão aumentando, era preciso repensar o interesse pela saúde pública pelopreventivo.Para a melhora da saúde seria necessário um incremento da disponibilidade de alimentos, emum ambiente saudável.Para se alcançar a saúde o sugeridas e implementadas as chamadas estragias depromoção, ou seja, para melhorar as condições de vida e saúde não basta apenas curar asdoenças, é necessário atuar sobre as condições sociais.É com esta preocupação que começam os primeiros incios de iniciativas por cidadessaudáveis, este é um movimento que tem origem nos países desenvolvidos.Apesar de suas bases serem universais, a implementação de uma cidade saudável guardadiferenças e significados. Nos países ricos os principais determinantes da má qualidade de vidaestão em boa parte solucionados: as pessoas têm acesso à educação, saúde, saneamentobásico e renda. Enquanto isso, nos países pobres a economia é mal distribuída e isso reflete acrise em que vivemos, que se reflete no crescimento da pobreza e de doenças.Portanto, podemos verificar que a filosofia e as diretrizes do movimento por cidades saudáveisno primeiro mundo não são suficientes para atender às necessidades dos países pobres e dospaíses em desenvolvimento.
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